Jovem Soropositivo

  • Matheus,

    Você tem 24 comentários aprovados e não encontrei nenhum comentário seu que tenha sido moderado.

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    “O Diário de um Jovem Soropositivo não fornece ou substitui orientações médicas e não deve ser utilizado como referência no cuidado da s…
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  • Seus comentários anteriores foram moderados por infringir os termos de uso do blog.

  • o próximo dia 22 de setembro de 2018, das 13h às 18h, acontece o evento “Suicídio: Saber, Agir & Prevenir”, organizado pela Rede Nacional de Adolescentes e Jovens Vivendo com HIV/Aids, a RNAJVHA, na Escola Sup […]

    • Gente é aqui que fazi os comentários agora? To mto perdido!
      E tbm triste! Peguei os resultados de roeriam hoje continuo indetectável mas meu CD4 caiu de 860 para 650!
      Meu último exame foi em março!
      Desde que eu soube que sou positivo não fiquei nem gripado mais e já já completa dois anos!

      To mto assustado com essa queda 😪

  • Existe tomografia e uma molécula que pode vir a indicar onde estão os reservatórios.

  • esquisadores desenvolveram uma nova maneira de datar as cepas de HIV que estão “hibernando”, o que representa um avanço para a pesquisa de cura do HIV e confirma que as cepas latentes do HIV podem persistir no c […]

    • Gente, a coisa é muito mais complicada.
      Na verdade não existe um exame como ressonância q aponte onde estão as células dormentes e, ainda mais, sem saber onde estão espalhadas essas celular não tem como ataca-las.

    • Com atividades físicas regulares, essas dores tendem a sumir. Pelo menos no meu caso, somem. Se fico 15, 20 dias sem treinar, começam as dores. Volto à academia e tudo se resolve.

    • Salve Jopositivi. Eu sinto exatamente a mesma coisa. Acredito seja o tenofovir. Agora, faz 1 mês que estou tomando apenas dtg e lamivudina. Diminuiu bem a dor nas articulações. Sinto apenas nos dedos das mãos, durante a noite, no meio da madrugada. Durante o dia some tudo. Mas o eupositivosc tem razão. Academia ajuda muito. Tenho ido sempre.
      Um abraço.
      Allpe

    • Nenhum.

    • Folha de S. Paulo”: Em guerra bilionária, farmacêutica tenta barrar genérico contra hepatite C

      A farmacêutica americana Gilead está barrando a compra de um medicamento genérico para hepatite C que geraria uma economia de cerca de R$ 1 bilhão ao ano para o governo brasileiro.

      A Gilead produz o sofosbuvir, um antiviral que cura a hepatite C em 95% dos casos e revolucionou o tratamento desde 2014. Antes, a terapia mais eficaz disponível curava em apenas 50% dos casos.

      Neste ano, o Ministério da Saúde anunciou um plano para eliminar a hepatite C até 2030, e o SUS passou a tratar todos os pacientes com os novos antivirais, e não apenas os doentes mais graves. Mas o tratamento que usa o sofosbuvir chega a custar R$ 35 mil por paciente no Brasil e limita número de pessoas tratadas.

      Um convênio entre Farmanguinhos-Fiocruz e Blanver obteve registro da Anvisa para fabricar o sofosbuvir genérico. Em tomada de preços no início de julho no Ministério da Saúde, a Gilead ofereceu o sofosbuvir a US$ 34,32 (R$ 140,40) por comprimido, e a Farmanguinhos ofertou o genérico a US$ 8,50 (R$ 34,80).

      Hoje, o ministério paga US$ 6.905 (R$ 28.241) pela combinação sofosbuvir e daclatasvir de marca. Com a nova proposta, o governo passaria a pagar US$ 1.506 (R$ 6.160), com a Fiocruz e a Bristol. Dada a meta de tratar 50 mil pessoas em 2019, isso significaria uma economia de US$ 269.961.859 (R$ 1,1 bilhão) em relação aos gastos com a combinação sem o genérico.

      O Departamento de Hepatites do ministério solicitou em agosto a compra do medicamento mais barato com urgência. Por causa de contestações de farmacêuticas, não foi feita a aquisição, e o estoque de vários antivirais no SUS acabou há meses. Há fila de 12 mil pacientes, e muitos esperam há mais de seis meses.

      O ministério afirma que ainda não há decisão. “O processo de aquisição do sofosbuvir foi iniciado, e todas as empresas que têm registro no Brasil poderão participar”.

      “Aquilo não foi uma tomada de preços, não houve processo de compra, estamos questionando por que alguns produtos não foram considerados”, disse o diretor-geral da Gilead, Christian Schneider.

      No dia 28 de agosto, a Gilead enviou carta ao ministério, obtida pela Folha, na qual pede a anulação dos resultados da reunião e oferece uma nova combinação de drogas por um preço inferior aos genéricos.

      Mas, segundo técnicos, a oferta inclui uma droga que não funciona para todos os vírus de hepatite e não é recomendada pela Organização Mundial da Saúde.

      “Nossa combinação é mais avançada, e os genéricos não consideram todos os cenários”, diz Schneider.

      Um grupo liderado pelos Médicos sem Fronteiras (MSF) encaminhou uma representação ao Ministério Público acusando a Gilead de pressionar o INPI (Instituto Nacional da Propriedade Intelectual) para conceder a patente do sofosbuvir e de entrar com inúmeras ações judiciais para barrar o genérico.

      “A competição com genéricos pode resultar em cura mais acessível para as 700 mil pessoas com hepatite C no país. O Brasil pode enviar uma mensagem ao mundo, com decisões que estimulam a concorrência e permitem maior acesso a tratamentos”, diz Felipe Carvalho, da MSF.

      A Gilead solicitou registro da patente do sofosbuvir no Brasil. De 126 pedidos da empresa, 124 foram rejeitados pelo INPI e dois estão em análise e poderiam bloquear o genérico.

      Segundo Pedro Villardi, coordenador do Grupo de Trabalho em Propriedade Intelectual, o INPI indicava uma decisão negativa em relação à patente da Gilead, mas mudou subitamente de curso este ano. A empresa entrou com uma ação judicial pedindo reversão da decisão do INPI antes mesmo de ela sair.

      Procurado, o INPI afirma que o pedido está em exame.

      “Tem muita pressão das farmacêuticas, por isso paralisaram o processo de compra no ministério, e o INPI mudou de curso”, diz Villardi. A Gilead afirma ter “plena convicção” de sua patente.

      A empresa faturou US$ 55 bilhões (R$ 225 bi) com remédios contra hepatite C desde 2014. Quando lançado, o tratamento com o sofosbuvir saía por US$ 84 mil (R$ 344 mil).

      A briga no país para impedir a fabricação do genérico contra hepatite C, comparada por ativistas à batalha pelos medicamentos contra o HIV, divide sociedades médicas e inclui até fake news.

      A assessoria de imprensa da Gilead, a Fundamento Comunicação, circulou no mês passado um press release que saiu no site de uma revista com o título: “Adoção do medicamento genérico para Hepatite C pode sair mais caro do que tratamento convencional”.

      No texto, Carlos Varaldo, presidente do Grupo Otimismo de Apoio ao Portador de Hepatite, dizia que os genéricos gerariam um aumento de gasto de R$ 48 milhões em relação ao de marca.

      A Fundamento afirma que fez o release para o grupo Otimismo, e não para a Gilead. A Gilead é uma das principais financiadoras do Grupo Otimismo. Em prestações de contas em 2014, 2015 e 2016, Varaldo declarou que o grupo recebeu um total de R$ 1,2 milhão das farmacêuticas Gilead, Roche, Janssen, MSD e BMS. Ele diz não ver conflito de interesses.

      “Eu coloco tudo na prestação de contas, como realizar eventos enormes sem apoio da indústria? Se não fossem as farmacêuticas, estaríamos tratando hepatite C com chá de ervas”, afirma o ativista.
      Indagada, a Gilead disse que não financiou o release e não tem nada a ver com isso. “A Gilead é patrocinadora do Grupo Otimismo de forma totalmente transparente.”

