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Temos nosso próprio tempo

Me lembro daquela música da banda Legião Urbana, que escutei tanto durante a adolescência, com um refrão que dizia: “temos nosso próprio tempo”. Talvez, tenhamos mesmo. Tempo Perdido é uma música que fala sobre as diferentes perspectivas de tempo, e do tempo que se perdeu. Desde o meu próprio diagnóstico, que se deu em 2010, me pergunto se Renato Russo, que faleceu em 1996 em decorrência de complicações relacionadas à aids, não teria composto essa música depois de seu próprio diagnóstico, ciente que o tempo com HIV poderia ser diferente — em seu caso, foi mais curto. Mas como estaria ele hoje se ainda estivesse vivo e vivendo com HIV?

Aparentemente, a maioria das más perspectivas que ainda recaem sobre a saúde de quem vive hoje com HIV, mesmo sob tratamento antirretroviral e carga viral indetectável, pesa sobre aqueles que foram diagnosticados há mais tempo, nos primeiros anos da epidemia e durante o advento dos primeiros antirretrovirais — os antigos antirretrovirais.

Um estudo canadense observou pessoas com HIV com mais de 50 anos e concluiu que elas são mais propensas a desenvolver diabetes tipo 2 se iniciaram o tratamento antirretroviral antes de 1999 ou se tiveram uma exposição mais longa aos medicamentos antirretrovirais mais antigos, como Estavudina (d4T) ou inibidores de protease de primeira geração, como Nelfinavir ou Indinavir. O diabetes tipo 2 é uma doença mais comum em pessoas obesas e se torna mais comum com a idade. Nesse estudo, o início do diabetes se mostrou muito menos provável em pessoas com idade igual ou superior a 50 anos que iniciaram o tratamento a partir de 2010, ou que iniciaram o tratamento com uma contagem de células CD4 mais elevada. Foram observadas 1065 pessoas com idade igual ou superior a 50 anos de idade ao longo de 13 anos —  89% eram homens, 83% eram brancos e com alta prevalência de coinfecção por hepatite C. Uma das conclusões prováveis é que o tratamento moderno contra HIV ofereça pouco risco de promover o desenvolvimento de diabetes em pessoas com HIV.

Um outro estudo, conduzido em Malawi, na África Oriental, encontrou níveis elevados de colesterol LDL e diabetes em pessoas que vivem com HIV e há muitos anos sob tratamento antirretroviral, especialmente em pessoas com mais de 60 anos, em comparação com seus pares soronegativos. O estudo recrutou 379 pessoas com HIV e 356 sem HIV. 73% eram mulheres. A maioria das pessoas fazia tratamento com Tenofovir, Lamivudina e Efavirenz, depois de terem iniciado o tratamento com Estavudina, Lamivudina e Nevirapina, ao longo de mais de 11 anos. A conclusão do estudo é que as pessoas com HIV com mais de 60 anos são muito mais propensas a desenvolver diabetes tipo 2 e a ter níveis elevados de colesterol LDL.

Mas quando se fala de envelhecimento e HIV não se fala apenas diabetes. Vários tipos de câncer são mais comuns em pessoas mais velhas que vivem com HIV, de acordo com relatório publicado na Clinical Infectious Diseases, nos Estados Unidos. Indivíduos soropositivos de 50 anos ou mais mostraram uma incidência significativamente maior de vários tipos de câncer, incluindo aqueles que não são normalmente considerados relacionados ao HIV. O risco de câncer de pulmão, anal, fígado e oral se mostrou maior à medida que as pessoas com HIV envelhecem.

Entretanto, estes mesmos pesquisadores descobriram que o envelhecimento em si não se comprovou responsável pelo maior aumento no risco de câncer nas pessoas com HIV, em comparação com a população em geral: a prevalência de fatores de risco, como tabagismo, consumo de álcool e infecções virais causadoras de câncer é que são responsáveis pelo aumento do risco de alguns tipos de câncer em pessoas idosas com HIV. De fato, fumar causa um em cada cinco tipos de câncer entre pessoas com HIV na América do Norte, de acordo com uma pesquisa publicada no jornal Aids. Por alguma razão, parece que o pulmão das pessoas fumantes que vivem com HIV  é mais susceptível ao câncer e outras complicações respiratórias do que das pessoas sem HIV: de acordo com pesquisadores franceses, a infecção pelo HIV está associada à obstrução das vias aéreas, incluindo enfisema.

Por sua vez, a prevalência de doenças vasculares cerebrais silenciosas — precursoras de condições neurocognitivas mais graves — é significativamente maior entre as pessoas soropositivas de meia idade, em comparação com a população em geral, de acordo com uma pesquisa francesa publicada na Clinical Infectious Diseases. Esse estudo incluiu 456 pessoas com HIV e 156 sem HIV, observadas entre 2013 e 2016. Aproximadamente dois terços da amostra soropositiva foram diagnosticados antes do advento do tratamento antirretroviral, em 1996. O número médio de células CD4 foi de 196 entre as pessoas com HIV e 665 células/mm³ entre as pessoas sem HIV.

Todas, complicações observadas mais comumente em pessoas que vivem com HIV há mais tempo e que passaram pelos primeiros antirretrovirais, tão tóxicos. Aos jovens soropositivos, ao que tudo indica, cada vez menos complicações a longo prazo. É como se experimentássemos a vida com o vírus de maneira diferente, em tempos diferentes. Perece mesmo que temos nossos próprios tempos.

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175 comentários

    • Meire diz

      Jeff, pelo que sei, o termo continua carga viral indetectável (se mudou, me corrijam 😬).
      Estudos mostram que quando a carga viral está indetectável, não se transmite o hiv.
      Por isso falamos indetectável=intransmissível.

      • Meire diz

        Em tempo, carga viral indetectável há pelo menos 6 meses, fazendo tratamento corretamente.

  1. Rafael diz

    Excelente post e me fez refletir que estamos com uma terapia menos tóxica e teremos uma velhice quase igual aos soronegativos e quiçá experimentemos a cura.

  2. Meire diz

    Olá!
    Jovem, adorei o post. Só uma correção, que com certeza foi erro de digitação, Renato Russo morreu em 1996 e não em 1966.
    Fui em varios shows da Legião Urbana. Renato era uma pessoa singular, no jeito de dançar, nas composições, no jeito de cantar.
    Também penso como estaria Renato Russo hoje. Mas imagino que compondo e cantando lindamente com todos esses avanços que os antirretrovirais tiveram.
    Fico muito feliz cada vez que vejo que avançamos algo no tratamento do hiv.
    Precisamos vencer agora esses preconceitos que ficaram de épocas atrás.
    Mas conseguiremos, afinal “temos todo tempo do mundo”.

    Beijo no coração.

  3. Luquinha diz

    Sobre as duas ultimas noticias do reservatórios , muito em breve irei pronunciar , mais como já disse dez passos pra frente um pra trás .

  4. Luiz Gaúcho 02 diz

    Olá pessoal, faz um bom tempo que não comento por aqui, mas sempre acompanho as postagens.
    Quero compartilhar uma notícia maravilhosa. Como alguns já sabem, minha esposa, que é negativa, estava grávida. No dia 02/02, às 16h58min, deu à luz uma linda menina, muito saudável, com a graça de Deus!!!
    Estou muito feliz e por isso compartilho essa alegria enorme na minha vida.
    Muita saúde e paz para todos!!!

    • GILBERTO PEREIRA DA SILVA JUNIOR diz

      Parabéns! Toda a felicidade do mundo para vocês!

    • Carla diz

      Que notícia boa! Para mim isso é muito importante, obrigada por compartilhar. Agora vcs irão conhecer o amor infinito.

    • Arthur diz

      Luiz, eu e minha esposa estamos pensando tbm. Ela é S-. Vocês fizeram alguma técnica de reprodução assistida ou foi método convencional?

      • Olá Arthur, foi método convencional, meu médico sempre reforçou que eu não transmito o vírus, pois está indetectável. 😉

        • Gaúcha diz

          A única coisa que transmites é o mais puro amor meu bem! ❤️🍀

    • kiss diz

      Que notícia maravilhosa! Isso nos trás alegria e esperanças!!! A vida precisa prosseguir, precisamos vencer o medo de viver e ser feliz!!!

    • Gaúcha diz

      Foi a maior bênção das nossas vidas! Te amo muito meu amor! ❤️💑

  5. Ney diz

    Ei Luquinha nos informe sobre reservatórios. 2020 está bem aí será que teremos novidades??

