Todos os posts com a tag: cuidados com a saúde

Segundo a Constituição da Organização Mundial da Saúde (OMS): saúde é um estado de completo bem-estar físico, mental e social, e não apenas a ausência de doenças.

LÕauteur (M. Ricard). Prairie ˆ 4000 mtres dÕaltitude dans lÕest du Tibet, le Kham, au mois dÕAožt, lÕun des quatre mois de lÕannŽe o la tempŽrature est clŽmente. Dans le lointain se dressent des drapeaux ˆ prires. 2004

Os hábitos da felicidade

O que é felicidade, e como podemos ter um pouco dela? Matthieu Ricard, um bioquímico que virou monge budista, diz que podemos treinar nossas mentes em hábitos de bem-estar para gerar um verdadeiro sentimento de serenidade e realização. Matthieu Ricard Monge, autor, fotógrafo Às vezes chamado de “o homem mais feliz do mundo”, Matthieu Ricard é monge budista, autor e fotógrafo. Veja sua biografia completa.

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Quais alimentos são saudáveis?

Pipoca é saudável? E pizza, suco de laranja ou sushi? E frozen yogurt, costeletas de porco ou quinoa? Quais alimentos são saudáveis? Em princípio, essa é uma pergunta bastante simples e uma pessoa que deseja comer de maneira mais saudável deve saber quais alimentos escolher no supermercado e quais deve evitar. Infelizmente, a resposta não é tão simples. A Food and Drug Administration americana recentemente concordou em rever seus padrões para os quais os alimentos podem ser considerados “saudáveis”, um movimento que destaca o quanto o conhecimento nutricional mudou nos últimos anos — e o quanto permanece desconhecido. A Morning Consult, uma empresa de mídia e pesquisa, pesquisou centenas de nutricionistas — membros da Sociedade Americana de Nutrição –, perguntando-lhes se achavam que certos alimentos (cerca de 50) eram saudáveis. A Morning Consult também pesquisou uma amostra representativa do público americanos, questionando a mesma coisa. Os resultados sugerem uma surpreendente diversidade de opiniões, mesmo entre especialistas. Sim, alguns alimentos, como couve, maçãs e aveia, são considerados “saudáveis” por quase todos. E outros, como refrigerantes, batatas fritas e biscoitos de chocolate, não são. Mas há alguns …

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Ômega-3 melhora inflamação crônica

O uso prolongado de suplementos de ácidos graxos ômega-3 foi associado a níveis reduzidos de triglicérides e de proteína C reativa, um dos biomarcadores da inflamação em pessoas soropositivas com carga viral suprimida, de acordo com uma pesquisa apresentada na semana passada na IDWeek 2016 in New Orleans. Com as pessoas com HIV vivendo mais tempo graças à terapia antirretroviral, doenças crônicas, como doenças cardiovasculares e câncer são uma preocupação crescente. Pesquisas sugerem que a inflamação crônica e a ativação imune excessiva contribuem para o aumento do risco de condições não-relacionadas à aids nessa população, mesmo quando se o tratamento antirretroviral é eficaz. Gretchen Volpe da Tufts University School of Medicine e seus colegas realizaram um estudo randomizado, controlado por placebo — o mais longo feito até hoje — de alta dose de ácidos graxos ômega-3 em pessoas com HIV, avaliando seus efeitos a longo prazo sobre os níveis de lipídios no sangue, inflamação e função vascular. Ácidos graxos ômega-3 — encontrados no óleo de peixe — são muitas vezes tomados para reduzir os triglicérides. O estudo incluiu 117 participantes em tratamento antirretroviral estável …

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Cigarro é pior que HIV

Novo estudo conduzido por pesquisadores do Hospital Geral de Massachusetts descobriu que fumar cigarros reduz substancialmente a vida de pessoas vivendo com HIV nos EUA, potencialmente mais do que o próprio HIV. O relatório foi publicado on-line no Journal of Infectious Diseases. “Uma pessoa com HIV que toma medicamentos antirretrovirais e que fuma é muito mais propensa a morrer de uma doença relacionada ao tabagismo do que do HIV” “Uma pessoa com HIV que toma medicamentos antirretrovirais e que fuma é muito mais propensa a morrer de uma doença relacionada ao tabagismo do que do HIV”, diz Krishna Reddy da divisão de cuidados críticos de saúde e pulmonares do Hospital Geral de Massachusetts e do Medical Practice Evaluation Center e quem liderou o estudo. “A boa notícia é que parar de fumar pode aumentar muito a vida útil, e nunca é tarde demais para parar.” Embora apenas 15% da população adulta geral dos EUA seja fumante de cigarros, entre as pessoas que vivem com o HIV a taxa de tabagismo é superior a 40%, enquanto 20% são ex-fumantes. O uso generalizado de medicamentos antivirais hoje …

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Sobre câncer entre pessoas vivendo com HIV