      A Sociedade Brasileira de Infectologia enviou carta ao ministério questionando a qualidade e segurança do genérico. “Além disso, as novas drogas são mais fáceis de tomar, mais avançadas e reduzem o tempo de tratamento, seria um retrocesso não usá-las”, disse Sergio Cimerman, presidente da entidade.

      Mas Marcelo Simão Ferreira, presidente do comitê de hepatites da sociedade, é a favor dos genéricos e do uso da combinação proposta. “Não temos dúvida de que a combinação em estudo é muito eficaz”, diz.

      Paulo Abraão, que era diretor do comitê da SBI, pediu afastamento por não concordar com o posicionamento contra o genérico. Já a Fiocruz afirma que seu sofosbuvir teve a bioequivalência testada e que tem capacidade para produzi-lo, como fez com os genéricos anti-HIV.

      A Gilead também questionou junto ao TCU a parceria entre Fiocruz e Blanver. Em acórdão de agosto, o tribunal pede que a parceria seja descontinuada para novos medicamentos, mas diz que “não interfere na pesquisa e produção do sofosbuvir”.

      A luta contra os genéricos para hepatite C é mundial. Na Colômbia, a proposta de regular o preço do sofosbuvir foi citada pela Phrma, o lobby das farmacêuticas dos EUA, para barrar a entrada da Colômbia na OCDE. Mesmo assim, o país acabou admitido.

      No Chile, o governo de Michele Bachelet havia anunciado que iria pedir o licenciamento compulsório (quebra da patente) do medicamento. Com a posse de Sebastian Piñera, o plano foi engavetado. Mas, em agosto, o governo voltou a considerar. A Argentina não concedeu a patente à Gilead e fabrica genéricos.

      No Egito, foi negada a patente do sofosbuvir à farmacêutica, que fez um acordo e passou a fornecer o remédio a preço reduzido. O governo passou a fabricar genéricos e já tratou 1 milhão de pacientes. No Brasil, foram tratados 75 mil pacientes.

      Na Índia, a Gilead fez um acordo com as fabricantes de genéricos, que permite que elas fabriquem pagando uma licença, mas proíbe-as de exportar para países de renda média com muitos casos da doença, como o Brasil.

      Entenda a disputa pelos medicamentos

      Como é o tratamento para hepatite C? Atualmente, no SUS, entre outros medicamentos oferecidos, há uma combinação de duas drogas: sofosbuvir, da farmacêutica americana Gilead, e daclatasvir, de outra empresa

      O que está em disputa? A Farmanguinhos (da Fiocruz), em convênio com a Blanver, recebeu da Anvisa a autorização para produzir o sofosbuvir genérico. Como o remédio brasileiro custa bem menos que o americano, o Ministério da Saúde estuda adotá-lo no SUS. Entretanto, a Gilead tenta barrar a compra da droga nacional

      A Gilead tem patente para o sofosbuvir no Brasil? Não. A farmacêutica entrou com 126 pedidos no Instituto Nacional da Propriedade Industrial, mas 124 foram rejeitados. Ainda há dois em análise. Um desses pedidos, se aceito, proibiria a fabricação de genéricos por outras empresas ou instituições

      O sofosbuvir é eficiente? Sim. O medicamento, que é administrado com outras drogas, tem índice de cura de 95%, enquanto outros usados anteriormente chegavam a 50%. O remédio também encurta o tratamento e reduz os efeitos colaterais

      E o genérico brasileiro? O medicamento produzido pela Fiocruz foi registrado pela Anvisa e passou por testes de bioequivalência, que indicam que a droga tem o mesmo efeito da produzida pela Gilead

      O que dizem os médicos? Há diferentes opiniões. A Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI) é contra o genérico e diz que há remédios mais novos que deveriam ser considerados. O diretor do comitê de hepatites virais da entidade pediu afastamento por não concordar com essa posição, e há outras vozes dissidentes na SBI. Já os Médicos Sem Fronteiras acusam a Gilead de pressionar médicos e governo. Para eles, a compra do genérico é mais vantajosa, visto que o medicamento é efetivo e mais acessível

      O que acontece em outros países? A patente foi concedida no Chile, mas o governo avalia quebrá-la; foi negada na Argentina e no Egito e está em análise na União Europeia. Na Índia, outras empresas podem fabricar os genéricos, mas elas pagam uma taxa à Gilead e a exportação para países de renda média com grande número de pacientes é proibida

      Fonte: Folha de S. Paulo

    • Se o seu CD4 estava muito baixo, tipo abaixo de 150, a recuperação é mais lenta, pois o linfócitos foram muito atacados.
      Já vi relatos de pessoas a tratamento a muito tempo e o CD4 não passa de 350.
      No meu caso em 2016 o meu CD4 estava em 120 o último exame em Jul/18 já estava em 450 com total de plaquetas de 130.000.

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    • Marcus.
      Tudo bem vc e seu parceiro (a) optarem por não utilizar o preservativo. Adultos fazem escolhas. Você estando indetectável, não tem como você transmitir, fica frio. Mas penso que se você está desconfortável com isso – e está, pois relatou medo, desconforto – passe a usar o preservativo e pronto. Se a pessoa perguntar “você não se garante?”, responde: me garanto, mas não posso garantir os seus 50% nessa história. hehehe

      Aí você estará sendo honesto, afinal falou que conhece a sua sorologia – e ela é positiva, mas a pessoa nem precisa saber, e vai usar o preservativo, evitando ficar na neura de ter prejudicado alguém ou não.

      PS: o lance das demais IST’s além do HIV é fato, fato MESMO. As vezes vc se sente pressionado para não contrariar os outros e acaba com outra doença além do HIV, tudo por não ter sido fiel ao teu sentimento. Tá desconfortável com medo de transmitir para alguém? Camisinha resolve essa neura e, de quebra, te livra de outras IST’s.

    • Matheus,

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      O Diário de um Jovem Soropositivo não se responsabiliza pelas opiniões e comentários dos leitores e usuários deste blog. O conteúdo de cada mensagem é de única e exclusiva responsabilidade de quem a enviou, estando sujeito às medidas administrativas e judiciais cabíveis, nos termos da lei. O espaço de comentários não deve conter mensagem: ofensiva, preconceituosa ou discriminatória, que traga anúncio de produtos ou serviços, que incentive a prática de crimes, incluindo curandeirismo, ou sugira que outros não façam uso do teste diagnóstico de HIV e do tratamento de saúde recomendado pelo consenso médico atual, incluindo terapia antirretroviral. Se você se sentir ofendido pelo comentário de algum leitor ou usuário deste blog ou nele identificar conteúdo que viole estes Termos de Uso, avise imediatamente o autor deste blog. O espaço de comentários pode ser moderado.”

      Não vejo onde esses termos impedem alguém de comentar sobre erros e acertos ou limita a falar sobre coisas boas ou só sobre o lado bom.

  • Não, a sua carga viral não indica infecção recente, que costuma ser de milhões de cópias. Ao contrário, ela indica uma infecção crônica.

  • embra da coorte Visconti? Foi um estudo conduzido em diversas clínicas de saúde na França, publicado em 2013, sobre 14 pessoas, dez homens e quatro mulheres, que iniciaram a terapia antirretroviral logo após o dia […]

    • Até onde sei, ainda não autorizaram a exclusão do Temofovir..

    • Matheus,

      Qual o esquema de ARV’s que vc faz uso?

