Jovem Soropositivo

  • E por que você acha que existe diferença no risco de transmissão no sexo oral, feito em uma mulher, com ou sem orgasmo feminino?

  • Luciano,

    Para falar de realidade e ilusão, precisamos começar esclarecendo: como uma mulher gozar na sua boca poderia aumentar o risco de transmissão do HIV em relação ao sexo oral sem orgasmo feminino?

  • endo aquela notícia, publicada nos últimos dias, que fala sobre o baixo índice de vacinação no Brasil, o pior dos últimos 16 anos, me veio à cabeça o seguinte pensamento: será que no futuro, talvez distante […]

    • Pessoal, boa tarde. Vou tecer alguns comentários, porque vi a preocupação nos posts. A questão é a seguinte, conforme já conversei com meu médico. Não existe uma vacina que sirva para uma coisa (prevenção) e não sirva para outra (tratamento).

      Se a vacina impede a infecção de modo eficaz, ela impede que o vírus se instale na célula, ou elimina ele, quando fora, mas tudo a partir de um estímulo que a vacina dá ao organismo a produzir, por si só, anticorpos que neutralizam o vírus.

      Dessa forma, para um paciente indetectável, a aplicação da vacina irá produzir nele a mesma resposta imune, impedindo, na sequencia, a replicação viral, independente de ingestão de medicamentos diários.

      Esse é o sonho dourado.

      Por isso a procura por uma vacina é tão importante. Ela será utilizada na prevenção e no tratamento!

      Há outras, já em fase de testes em humanos.

      Fiquemos felizes.
      Sucesso e saúde.
      um abraço,
      Allpe.

    • Em tempo: Cara….nosso organismo não está exposto ao hiv. Nós estamos indetectáveis. Não temos o hiv circulando na corrente. Se estivéssemos expostos ao hiv desenvolveríamos AIDS. Há vários estudos recentes, inclusive, que mostram que os tratamentos com dolutegravir sequer permitem a replicação em níveis baixos, o que elimina as microinflamações, que poderiam gerar um envelhecimento precoce…Portanto, amigo, faça o seu tratamento e viva.
      Ps. E procure estudar um pouco…o tratamento mudou viu, as pessoas agora tem a mesma expectativa de vida dos não infectados, com qualidade no tratamento, sem efeitos colaterais sensíveis.
      Pra frente amigo.
      Um abraço,
      Allpe

    • Gostei dos números…poderia apontar de onde a estimativa? Parece ser um chute sem nenhuma noção….Por acaso você acompanha os estudos do médico Dan Barouch, de harvard? Dê uma lida, talvez gere algum conforto a você amigo.
      Um abraço,
      Allpe.

    • Luciano, carissimo, concordo em parte com você. Também sou receoso com esses inúmeros discursos de cura. Sempre falei isso. Não passa uma semana sem ter uma matéria anunciando a cura. Semana passada veio da China “descobriram a cura funcional!”. Vão pra pqp…nem começaram a testar em ratos e a imprensa, sensacionalista, faz o seu papel anunciando a cura. Outro dia, já ha algumas semanas foi aquele médico do Brasil, o Ricardo Diaz, com a matéria “médicos brasileiros anunciam tratamento que elimina o hiv”. Hein? Elimina? Esteriliza? Porque se só indetectar, isso já ocorre desde 1996…mas, enfim. Alguém lucra com isso. Sim. Claro. Anunciam que a cura está na mão, o cara deixa de se cuidar, e pronto. Mais um para tomar remédio o resto da vida. Enfim. Esse é o lado negro do mercado e da indústria farmacêutica.
      Por outro lado, não tenho dúvida, a questão, para mim, não diz respeito aos médicos. Aliás, não vejo que eles vivam algum mundo mágico. Apenas vejo que alguns, como o citado dr. Esper kallas, viveram a pior época. Internavam o paciente para morrer em meses. Hoje, acompanham a vida do paciente, que tem vida longa, filhos, planeja sua vida e vive normalmente, como qualquer um que tenha enfermidade crônica e manejavel.
      Mas os médicos, afinal, não são a questão mais importante . Eles aplicam o que tem à disposição. O cerne da questão é a indústria farmacêutica. Essa sim. Aqui é que mora o problema. Talvez você tenha acompanhado o grande número de processos judiciais contra a Gilead, nos EUA, por saberem que o tenofovir é danoso aos ossos e rins, e omitirem o taf por conta da patente, por mais de 10 anos…quem garante que não farão o mesmo com o hiv? Podem e vão retardar a cura o máximo que o mercado e a concorrência permitir. Nesse contexto, torço para os chineses descobrirem algo que pressione as gigantes. Quem sabe assim descobrirão algo que force as gigantes a antecipar o que tem em mãos, e façam os médicos realmente nos apresentar o “mundo magico”.
      Uma abraço.
      Saúde e sucesso.
      Allpe.