Desde a implementação da terapia antirretroviral combinada, a tendência de surgimento de câncer em pessoas que vivem com HIV tem mudado. As taxas de alguns tipos de câncer, como o Sarcoma de Kaposi, diminuíram. Outros, no entanto, como o câncer anal, têm de fato aumentado nos últimos anos. O que está acontecendo e o que as pessoas que vivem com HIV devem saber sobre seu risco para o câncer, à medida que envelhecem? Em uma sessão na Conferência Internacional de Aids 2016, o Dr. Benigno Rodríguez resumiu o que os pesquisadores sabem sobre o risco de desenvolvimento de certos tipos de câncer entre as pessoas na América do Norte que vivem com HIV. Aqui está o que nós aprendemos. No geral, a taxa de incidência de cânceres relacionados com a aids diminuiu ao longo do tempo, desde cerca de meados do ano 2000. Isto não é surpreendente, uma vez que menos pessoas que vivem com o HIV têm ou vão desenvolver aids, graças aos tratamentos mais eficazes. Ao mesmo tempo, a taxa de incidência de cânceres não relacionados à aids tem aumentado ao longo do tempo. Cânceres relacionados à aids incluem o …

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vitamina D

Vitamina D recomendada para “todos”

Todos devem considerar tomar suplementos de vitamina D no outono e no inverno, recomendam especialistas de saúde pública do Reino Unido. Essa afirmação vem com um relatório encomendado pelo governo, que define os níveis recomendados de 10 microgramas da vitamina por dia. Mas as autoridades estão preocupadas que isso pode não ser viável através da dieta, especialmente quando a luz solar, a qual ajuda na produção de vitamina D, é escassa. Baixos níveis de vitamina D podem resultar em ossos frágeis e raquitismo em crianças. Quantidades limitadas da vitamina são encontradas em alguns alimentos, como peixes gordos, ovos e cereais fortificados. Mas, para a maioria das pessoas, a maior parte de sua vitamina D é feita a partir da ação da luz solar sobre a pele. Estimativas oficiais sugerem um em cada cinco adultos e uma em cada seis crianças na Inglaterra podem ter níveis baixos dessa vitamina. Agora, uma extensa revisão das evidências científicas, realizada pelo Scientific Advisory Committee on Nutrition (SACN), sugere que todos acima de um ano de idade precisam consumir 10 microgramas de vitamina D por dia, a fim de proteger a …

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Quem está sob maior risco de declínio neurocognitivo?

Uma combinação de simples exames de sangue de rotina pode ser capaz de prever quais as pessoas que vivem com o HIV que estão especialmente mais vulneráveis ao declínio neurocognitivo, de acordo com pesquisa americana publicada no Clinical Infectious Diseases. Pessoas com pontuação elevada no Índice VACS* (Veterans Aging Cohort) têm risco aumentado de sofrer declínio na função cognitiva e também se mostraram significativamente mais propensas a desenvolver novos problemas cognitivos. “Mudanças no Índice VACS representaram alterações na função cognitiva ao longo do tempo em uma coorte, grande e bem caracterizada, de pessoas infectadas pelo HIV”, escrevem os autores. Apesar dos grandes avanços no tratamento e cuidado de saúde, a deficiência neurocognitiva (NCI) continua a ser comum em pessoas com HIV, ocorrendo em 30% a 50% dos indivíduos. Na maioria das pessoas com HIV ela é leve. No entanto, mesmo as formas mais leves de deficiência podem ter um impacto negativo no dia-a-dia. Por conseguinte, é importante identificar as pessoas que já estão sob risco de desenvolver deficiência cognitiva e também aqueles que estão no limiar de desenvolvê-la e com inclinação a aumento desse risco. O Índice VACS foi …

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Probioticos_FMUSP

Falta só um(a) voluntário(a)!

A última edição do estudo sobre flora intestinal e imunidade, conduzido pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP), ainda precisa de um(a) voluntário(a). A pesquisa vai avaliar se a ingestão de um produto probiótico composto por lactobacilos, ingerido uma vez ao dia e durante três meses, é capaz de promover melhora na flora intestinal e aumento da contagem de células CD4 em indivíduos soropositivos para o HIV. Pode participar: homem ou mulher de 18 a 60 anos; residente na região metropolitana de São Paulo, SP; soropositivo(a) para o HIV; em tratamento com o mesmo esquema antirretroviral pelo menos pelos últimos seis meses; com CD4 menor que 500 e carga viral indetectável há pelo menos seis meses. Entre em contato de 2ª à 6ª feira, das 10h às 17h pelos telefones: (11) 2661-7214  |  2661-3344  |  2661-8236  |  2661-7845, pelo WhatsApp: (11) 9-5289-9886 ou através do e-mail: pesquisaclinica.ichc@hc.fm.usp.br

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sexo

Diagnosticados com HIV mudam seu comportamento de risco?

Até que ponto os homens gays modificam seu comportamento sexual de risco após um resultado positivo no teste de HIV? Duas pesquisas australianas realizadas ao longo dos últimos anos descobriram que, no período a seguir do diagnóstico, os homens homossexuais reduzem consideravelmente o número de parceiros com quem têm relações sexuais — muitos param a atividade sexual completamente — e também reduzem a quantidade de sexo sem preservativo que têm com parceiros de sorologia desconhecida para o HIV. Há também um aumento na divulgação do status positivo para o HIV para seus parceiros. Nenhuma dessas alterações pode ser considerada particularmente como surpreendente e esta pesquisa não pode determinar se essas mudanças são sustentadas. O mais interessante foi observar que o único fator associado à uma maior probabilidade de tais reduções nos comportamentos de risco foi o apoio de outros semelhantes com HIV (e não de qualquer outra pessoa).   Contexto Descobrir se as pessoas soropositivas reduzem ou aumentam o seu comportamento de risco depois que são diagnosticadas é de óbvia relevância para a prevenção do HIV, especialmente se elas não seguem para a terapia antirretroviral, …

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