    • Paulistano, bom dia. Aos demais, bom dia.
      Sempre fui um atento paciente ao estudo da GSK que, agora em agosto, finalizou 48 semanas mostrando com segurança científica não haver diferença entre o regime de 3 drogas e a nova opção: utilizar apenas DTG e Lamivudina. Atualmente, o problema do paciente com HIV, felizmente, não é mais o vírus; esse é bem controlado. A preocupação é que, com expectativa de vida normal, longos anos de ingesta dos medicamentos podem trazer problemas renais, ósseos e hepáticos. Portanto, desde o início de meu tratamento, sempre fiquei muito atento à possibilidade de tomar apenas 2 drogas, como nesse caso, do estudo Gemini 1 e 2 apresentado recentemente em Amsterdã, na holanda.
      Eu conversei com o meu médico, levei a ele os estudos apresentados, que mostram, após 48 semanas não ter ocorrido nenhum caso de resistência viral. nenhum. E o estudo é bem randomizado, isto é, com centenas de pessoas e não apenas algumas.
      Após conversar com ele, ouvi que já havia retirado o tenofovir de 2 pacientes, os quais apresentaram problemas ósseos, pois já tinham pré-disposição genética. Atenção, o tenofovir não afera a todos não. Apenas algumas pessoas. Porém, eu considerei o longo prazo e, com acompanhamento médico, fiz a opção de excluir o tenofovir. hoje, desde o dia 05 de agosto, estou ingerindo apenas DTG e Lamivudina.
      Gostaria de considerar o seguinte, aos amigos:
      a) eu fiz isso com orientação médica e, também, sem medo. Estou seguindo um estudo científico, que mostrou não haver diferença entre os dois regimes (o de 3 drogas e o de 2 nesse esquema).
      b) Regime de 2 drogas não é experimento, já existe essa opção aprovada pelo FDA, e o nome do medicamento é JULUCA, mas utiliza um composto que não temos no Brasil, com a desvantagem de só ser aplicável aos pacientes que já estejam indetectáveis há, pelo menos, 6 meses. Portanto, ao contrário desse modelo (DTG mais Lamivudina), não pode ser aplicado aos pacientes virgens de tratamento.
      c) Como esse esquema pode ser aplicado a pacientes virgens de tratamento (chamados pacientes naïve), ele se mostra ainda mais seguro em casos como o meu, em que ha apenas uma simplificação do esquema, retirando uma droga, quando eu já era há mais de 6 meses indetectável. Isso “amplia” o perfil de segurança da opção em reduzir;
      d) Eu tive acesso aos estudos básicos do Gemini, aqueles cheios de gráficos, e qualquer médico que entre em contato com a GSK poderá ter, onde fica muito segura a opção, graficamente demonstrada;
      e) A GSK já anunciou que, até o final desse ano, dará entrada no FDA ao procedimento de aprovação de mais essa opção, que poderá competir com todos os demais medicamentos da Gilead, uma vez que é aplicável aos pacientes naïve;
      f) Vários médicos já fazem a opção de duas drogas aos pacientes, em caso de intolerância ao tenofovir, não é exatamente uma “novidade” entre os médicos que acompanham de perto a “virada de copérnico” que os inibidores de integrase geraram no tratamento. A partir deles, e do Juluca, todos ficaram muito atentos ao grande poder desses fármacos, e da grande barreira genética que possuem para impedir resistência viral.
      Por fim, gostaria de dizer que tenho segurança e acompanhamento médico. Gostaria também de dizer que esse regime não está aprovado pelo FDA por uma questão burocrática, mas estará, em breve, e será muito bem vindo ao mundo, principalmente nos países mais pobres, pois a lamivudina é medicamento genérico, o que reduzirá os custos desse tratamento.
      No mais, uma excelente semana a todos.
      Vida longa.
      Um abraço,
      Sempre com acompanhamento médico!
      Allpe

    • Não, a sua carga viral não indica infecção recente, que costuma ser de milhões de cópias. Ao contrário, ela indica uma infecção crônica.

    • Talvez pelo cd4 tenha uma ideia mas fica só na suposição também, meu primeiro infecto disse q o meu era recente e o infecto atual disse que poderia ser de 2 anos ..

    • Como se não bastasse o preconceito que sofremos por parte da população, totalmente desinformada, o estado ao invés de colaborar, coloca mais lenha na fogueira.

      https://g1.globo.com/se/sergipe/noticia/2018/08/23/mpe-entra-com-acao-contra-o-governo-de-sergipe-para-que-teste-sorologia-de-hiv-seja-retirado-dos-concursos-da-pm-e-dos-bombeiros.ghtml

    • Nunca fiz, mas avise seu médico antes de injetarem o contraste.

    • Onde está este estudo, Matheus? É algum novo que saiu e só vc teve acesso? Heheheh. Não é isso que os estudos mostram. A longevidade para soro+ está aí para quem quiser ver. É cada vez mais comum ver pessoas com 20, 25, 30 anos de infecção gozando de vitalidade. Não seja pessimista. A cura funcional está a caminho, quem sabe a esterelizante tbm. Prefiro crer nisso do que ficar fazendo conta de quando vou morrer kkk

    • Parabéns Rodrigo ! Sorte! Vida longa meu amigo!

    • A possibilidade existe, mas para pessoas que vivem com Aids e, de alguma forma, estejam debilitadas ao ponto de perderem a função laboral. Para pessoas vivendo com HIV, apenas, não.

    • Olá Gil,
      Seja mais claro quanto ao esquema que faz uso. Não entendi. 🤔

    • Bom dia Caio,

      Sei muito bem o que se passa contigo. Acredito que muitos aqui sabem, no entanto, quero lhe dizer que por mais difícil que pareça, devemos nos ajudar um pouco. Pelo que li, você optou em manter a sua sorologia em segredo e, eu respeito sua escolha. Portanto, acredito que o ideal seria procurar por ajuda psicológica. Tenho certeza que se sentirás mais leve e a terapia te ajudará neste momento difícil. Logo que descobri minha sorologia passei meses assim, mas resolvi dar uma chance para mim e continuar sorrindo. Semana que vem completo 2 anos de tratamento e diagnóstico e estou bem. Procure cercar-se de coisas boas, faça aquilo que te deixa feliz. Curta a sua companhia e não deixe de viver. O HIV não é mais forte que você e não define quem tu és!

      Fique bem!

      Abraço!

    • Pois é ! Levantei essa possibilidade pro meu infecto e ele disse que não tem ela ainda, que o que se sabe é que apenas 2 remédios o vírus pode voltar.. se o pessoal começar a migrar pra terapia dupla eu penso em procurar outro infecto .. apesar de gostar do meu.. abraços!

    • Na minha cidade é pra um mês só. É uma farmácia especial só pra Soro+, no mesmo posto em que existe outra sala um pouco distante para remédios “comuns”. Inclusive poderia ser pra todas DSTs ne?” Mas não, é para Soro+. Tem uma caixinha com as fichas, pega uma e espera, são poucas pessoas na sua frente. A funcionaria chama pelo numero e vc entra em outra sala. Infelizmente não to sentindo o clima muito sigiloso, pois quando vou pegar fico morrendo de medo de entrar alguém conhecido na sala de espera, seja funcionário ou paciente. Na ultima vez apareceu uma menina do nada na sala interna de entrega, dizendo que era da “pesquisa” e precisava de alguma informação.. enquanto isso eu pegando meus frascos e doido pra ir embora. Outro dia encontrei uma menina bem parecida com ela na academia que malho, não sei se era ela mesma ou não. Estou em sigilo total também, a minha única bronca até agora é pegar os remédios la no posto. Até as vacinas que tomei tinha o CID da doença e a sala era para vacina especial.
      Não tive efeito colateral aparente, estou no 27º dia e fui no posto 2 vezes, pois a segunda remessa é com 20 dias pra vc ficar com 10 dias de sobra.
      Ah, eles deixam voce cadastrar alguem que possa pegar por voce, caso tenha. Vai la na fé, vai que a sua cidade é mais tranquilo.

      No mais, se anime, a vida é normal. Também não sei como peguei, não me expus anal e vaginal foram poucas vezes, fico na duvida se foi vaginal ou oral, mas não fico mais atrás de saber com quem foi e porque não usei camisinha..

  • uero compartilhar com vocês parte da minha história. Quero ajudar alguém que, assim como eu, se deparou com um diagnóstico tão desolador — não só pelo choque que qualquer doença séria e incurável traz ao indiví […]

    • Não Maxwell.
      Não é este o meu caso.

    • Pois é, achei que fosse sigilo total esse banco de dados!

    • Pois é, fiquei preocupado com isso. Como ele conseguiu a informação pelo SUS?

    • Boa tarde Matheus.

      Vamos lá; vou tentar ajudar. Em primeiro lugar, a resposta para a sua pergunta depende do organismo e da medicação de cada indivíduo. Há um estudo australiano, apresentado no Croi de março, em Boston, que mostra pacientes em uso do Dolutegravir sem evidências de replicação viral residual.