  6. E muito bom saber que estamos numa era mais segura de anti-retrovirais. Tomara que tenhamos tempo tbm de experimentar a cura e poder acordar pela manhã com o organismo 100% puro e livre de medicamentos.
    Sobre o post, pelo q eu entendi nos que fazemos tratamento temos menos chances de desenvolver diabetes ou é o contrário?
    Tenho muito medo dessa doença, ela simplesmente muda drasticamente a vida da gente e abre caminho para muitas complicações!

  7. Alex diz

    De vez em quando, quando ouço alguma música do Cazuza ou Renato Russo, ou mesmo do Freddie Mercury, presto atenção na letra e tento ver alguma similariedade com a vivência com o HIV. Cazuza tinha “O Tempo Não Para”, Renato, “Tempo Perdido”, interessante como eles passam a ressaltar a importância do tempo. Pode ser apenas uma impressão, mas muitas das músicas se encaixam perfeitamente com a situação.

    Pena mesmo eles terem ido cedo, que bom que deixaram a contribuição ainda viva em suas obras.

    • Meire diz

      As músicas do Renato Russo, Cazuza, Freddie Mercury sempre nos fazem pensar mesmo né?!
      Pelo que sei a música Tempo Perdido é de 1986 e Renato Russo soube ser soropositivo em 1990, supostamente infectado por um namorado que teve em 1989. Então, ele ainda não sabia do hiv quando fez esta música. Mas se vc ouvir o CD Tempestade da Legião Urbana, onde o Renato já estava doente, vc nota a melancolia que ele estava, afinal não se tinha o tratamento de hj, como o js comentou no post.
      Já a música O Tempo não para foi feita em 1988, um ano após o Cazuza ter assumido publicamente ter o hiv.
      Mas especula-se que estas duas músicas retratam também o final da ditadura de um país que continuava hipocrita e cheio de moralismo.
      Bem, são só curiosidades, o fato é que são músicas lindas e que retratam fases destes dois poetas que tem muito a ver com todos nós. A gente se identifica né?
      Do Freddie Mercury não sei, apesar de amar suas músicas.
      Mas pena que não se tinha o tratamento que se tem hoje e perdemos estas pessoas.
      E que bom que estamos em um novo tempo.

      Bjs 💋

      • Rodrigo diz

        Então, Meire, Tempestade é realmente um CD tristemente lindo. Mas já em Descobrimento do Brasil há uma série de músicas que falam de morte, possivelmente influenciado pelo diagnóstico: Só por hoje, A fonte, O passeio da Boa Vista, Um dia Perfeito e Love in the Afternoo.
        Já o Cazuza foi bem mais explícito, como em Ideologia (“Meu tesão agora é risco de vida”).
        De toda forma, são dois gênios que marcaram muito minha juventude – e que, ironicamente, tiveram o mesmo inimigo íntimo que eu carrego agora.

        • Meire diz

          Verdade Rodrigo, também acho dois gênios, poetas…que marcaram muito minha juventude também. E estas músicas já diziam muito mesmo. Lindas né? Como vc disse são tristemente lindas!
          Mas quanto ao hiv, tente não pensar assim, que vc carrega um inimigo. Entendo perfeitamente o que vc quiz dizer. Mas conheço pessoas que a partir do hiv mudaram suas vidas para melhor, parece demagogia, mas não é. São pessoas que a partir do diagnóstico passaram a cuidar mais da saúde, mudar alimentação, fazer atividade física, dar mais valor a algumas coisas e menos valor a outras, se fortaleceram. Claro que viveram o impacto do diagnóstico, o medo, tudo aquilo que vcs sabem, mas estão aí e muito bem.
          Muitas tornaram -se ativistas. Passaram a cuidar mais do social também.
          Ontem mesmo tive uma reunião com a Rede Nacional de Pessoas Vivendo com HIV (RNP Campinas) e tinham pessoas vivendo com HIV há 30 anos, lindas, e que estão aí lutando pela causa. Muitas conquistas foram inclusive graças a estas pessoas.
          Quer melhor exemplo que o JS, o Gabriel Estrela que fazem tantas coisas boas após o diagnóstico.
          Não falo só por falar, mas sim porque vejo muito isso no dia a dia, pessoas que após o hiv, arregaçaram as mangas e se tornaram bem melhor e tornaram outris também melhor.
          Mas claro, tudo tem seu tempo.
          Essa hora já estou ruim demais para escrever.
          Bjo grande!

  8. Silvio diz

    Querido Lucilio, pelo que entendi, nos tratamentos mais antigos, iniciais onde os efeitos colaterais eram maiores das drogas antiretrovirais, era mais comum desencadear o diabetes. Mas também sabe-se que o diabetes se desenvolve em todo tipo de pessoa, independente de soropositivo ou não, eu vi falar que muito se dá também por motivos de mal hábitos alimentares, genética, etc

  9. Acho q se o soro positivo ter uma vida saudavel com praticas regular de exercicios dificilmente desenvolvera diabetes. Abraço a todos

  10. Sorocaba diz

    penso que temos tanta sorte com esses remedios… quando tenho algum tipo de indisposição nem cosigo mais saber se eh o remedio ou algum outro fator…. sempre acho que é outra coisa nada haver com remedio. Viva o seculo XXI.

  11. Caio PE diz

    O Renato, assim como outros, infelizmente, não tiveram a mesma sorte das pessoas de hoje. Claro que todos almejam a cura, mas não podemos ter pressa nem agotação: temos nosso próprio tempo ! Parabéns, JS !

    • Miguel diz

      nenhum problema, leve seu medicamento na bagagem de mão e a receita, nunca fui questionado também, mas só por precaução mesmo.

  12. Fabricio diz

    Uma convite à reflexão: imaginem que o HIV fosse transmitido por um inseto, qual seria a sua reação, como lidaria com isto? Seria mais leve, certo? Talvez nosso maior dilema seja em lidar com as questões do sexo, não ignoro que haja outros tipos de transmissão, mas quando pensamos nas condições excelentes de tratamentos que temos hoje e, mesmo assim, sofremos com baixa auto-estima, só me resta pensar que temos que nos livrar é dos nossos próprios preconceitos e vivermos bem, com respeito e amor. O que acham?

    • Caio PE diz

      Certamente. Eu fico imaginando as pessoas das décadas de 80 e 90 que não tinham sequer esperanças, quanto mais medicação. Agora cabe a todos brigarmos para que esse governo forneça sempre os medicamentos. Impostos são pagos pra isso !

      • enny diz

        É VERDADE!! Vamos ltar para que não nos falte as medicações. Caio , sou daqui do Recife também , descobri que sou soro há u ano ,mais ainda não aceitei 100% essa ideia ,porém no inicio foi bem difício , mas tô me acostumando Só três pessoas sabem do meu diagnóstico,gostaria de participar de algum grupo no recife mais ainda não conheço ,vc conhece algum? me indicaria ? Obrigada!! Haaa meu apelido é enny

        • Caio PE diz

          Gestos (apoio jurídico), radar PE (site com grupos e discussões), existe um grupo no Lessa também (mas não sei os horários). Vale a pena ir lá buscar informações.

    • Carla diz

      Realmente acho que o preconceito está dentro de nós e primeiro precisamos trabalhar isso para depois exigir dos outros. Mas com que nós amamos não temos preconceitos.

    • Tiago2 diz

      Fabrício, penso exatamente assim. Tive 60 dias de cão até me conscientizar que poderia viver muito bem e normal como antes.
      Algumas vezes quando estou sozinho com o meus pensamentos percebo que estou mais feliz.
      Sabe o porquê de estar mais feliz? Por me cuidar mais, por me amar mais, por amar mais a minha família e agradecer mais a Deus!!!

  13. Marco diz

    Pessoal, alguém sabe me responder se há algum problema, contra-indicação, de tomar algum remédio para tratamento de insônia, um hipnótico (Patz, Zolpidem) juntamente com o 3×1?

    • Meire diz

      Marco, eu acho que sempre se deve conversar com o infecto, pois ele sabe sua história, as medicações que vc usa e saberá avaliar. Bjo

    • Oliveira diz

      Nao tem , conversei com.minha infecto e ela me receitou zolpidem . É de boa. Mas fale com sua medica

    • Caipira diz

      Eu tomo 3 em 1 com zolpidem há 3 anos. O 3 em 1 me dá mta insônia. Tudo prescrito pelo médico

  14. Dan diz

    Pessoal alguém aqui emagreceu muito ? Iniciei o tratamento em novembro do ano passado, eu fazia academia e depois da infecção emagreci uns 5 kilos só que sempre fui magro porém tô com medo de emagrecer mais , voltarei a academia e tô pensando em comprar umas vitaminas pra ganhar peso. Estava muito mal com depressão chorei muito porém agora quero seguir em frente, estou melhorando aos poucos e vida que segue

    • Caio PE diz

      Fale com seu infecto e busque um (a) nutricionista recomendado, de preferência, por ele.