    • Pode entrar de boa. Só leve os remédios na bagagem de mão e uma receita (em ingles ou espanhol) emitida pelo seu infectologista, carinbada e assinada por ele.

    • Oi. Como você bem deve saber, HIV não tem cara, então a princípio nenhum barrará apenas olhando no seu olho.
      Em alguns países, o porte de medicamentos para controle de HIV (identificados na alfândega na entrada do país) é a principal fonte de negação de acesso, e é onde começam os problemas dos viajantes soro+, pois é uma prova física da infecção. Outras regulações tratam de vistos mais longos, onde alguns países pedem que sejam feitos exames de saúde para liberação de estadia e isso pode inviabilizar o projeto, mesmo em estado indetectável e com fins apenas de turismo.
      Cada lugar tem suas particularidades, então sugiro que você acesse e leia os relatorios neste site para conhecê-las.

      http://www.hivtravel.org/Default.aspx?pageId=152

      De modo geral, países desenvolvidos não apresentam resistência, mas alguns destinos podem ter uma barreira e terminar em deportação devido à condição sorológica.

    • Mas daí a falar em 2040….2050…sei lá…tomara que você esteja errado.

    • Concordo.
      Eu leio os comentários do Luciano e eles são de um pessimismo tão grande que dá até um desânimo hahahaha. Ninguém que tem HIV vai ignorar as consequências disso, no fundo sabemos da bomba relógio que pode – ou não – ser ativada a qualquer momento dentro da gente, mas com muito esforço tentamos dar a volta por cima, acreditar em um futuro bom, saudável, com otimismo. Não se trata de se enganar, mas sim de buscar alguma alegria e tranquilidade enquanto a vida corre, driblar a tristeza, tentar seguir em frente juntando os cacos após o diagnóstico.
      Admito que suas opiniões podem até serem chamadas de injeção de realidade (veja que não estou dizendo que suas afirmações estão erradas, ok? Acho elas críveis, as vezes), mas que elas são desmotivantes e deveras desnecessárias, as vezes, são, especialmente porque estamos em um espaço cheio de gente se agarrando a qualquer coisa para se manter vivo após o baque do HIV.
      Enfim, respeito seu espaço e liberdade de opinar, e é nesse respeito que me apoio para poder dizer que não me faz bem.

      Abraço

    • Pois é… Além de desmotivador, ele usa um discurso que não é muito coerente pelo seguinte:

      Um dos flagelos relatados é o preconceito contra soro+, mas ao mesmo tempo ele ressalta o inferno que é viver com HIV, usando a periculosidade de se viver com o vírus para fazer um alerta para soronegativos ficarem longe desse mundo. Penso que isso não ajuda no combate ao preconceito, contribuindo para que nos excluam e nos vejam como refugo social.

      Enfim… Havia decidido não me manifestar sobre essa enxurrada de bad vibes, mas já fiz isso 2x e não pretendo dar sequencia. Quero distância desse pessimismo todo hehehe