      Isto significa que, de acordo com esse estudo, os pacientes que estão fazendo uso desse medicamento, não possuem replicação residual do vírus nem nos reservatórios virais, em pequena escala, APESAR DE MANTEREM OS RNA’S DO VÍRUS, DESMONTADOS (EM ESTADO DE LATÊNCIA) NESSES RESERVATÓRIOS.. De acordo com esse estudo, então, os pacientes sob dtg estariam em ótima situação no que diz respeito às microinflamações que podem causar envelhecimento precoce.

      Bem, se esse estudo estiver, de fato, correto, é razoável imaginarmos que sob essa medicação o paciente, após meses indetectável, não produza mais o anticorpo contra HIV.
      Pode ser isso, caso esteja você nesse esquema de tratamento.
      Um abraço,
      Allpe

    • Oi Matheus
      Não quer dizer que seja falha, não. Pesquise sobre Blips Virais e provavelmente terás a resposta. Em resumo, blips são episódios onde acarga viral aumenta e depois ela cai novamente, picos de aumento de vírus na corrente sanguínea.
      Vale a ida até o médico? Vale, claro, mas fica frio que 110 cópias parece muito ser um blip 👍🏻

    • De nada. Alguns médicos falam que até 500 cópias do vírus ainda é considerado blip e que vai “zerar” logo, novamente.
      👍🏻

    • Então nunca voce viu uma carga viral detectavel? Antes de iniciar o tratamento o medico pede esse exame pra ratificar a infecção e saber o estado em que se encontra no CD4, ou seja, basicamente PCR e CD4, após isso ele da a receita. Eu pelo menos até sair a carga viral ainda tinha um pingo de esperança de um falso positivo.
      De notícias.

    • MATHEUS, sugestão: faça um exame chamado PCR QUALITATIVO PARA HIV. Nesse exame, eles analisam se há a presença do RNA viral. Se o PCR qualitativo der negativo, amigo, você não tem HIV. É um exame muito preciso e utilizado para verificar se recém nascidos de mães positivas foram, ou não, infectados. Ele não mede anticorpos contra HIV; ele identifica o RNA viral. Assim, se vier negativo, esqueça essa questão.
      Consulte seu médico sobre esse exame. Vários laboratórios fazem.
      Um abraço,
      Allpe

    • Estou no 6º dia de medicação .. 2+1 , nenhum efeito, até agora, só uma sensação de que estou medicado, sei la.. kkkk. Escolhi tomar pela manhã, pois meio que “já resolve a bronca”, pra não ter que tomar numa saída a noite num fds ou bebendo, mas se precisar mudarei pra noite. Ansioso pra consulta do dia 31, (15 dias após o inicio). O infecto deve pedir novos exames esperar mais?

      • Oi Fernandes.
        Ele provavelmente vai esperar mais um tempo antes de pedir uma nova Carga viral ou algum outro exame. Não acho que ele vai liberar uma guia para fazer isso agora. Se estiver muito ansioso, peça, quem não chora não mama hehehe

        Abraço

    • Tomm e Lucas, também iniciei em Janeiro. Também tive dores de cabeça na primeira semana. Tive, ainda, algumas disfunções na próstata, parecia estar com vontade de ir no banheiro, apertado, mas não tinha muita urina. Tudo passou após 2, 3 semanas. E nenhum sintoma foi muito marcante. As dores de cabeça eram sutis. Hoje estou bem, sem nenhum efeito das vitaminas.

    • Oi Xavier, pode explicar melhor por que o sistema é falho e não temos sigilo?

    • Olá Henrique, meu amigo.
      Saiba que você não está sozinho no mundo, meu caro.
      Há milhares de histórias como a nossa!
      Talvez, a única coisa que você deva que refletir, quando decidir revelar seu diagnóstico a alguém, seja o exato momento de o fazer… Há pessoas esclarecidas e, em razão disso, desprovidas de preconceitos, entretanto, ainda há também muita falta de informação e, com ela, uma possível rejeição…
      Recomendo, tão somente, esta reflexão, levando-se em conta a individualidade de cada pessoa. No mais, boa sorte viu. Torço para que você encontre alguém bacana, que não se importe com sua sorologia, até porque isso é mero detalhe, não desmerecendo e nem desqualificando qualquer pessoa.
      Um abraço!

    • Paulo, vc é de Salvador???

    • Oi.
      Vamos lá:
      1. Remédios sempre na bagagem de mão para não correr risco de extravio;
      2. Leve a receita com o nome da medicação, miligramas, forma de tomada, carimbo e assinatura do seu médico em a folha timbrada e em inglês ou no idioma do país que você vai visitar.
      3. Vc passa nos detectores normalmente. Viajo muito e nunca me pararam por conta disso, seja com 5 remédios ou 120 – que foi quanto levei na última trip. Então não vão parar você mas, se pararem, tens a receita e poderás seguir viagem.
      4. Alguns poucos destinos no mundo podem vir a te barrar se souberem da sua infecção. São poucos e esses destinos são em zonas pouco desenvolvidas, muito pouco provável que você vá para lá, mas enfim… existem hehe… Acesse o hivtravel.com e lá dá para filtrar por níveis de restrição. De qualquer forma, relaxa que a maioria do mundo está de portas abertas pra gente 👍🏻

      Os agentes não ligam para os remédios. Nunca me pararam por conta disso, seja dentro do Brasil ou fora. Leve uns comprimidos a mais, por garantia (voos atrasam, são cancelados… tudo pode acontecer, o que não rola é ficar sem os remédios).

      Se tiver como, faça um pedido especial na farmácia onde você pega as drogas e leve-as no frasco novo, lacrado. Isso confere mais segurança em possíveis revistas ou interrogatórios.

      Não se intimide: dá para ir tranquilão conhecer o mundo sendo soro+ e tendo que carregar os remédios junto ☺️

    • Matheus. O interessante é que seja no frasco original, lacrado, pois isso dá certa garantia que você não adulterou nenhum componente. A caixa acredito que possa ser descartada. De qualquer forma, não é regra que seja em frasco lacrado. Agora, falando em identificação, penso ser essencial que estejam no frasco original, pois lá consta a formulação e tudo mais.

    • Sangue nunca notei. Cabelo, sim. Mas penso ser por conta da medicação e não consequência do vírus.

  • Idiota é você, Alex. De longe, o maior idiota que já passou por aqui. Some! Bloqueado.

  • Lara,

    Não sei qual o fundamento da afirmação dessa médica. As estimativas sempre apontaram que o maior risco de transmissão é a partir do homem em sexo insertivo, seja em outro homem ou em mulher, com risco maior no sexo anal.

  • Rogelio,
    Você acessa por smartphone ou computador?

  • m 2016 tivemos uma notícia animadora sobre a pesquisa da cura do HIV: falava de um anticorpo “fascinante”, “impressionante” e “incrível demais para ser real” que tinha levado oito macacos à beira da cura do SIV, o […]

    • Cabotegravir.

    • Gostaria de saber também, outro dia li que aquele ator famoso Charlie Sheen estava no grupo de testes de uma desses tipos injeções.

    • Desculpe a brincadeira, mas estou rindo de mim mesmo, que após o dtg/tenofovir/lamivudina, tive uma discreta perda de cabelo, e dor nas articulações, também leve. Não posso atribuir aos medicamentos com rigor científico, mas…enfim. pouca coisa, muito discreto, inclusive hoje só algumas pequenas dores articulares, sem mais queda de cabelo…

    • Com os comprimidos, talvez perca alguns cabelos. Mas a questão é se libertar dessa busca ansiosa pela cura e buscar um ótimo esquema de tratamento, somado aos cuidados pessoais com a saúde. Aí…..vida longa e próspera.

    • Posso perguntar que esquema usa Paraense? Mencionou não ser o mais atual.

