Mais uma possível cura esterilizante

[mks_dropcap style=”letter” size=”52″ bg_color=”#ffffff” txt_color=”#000000″]U[/mks_dropcap]m dos destaques da Conferência de Outono da British HIV Association, a BHIVA, foi a possível segunda cura do HIV por esterilização, tal como aquela alcançada pelo “Paciente de Berlim”, Timothy Ray Brown.

O caso envolve um homem soropositivo que foi submetido a um transplante bem sucedido de células estaminais alogênicas a partir de um dador não homozigoto para delta-32 de CCR5, a mutação genética natural que impede a infecção pelo HIV. Sua terapia antirretroviral foi interrompida 15 meses após o transplante, depois de aprovação ética, e, nos 12 meses seguintes, o HIV permaneceu indetectável em todos os métodos diagnósticos, incluindo análises de crescimento do DNA pro-viral e o DNA total e integrado do HIV nas células CD4. Mais detalhes serão apresentados a uma futura conferência médica. Por enquanto, isso é tudo o que sabemos!

Publicado por

Jovem Soropositivo

Jovem paulistano nascido em 1984, que descobriu ser portador do HIV em outubro de 2010. É colaborador do HuffPost Brasil e autor do blog Diário de um Jovem Soropositivo.

52 comentários em “Mais uma possível cura esterilizante”

  1. JS,

    creio ser de extrema importância: a PGR ajuizou ADI (ADI Nº 6025) sobre a isenção de IR para quem possua doença grave mas que continua trabalhando. A Ação questiona a constitucionalidade do artigo e paragrafos que determinam ser isentos do IR apenas quem já se aposentou. No argumento da PGR quem tem uma das doenças elencadas na lei e que continua trabalhando, caso de todos os soropositivos, possam também ser isentos.

    Enquanto a cura não chega, ao menos podemos torcer e participar da discussão, visto que atinge a nós todos.

        1. O MPF pede a equiparação da isenção para os trabalhadores que se encontram na ativa. Ele se baseia no princípio da dignidade da pessoa humana. Pede ainda que tal isenção seja concedida cautelarmente até o julgamento do mérito.

        1. Oi, e existe algo que nós podemos fazer? Assinar algum abaixo assinado ou algo do tipo ou só esperar? Não entendo nada sobre leis, quem puder explicar melhor fico grato. Hehe

    1. A isenção é pra quem tem AIDS, não pra quem tem HIV. Há muitas decisões judiciais negando a isenção pra quem tenha HIV sem ter AIDS. Basta procurar no Google pra encontrar.

  2. Interessante seria descobrir tambem como transformar as celulas da medula ossea para produzir naturalmente esses linfocitos sem CCR5. Isso ja eh feito em camundongos, mas no ser humano ainda esta em desenvolvimento. Vamos torcer!

    1. Isto que eu queria saber. Não há como usar células estaminais da própria pessoa, modificada e reintroduzida no organismo, sem esse tal delta-32 de CCR5 simulando a a mutação genética natural ?

      1. Zed: isto seria o ideal, mas ainda nao eh possivel. Nao sabemos como controlar totalmente a diferenciacao celular a ponto de “resetar” as cels da medula para que produzam uma diferente. Existem estudos sendo conduzidos nesse sentido, mas nada ainda concreto. Vamos torcer! Abs,