    • Rodrigo29 diz

      Dan, eu tbm emagreci nos primeiros meses! Hoje, depois de 1 ano voltei a ganhar peso e estou até acima do meu peso de antes! hehe

    • Paulo diz

      Dan, você deve ter emagrecido por causa da depressão ou da baixo estima, isso afeta tanto a nossa mente no começo que é natural emagrecer, mas nada a ver com o remédio, lipodistrofia não existe mais, ainda mais para quem pratica atividade física. Sou educador físico e sei. Arregaça na dieta e nos treinos que seu peso se normalizará. Abraço

      • Meire diz

        Dan, concordo com o Paulo que vc deve ter perdido peso devido a depressao e que treino e alimentação adequada te ajudarão. Na minha opinião, vc deveria conversar com seu médico antes de tomar qualquer coisa. Converse também sobre necessidade de fazer exames para treinar, estes que sempre pedem em academias. 😘

    • Fabricio diz

      Olá Dan, antes de mais nada, levante a cabeça, tome seus remédios direitinho e encare tudo isso como uma condição com a qual você vai VIVER e não morrer. É importante também fazer aquele check up geral para ver se não há alguma outra coisa que esteja alterando o seu peso, talvez nem seja da sorologia. Caso esteja tudo bem, o fator psicológico precisa ser trabalhado, assim como uma dieta bem gostosa e cheia de coisas boas. Vamos lá, rapaz!

    • Tiago2 diz

      Dan, isso é super normal!!! Eu perdi 15kg e ganhei 20kg depois de seis meses. Quem faz o tratamento direitinho e se alimenta bem, vive uma vida normal ou até melhor, pois se cuida mais!!! Seja muito feliz e ame o máximo que puder!!!

    • Rick diz

      Dan, eu tbm como o Rodrigo disse aí…. emagreci nos primeiros meses! Hoje, depois de uns 8 meses voltei a ganhar peso também e estou até acima do meu peso de antes!

  15. MHP diz

    Entrei numa paranóia de ter contraído o vírus. Depois de dois testes com mais de 30 dias de diferenças parece ser garantido que sou soronoegativo.

    Mas diálogos como o seu, o qual a mídia mainstream não faz, aprendi muito sobre a situação de quem é soropositivo e sobre a doença, pós 80’s. Preconceitos foram superados e medos acabaram por ser racionalizados. Digo isso para mim.

    Espero de verdade, uma vida próspera e cheia de saúde para vc. Que seu trabalho se expanda para que ajude a superação do maior sintoma do HIV, que é o o preconceito.

    Além disso, tenho feito ajudas a uma instituição que dá suporte a soropositivos. Seja essa, minha pequena compensação pela ignorância que foi esclarecida.

    Uma boa noite.

  16. Solange diz

    Essa época de l990 quando fui diagnosticada foi muito difícil embora meu médico sempre se negou a passar qualquer medicamento tanto é que achei que nada tinha,abandonei os exames e segui a vida apenas a um ano procurei meu médico ele se afastou por estar doente,câncer,a médica que me atendeu passou os retrovirais e estou seguindo o tratamento estou hoje com 56 anos ,o preconceito nada mudou basta discutir com alguém aí vem o indivíduo dizer que sou podre ,doente quando não se tem argumento é assim que me atacam eu simplesmente ignoro e sigo a minha vida afinal ninguém paga minhas contas estou bem muito bem mas já passei por momentos bem difíceis minha neném tinha 1 ano hoje tenho netos lindos ,fiquei viúva cedo segui sozinha com apoio de algumas amigas e familia vi muitas pessoas partirem por hiv ficava apavorada pessoas com um poder aquisitivo alto que tinha toda a condição de um atendimento de excelência ,eu pobre sempre achei que não ia muito longe mas por teimosia estou aqui pra relatar e dizer que nada é como queremos as coisas são como tem que ser algumas coisas não estão em nossas mãos e sim do tempo bjs

    • Meire diz

      Nossa Paulo, Acabei de ler.
      Muito triste isso!
      A situação da Venezuela está muito difícil.

    • AnonimoFer diz

      Bem triste com essa situação na Venezuela.
      Não sou politizado o suficiente para comentar de forma profunda, mas essa situação tem que mudar.
      Sou reagente, agradeço o remédio de cada dia. Me entristece mto essa matéria.

  17. Ney diz

    A AIDS retornou a período que lembra os anos 80 na Venezuela. Muitos estão morrendo e por falta de remédios. Por isso é importante que estejamos unidos quanto a falta de medicamentos. E esperamos que a ONU e ONGs possam de alguma forma fornece remédio a população Venezuelana que está afligida com HIV. Boa sorte.

  18. Rayo diz

    Alguém que mora ou vai para São Paulo vai tomar a vacina de febre amarela?

  19. Sara diz

    Bom dia! gostaria de uma informação, se puderem me ajudar, quanto tempo o vírus sobrevive fora do nosso organismo, como por exemplo o sangue em uma gilete? desde já obrigada pela ajuda.

  20. telma diz

    07 DE FEVEREIRO DE 2018
    CLEVELAND e RICHMOND, Califórnia, 7 de fevereiro de 2018 / PRNewswire / – A Case Western Reserve University e Sangamo Therapeutics, Inc. (Nasdaq: SGMO) anunciaram hoje o prêmio de uma doação de US $ 11 milhões do National Institutes of Health para um planejado estudo de células T editadas por genes projetadas para erradicar a persistente infecção pelo HIV em pacientes que recebem terapia anti-retroviral, uma combinação de medicamentos que retarda a taxa de replicação do HIV.

    Sangamo Therapeutics, Inc. (PRNewsfoot / Sangamo Therapeutics, Inc.)

    A subvenção financiará um ensaio clínico para testar a hipótese de que o tratamento de pacientes com suas próprias células T editadas por genes pode levar a um aumento sustentado da contagem de células T e à erradicação de reservatórios de HIV latentes. As células T (chamadas por desenvolverem a glândula do timo) são responsáveis ​​por uma variedade de respostas imunes. Os tratamentos atualmente disponíveis não cura completamente indivíduos infectados devido à persistência de uma população de vírus latente do HIV. Como resultado, se o tratamento for interrompido, o vírus adormecido emerge rapidamente e restabelece a infecção.

    O investigador principal do novo estudo será Rafick-Pierre Sekaly, PhD, Richard J. Fasenmyer, Professor de Imunopatogênese da CWRU School of Medicine e um dos cientistas líderes mundiais em pesquisas sobre AIDS, imunologia humana e imunoterapia. A Sangamo Therapeutics estará contribuindo com materiais, equipamentos e perícia de fabricação para o estudo, que deverá começar em 2018.

    O novo estudo foi concebido de tal forma que as células T do sangue de 20 indivíduos terão o gene CCR5 “nocauteado” através da edição de genes de nuclease de zinco. O gene CCR5 permite que o HIV entre células hospedeiras. Neste processo, as nucleases de dedos de zinco, que são proteínas de engenharia semelhantes às “tesouras” genéticas, são projetadas para permitir a edição direta de genes criando quebras de DNA de duas vertentes em locais precisos identificados pelos pesquisadores. A população de células recém-editada, “reparada” seria expandida e infundida de volta aos pacientes. Um segundo conjunto de dez pacientes receberá uma infusão de células T não modificadas.

    “Para pacientes com HIV, novos tratamentos para erradicar permanentemente o reservatório de HIV latente e aumentar a contagem de células T CD4 + – potencialmente levando a uma cura – são uma necessidade importante não atendida”, disse Sekaly. “Embora a terapia anti-retroviral de HIV padrão de cuidados suprima a replicação viral, a infecção por HIV persiste e os pacientes devem permanecer no tratamento para a vida. Além disso, um grande subconjunto de pacientes com HIV que recebem a terapia não conseguiu recuperação sustentada na contagem de células T , levando a elevações crônicas na inflamação com riscos aumentados de câncer e outras doenças “.

    Sangamo completou vários estudos de fase 1/2 anteriores avaliando células T editadas por CCR5 (conhecidas como SB-728-T) em pacientes. Estes estudos de braço único (que não possuíam braços de controle): 1) demonstraram a capacidade de eliminar eficientemente o gene CCR5 em células T pela edição de genes orientados por nuclease de zinco e cultivar células ex vivo (fora do corpo); 2) mostrou que uma única infusão de SB-728-T conduziu a enxertos e expansão das células T in vivo (no corpo); 3) possibilitou a persistência a longo prazo das células editadas por genes; e 4) geraram aumentos sustentados na contagem de células T CD4 + e uma decadência significativa e contínua do reservatório de HIV.