    • Fé e continuar viver, seguir em frente. ,, Cabeça erguida e pensar num futuro melhor que pode vim uma cura contra esse vírus. Exemplo recentes e atuais são a cura dos vírus das Hepatite B e C. Até alguns anos atrás não existiam cura. A Hepatite B ainda existe a vacina como prevenção, mas a C não

    • Você só aguentou o EFZ 5 meses e eu 6 meses o DTG. Minha infecto sugeriu esses mesmos dois esquemas como alternativa, com o EFZ ou o ATV. Ela não mencionou o Ritonavir, não sei se acompanha sempre o ATV.

      E como tem corrido o seu tratamento. Sentiu efeitos? Sei que cada um é cada um, mas…

    • Notícia atual? Ótimo!

    • Eu n’ao soube me expressar , foi isso que eu quis dizer R”omulo

    • digo luquinha

    • Desculpas eu n’ao soube me expressar , tera 5 opc’oes de medicamentos , acredito que sera 2 drogas em apenas 1 comprimido (dose ) e tera 5 op;’es

    • Oi, Igor. Onde você encontrou os slides da apresentação? Procurei no site do evento, mas não acho de jeito nenhum!

      Um grande abraço!

    • Luquinha, na mimha humilde opinião, É preciso separar efeitos colaterais em duas classes distintas: sensíveis e não sensíveis.
      Para a grande maioria das pessoas, o tenofovir não apresenta efeitos colaterais sensiveis. Ocorre que, apesar disso, anos de exposição ao tenofovir pode, eu disse pode, trazer problemas renais e ósseos, como já ficou evidenciado em vários estudos científicos.
      Por outro lado, há medicamentos que produzem, na maioria, efeitos sensíveis, perceptíveis, como é o caso do efavirenz. Para a grande maioria, efeitos são notados.
      Sendo assim, esses medicamentos a que se referiu o seu médico, ainda não se sabe se produzirão ou não efeitos não sensíveis, não percebidos, que se manifestam com o longo tempo de exposição ao fármaco.
      Eu acompanho alguns que devem ser aprovados pelo Fda, e o mais interessante na minha opinião é o pro140 mencionado nos posts acima. Claro, o cabotegravir poderá ter até 8 semanas de duração, o que vai mudar a forma de posologia por não ser diária, também será muito legal. Enfim, teremos alterações e opções novas. Mas, assim, colocando a minha situação particular, que não se aplica a todos, poderia dizer que ficar apenas com o dolutegravir e lamivudina em dual therapy já me traz grande alegria. No congresso mundial teve a apresentação desse estudo, comprovando essa possibilidade e eu estou muito feliz.
      Um abraço !
      Allpe.

    • Eu estive pesquisando sobre o Biktarvy nos últimos dias. As drogas atuais, acho que é a que eu queria tomar. Me parece bastante eficiente e limpa. Tomara que eu acesse isso em algum momento do tratamento hehe

      • Com a nova frente comprovada pelos estudos Gemini, apontando eficácia em dual therapy com dolutegravir e lamivudina, não consigo enxergar.algo melhor. Veja que o bictegravir é uma réplica do dolutegravir,.com uma micro alteração. Inclusive, há pesada ação da GSK questionando o plágio da Gilead nessa droga em relação ao dtg. Não sei, parece que o tenofovir, para os que puderem, está com os dias contados, inclusive o taf diante desses novos estudos….

        • O que você acha EupositivoSC?

          • Eu não sei direito como analisar essas novas pesquisas pq sou meio anta para essas coisas de farmacos hahaha São tantas coisas que me perco. Só fico feliz de ver que muito está sendo feito para melhorar as coisas para nós e, dada a comprovação dos esquemas de maracutaia para enfiar o TDF goela abaixo e sua comprovada alta taxa de danos físicos, queria muito me livrar dele o quanto antes.

            Ví um vídeo de um médico americano falando sobre o Bictarvy, explicando para um paciente que tomava Juluca (dual therapy) os motivos de fazerem a troca e a atualização do esquema dele. Isso aconteceu em junho, quando o Bik foi liberado em solo americano. Desde então venho tentando entender os motivos da troca, pq em teoria, a dual therapy é mais suave do que triple, não é mesmo? E o Juluca não usa componentes antigos na formulação, enquanto o Biktarvy usa o TAF.

            Aí fiquei pesquisando as diferenças e caçando esse motivo da troca ou as indicações de cada um, cheguei à conclusão que o Juluca é indicado apenas para pessoas que já se tratam e estão indetectaveis ha algum tempo, enquanto o Biktarvy pode ser administrado para início de tratamento. Alguém sabe se essa é a grande diferença prática dos dois esquemas? Pq se for só isso e um dia botarem todos os esquemas em cima da mesa e pedirem para apontar o que eu quero tomar (hahaha sonha, cavalo), vou ficar indeciso pra caramba, e quero estar preparado para esse dia hahaha

            Já tive um caso de amor com o Juluca, parecia simples, limpo, moderno… Aí veio o Biktarvy e esse médico falando maravilhas (inclusive sobre essa pequena alteração em comparação ao Dolutegravir) e meu coração balançou hahahaha Na real, quando for a hora, vou ter que confiar muito no meu médico para que ele me ajude na escolha.

            Sobre o embate das gigantes farmacêuticas, tomara que se degladeiem até alguém achar a cura. Quanto mais acirrada essa corrida, melhor. Ganhamos nós. Que uma fique roubando patentes da outra por longos e longos anos hahaha

            👍🏻

    • Alex
      Boa atitude essa de começar a tomar os remédios. Tomou a decisão certa.

      Sobre os remédios: estranho o seu médico lhe falar do 3×1 (Efavirenz + Tenofovir + Lamivudina). Ele justificou essa indicação? Pergunto isso pois a orientação é que as pessoas que vão começar o tratamento usem o combo Dolutegravir + Tenofovir + Lamivudina. Inclusive este ano foi liberada a troca para pessoas que usassem outros esquemas passassem a usar o com o Dolutegravir, pois eh uma droga mais bem tolerada quando falamos de efeitos colaterais e benefícios gerais. Não que o Efavirenz seja ineficaz, mas o Dolutegravir é mais indicado. Várias pessoas estão trocando o 3×1 por essa opção.
      Caso seu médico não tenha te explicado o motivo de ele não querer iniciar teu tratamento com essa combinação mais atual, peça para que ele te explique e, ainda, questione sobre à possibilidade de já começar com o Dolutegravir + Tenofovir + Lamivudina.
      Essa combinação trata-se de 1 comprimidinho de Dolutegravir e outro com 2×1, que é o de Tenofovir com a Lamivudina. Aqui no Brasil ainda não há uma pílula com esses 3 compostos juntos em um único comprimido, então vc toma 2 separados. Mas não tem grilo: toma os 2 no mesmo horário, 1 vez ao dia. Simples.

      A minha fala sobre cobrar do médico a possibilidade de começar com o Dolutegravir é pq percebi que vc está com receio dos colaterais hehehe, o que é compreensível. O esquema com o Dolutegravir tem seus riscos, claro, assim como qualquer remédio. Em geral, o Dolutegravir apresenta muito menos colaterais do que o Efavirenz, especialmente em relação aos distúrbios neurológicos momentâneos (sonhos vívidos, tontura, enjoos etc…). Isso não acontece com o Dolutegravir.
      Os relatos que lí e vivenciei são suor excessivo, boca seca e insônia que duraram, em média, 15 dias. Claro que teve gente que sentiu coisas mais fortes e por mais tempo, mas de modo geral é um esquema muito bem tolerado e se houverem efeitos imediatos, com um pouco de sorte, desaparecerão rapidamente e serão bem sutis.

      Sobre o Cid da doença: o infectologista jamais vai colocá-lo no atestado. Ele não pode revelar tua sorologia e eles sabem que um Cid assim pode prejudicar o soropositivo na empresa em que trabalha, então atestados para saída de consulta de rotina, para saída de coleta de material para exames etc, todos vão sem Cid algum. Se por acaso algum dia você tiver alguma complicação por conta do vírus, eles devem colocar um Cid neutro mas, de modo geral, eles nunca revelam que vc é soropositivo nos atestados. Fique tranquilo. Eles colocam “fulano de tal esteve em consulta médica no dia xyz, das xyz horas até xyz horas, necessitando de afastamento do trabalho por xyz dias”.
      Outra coisa importante a se dizer é: com o tratamento correto, você não vai precisar de atestados de afastamento algum, pois o HIV, se monitorado, não tira tua habilidade laboral. Seriam atestados apenas para os dias em que você tiver que se ausentar e ir nas consultas do infectologista, e nesses atestados não vai Cid, te garanto.