  3. Prezados, algum advogado poderia conversar comigo. Já faz tempo que eu tenho uma ideia de que o soropositivo pode ser equiparado a pessoa portadora de deficiência para fins legais., Isso poderia dar acesso a uma série de benefícios aos soropositivos sem ter que ter alterações legislativas, que em um congresso conservador como o nosso, não iriam passar. Benefícios, como isenção fiscal na aquisição de veículo automotor, aposentadoria especial, acesso a vagas reservadas no serviço publico e privado. Falo isso porque em diverso países esse movimento já se consolidou, como na Inglaterra que há uma lei que estabelece a equiparação dos soropositivos a pessoas com necessidades especiais. Digo isso, porque esse conceito é amplo, e sim existem barreiras que limitam a vida do soropositivo em igualdade de condições com as pessoas que não possuem o vírus. Não falo apenas de limitações físicas e biológicas, sejamos sinceros, os soropositivos estão mais vulneráveis a uma série de coisas, além dos efeitos colaterais dos remédios e do próprio vírus no organismo, direitos reprodutivos, inclusive sexuais. Mas vamos ser mais técnicos, vamos a definição de pessoa com deficiência:
    Art. 2o Considera-se pessoa com deficiência aquela que tem impedimento de longo prazo de natureza física, mental, intelectual ou sensorial, o qual, em interação com uma ou mais barreiras, pode obstruir sua participação plena e efetiva na sociedade em igualdade de condições com as demais pessoas.

    § 1o A avaliação da deficiência, quando necessária, será biopsicossocial, realizada por equipe multiprofissional e interdisciplinar e considerará: (Vigência)

    I – os impedimentos nas funções e nas estruturas do corpo;

    II – os fatores socioambientais, psicológicos e pessoais;

    III – a limitação no desempenho de atividades; e

    IV – a restrição de participação.

    As limitações são sim físicas, potencialmente mentais e intelectuais. Mas a avaliação é biopsicossocial, e considerando as variáveis, seria sim possível o enquadramento, afinal é uma condição vitalicia, estigmatizante e que afeta diretamente a saúde mental das pessoas.
    Contudo, não é só isso, é importante que mesmo que não se considere um soropositivo como uma pessoa com deficiência a rigor. As violações e as barreiras impostas são inúmeras e devem conferir um tratamento equiparado, pois os soropositivos estão em situação de patente desvantagem.
    O que acham, será que existe alguma associação que poderia encampar essa tese, para poder entrar com uma ação coletiva. Jovem soropositivo, o que você pensa a respeito? não seria possível a gente iniciar um movimento?

    Cordiais, abraços.

    1. Mauro, com todo o respeito devido, vc está delirando!

      Além de custear o tratamento vc sugere que o estado lhe sustente, ou conceda uma especie de bolsa HIV ?

      Isso nunca seria aceito pela sociedade em geral, é notório que se estivermos seguindo o tratamento com responsabilidade temos plenas condições de acordar pela manhã e trabalhar como qualquer outra pessoa.

      1. Concordo com vc Roberto. O Estado já está fazendo a parte dele (numa época de extrema crise econômica que estamos passando) comprando nossas medicações e dando um dos melhores suportes aos pacientes soropositivos do mundo. Estou tendo alguns problemas de saúde que advém TAMBÉM por conta do HIV mas em grande parte por minha culpa TAMBÉM. Não quero ser taxado pelo Estado como um “incapaz” e assim ganhar “direitos” quando muitas outras pessoas portadoras de doenças mais incapacitantes não consegue. Em boa parte contribuímos para sermos excluídos da sociedade quando não damos a cara a tapa e nos escondemos no “armário do hiv” mais uma vez por conta do “preconceito da soceidade”. E sim, me incluo nesse grupo e isso é o que nos estigmatiza também: a nossa passividade perante essa doença. De não querermos falar ou compartilhar novidades acerca da doença em nossas redes sociais “com medo de que alguém possa suspeitar que temos essa doença” e assim contribuímos para quem não tem continue a pensar o hiv como a dos anos 80/90.

  4. Bom dia, galera! Tudo bem?

    Desabafo e ajuda!