    Nenhum evento adverso grave relacionado ao produto do SB-728-T foi relatado nos ensaios clínicos SB-728-T de Sangamo, e não houve observação do desenvolvimento de anticorpos anti-nuclease com dedo anti-zinco.

    Sobre Sangamo Therapeutics

    A Sangamo Therapeutics, Inc. está focada em traduzir ciência inovadora em terapias genômicas que transformam a vida dos pacientes usando as tecnologias da plataforma líder da indústria na edição de genoma, terapia genética, regulação de genes e terapia celular. Para mais informações sobre Sangamo, visite http://www.sangamo.com .

    Sangamo’s Forward-Looking Statements

    Este comunicado de imprensa contém declarações prospectivas, incluindo, mas não limitado a, declarações relacionadas ao potencial de células T editadas por genes para erradicar a infecção persistente pelo HIV em pacientes; o estudo planejado das células T editadas por genes, incluindo a capacidade das células T editadas por genes no estudo, levando a um aumento sustentado da contagem de células T e à erradicação de reservatórios de HIV latentes, o momento desse estudo e as contribuições esperadas de Sangamo; a adequação da subvenção para financiar o estudo planejado das células T editadas por genes; e outras declarações que não são fatos históricos. Essas declarações prospectivas são baseadas nos planos, objetivos, estimativas, expectativas e intenções atuais da Sangamo e inerentemente envolvem riscos e incertezas significativas. Os resultados reais e o momento dos eventos podem diferir materialmente daqueles antecipados em tais declarações prospectivas como resultado desses riscos e incertezas, que incluem, sem limitação, riscos e incertezas associadas a: desenvolvimento de candidatos de produtos de edição de genes e incerteza inerente de sucesso clínico, incluindo os riscos de que a toxicidade inesperada ou os eventos adversos no estudo planejado possam ser observados e que o estudo planejado possa, de outra forma, não validar e apoiar a tolerabilidade e a eficácia das células T editadas por genes; o início, inscrição e conclusão dos estágios de seus ensaios clínicos, incluindo a incapacidade de inscrever o estudo planejado em tempo hábil ou em todos; desafios tecnológicos; o processo de aprovação regulamentar longo e incerto; desenvolvimentos tecnológicos por concorrentes e outros no campo da terapia genômica; e a potencial incapacidade de Sangamo e seus parceiros obter as aprovações regulatórias necessárias e / ou desenvolver terapias baseadas em genes comercialmente viáveis. Uma discussão mais detalhada sobre estes e outros riscos e incertezas pode ser encontrada na rubrica “Fatores de Risco” e em outros documentos e relatórios da Sangamo, incluindo o Relatório Trimestral da Sangamo no Formulário 10-Q para o trimestre findo em 30 de setembro de 2017 e futuros registros e relatórios de Sangamo. A Sangamo não assume nenhuma obrigação de atualizar a informação prospectiva contida neste comunicado de imprensa. e a potencial incapacidade de Sangamo e seus parceiros obter as aprovações regulatórias necessárias e / ou desenvolver terapias baseadas em genes comercialmente viáveis. Uma discussão mais detalhada sobre estes e outros riscos e incertezas pode ser encontrada na rubrica “Fatores de Risco” e em outros documentos e relatórios da Sangamo, incluindo o Relatório Trimestral da Sangamo no Formulário 10-Q para o trimestre findo em 30 de setembro de 2017 e futuros registros e relatórios de Sangamo. A Sangamo não assume nenhuma obrigação de atualizar a informação prospectiva contida neste comunicado de imprensa. e a potencial incapacidade de Sangamo e seus parceiros obter as aprovações regulatórias necessárias e / ou desenvolver terapias baseadas em genes comercialmente viáveis. Uma discussão mais detalhada sobre estes e outros riscos e incertezas pode ser encontrada na rubrica “Fatores de Risco” e em outros documentos e relatórios da Sangamo, incluindo o Relatório Trimestral da Sangamo no Formulário 10-Q para o trimestre findo em 30 de setembro de 2017 e futuros registros e relatórios de Sangamo. A Sangamo não assume nenhuma obrigação de atualizar a informação prospectiva contida neste comunicado de imprensa. 2017 e futuros documentos e relatórios da Sangamo. A Sangamo não assume nenhuma obrigação de atualizar a informação prospectiva contida neste comunicado de imprensa. 2017 e futuros documentos e relatórios da Sangamo. A Sangamo não assume nenhuma obrigação de atualizar a informação prospectiva contida neste comunicado de imprensa.

  21. paraensepositivo diz

    Vou fazer 54 anos em abril e faço tratamento há três, até agora não senti esses efeitos causados pelos ARV’s e espero que eles não venham tão cedo. Sou fumante ( pouco) e bebante também😂😂 meu CD 4 em janeiro último deu 740 estou acima da média ?.

    • Tiago2 diz

      Papa-Chibé(paraense positivo), bom dia!!!
      O ideal seria que você largasse bebidas alcóolicas e cigarros. Qualquer medida que tomares pra poupar o teu organismo será de grande valia.
      Fígado, rins, e pulmão são os que estão mais propensos a terem problemas com o uso desses de bebidas alcoólicas e cigarros. Fora que podes ter outras complicações na tua imunidade, pois antirretroviral não combina com álcool. Provavelmente quando vais beber deixas de tomar o antirretroviral no horário certo? Perigoso amigo!!! Melhoras pra você!!! Um abraço!!!

  22. Dan diz

    Obrigado a todos aqui nos comentários pelos conselhos, dicas e palavras de conforto!! Eu passei na minha infecto e meu peso está totalmente normal felizmente, acho que sim devido a infecção aguda os momentos de depressão e outras coisas contribuíram para a perda de peso, mas agora estou bem melhor! Só tenho uns momentos tristes quando fico sozinho pensando rs , mas vamos levando né vida que segue já voltei academia hoje e minha médica disse que posso tomar whey protein sim. Esse blog me ajuda muito e as pessoas daqui também, valeu por tudo um grande abraço e saúde a todos!!

    • Rafael diz

      Boa tarde Dan. Estou passando pela mesma situação que você exceto a infecção aguda, quanto ao resto também estou passando. Sempre que fico sozinho me bate uma tristeza ao lembrar do vírus. Se puder entrar em contato para conversarmos melhor. Meu e Mail é Rafaelb_ribeiro@outlook.com.br. Grande abraço a todos.

      • kiss diz

        Precisamos nos unir, assim tornaremos os fardos mais leves!! A luta é árdua, mas juntos somos mais fortes! Fato que já houve grandes avanços + muito ainda precisa ser feito!!!

  23. Paulo diz

    Gente, podemos tomar o way protein ? Obaaaa… eu quero tomar sim pois estou malhando e quero ficar com o corpão. Sonhos se realizando! Gratidão sempre gratidão!

    • Caio PE diz

      Tem de ter cuidado com o Whey pois ele pode causar lesão renal com o tempo (associado aos ARVs). Consulte seu infecto antes.

    • Dan diz

      Sim Paulo no meu caso a médica liberou só que com moderação, tanto que ela me proibiu de usar outras coisas como creatina etc.. então somente uso o whey e em quantidade razoável. Mas converse com seu médico cada organismo reage de uma forma né, importante cuidar da saúde em geral boa sorte ae ! 😉

  24. Sorocaba diz

    olha essa matéria show galera … eu acho que no fim das contas quando surgir a cura nao vai ser apenas uma e sim várias formas de cura do HIV.
    Uma equipe de pesquisadores do Centro Médico da Universidade de Nebraska mudou a estrutura química de um medicamento contra o HIV existente para ajudá-lo a alcançar células e tecidos onde o vírus reside.

    O trabalho, que os cientistas disseram que poderia apressar uma eventual cura para o HIV, é detalhado na edição de 5 de fevereiro da revista Nature Communications. O estudo foi liderado pelo Dr. Howard Gendelman, professor e presidente do Departamento de Farmacologia e Neurociências da UNMC, e Benson Edagwa, professor assistente no departamento.

    Usando um esquema que altera as propriedades da droga antiviral dolutegravir, os cientistas da UNMC tomaram a droga modificada e colocaram-na em nanocristais. Os cristais de drogas facilmente distribuídos por todo o corpo para reservatórios de tecido de infecção por HIV.