      É isso. Se tiver alguma dúvida, escreve aqui que te ajudamos. Não protela mais o início do tratamento. Começa logo, só vai te fazer bem.
      Peça a revisão do esquema para o seu médico para trocar o 3×1 pelo Dolutegravir. Isso vai minimizar MUITO os colaterais imediatos. Se ele se negar sem dar uma boa explicação para essa escolha, procure uma segunda opinião médica. Não aceite esse esquema do 3×1 sem questionar, pois o protocolo do Ministério da Saúde é bem claro: pessoas iniciando a terapia de controle do HIV a partir de Janeiro de 2017 devem tomar Dolutegravir + Tenofovir + Lamivudina – a não ser que existam outros motivos para a escolha de outros esquemas.

      Abraço e até logo.

    • Qual expectativa real de passarmos pra injeções ?

    • Ahahaha Tá bom Alex.
      Nossa conversa termina aqui.

      Abraço

    • Olha, carater tenho até de sobra. E para sua informação, sou casado e uso preservativo com meu marido sorodiferente, mesmo acreditando totalmente que I=I. Ele acha mais prudente e eu respeito a decisão dele. Então carater nao me falta e muito menos humanidade para pensar no próximo.

      E, pensando no próximo que insisto: médicos contrariando a decisão da OMS em declarar que I=I não está correto. Falo isso pois meus companheiros de luta soro+ também são “o próximo “ e para nós, quanto mais confiabilidade nos for creditada, melhor.
      A minha colocação é: esta médica está contrariando uma declaração da OMS e contribuindo para a manutenção do preconceito. O que as pessoas vão fazer com essa informação dentro das relações sexuais, aí já é problema delas.

      Veja bem, não estou falando aqui de enganar ninguém, não, e muito menos infectar alguém propositalmente. Jamais. Acontece que na sua visão o lance do I=I é história para boi dormir e você está me pintando como uma pessoa sem carater que prega que soropositivos devem enganar seus parceiros, mesmo ao custo de infectá-los, apenas para se sentirem menos discriminados. Não sei onde foi que escrevi isso, mas você perdeu o fio da meada em algum momento.

      Eu não sei se vc é soro+ ou não, mas se for, bote na sua cabeça que em uma relação sexual consentida, seja num relacionamento longo ou numa trepada casual, cada um tem que fazer a sua parte quando se fala em prevenção.
      O soro+ deve manter-se indetectável e estar disposto a usar preservativo e o soronegativo deve estar disposto a usar o preservativo ou estar fazendo a Prep. Agora, se algum deles quer ignorar qualquer um dos itens que eu falei e o outro aceitar, por qualquer que seja que seja o motivo, problema deles! Se der merda, tem a pós-exposição. Se der mais merda, tem o tratamento.

      O que não pode ter é médico falando merda por aí e pessoas acreditando.

      Carater eu tenho de sobra. O que não tenho é vocação para ser exemplo de como a vida pode ser um mar de tristeza, medo e sofrimento visando conscientizar pessoas para não fud***** sem camisinha.

      E para encerrar isso: Indetectável = Intransmissível. Acredite! A ciência já provou milhares de vezes isso. Inclusive já explicou casos onde soronegativos foram infectados durante os estudos, e isso deu-se por relações extraconjugais. Fim mistério da infecção por parceiros indetectáveis, não é mesmo?
      👍🏻

      Abraço

    • Ah, para! Aprenda a interpretar textos. Onde foi que eu falei que o fato de eu ter me infectado faz com que eu queira que o mundo todo se infecte? Está sugerindo que eu sou criminoso, é isso? Eu disse que entre as pessoas tomarem a pílula no dia seguinte ou serem infectadas, que as tomem! Se um soronegativo souber do lance de I=I e quiser se relacionar sem proteção com um soro+, que se relacione. Eu falei que as escolhas DE AMBOS OS LADOS cabem a cada um e o papel do médico é informar e ser neutro, para que as pessoas possam ESCOLHER fazer da vida o que bem entenderem.
      Onde que incito a infecção proposital na minha fala?

      A questão é que você não acredita no lance do I=I, e eu acredito, então a partir dessa sua descrença eu virei uma pessoa desumana, fria, inconsequente e maldosa que acha que infecções propositais são justificáveis.

      Uma pena que você tenha se frustrado em relação a mim, mas também já passei da fase de querer convencer as pessoas sobre certas coisas – isso inclui percepções a meu respeito.

      Se reler as coisas que escrevi verá que não há nada de desumano, muito pelo contrário: quero que as pessoas sejam felizes e possam fazer suas próprias escolhas embasadas em informações corretas, e não por achismos de uma médica tendenciosa.

      Abraço

    • Nossa Alex. São 9 da manhã e vc já está bebado? Haha Cara, não viaja! Está dizendo que eu sou favorável ao carimbo? Vc enlouqueceu?

      Já sobre o meu relacionamento, nao ouse insinuar nada sobre o meu marido. Você nem nos conhece e muito menos sabe qual é minha postura relacionada a isso dentro da minha casa.

      Ai, nem vou responder mais nada. Me nego a gastar meu tempo provando que não sou favorável a infecção por HIV de forma criminosa HAHAHA Justo eu, que dedico grande parte do meu tempo para ajudar pessoas, tentando combater novas infecções e balanceando estigma X responsabilidade X saúde.

      Fui.

    • Oi Lara. Relax. Não tô brigando não. Só tô me defendendo das acusações de promover a contaminação intencional com HIV, desumanidade, ganância, egoísmo, arrogância e desinformação.

      Hahahaha

      Mas já parei, juro.

      Estás certa: a médica deve se embasar nas diretrizes. Isso é importante pq beneficia os 2 lados da história: os soro+ pq promove a queda de paradigmas e os soro- pq podem se sentir mais seguros em suas relações.
      O resto é escolha pessoal de cada um.

    • Alex
      Vai iniciar teu tratamento e me erra 👍🏻
      Está lidando com pessoas “tipo eu” pq quer. Já disse 500x que encerrei o assunto.

      Abraço

    • EupositivoSC, esse Alex não tá parecendo aquele perfil fake do cara que foi expulso pelo JS no mês passado? (acho que era um tal de Luciano não era isso?).

      Pelo tom de agressividade e pessimismo, só pode ser. Acabou de começar a comentar e já está, novamente com você, arrumando mal-estar e xingamentos.

      É incrível esse pessoal. Nem começaram a se tratar e já estão acima da ciência, desdizendo o que a OMS, no maior estudo randomizado de todos os tempos provou. Maior estudo randomizado do mundo sobre hiv. Milhares de pessoas. Mas o Alex é que tem a razão, o resultado do estudo não, está errado, o que vale é a sua opinião, porque representa a prudência, o cuidado, o bom comportamento…, a ciência que se afaste…Dai-me paciência “santo Dio”.

      O discurso pessimista do novato, que agora se apresenta acima da ciência e usa sua prudência para dizer que o outro não tem caráter….me faz lembrar um texto do J.S. em que ele relata uma vertigem ocorrida num dado momento após sair do consultório do Dr. Esper.

      Na ocasião, o Dr. Esper diz ao JS algo assim, segundo o texto: “meu filho, agora o tratamento permite vida igual, sem problemas maiores, mesma expectativa de vida, você vai longe, é só ter aderência ao tratamento e um certo cuidado com a saúde, fazer o acompanhamento, etc., fique tranquilo, planeje sua vida, você pode até ter filhos meu amigo”.

      Após sair do consultório, ficou extremamente aliviado. Mas não durou muito. Meia hora depois, diz o texto, já lhe assaltou a mente aquele pensamento: “mas e se todos estiverem errados, e se o Dr. Esper estiver errado, e se eu for morrer amanhã, semana que vem, mês que vêm!!”