    Não sei vocês, mas às vezes me bate uma “crise existencial”. Sei o quanto evoluímos e o quanto estamos a um passo, talvez, da cura e que essa fase talvez esteja nos curando espiritualmente, nos tornando pessoas mais evoluídas e melhores. Mas, não posso negar que por vezes me bate a insegurança de um futuro com o qual eu sempre sonhei.
    Sou solteira, não tenho filhos, tenho 28 anos e devido ao diagnóstico acabei mudando radicalmente meu comportamento em relação à vida afetiva.
    Não tenho mais muita auto-estima apesar de sempre ter trabalhado com a minha imagem e de sempre receber elogios quanto a aparência, tenho medo de me envolver com alguém e ser rejeitada ao contar da minha sorologia.
    Por vezes me vem à cabeça um medo enorme de ficar sozinha e não realizar os meus sonhos.
    Sei que devem existir muitos homens heteros com hiv mas é muito difícil que algum fale abertamente sobre isso…
    Ja cheguei até a ouvir que se alguém ficasse comigo, eu diria amar essa pessoa só porque ela me aceitou com o hiv. 😔 Enfim, é complicado!
    Busco novos amigos que passem pela mesma fase que estou passando. Espero que Deus abençoe os médicos para que uma cura definitiva se aproxime! Tenho fé! Muita fé! Creio que será só mais um dia difícil e logo passará!

    Desculpa o desabafo, mas talvez seja a única forma que encontrei de dizer tudo o que eu estou sentindo pra pessoas que passam pelo mesmo que eu! 💕

    1. As pessoas que não aceitarem você do jeito que você é, não te merecem, porque você é especial e um vírus “morto” dentro de algumas de suas células não pode ser mais forte do que os seus sonhos.
      Mas talvez o preconceito que você carrega dentro de você seja! Então trabalhe isso.

      1. Obrigada, Fábio! 🙏🏼 Vou começar a fazer terapia.. preciso trabalhar esses pensamentos dentro de mim!

    2. Oi Aninha tb me sinto com muito medo de me relacionar com outras pessoas. Acho q isso é um desafio q teremos q passar e quem sabe aprender que o amor pode superar várias barreiras! Não sei se estou fantasiando🙁!
      Consigo te entender muito bem!

      1. Sim! Um desafio! São incertezas que batem diariamente à nossa porta e acabam por nos deixar aflitos! Mas creio que tudo vai dar certo! 🙏🏼 Vamos pensar positivo! 💕

    3. Olá Aninha, que bom ler teus posts novamente, andava sumida !!
      Acho que todos estamos passando por momentos não só pelo diagnóstico, mas entendo que nossa estima tem sido golpeada também com tudo que o País esta passando, essa segregação deixa nos mais aflitos, mas também tenho visto muita gente com um coração enorme.
      Sou hétero e estou em relação sorodiscordante, tenha fé que vc saberá qual será a sua hora de se abrir.
      Conte comigo para desabafar sempre q precisar.
      Beijos, AnonimoFer.

      1. Oi Fer, que bom que você está bem e em um relacionamento de respeito e carinho verdadeiros… fico muito feliz que existam pessoas que são evoluídas e aceitam tranquilamente uma relação sorodiferente (como deveria ser sempre).
        Espero que eu tenha a mesma sorte de encontrar alguém assim… com hiv ou sem, mas que seja amor! 🙏🏼 Vamos nos falando! Gosto muito de saber como a vida de vocês está! Não suma! Bjao 💕

    4. Olá Aninha, sou homem tenho 33 anos sou hetero e passo exatamente pela mesma coisa, hj 4 anos após meu diagnóstico jamais consegui de fato gostar de alguém, fico com medo de revelar e a garota sumir, oque aconteceu duas vezes, depois disso me fechei, hj nem sei Mais, talvez alguém na mesma situação que eu fosse a solução, mas se já é difícil gostar de alguém nessa imensidão de pessoas que temos a nossa volta, imagina nessa extrema minoria que somos ! Se tiver um email ou algo que pudéssemos conversar eu acharia legal, tenham todos um excelente dia.