    PRÓXIMO

    O assédio sexual pode tornar as vítimas fisicamente doentes, revelam estudos
    Ao longo do tempo, ela descobriu, o assédio sexual pode funcionar como …

    A droga modificada quimicamente da UNMC pode acelerar a cura do HIV
    Uma equipe de pesquisadores do Centro Médico da Universidade de Nebraska mudou a estrutura química de um medicamento contra o HIV existente para ajudá-lo a alcançar células e tecidos onde o vírus reside.

    O trabalho, que os cientistas disseram que poderia apressar uma eventual cura para o HIV, é detalhado na edição de 5 de fevereiro da revista Nature Communications. O estudo foi liderado pelo Dr. Howard Gendelman, professor e presidente do Departamento de Farmacologia e Neurociências da UNMC, e Benson Edagwa, professor assistente no departamento.

    Usando um esquema que altera as propriedades da droga antiviral dolutegravir, os cientistas da UNMC tomaram a droga modificada e colocaram-na em nanocristais. Os cristais de drogas facilmente distribuídos por todo o corpo para reservatórios de tecido de infecção por HIV.

    Embora essas drogas tenham sido bem sucedidas para manter o HIV à distância, o vírus pode se esconder nos tecidos, tais como os linfonodos, a medula óssea, o trato gastrointestinal e o baço. O vírus ainda pode se replicar nesses reservatórios, mesmo quando conduzido a níveis indetectáveis ​​no sangue. Pesquisadores, incluindo Gendelman e seus colegas, têm trabalhado para elaborar tratamentos que os eliminariam. Eles também estão trabalhando para mudar o curso do tratamento para que os pacientes tenham que tomar os medicamentos com menos frequência do que a rotina diária atual.

    Em camundongos, o esquema de drogas da equipe do UNMC estendeu a vida do próprio medicamento e facilitou a sua entrada em compartimentos ocultos do corpo quando injetado enquanto aumenta sua ação na redução do crescimento viral.

    “A força deste sistema é que não só pode ser eficaz na melhoria do cuidado e prevenção do HIV”, disse Edagwa em um comunicado, “mas pode ser aplicado a muitas classes de drogas além do HIV, como drogas usadas para tratar câncer, outras doenças infecciosas e doenças degenerativas que afetam o cérebro “.

    http://www.omaha.com/livewellnebraska/health/chemically-modified-drug-out-of-unmc-could-hasten-an-hiv/article_1b5d249b-48a1-5dfc-a82a-d1bb59cffcb3.html

    • Pensante diz

      Que interessante esse ponto de vista.. a cura em si.. esta muito mais na formacocinetica do medicamento… pq o proprio principio ativo cumpre seu objtivo de eliminar o hiv, porém nao em todos os locais do corpo… melhorando a farmacocinetica/ o transporte dessas medicações pode sim eliminar o virus do corpo. Atraves de marcadores que identificam o virus e levam a medicação até lá para elimina-lo.

  25. Jed diz

    Bom dia pessoal ….. Descobri ser portador do HIV no final de dezembro e comecei há duas semanas o tratamento. Estou tendo tonturas e um desconforto abdominal. Isso é normal no começo? Alguém passou por isso?

    • Caio PE diz

      É com o DTG e o 2×1? Se for o 2×1 pode ocasionar isso no início. Com o tempo essa reação tende a desaparecer. Se, após um mês, não cessar, volte ao seu infecto.

    • kiss diz

      Cada paciente tem reações diferentes e há ainda os que não sentem absolutamente nada! Eu no início senti muito desconforto abdominal, náuseas e azia (queimação). Por diversas vezes essas reações eram tão intensas que pensei em abandonar o tratamento!! Terrível mesmo. Mas agora já tem quase 5 anos tomando e já estou bem adaptada….Boa sorte e converse com seu médico sobre isso!!!

  26. Luis Gustavo diz

    https://m.youtube.com/watch?v=eLoypRiD35E.. Olá pessoal! Estou compartilhando com vcs, esse vídeo que mostra o abusrdo dito pelo candidato Jair Bolsonaro. Respeito a opinião de todos! Mas é esse tipo de presidente que queremos em nosso país? ? Vamos compartilhar com o maior número de pessoas, para que nosso país não fique igual na Venezuela, onde muitos irmãos estão de aids por falta de medicação!

    • Jorgito diz

      Esse cara é um vagabundo de marca maior. Pelas declarações, se o Brasil for pra mão de um cafajeste desses quem tem HIV corre risco de ficar sem medicamento.

    • Tiago diz

      Por aí se vê o grau de ignorância, preconceito e desprezo pelas vidas que não se encaixam no padrão do Bolsonaro. Se pessoas com HIV não são problema do “estado”, já que pegaram devido ao seu estilo de vida, então vamos mas é acabar com toda a saúde pública e deixar morrer sem tratamento doentes de câncer, diabetes, problemas cardíacos, etc, já que a grande maioria destas doenças resulta de hábitos individuais menos saudáveis e – nessa lógica – também não seriam problema do “estado”.

      Coloco “estado” entre aspas porque realmente já não sei o que essa palavra significa na boca destes “estadistas” e candidatos a “estadistas” de meia-tigela com que temos que lidar nos dias de hoje. Do jeito que ele fala, até parece que o estado-nação é um mero pedaço de terra e/ou a organização que o gere, deixando de fora do conceito o que eu acreditava ser o principal componente de uma nação, conforme definição do dicionário de português:

      nação. na.ção. nɐˈsɐ̃w̃. nome feminino. 1. conjunto de indivíduos historicamente ligados pela mesma língua, a mesma cultura e por tradições, interesses e aspirações comuns; povo.

      Se o indivíduo com HIV faz parte do povo, como pode um problema seu não afetar e ser também problema do povo, da nação e do estado?

      É a mesma história de sempre. Na hora de recolher impostos, somos todos um e as responsabilidades individuais são coletivas também. Na hora de distribuir, de acordo com as necessidades, é cada um por si e as responsabilidades individuais são apenas individuais.

      E viva o status quo.

    • paraensepositivo diz

      Esse idiota, se se elegesse, não teria poder para acabar com o programa brasileiro de combate a AIDS. O nosso direito é constitucional e ele não vai se eleger…

  27. telma diz

    TRATAMENTOS DE HIV NOVOS E EXPERIMENTAIS

    Reguladores norte-americanos aprovam o novo comprimido combo contendo bictegravir
    Liz Highleyman
    Publicado: 08 de fevereiro de 2018
    A US Food and Drug Administration (FDA) aprovou ontem o Biktarvy , o novo regime de anti-retrovirais de comprimidos simples de Gilead Sciences que contém o inibidor de integrase do HIV bictegravir, que foi altamente eficaz e bem tolerado em ensaios clínicos.

    Biktarvy é o primeiro comprimido de combinação de dose fixa de incluir bictegravir, que não requer farmacocinético aumentando, ao contrário elvitegravir anteriormente inibidor da integrase da Gilead ( Vitekta , também nas Stribild e Genvoya combinações). Isso evita as interações medicamentosas que podem ocorrer com os reforços ritonavir ou cobicistat, o que pode afetar a maneira como muitas drogas são processadas no fígado.

    O bictegravir é combinado com dois inibidores nucleósidos / nucleotídicos da transcriptase reversa: emtricitabina e tenofovir alafenamida (TAF), a nova formulação de tenofovir que contém os rins e os ossos.

    Biktarvy é indicado tanto para adultos que começam o tratamento do HIV pela primeira vez como para pessoas com tratamento com uma carga viral indetectável que desejam mudar para um novo regime que possa ser mais conveniente ou melhor tolerado. Biktarvy é uma única pílula tomada uma vez por dia sem requisitos alimentares, e é o menor comprimido de três drogas no mercado que contém um inibidor de integrase, de acordo com Gilead.

    Os outros regimes de comprimidos simples com base em inibidor de integrase são Triumeq (dolutegravir / abacavir / lamivudina) de ViiV Healthcare e a Juluca (drolegravir / rilpivirine) de duas drogas . Triumeq requer testes para a variação genética HLA-B * 5701, o que aumenta o risco de hipersensibilidade ao abacavir. Juluca foi aprovado pela FDA em novembro, mas ainda não aprovado pela Agência Européia de Medicamentos.

    A aprovação da FDA da Biktarvy baseou-se em dados de quatro ensaios clínicos em fase 3 em curso. Dois estudos compararam o bictegravir versus o dolutegravir em regimes triplos para pessoas previamente não tratadas , usando comprimidos separados (Estudo 1490) ou pílulas combinadas com um único comprimido (Estudo 1489). Eles descobriram que o bictegravir não era inferior ao dolutegravir, com cerca de 90% dos participantes do estudo conseguindo a supressão viral em 48 semanas usando qualquer regime.