      E o texto, genial, continua, relatando que, apesar de o Dr. Esper não ter internado um paciente sequer desde 1996 com HIV na UTI, apesar de ter pacientes longevos, com mais de 20 anos em tratamento com ele, apesar de todos os artigos científicos mostrarem a expectativa de vida do soropositivo, apesar de tudo, afinal, na nossa mente, o pensamento próprio, do “eu” é recheado de culpas e preconceitos.

      Afinal, se contraí HIV, alguma coisa ruim tem que acontecer comigo, não é mesmo Alex?

      Afinal:
      – se todos os estudos mostram que I=I, não importa. Um deles tem HIV, então, ele vai contaminar, ele pode contaminar, ele está sujo, ele sujeita o outro ao risco, ele faz isso porque não tem caráter, ele tem que ser punido por ter hiv, ele não pode ter relações como todos os demais.
      – Vamos lá…parem com isso, ele precisa ser punido! ele é Culpado! Não pode existir esse negócio de I=I, onde ficaria a consequência de ele ter HIV? Ele precisa ser punido! Não…Não pode. Não existe. I não é igual a I.

      Alex, realmente, não acredite na ciência. Acredite em sua voz interior, prenhe de culpa e preconceito. Mas faz um favor, guarde ela para você, deixe ela aí dentro ecoando, sozinha, não venha contaminar esse blog não.

      Aqui as pessoas buscam a ciência que liberta e não a opinião que aprisiona.

      Enfim, EupositivoSC, não perca tempo lidando com perfis falsos que entram aqui para matar a curiosidade e ficam desferindo impropérios a esmo. Não perca tempo. Temos diálogos mais proveitosos.
      Um grande abraço EupositivoSC!

      Ps.: viu o resultado do estudo da Dual Therapy com DTG e Lami?! Sensacional…já estou nessa amigo! Deus me ilumine e me mantenha indetectável.

      • Falou tudo, Allpiste!

      • Sim, ele está com o mesmo posicionamento do Luciano e, por conta disso, repeti o que fiz na época: depois de algumas tentativas frustradas de interação, estou ignorando totalmente essas baboseiras que ele diz.

        Sugiro que façam o mesmo, pq é perda de tempo trocar ideia com uma pessoa que não está minimamente interessada nem em ser agradável, quanto mais estar disposta a se esforçar para ser coerente e analítica.

        Sobre sua dual therapy, já está nela, é? Está por conta própria ou teu infecto está ciente? Espero que dê tudo certo. Nos atualize 👍🏻

    • Troque de médica, Lara. E não tem nada de “sensato” no posicionamento dela, não. Ela está sendo é conservadora e até moralista – como aliás é boa parte da classe médica brasileira, convenhamos.

      Os médicos têm o dever de passar a informação correta para os pacientes, não tem nada de “concordar com isso” ou discordar. Eu já me deparei com uma médica assim. Parece que esse tipo de médico não está nem um pouco preocupado com o bem-estar do paciente que está atendendo. Que nojo!

    • O meu médico trabalha com a ideia de que indetectável não transmite .. mas ainda não aprofundei o assunto, pois só tive uma consulta. Inclusive, se algum indetectável em relação sorodiferente aqui do grupo faz sexo sem camisinha e ocorre tudo bem, era bom escrever algo ! Abraço!

    • Tenho uma dúvida: Irei viajar pra Colômbia, e tô com uma certa preocupação por conta dos medicamentos.
      Alguém aqui que ja viajou pra fora, como funciona? A receita tem que ser em português ou em inglês? Pq andei lendo em uns sites de que eles pedem a receita em inglês.
      E meu infecto disse que é melhor eu levar a caixa fechada do remédio e não so a quantidade necessária que vou usar. Pra eles não criarem problemas. Oq vcs acham?

      • Boa tarde …

        Já viajei para outros países … nunca tive problemas , sempre levo comigo na mala de mão e não despacho , e levo a receita comigo também , mas confesso que sempre que viajo com amigos , sempre dou um jeito de passar antes ou depois deles pela imigração … na verdade até hoje não sei pq tenho vergonha … mas enfim …
        Fique tranquilo , entre novamente no site para ver as restrições para soropositivos, ainda possui alguns países que dificultam a entrada , acredito não ser o caso da Colômbia , pq já fui e não tive problemas e boa viagem , curta bastante e seja feliz …

        • Feliz+ espero que não dê nenhum problema mesmo. Já marquei com meu infecto pra pegar a receita nos dois idiomas, e ele me ajudar a fazer a contagem de quantos remédios levar. Pq é a minha primeira vez viajando pra fora na condição de HIV positivo. Tô mega ansioso, e orando pra que tudo dê certo. Olhei no site da imigração, e não tem restrição na Colômbia em relação a nós. Obrigado pelo esclarecimento!!

    • Comecei ontem a tomar a medicação o 3×1 e não tive nenhum efeito diferente nessa primeira noite. Isso me animou muito. Espero que seja sempre assim!!

    • +SC respondeu1 mês atrás

      Esse Alex é o mesmo Luciano que foi banido do site mês passado.
      Fala nada com nada, “refuta” tudo a base de achismo, e comenta igual ao outro perfil! Cai fora!

      • Eh, hj cedo desperdicei meu tempo argumentando, aí parei e fui caminhar na praia. Bem mais proveitoso 👍🏻

        Abraço

    • Alex
      A pesquisa do Ricardo Diaz foi cortada pq faltou você ir lá dar seus pitacos científicos maravilhosos no trabalho dele. Vc não se manifestou os organizadores acabaram eliminando ele dos paineis. Achei ótimo o corte do espaço deste senhor, afinal, se você não der seu crivo científico, não acho seguro publicarem nada!

      Kkkkkk

      Estava te ignorando o dia inteiro, mas vc deu uma deixa muito redondinha para eu desperdiçar hahahaha

      Fui.

    • +SC respondeu1 mês atrás

      kkkkkkkkk

    • Idiota é você, Alex. De longe, o maior idiota que já passou por aqui. Some! Bloqueado.

    • Vamos parar de dar moral. Eu entro no blog achando que teremos novidades boas e ficamos só nos trocando com fakes que ficam rindo da gente por trás da tela.

    • Agora estamos novamente no fundo do poço. Preconceito e mais preconceito. Gratuito. Infelizmente, o Luciano voltou com sua intolerância arraigada que dava lampejos nos comentários anteriores.
      Js por favor resgate o nível do blog bloqueando os perfis falsos como esse do Alex (luciano).
      Vamos voltar à superfície…andar nesse esgoto da náusea. Já bastam os remédios….

    • Obrigado!!

    • Oi.
      Ele continuar eficaz, muita gente ao redor do mundo daria tudo para tê-lo hehehe, mas não dá para negar que tem muitas opções mais recentes.
      São melhores ou piores? Depende do ponto de vista de cada um e da necessidade física, mas de modo geral, consegue-se os mesmos resultados – e até melhores – com remédios mais modernos, especialmente quando falamos de efeitos secundários da medicação que acabam interferindo no dia a dia das pessoas que o consomem.

    • EuPositivoSC,

      Permita-me apenas uma correção: A abreviação correta para Dolutegravir é DTG e não DLT.
      Abraço!

    • O J S fez…como está JS? Melhor no novo esquema ? Agora que passaram alguns meses, conte -nos.

  • Quer dizer que nunca foi observado risco de transmissão a partir do sêmen de alguém com carga viral do sangue indetectável.

  • isso o que disseram hoje, 24 de julho, pesquisadores na 22ª Conferência Internacional de Aids, a Aids 2018, em Amsterdã, acompanhando a divulgação dos resultados finais do estudo Partner, apresentados nest […]

    • Alguem resume?!

      • Fernandes: resumão pq tô com sono hahahaha

        A matéria começa falando pq o HIV não pode ser eliminado do corpo – totalmente – pois as células T inativas não são afetadas pelo tratamento com remédios, logo, o HIV vive alí. Aí diz que pesquisadores de 5 instituições inglesas estudarão, pelos próximos 5 anos, formas de reativar essas células, vão botar elas para jogo e fazer com que fiquem ativas, sucetíveis à terapia medicamentosa/eliminando-as. Esse estudo sugere 2 etapas: a primeira é eliminar as células T ativas infectadas e, a segunda, é a adição de um novo medicamento chamado Vorinostat nessa brincadeira. Ele vai fazer a parte dele identificando as células inativas – citadas anteriormente – e de alguma forma elas serão destruídas também.