      Fui…

    • Bom dia colegas!!!
      Faz algum tempo que não passo por aqui, mas confesso que o clima anda meio pesado. Bom, o que tenho para compartilhar nesta manhã é que há quase 2 anos fui diagnosticado e, imediatamente, iniciei o meu tratamento. Foi um baque em minha vida, assim como, deve ter sido para muitos aqui. Pois bem, passei por momentos muito difíceis, muitas incertezas e, acredito que isso se deve e muito a minha falta de informação naquele momento. Li muito, estudei muito, aprendi muito aqui com colegas que hoje já não são tão frequentes. Meu maior medo era o estigma, era lidar com a rejeição. Contei para meus familiares após 15 dias da confirmação do diagnóstico, fui contando para alguns amigos e, surpreendentemente, todos continuam ao meu lado. Ao contar sobre meu diagnostico positivo para as pessoas fui munido de muita informação. Hoje me sinto feliz pois sou considerado como uma referência para eles nesse assunto. Saímos juntos, nos divertimos juntos, dividimos o mesmo copo, trocamos abraços, enfim, demonstramos nosso afeto uns aos outros. Meu diagnóstico foi tardio, eu já estava com AIDS e, felizmente, não fui acometido por nenhuma IO. Comecei o tratamento sem nenhuma neura, até porque, eu jamais tinha parado para ler sobre os efeitos colaterais dos medicamentos, e mesmo que tivesse lido, não teria tempo para ficar com receio, afinal era o medicamento ou medicamento naquele momento. Comecei com o famoso medicamento que nos deixa parecendo o piu-piu (rsss…), mas que, durou por pouco tempo. Exceto essa alteração física provocada pela bilirrubinemia, não tive outros efeitos. Há 3 meses estou com o novo esquema (DTG + 2×1) e continuo muito bem, agora com meus olhos brancos como nunca (rsss…). Eu aprendi que o HIV pode ter o tamanho que você quiser atribuir a ele. No começo colocamos ele como um monstro, realmente muito assustador, mas com o passar dos dias, meses, decidi que a minha vida seria diferente apenas pelo fato de ter que tomar meus medicamentos todos os dias, para manter o intruso sob controle e que nada mais que isso deveria mudar. Resolvi me cuidar e viver. Tive a chance de permanecer aqui por mais um tempo, essa doença não me levou. Obviamente, que não saio gritando aos quatro cantos sobre minha sorologia, porém estou preparado para quando me questionarem. Estou bem, engordei, estou com uma aparência saudável. e isso já desbanca um pouco do estigma. Quebra aquela imagem de soropositivos dos anos 80. Enfim, quero dizer, meus colegas, que estamos tendo uma chance de continuarmos escrevendo a nossa própria história e que ela seja leve, doce e bonita. O futuro a Deus pertence, não sabemos qual o motivo que nos tirará dessa vida, então porque sofrer por antecipação? A ciência é avançada e não me adianta saber ou questionar se a cura virá daqui 2, 3, 10, 100 anos. Estou me cuidado e somente isso que importa.

      Ótima, abençoada e feliz semana pra todos vocês.

      Abraços!

    • Olá Charlotte,

      Respondendo a sua pergunta, IO é a abreviação de Infecção Oportunista.
      Abraço!

  • Abivax, uma empresa de biotecnologia que pesquisa o sistema imunológico para desenvolver uma cura funcional para o HIV e outros tratamentos para doenças inflamatórias, autoimunes e câncer, anunciou agora, em 3 d […]

    • Que bom. Pesquisas avançando, cura funcional se mostrando possível e a gente acompanhando e torcendo mais e mais.

    • Boa Tarde, Cyborge!
      Bem… Faça o teste. Durante a manhã não deu certo comigo, os motivos foram o seguinte; Odeio acordar cedo nos finais de semana
      Quando tomava na manhã me sentia sonolento após 1 hora.
      Hoje tomo a noite, sem problema, sem insônia, com estômago vazio ou cheio.
      Faça o teste e veja em que período do dia você se adapta melhor.

    • Oi. Eu tomo há mais de 1 ano pela manhã. Nos dias de semana tomo entre 7h30 e 8h, que é meu horário de café da manhã. Finais de semana atraso um pouquinho para poder dormir mais hahaha, e tomo as 9h.
      Essa alteração de horário não interfere no tratamento pq uma variação de 2h para mais ou para menos não compromete nada.

      Meu médico sugeriu tomar pela manhã, pois em alguns casos pode gerar insônia se tomar a noite, mas não é regra, visto que várias pessoas tomam a noite e está tudo certo com a rotina de sono delas.

      Encaixe na melhor hora possível para você. E tome sempre neste período (manhã, ou tarde, ou noite).

    • Você pode variar um pouco sim. Alguns médicos falam em 2h para mais ou menos, outros falam em até 4h.
      Os remédios tem longa duração no organismo, então pode variar, sem prejuízos.