    Outros dois estudos avaliaram o bictegravir em pessoas que foram reprimidas por via viral no tratamento atual. O estudo 1878 mostrou que as pessoas que trocavam de um inibidor de protease aumentado para Biktarvy tinham a probabilidade de manter uma carga viral indetectável como aqueles que permaneceram em seu regime existente – novamente cerca de 90% em ambos os braços. Os resultados do estudo 1844 serão apresentados em uma próxima conferência, disse Gilead.

    Esses estudos mostraram que Biktarvy era geralmente seguro e bem tolerado. Os eventos adversos mais comuns foram dor de cabeça e diarréia.

    Como ele contém TAF em vez do tenofovir disoproxil fumarate mais velho (TDF), Biktarvy é menos provável que cause perda óssea ou problemas renais. No entanto, a função renal deve ser testada antes de iniciar Biktarvy e monitorada regularmente. Não é necessário ajustar a dose de Biktarvy para pessoas com uma depuração de creatinina estimada de 30 ml / min ou mais, o corte para doença renal crônica moderada (fase 3), de acordo com Gilead. Através dos quatro ensaios, nenhum participante desenvolveu tubulopatia renal proximal ou síndrome de Fanconi e nenhum descontinuou o tratamento devido a efeitos colaterais relacionados ao rim.

    As pessoas que consideram Biktarvy devem ser testadas para a infecção pelo vírus da hepatite B (VHB) antes de começar, porque o componente TAF é ativo contra o VHB, bem como o HIV, e o tratamento de parada pode resultar em surtos de hepatite.

    Biktarvy está atualmente sendo avaliado em um estudo único para mulheres e em um estudo de crianças e adolescentes, disse Gilead.

    “Em ensaios clínicos ao longo de 48 semanas, nenhum paciente que tomou o regime de bictegravir plus [emtricitabina] / TAF desenvolveu resistência emergente ao tratamento, resultados que foram observados tanto em pessoas novas em terapia quanto em pacientes que foram retidos viroléricamente e optaram por alternar regimes” O Dr. Paul Sax do Brigham and Women’s Hospital em Boston disse em um comunicado de imprensa da Gilead . “Além disso, os dados clínicos mostram que a eficácia antiviral do regime, o perfil de tolerabilidade e as interações medicamentosas limitadas oferecem uma nova e eficaz opção de tratamento para uma variedade de pessoas vivendo com HIV

  28. Chloe diz

    Pessoal existe algum procedimento/cirurgia para a lipodistrofia nas regiões das pernas e glúteos ?
    Eu não acredito que só academia resolva.

    E preenchimento facial qual é a melhor substância atual ? Eu utilizei uma substância anterior que não é mais recomendando utilizar. Mas, preciso de um reforço acredito(Fiz há 10 anos atrás).

    • Caio PE diz

      Atividade física resolve onde os músculos são atuados por ela (mas não é de 100%). Você deve procurar um cirurgião plástico, de preferência indicado pelo seu infecto.

      • Chloe diz

        Qual é a lógica que acontece para não criar mais gordura/músculo na região ?

        Eu tomei praticamente todos as combinações de remédios no passado, porém eu imaginava que o fato de não usar mais a substância significava que poderia ‘voltar’ ao normal.

        Obviamente que não, mas realmente vou procurar um cirurgião, é meio frustante porque só exercício físico não adianta. O curioso que para os braços academia foi super efetivo.

        Alguma sugestão para rosto também ?

        Qual é a especialidade do Médico desse tipo de cirurgia plástica ?

    • telma diz

      Eu pessoalmente fiz preenchimento com metacril a mais de 2 anos mais a mudança foi pouca ,na epoca era coberta pelo sus , queria gordura centrifugada pq poderia preencher mais o rosto sem perigo mais o sus havia cortado devido a falta da cánula e teria que refazer a cada ano sendo mais perigoso que o metracril , devido a lipo na barriga para retirada de gordura . Particular a medica que fez ela coloca ácido hialuronico mais é mais para rugas e aumento de labios e contorno facial dura 6 meses .Ao meu ver atualmente o mais significativo é gordura centrifugada mesmo pelo volume que pode ser colocado e já vi uma pessoa que fez e ficou com o rosto bem preenchido so que o corpo pode absolver tudo . So rezando mesmo e pedir a deus para o corpo nao absorver .

  29. Dru diz

    Olá pessoal, em março faço um ano de tratamento e confesso que com o passar do tempo parece que o peso do diagnóstico tem aumentado. Ao contrário do que a maioria relata que no começo a barra foi pesada, para mim tem aumentado o estigma na minha mente, até porque não é fácil mudar uma rotina que era regada a falta de exercícios físicos mas com muita balada e bebedeiras. Hoje bebo bem menos, sinto que o álcool não me faz bem. Aderi a maconha, pois tira o meu stress e a ansiedade. O fato é que há alguns dias tem aparecido na minha pele pequenas feridas e também “caroços” que coçam bastante. Será isso efeito do medicamento? Algum de vocês já passaram por isso? Espero que não seja um efeito colateral pois se com um ano de tratamento já está surgindo imaginem daqui dez anos?! Um abraço e saúde a todos vocês!

    • TriploX diz

      Dru,
      qual a medicação que vc usa? Eu sei que é difícil mas tente não pensar assim “como será daqui a 10 anos?”. Pq ao invés disso vc poderia pensar “daqui a 10 anos poderei estar curado, e o q farei diferente?”. Tente dominar a sua mente e não o inverso … Cada coisa no seu tempo, e tudo no tempo de deus (ou do destino, p/ quem n crê em deus …). Vc está indetectável, certo? Como está o cd4? Pq vc n tenta marcar um dermatologista p/ verificar isso?
      Boa sorte, abraços!

      • Dru diz

        Eu tomo Dolutegravir, se estou indetectável… acredito que sim…Vou marcar sim com um derma… Vida que segue. Abraço!

  30. Anderson diz

    Por mais que seja difícil, eu tento a cada dia esquecer esse vírus. Não vale a pena deixar sonhos de lado por causa de algo “tão pequeno”.
    Eu perdôo o meu parceiro que me enganou o tempo todo e me passou…o mais difícil é me perdoar.
    Mas a vida continua.

  31. Tiago diz

    Alguém já ouviu falar do pesquisador nigeriano Maduike Ezeibe?! Tropecei no nome e pesquisei aqui no blog e fiquei surpreso por nunca ter sido mencionado! JS?!

    Aparentemente, ele descobriu uma cura – barata ainda – para HIV que consegue alcançar os reservatórios do vírus e levar à cura total, a ponto de alguns pacientes que receberam o tratamento testarem negativo após alguns meses!

    O mais interessante nesta história é que não se trata de apenas mais um médico isolado fazendo alegações. O anúncio foi feito pelo Vice-Chanceler de uma universidade nigeriana, os resultados foram publicados pelo British Journal of Medicine e Medical Research (BJMMR) em 2014(!) e pelo World Journal of AIDS e os únicos questionamentos até à data (que consegui encontrar numa pesquisa rápida) vieram do governo nigeriano, por a droga não ter passado pelos 4 ensaios clínicos exigidos para sua aprovação. Desde então, a cura parece ter caído no esquecimento…

    Vou querer investigar esta história um pouco mais, mas – sinceramente – está parecendo que a cura já foi encontrada (pelo menos para alguns), mas – não me surpreenderia NADA – foi engavetada.

    Leiam… E chorem, talvez… Pois se este pesquisador estiver certo, então não haverá sombra de dúvida que intere$$a muito mais nos manter não curados e entupidos com ARVs para o resto da vida (até eles acabarem conosco, o que eventualmente acontecerá), do que simplesmente nos curar… E de forma barata ainda.

    Links dos artigos publicados no BJMMR e no WJAIDS:
    WJAIDS: https://www.scirp.org/journal/articles.aspx?searchCode=Maduike+C.+O.+Ezeibe&searchField=authors&page=1
    BJMMR: http://www.sciencedomain.org/abstract/2831

    Links de notícias relacionadas:
    https://newtelegraphonline.com/2017/08/doctors-confirm-drug-cures-hiv-says-ezeibe/
    https://naijagists.com/nigeria-is-the-first-country-to-find-cure-for-hiv-aids-prof-maduike-ezeibe-of-michael-okpara-university/
    https://www.premiumtimesng.com/news/headlines/222895-nigeria-agency-faults-professors-hiv-cure-claim.html

      • Tiago diz

        p.s. Nada mais justo que você reconhecer que eu mesmo o fiz, antes de você o fazer?