      1. Oi Alessandro! É exatamente isso… as pessoas vivem numa bolha onde o hiv ainda é lembrado pela imagem do Cazuza e morte! Me passa seu e-mail que te mando um oi por lá! 🙏🏼

      2. Alessandro, também passo por esta mesma situação tenho receio que ao contar minha sorologia eu seja rejeitada e assim o tempo vai passando… Também penso em conhecer pessoas na mesma situação que eu ´para conversar, marcar encontros para se divertir, dançar, conhecer outras cidades, tomar um café etc.
        Se tiver interesse me add no *fb fabianamathias1@ outlook.com
        Abraços e sol

        1. Oi fabi! Não consegui te achar no Facebook, posso te mandar um e-mail nesse mesmo endereço? Aí lá vc me passa o link qqr coisa! Bjao

      1. Oi Luiza e Aninha deixei um comentário no post de Alessandro, logo acima … Se quiserem conversar me add. Abraços !!!

    5. Oi Aninha!!
      Entendo você perfeitamente, passo pela mesma situação. Desde que descobri minha sorologia, a uns 3 anos, vivo entre altos e baixos., apesar da terapia que faço regulamente.. Encontrar uma pessoa hoje chega a ser um desafio, pois infelizmente o medo e as incertezas ainda imperam, em um mundo tão estigmatizado e preconceituoso., embora já estejam diminuindo. Hoje tenho 44 anos, hetero, gosto de aproveitar muito a vida e luto diariamente pra essa doença nao me derrubar, com muita fé, vontade de viver e pensamentos positivos. Então vamos la, nao deixe de sonhar e peocure sempre superar as adversidades que essa doença nos impõe e vida que segue. Fique com Deus.

      1. Oi @ponce41
        É… temos que ir à luta todos os dias e não deixar que esse vírus nos abale! Caso queira conversar, deixa seu e-mail! Unidos somos mais fortes!

        Bjao! Que Deus nos abençoe 🙏🏼

    6. Muito triste saber que o que me assombra, é um grande problema para outras pessoas tbm…
      Eu durmo e acordo com essa mesma insegurança. Porém, Aninha, sejamos forte, pois Deus tem um propósito para todos nós.

    7. Olá. Esta semana que passou entive pensando algo semelhante. Tenho 41 anos, sempre fui tímido, ah uns anos atrás ainda sem o vírus conheci uma menina, já mãe de uma garotinha linda, estávamos conversando mas acabou não dando certo, nos distanciamos. Depois disso me contaminei com o vírus numa relação desprotegida e de lá pra cá não tenho coragem de procurar ninguém. Não tenho coragem de começar a me relacionar com alguém e depois de um certo envolvimento contar minha condição, estando sujeito a rejeição e espalhar pra outras pessoas o que tenho (até agora só médico e o posto onde pego remédio sabem). Trabalho, curto muito viajar, mas ano que passou nem viajei porque não queria ir só. Meus amigos e conhecidos a maioria já estão casados. Saio pouco, Tenho pais idosos e me preocupo com meu futuro, não a saúde porque estou bem e cuidando, faço academia, me alimento bem, mas com o emocional. Como será quando não tiver mais os meus pais por aqui. Abs a todos.

      1. Bom dia! Estou em uma situação bem semelhante, tinha até hj pela manhã uma relacionamento de 10 anos e 08 meses, descobrir minha sorologia há dois meses momento extremamente difícil, no mesmo dia contei a pessoa fomos a um centro de testagem e graças a Deus deu negativo, 40 dias depois ele repetiu e deu negativo, fiquei extremamente feliz por saber que ele não estava infectado, me perguntei é menor pergunto como eu fui infectado, isso me maltrata demais, porque nunca a trai nunca fiz nada fora do nosso relacionamento, bom depois do resultado tudo mudou ela começou a ficar distante triste, sofrendo com tudo isso hoje élan disse que tinha medo de ficar comigo e ser infectada falei que isso nunca ia acontecer pq podíamos nos previnir enfim ela achou melhor pararmos, não pode mais falar nada apenas me despedi com um aperto no peito um vazio só triteza, tudo que foi construído foi pelo ralo, a única coisa que me restou foi minha sanidade e a ajuda do relato de muitos aqui, desculpem o desabafo não tenho ninguém que eu possa recorrer somente aqui consigo fazer.

        1. E nesses 10 anos vocês fizeram sexo sem camisinha e ela não se infectou?

          Enfim, começo é difícil, e não passei por essa situação de se sentir abandonado… Muita força, espero que desencane da doença logo e foque em outras coisas.