    • Oiii. Que ótimo. Vou lá ler.
      Boa sorte nesse recomeço. Tenho certeza que vai ajudá-lo a melhorar esses pequenos incômodos que você já relatou e a vida vai ser ainda melhor 👍🏻

    • É amigão, tudo vai depender de você; de como seu organismo reagirá..
      Eu, particularmente, comecei tomando às 22h da noite.
      Tive problemas com insônia…
      Mudei para 7h da manhã, o que foi muito bom para o rendimento no trabalho, já que me deixava bem despertado/atento para as coisas (trabalho com a mente)…
      Isso me deu um clique…e pensei como isso poderia me auxiliar para estudar, já que necessito ficar acordado das 20 horas até meia noite estudando para concurso.
      Então mudei novamente, agora p/ às 18 horas da tarde… E foi muitoooo bom.

    • Luciano,

      Para falar de realidade e ilusão, precisamos começar esclarecendo: como uma mulher gozar na sua boca poderia aumentar o risco de transmissão do HIV em relação ao sexo oral sem orgasmo feminino?

    • Luciano,

      Mulher não ejacula.

    • E por que você acha que existe diferença no risco de transmissão no sexo oral, feito em uma mulher, com ou sem orgasmo feminino?

    • Olha. Pare de bobagem e vai viver. Não existe isso de “os exames dão negativo, mas sei que tenho algo”. Para!
      Faz um exame de PCR então, que rastreia qualquer vestígio do vírus.
      Se não positivou depois de 2 anos, vc deveria era agradecer por estar dando negativo os seus exames, e não questionando a eficiência de vários exames ultra-sensíveis.

      Procure ajuda psicológica, além dos médicos que habitualmente tratam você dessa pseudo infecção.

      Abraço

  • discriminação relacionada ao HIV refere-se ao tratamento desigual, por ação ou omissão, contra uma pessoa com base em sua sorologia positiva para o HIV, bem como em virtude de preconceitos e estigmas rela […]

    • Eu não me adaptei ao DTG, tive paranóia, depressão e síndrome do pânico.

      Esses efeitos surgem após alguns anos e podem ser amplificados com stress, traumas ou alguma notícia devastadora que servem como um ‘trigger’ para esses efeitos.

      Eu me consulto em um Hospital em Berlin na qual eles tem uma plataforma para o pais inteiro em que os médicos podem ver todos os efeitos colaterais que os pacientes reclamam, E o DTG é o principal em questão de problemas psicológicos, esse medicamente me afetou tanto, que eu tinha sensação de perseguição.

      Eu voltei ao Raltegravir, então tomo 3 comprimidos de manhã(Ralt, Darunavir e Tenoforvir) e 3 a noite.

    • Boa Noite, Caio PE
      Minha infectologista não me passou nenhum “contra” em misturar álcool ou suplemento com o DTG.
      Com essas substancias que você falou não existe interação medicamentosa.
      Ela falou de alguns anestésicos e algumas medicações.

    • @Xavier, bom dia..

      No meu caso, precisei contar para a minha atual namorada, pois bem, ela sabe que sou HIV+ e tbm sabe q sou indetectável….

      Vejo muitas pessoas no instagram q são hiv+ e abrem a sorologia inclusive em redes sociais, sem medo… realmente eu não sei qual impacto no dia a dia dessas pessoas…

      Só convesando c elas para saberem a realidade.. eu nao contei a mais ninguém a não ser minha namorada e irmã….

      Abraços

  • m canal de televisão argentino teve este anúncio contra a homofobia vetado na Copa do Mundo da Rússia’18. A rede TycSports teve a ideia de se concentrar num assunto um tanto quanto polêmico na Rússia: o fato do p […]

    • Vídeo genial! Ironia fina e sarcasmo.