      • Tiago diz

        p.p.s. Vale esclarecer, para quem não leia inglês, que a NACA descartou a reinvidicação de cura, com base em não ter passado pelos ensaios da praxe, como eu mesmo mencionei no texto e conforme relatado no link que coloquei no final da lista e que parece ter escapado à atenção do JS.

        O que alegadamente aconteceu – conforme relatado pelo próprio pesquisador – foi que ele desenvolveu a droga e OUTROS médicos lhe indicaram seus pacientes, após ele apresentar os resultados do estudo in vitro e na ausência de financiamento para conduzir ensaios humanos.

        O governo questiona este ensaio como sendo “anti-ético”, já o Dr. Ezeibe vale-se da liberdade que um médico tem para administrar o tratamento que entender, aceitando tratar GRATUITAMENTE pacientes que lhe eram indicados por médicos.

        Vale também reforçar que foi sim realizado e publicado um estudo in vitro, revisto por seus pares no jornais científicos acima mencionados, que demonstrou a eficiência da droga. E vale dizer que ainda que a reinvidicação de cura possa – e deva – ser questionada, não foi realizada qualquer investigação para verificar as alegações do professor, alegadamente por falta de fundos.

        • Ainda sigo o mesmo raciocínio, Tiago:

          Se um estudo in vitro, que é o primeiro passo de um longo caminho até que qualquer tratamento ou medicamento seja reconhecido como eficaz, tiver um resultado interessante, dificilmente ele não vai conseguir financiamento, ainda mais no que diz respeito à cura do HIV.

          Se o estudo in vitro do Dr. Ezeibe não foi investigado não chamou atenção dos seus pares, a razão mais provável é porque ele é fraco. O quer dizer que ninguém quer perder tempo sequer investigando os resultados que ele alega ter conseguido.

          • Tiago diz

            JS, como não chamou a atenção de seus pares, se foi publicado em vários jornais científicos e é apoiado pela própria universidade??

            • Tiago diz

              Sendo que a droga ainda demonstrou sua eficácia contra outros vírus!

    • kiss diz

      Visível que as indústrias farmacêuticas lucram valores absurdos com isso! Fato que não seria interessante descobrir a cura! É um jogo de poder a ambição muito grande. Enquanto torcemos para que haja descoberta e esperança de dias melhores, há o outro lado que domina e enriquece cada dia mais à custa do sofrimento alheio!!! Lamentável, mas é a realidade!!! Precismos acreditar e esperar, sempre antenados no que vem acontecendo de novidades no ramo da ciência!!!

  32. Tiago diz

    Gente, publiquei ontem aqui um comentário que está aguardando aprovação, por conta dos links que inclui, mas adianto desde já o que encontrei, sem links para publicação imediata.

    Aparentemente, um pesquisador nigeriano descobriu uma cura para o HIV, que alcança os reservatórios, com zero toxicidade, tendo alegadamente já curado algumas pessoas, a ponto de testarem negativo em exames e de elevar os níveis de CD4 acima de 2.000!

    Em outros estudos anteriores com animais, a mesma droga demonstrou a sua potência antiviral contra outras doenças também.

    Importante dizer que não se trata de um mero médico isolado fazendo alegações extraordinárias de curas milagrosas. O anúncio foi feito pelo vice-chanceler de uma universidade nigeriana, é fruto de anos de pesquisa em animais – o Dr. Ezeibe é veterinário – e os resultados dos testes in vitro foram publicados inclusive pelo British Journal of Medicine and Medical Research (em 2013! e não 2014 como mencionei no outro comentário) e pelo World Journal of AIDS e anunciados também num congresso de Virologia em Atlanta (EUA).

    Pesquisem o nome “Maduike Ezeibe”. Sem surpresas, nem encontrei menção na mídia internacional, apenas na nigeriana. Se tiverem dúvidas, no entanto, busquem o site do British Journal of Medicine and Medical Research e lá pesquisem o nome do Dr. Maduike Ezeibe para encontrarem o estudo a que me refiro, disponível para download.

    Cada vez mais me convenço que a cura já foi encontrada, mas não interessa às grandes farmacêuticas. Certamente, pacientes não curados mas que vivem uma vida longa em tratamento vitalício são uma melhor fonte de renda.

    • Tiago diz

      p.s. Também sem surpresas, hoje encontrei uma menção ao Dr. Ezeibe na IstoÉ, mas num artigo associando o seu nome sua descoberta ao “lucrativo negócio dos milagreiros no combate à AIDS na Nigéria”, que fala dos frequentes golpes envolvendo poções artesanais, curandeiros, rezas, etc.

      O artigo menciona que as autoridades de saúde governo nigeriano, que devem ser pouco corruptas e amigas das farmacêuticas de quem adquire ARVs para distribuição gratuita no país, questionaram a descoberta de cura, com base em não ter passado pelos ensaios clínicos da praxe. Aparentemente, nem os jornalistas da IstoÉ nem os da AFP (Agence France Presse) se deram ao trabalho de investigar a história ou verificar as alegações do Dr. Ezeibe, quanto a ter tido resultados promissores de ensaios in vitro publicados no BJMMR.

      Melhor associá-lo a curandeiros e milagreiros e deixar a história morrer.

      • Chloe diz

        Desculpa, mas a lógica para a Big Pharma é o oposto do que as pessoas alegam.

        Você pode cobrar muito mais caro por uma cura do que um tratamento que leva anos de pesquisa e desenvolvimento, fora a quebra de patente que existe.

        O maior exemplo é Hepatite C que tinha tratamento ineficientes, e quando a cura foi encontrada há uns 4 anos, ela foi distribuida a preços mais caros que o tratamento convencional.

        Do ponto de vista financeiro, não há motivos reais para ‘esconder’ patente. Seria uma perda de tempo e dinheiro abissais.

        Cura não significa que você não terá outra vez a doença, então faz mais sentido ela ser mais cara e por default não trivial.

        Too good to be true, meu caro.

        Eu recomendo você ver esse vídeo do canal Nerdologia sobre testes clínicos/big pharma.

        • Tiago diz

          Oi Chloe, acontece que, de acordo com o pesquisador, a droga seria bem barata de produzir, então – para a Big Farma cobrar valores altos – teria que arrumar muito boas justificativas. Naturalmente os ensaios custam caro, pois são necessários vários e demoram anos, mas considerando o número de casos existentes a nível mundial e o alegado baixo custo de produção, não seria difícil diluir esse investimento mesmo numa venda de baixo custo.

          Fato é que, de acordo com o estudo publicado pelo BJMMR, a droga desenvolvida pelo Dr. Maduike Ezeibe apresenta resultados extremamente promissores in vitro e, desde então, NINGUÉM investiu um centavo para aprofundar a pesquisa e passar a ensaios humanos.

          O governo nigeriano simplesmente questiona, mas não demonstra qualquer interesse em financiar pesquisas para verificar as alegações ou seus próprios questionamentos. Enquanto isso, gasta milhões comprando das farmacêuticas ARVs que não curam?

          Quanto aos motivos desta falta de interesse, tudo é possível, desde a falta de interesse econômico a controle populacional. O porquê só posso especular, mas acho MUITO suspeito que uma pesquisa de anos, envolvendo uma droga de sucesso comprovado em animais face a outros vírus e confirmada in vitro face ao próprio HIV, não receba qualquer atenção da mídia ou de investidores.

          Não faltam pesquisas buscando ARVs que não alcançam os reservatórios, mas quando surge uma que alega alcançar e de forma barata, passam-se anos sem se aprofundar a pesquisa?

          Porquê?

      • Tiago,

        Nada impede o Dr. Maduike Ezeibe de enviar seus estudos para revistas renomadas de verdade, como Science e Nature, que pautam todas as notícias sérias sobre saúde e ciência. Além disso, você não acha quem se o Dr. Ezeibe tivesse mesmo descoberto a cura, a Big Pharma não daria um bom dinheiro para ele e lucraria em cima da sua descoberta?

        Maduike Ezeibe é sim um curandeiro falastrão que, assim como muitos outros, quer lucrar em cima de desinformados desesperados que acreditam nele. Não caia nessa.

        • Tiago diz

          JS, me esclareça então! Por acaso o British Journal of Medicine e Medical Research NÃO é sério?