          1. Sim sem camisinha, graças a Deus não foi infectada já repetiu algumas vezes e todos negativos, o difícil é o medo da situação toda o vazio que fica, compreendo que tenho que me cuidar fazer o acompanhamento, tomar o medicamento de forma correta, o difícil de tudo isso é a questão psicológica que ficou em frangalhos a perda enfim, uma luta diária contra essa angústia e dor, tenho fé que vai ficar tudo bem.

          2. Oi Igor, tudo bem?
            Você já está em um relacionamento? Como foi o processo de se relacionar pra você? Já contou pra alguém? Se quiser conversar mais, me passa seu e-mail!

            Bjs

        2. Oi Luan, tudo bem? Espero que Deus coloque pessoas maravilhosas em nossas vidas! Creio que um dia acontecerá! Lembrando que ao iniciar um relacionamento, não aconselho contar de cara… a pessoa tem que confiar em você e você nela… e isso leva um tempo. Espere as coisas se ajeitarem e o sentimento ser mais maduro. Não adianta sair contando sem que a pessoa tenha confiança em você pra saber que você JAMAIS prejudicaria ela e pra que ela entenda também que você se cuida, não oferece nenhum risco e vai viver tanto quanto ela. Temos que ser pacientes quanto a isso…
          Me passa seu e-mail que conversamos melhor!

          Bjs!

        3. Estou a passar por uma situação parecida! Estava noiva quando descobrimos meu diagnóstico, de início ele concordou que superariamos isso juntos, mas tudo foi mudando eu via a tristeza, e a dúvida em seus olhos! E depois de alguns meses ele disse que já não tinha forças pra continuar, fiquei abalada. Tudo que haviamos sonhado planejado simplesmente acabou. Está a ser uma dor insuportável, e o que tem me dado força é confiar em Deus! E ler relatos de muitos aqui que estão nesta mesma jornada! Realmente este blog foi como sombra e fonte de água no deserto.
          Abraços a todos! Obrigada Js

        4. Passei pela mesma situação! Estava noiva quando descobrimos meu diagnóstico a 1 ano e foi muito difícel. De início ele disse que superariamos isso juntos, mas eu via a tristeza e a dúvida em seus olhos, meses depois disse que já não tinha forças pra aguentar e que era melhor terminarmos, fiquei muito abalada, chorei por noites! Tudo o que planejamos e sonhamos foi pro chão! O que tem me dado força é confiar em Deus e ler alguns relatos de pessoas aqui. Realmente esse blog tem sido como sombra e água no deserto pra mim! Abraços a todos e obrigada JS!

      2. Oi Zed, tudo bem? Eu entendo a sua dor e sei o quanto isso nos machuca! Se quiser conversar mais e ter alguém com quem contar, me passa seu e-mail e conversamos! Já estou conversando com algumas pessoas daqui e tenho certeza que juntos somos mais fortes! 🙏🏼

        Bjs!

        1. Oi, Aninha. Tudo bem?
          Eu também me identifiquei bastante com o que você disse.
          No momento, estou em um relacionamento fixo e estável (ela não é portadora).
          Se você quiser, podemos trocar ideias, posso te relatar como foi e como tem sido para mim.
          Mas mesmo estando em um relacionamento, ainda tem vezes em que me sinto um pouco estranho, talvez desconectado do mundo, da sociedade, sei lá. Em alguns momentos, acho bem ruim tudo isso.
          Enfim, se você – ou alguém mais – quiser conversar, pode me enviar e-mail para verdesgrandesolhos@gmail.com .
          Sinta-se à vontade.

          Beijos e abraços pra todo mundo!

    8. Força Aninha e todos na mesma situação. O tempo acaba trazendo mais sabedoria e tranquilidade para nós. Meu diagnóstico foi há quatro anos continuo sozinho, nem sei como seria me apaixonar de novo e lidar com a situação e acho que vamos nos reconstruindo em camadas e espero que tudo eventualmente voltará a ser mais natural. Meu carinho a todos aqui.

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