    • Olá. Poderia contar um pouco mais sobre o horário e se você se alimenta antes, durante ou depois da ingestão do medicamento? Pergunto isso pois alguns alimentos podem potencializar o efeito dos remédios e isso pode estar te prejudicando.
      Eu tomo o DLT e experimentei algumas variações de atividade corporal apenas no início, uma ou 2 semanas, no máximo.
      Tomo sempre pela manhã, quando vou tomar meu café da manhã, mas já lí relatos de pessoas que disseram ter que dar uma pausa entre a ingestão do remédio e comida, caso contrário tivam alterações iguais as que você relatou…

    • Oi. Isso. Fale com ele para tentarem uma variação. De repente vc devesse ingerir com alguma comida junto, ou com um intervalo maior de tempo… sei lá hahahaha. Temos que tentar de tudo para vivermos bem.
      O meu médico falou que tanto faz tomar com ou sem comida junto, mas falou que eu deveria ingerir pela manhã para não correr o risco de afeto o sono e tal… Particularidades 🤷🏼‍♂️

      Boa sorte ☺️

  • Existiu um enorme fluxo desde o tráfico de escravos entre África e Caribe.

  • Sua pergunta foi moderada por infringir os termos de uso do blog.

  • Sempre positivo. Elisa mede a presença de anticorpos contra o HIV, não a quantidade de vírus.

  • ma equipe de pesquisadores de Hong Kong afirma ter desenvolvido e testado em camundongos um novo anticorpo contra o HIV, que pode ser usado na prevenção ou em tratamento, oferecendo a “cura funcional”.
    A d […]

    • Eita Chineses! No passado, TVs. No presente, réplicas. No futuro, remédios para HIV.
      Tá de parabéns, Dona China!

      • Simmmm! E o que eu mais gosto é que estão fora do circuito Gilead vs GSK….colocando pressão nessas multinacionais ! Avante china!

    • Praticamente nenhuma. Vários estudos científicos mostram que o risco é negligenciável. O que não quer dizer que dê para sair transando sem preservativo, pois existem várias outras Ist’s que podem ser contraídas pelo soropositivo ou disseminadas aos parceiros deste.

    • Oi. Não vai te tirar da indetectabilidade permanentemente não, fique 100% tranquilo. Pode ser que nesses 2 dias sua carga viral tenha subido ligeiramente, pois os remédios, mesmo tendo longa duração no organismo, vão tendo sua atividade reduzida se ficamos um intervalo de tempo sem ingerí-los. Mas se estamos falando de apenas 2 dias tenha a certeza que a eficacia do seu tratamento não foi sacrificada. Volte a tomar a medicação de forma consistente e seu corpo vai continuar respondendo ao tratamento como sempre ocorreu, como se nada tivesse acontecido. Se rolou um blip de aumento de carga viral, não foi nada prejudicial, relaxe – e preste atenção que eu disse SE, pois provavelmente nem esse blip momentâneo você teve, pois 2 dias não são nada…)

      Abraço

    • Meu amigo cbb, há estudos consistentes mostrando que o 3×1, devido à dosagem do efa, pode ser tomado 4 x na semana. Portanto, esqueça essa 2 dias. Um abraço. Allpe

    • Oi. Esses efeitos podem sem resquícios do 3×1 e a novidade do tratamento com o novo esquema. Persista mais alguns dias que provavelmente vai passar.
      Se vc não tinha resistência viral ao 3×1 pode voltar sim ao esquema anterior.

      Se os colaterais melhorarem, volte para contar ☺️

  • Muita gente já recebia o resultado feito em laboratório em casa, através do site do laboratório. Eu fui um deles.

  • á cinquenta anos, um jovem negro de 15 anos chegou assustado ao hospital de St. Louis, cidade que fica no estado americano do Missouri. Ele sofria sintomas incomuns, que intrigaram os médicos. Suas pernas e […]

  • Se há dois diagnósticos por Elisa positivos, por padrão, o Western blot é exame final para confirmar o diagnóstico.

    Eu também não tive sintomas e laboratório também divulgou diretamente para mim.

  • m São Paulo, homens que fazem sexo com homens (HSH), com 18 anos de idade ou mais, podem agora participar do estudo A Hora é Agora, para avaliar a logística de distribuição do autoteste para HIV.
    O autoteste é um […]

  • Me sinto melhor, sim! Não tinha percebido que pequenas coisas que me incomodavam eram provavelmente efeito colateral do Efavirenz.

  • Eu também! E acabei de ver um estudo publicado em dezembro de 2017, que observou 136 soropositivos que, ao mudar de Efavirenz para outro regime, tiveram algum ganho de peso. Dentre os novos regimes observados, quem mudou de Efavirenz para Dolutegravir teve o maior ganho de peso, de mais ou menos 5kg em 18 meses.

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