        Abraço

    • Prezados, boa tarde !

      Temos q arrumar uma forma de divulgar esse tipo de informação, mesmo que de forma anônima.. se for o caso.

      Tens que correr o mundo através das redes sociais, que está ao nosso alcance..

      Somos quase 1 milhão de soro+ ao redor do Brasil, se conseguissemos atingir ao menos 10 pessoas com essa info, teriamos 10 milhões de pessoas com informações..

      Eh díficil, nem todos tem acesso a ferramentas, os que tem, poderiam ajudar.. não podemos lembrar do HIV somente no dia 01/12… temos q falar sobre isso agora e sempre.

      Vamos nos mexer e fazer essa informação chegar a todo país…

      Hoje completo um ano de diagnóstico, todo dia é uma luta, mas pra mim é um dia especial, pois nesse primeiro ano venci a batalha, que venham novos anos de luta e vitórias..

      Juntos somos mais fortes.

    • Mais um estudo promissor!

    • Sério? Onde viu isso? Uma pena esse estudo falhar também..

    • Bom dia amigos … sei que o assunto que está sendo tratado não é pertinente ao que vou escrever … mas com muita alegria , eu estou me despedindo do Efavirenz , começo a tomar hoje o dolutegravir .
      Acredito que a cura é uma questão de tempo enquanto isso , vamos que vamos … tentando a cada dia ser mais feliz …

    • Pois é, quais seriam então agora os estudos mais promissores?

    • Murilo, tudo bem? Fala mais um pouco da situação. Você bebe, usa, ou ja foi suario de alguma droga, ainda que recreativa, toma outros medicamentos, passou por cirurgia recente ou algum procedimento, já teve hepatite, fez o exame, é obeso, conta mais, porque com pouca informação não dá pra atribuir nem ao efa, nem ao dtg.

    • Essa do Ricardo Diaz não seria a que esfriou do kick and kill? Mas enfim, que bom que tem outros estudos que podem dar certo!

    • Segue um resumo da conferência https://blogs.jwatch.org/hiv-id-observations/index.php/really-rapid-review-international-aids-conference-2018-amsterdam/2018/07/29/

      Além disso cada erro é da aos cientistas uma chance maior de acerto

    • Risco de transmissão pequena. A pessoa teria que ter um corte também na boca, e com carga viral indetectável não teria quantidade suficiente de vírus no sangue capaz de transmissão. Fique tranquilo.

    • Força Aninha, vc me ajudou muito qdo me descobri soro+.. nao deixe q pessoas desinformadas abalem otimismoe estima… você é muito maior … é super evoluida.. !!!

      Bjos de seu brother AnonimoFer !!

    • Postei sobre isso aqui, aqui, aqui e aqui.

    • Quer dizer que nunca foi observado risco de transmissão a partir do sêmen de alguém com carga viral do sangue indetectável.

    • Frequento o blog de vez em quando e cada vez que entro tenho mais dificuldades em visualizar os posts, achar os comentários, etc. O conteúdo continua maravilhoso, não entendo por que o lay out está tão ruim.

    • Lara,

      Não sei qual o fundamento da afirmação dessa médica. As estimativas sempre apontaram que o maior risco de transmissão é a partir do homem em sexo insertivo, seja em outro homem ou em mulher, com risco maior no sexo anal.

    • Não, pois geralmente os blips não são com altas cargas de vírus. Sobe? Sobe! Mas baixa rápido. Não há registros de infecção com ou sem blips. Os estudos são seguros.

    • Mas no blip o paciente não está indetectavel…….

    • Maria
      Os blips acontecem, aconteceram durante os estudo, mas ainda assim não houveram casos de infecção. As infecções relatadas foram investigadas e comprovadamente atribuidas a relações extraconjugais, onde o parceiro negativo foi infectado por uma terceira pessoa, pois a cepa do vírus não era a mesma do parceiro positivo.

    • mas vc nao esta indetectável/?ou vc descobriu recente?

  • Gil,
    Você acessa pelo computador ou celular?
    Bem vindo de volta!

  • transmissão vertical do HIV, da mãe para seu bebê, pode acontecer durante a gestação e no parto. Aliás, o mesmo pode acontecer também com sífilis e hepatite B. Por isso, as gestantes devem realizar os testes p […]

    • Eu sou soropositivo por via vertical, que por sinal completo 30 anos hoje. Na decada de 80 ninguém fazia esses exames na gravidez então eu contrai o virus via amamentação. Três anos depois minha mãe descobriu que tinha Aids e também se manifestou em mim. Ela partiu quando eu tinha 4 anos. Eu tive inúmeras doenças oportunistas, quase morri duas vezes, alias estive oficialmente morto. Fiz parte do ensino fundamental em casa, e tive todas as complicações classicas e resistencias a quase todos medicamentos. Eu cresci com minha sorologia em segredo e ate hoje apenas os medicos e meus pais sabem. Meus pais apenas me contaram quando eu tive 14 anos, pois eles tinham receio de que se eu falasse para os outros e não fosse ‘aceito’ socialmente em lugar nenhum. Eles estavam muitos certo. Eu passei por bullying pesado pelos efeitos colaterais dos medicamentos como lipodistrofia severa no rosto e pernas, fora o peso baixo e aparencia cadaverica. Imagina se os outros soubessem a verdade? O que mudou meu cenario foi eu ter feito preenchimento facial(fiz 3 aplicações e a dor foi imensa!) junto de um novo esquema de medicamento. Então, completo hoje 15 indetectavel.

      O que me deixa triste é que na aba do hospital que fui internado era dedicado a crianças soropositivas, e infelizmente nenhuma delas sobreviveu. Hoje me pergunto porque estou vivo? Eu não sei porque quem lutei ou porque lutei. Apenas tentei transformar esse odio em poder.

      Dediquei grande parte da minha vida aos estudos e fiz o caminho da Engenharia Biomedica e me mudei para Alemanha, tenho empresa e trabalho aqui. Maior parte dos meus ganhos eu compro roupa, alimento e infraestrutura para orfanatos de crianças com doenças cronicas. E vou dedicar o resto da minha vida para a caridade. Eu concluo que:

      Por mais difícil que a vida possa parecer, há sempre algo que você pode fazer e ter sucesso. -S. Hawking.

      • Chloe, linda história, parabéns pela trajetória! Que força e consciência. Espero que estejas com a saúde ótima e que viva lindamente e longamente para fazer o bem. Um abraço.
        Allpe

    • Eu li sobre essa reportagem , inclusive iria postar aqui , para que todos pudessem ter acesso a essa informação, parece ser muito promissor …
      Leiam por favor .

    • O bebê de Mississipi ficou 2 anos e meio sem replicação após parar os antiretrovirais. Depois disso, o hiv voltou e os médicos ficaram incrédulos. Portanto, muuuuuuuuuuuuuuito cedo pra esse tipo de texto. Mas ok. É do jogo. Precisamos filtrar e não perder a fé. Torço muito por ele. Nossa. Deus ilumine o dr Ricardo. Mas….ainda é cedo.

    • Gente querida….muita calma nessa hora. Nem retiraram os antiretrovirais desse pessoal da matéria ainda. A imprensa é que é sensacionalista. Matérias sobre cura existem há anos. E o efeito delas é desastroso. O cara de fora do jogo lê e acha que está ganha a partida. Sai transando sem cautela e…….mais um tomando remédios. Alguém ganha com isso, como sempre disse. A indústria farmacêutica. Para se falar em “ELIMINAÇÃO” ainda vai alguns anos observando esses pacientes após a interrupção dos antirretrovirais. Torço muuuuuuito, mas não caio mais no discurso da imprensa. Deus ilumine o dr. Ricardo Diaz e todos os outros pesquisadores.
      Allpe

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