          • Tiago diz

            Quanto ao seu questionamento do Big Pharma dar um bom dinheiro e lucrar em cima da descoberta, não sei as contas que eles fazem e nem sei os verdadeiros interesses que os movem, na certeza que esse grandes grupos têm uma relação bem próxima com o governo mundial.

            Infelizmente, não é segredo nem de hoje que os governantes mundiais encaram o crescimento populacional descontrolado como uma séria ameaça. O próprio Príncipe Carlos publicou na sua página oficial um estudo que diz serem necessárias medidas urgentes de controle populacional, não tão explicito nem apologista de medidas draconianas quanto mas bem em linha Malthusiana (séc XVIII), sendo que este último (falo de Thomas Robert Malthus, para quem não saiba) defendia inclusive usar a distribuição de doença e de guerras para reduzir a população e evitar uma catástrofe maior.

            Então, me perdoe, mas fato é que podem sim existir conflitos de interesses bem maiores que o mero lucro e que podem, inclusive, travar a busca pela cura e pelo lucro.

          • Tiago diz

            A mim parece bem sério, mas reconheço ser leigo:

            Journal of Advances in Medicine and Medical Research
            ISSN: 2456-8899
            Past name: British Journal of Medicine and Medical Research
            ISSN: 2231-0614 (Past)
            NLM ID: 101570965
            Frequency: Weekly
            Journal DOI: http://dx.doi.org/10.9734/jammr (Link)
            Peer-review model: Advanced OPEN peer review
            Digital Archiving: Journal Repository (JR)
            ICV 2015: 92.53

            Chief Editors:
            Dr. Salomone Di Saverio, Emergency Surgery Unit, Department of General and Transplant Surgery, S. Orsola Malpighi University Hospital, Bologna, Italy

            Dr. Jimmy T. Efird, Department of Public Health, Director of Epidemiology and Outcomes Research, East Carolina Heart Institute, Brody School of Medicine, Greenville, North Carolina, USA

            Dr. Masahiro Hasegawa, Department of Orthopaedic Surgery, Mie University Graduate School of Medicine, 2-174 Edobashi, Tsu City, Mie, 514-8507, Japan

            Dr. Philippe E. Spiess, Department of Genitourinary Oncology, Moffitt Cancer Center, USA
            AND Department of Urology and Department of Oncologic Sciences (Joint Appointment), College of Medicine, University of South Florida, Tampa, FL, USA

            Dr. Nikolaos Papanas, Outpatient Clinic of the Diabetic Foot, Second Department of Internal Medicine, Democritus University of Thrace, Alexandroupolis, Greece

            Dr. Chan Shen, Department of Biostatistics, MD Anderson Cancer Center, University of Texas, USA

            Dr. Oswin Grollmuss, Head of Department of Pediatric and Adult Resuscitation Congenital Heart of Centre Chirurgical Marie Lannelongue, University Paris XI , France

            Dr. Francesco Angelico, Professor, Department of Public Health and Infectious Diseases, Sapienza University Medical School, Rome, Italy

            Dr. Costas Fourtounas, Faculty of Medicine, School of Health Sciences, University of Thessaly, GREECE

        • Tiago diz

          O World Journal of AIDS também publicou o estudo do Dr. Maduike Ezeibe e também me parece bem sério:

          Editor-in-Chief
          Prof. Linda D. Moneyham, The University of Alabama, USA

          Executive Editor-in-Chief
          Dr. Jayashree Seema Nandi, Albert Einstein College of Medicine, USA

          Editorial Board
          Prof. Julianne Bayliss, Monash University, Australia
          Dr. Fernando Martín Biscione, Unimed Belo Horizonte Head of Epidemiology, Brazil
          Dr. Pere Domingo Autonomous Unversity of Barcelona, Spain
          Dr. Mohamed G. Elfaki King Faisal Specialist Hospital and Research Centre, Saudi Arabia
          Prof. Don Mark Estes University of Texas, USA
          Prof. Daniele Focosi Azienda Ospedaliero-Universitaria Pisana, Italy
          Dr. Lia Ginaldi L’Aquila University, Italy
          Prof. Hezhao Ji Public Health Agency of Canada, Canada
          Dr. Basak Kayhan Inonu University, Turkey
          Prof. Denise M. Korniewicz University of Miami Miller, USA
          Prof. Kyu-Sup Lee Pusan National University, South Korea
          Dr. Julio Martín-García Drexel University, USA
          Prof. Basavraj S. Nagoba MIMSR Medical College, India
          Dr. Giuseppe Nunnari University of Catania, Italy
          Prof. Patricia Price University of Western Australia, Australia
          Dr. Upal Roy Florida International University, Miami FL, USA
          Prof. Yuhua Ruan Chinese Center for Disease Control and Prevention, China
          Prof. Fausto Titti National AIDS Center, Italy
          Dr. Alexander Y. Tsygankov Temple University, USA
          Prof. Shailendra Kumar Verma Defence Research & Development Establishment, India
          Dr. Vincent Vieillard Centre National de la Recherche Scientifique, France
          Prof. Chi-Chiang Yang Chung Shan Medical University, Chinese Taipei
          Prof. Chunfu Zheng Chinese Academy of Sciences, China

        • Tiago diz

          Com base em que fatos você – que se posiciona como jornalista soropositivo – sugere que toda esta gente não é séria, JS??

          Juro que estou tentando entender….

            • Tiago diz

              Por favor não desvie o assunto JS! Me mostre FATOS CONCRETOS para sustentar seu julgamento categórico de que o Dr. Ezeibe é realmente uma fraude.

              Bem que eu gostaria que o fizesse – lhe juro – pois ainda prefiro conviver com este maldito vírus do que conviver com a possibilidade que existem forças suprimindo a cura do sofrimento de milhões de pessoas.

              • Você quer fatos da pessoa errada: eu procuro os fatos em fontes confiáveis e os publico aqui. Nesse caso, não encontrei. É isso! Se quer um opinião: é marmelada. Um script já reproduzido muitas vezes desde o começo da epidemia.

                • Tiago diz

                  E eu continuo questionando com base em quê você desclassifica categoricamente como fraude e marmelada o BJMMR, o WJAIDS e uma Universidade inteira e todos os profissionais nelas envolvidos como fontes não confiáveis, sendo que a universidade continua pressionando o governo e senado até hoje para investigar as alegações.

                  Mas enfim, já percebi que não irá responder as minhas dúvidas.

                  • Tiago diz

                    Sinceramente, estou desiludido por perceber que você julga toda esta gente como “fraude” e “marmelada” sem quaisquer provas que sustentem este julgamento e com base apenas na ausência de melhores provas a favor.

                    Veredito: Culpado, sem provas.

                    Ainda bem que não se formou Juiz!

                    • Que drama, Tiago…

                      Eu não julguei como um juiz: eu dei a minha opinião, com base na minha experiência. Já ouvi essa história que você trouxe diversas vezes e não vejo relevância alguma em publicá-la aqui.

                      Você é que parece querer um julgamento, com viés favorável ao médico africano. Mas lembre-se que a informação que você quer não virá de mim: virá do governo e do senado, tal como você escreveu antes. Se a resposta deles for favorável e o estudo do doutor for publicado na Science ou na Nature, eu terei o maior prazer em postá-la aqui.

                      E tomara que eu esteja errado, para que todos nós nos beneficiemos da cura do Dr. Ezeibe.

                • Tiago diz

                  A quem interesse, segue a biografia do Dr. Maduike Ezeibe:

                  Maduike, C. O. Ezeibe é nigeriano. É professor de Medicina Veterinária no Departamento de Medicina Veterinária, Universidade de Agricultura Michael Okpara, Umudike-Nigéria e graduado da Universidade da Nigéria, Nsukka, de onde obteve o Doutorado em Medicina Veterinária (DVM), M.Sc e Ph .D. Ele também é colega da College of Veterinary Surgeons, Nigéria (FCVSN). O Prof. Ezeibe ganhou muitos prêmios acadêmicos, incluindo: melhor aluno em microbiologia veterinária, patologia, saúde pública e jurisprudência e em clínicas veterinárias. Em 2011, ele ganhou o prêmio do comitê permanente presidencial do governo nigeriano, para a invenção de Alumínio sintético – silicato de magnésio medicinal (nanopartículas) – um medicamento antiviral de amplo espectro que se mostrou eficaz contra o vírus da gripe aviária, o vírus do sarampo, o vírus da doença de Newcastle, o Peste des vírus dos pequenos ruminantes, vírus da doença burstral infecciosa, vírus da síndrome da gota de ovo 76, vírus da varíola aviária e parvovírus canino. Para a virologia 2015, o professor Ezeibe deve discutir: Ensaio clínico de efeitos anti-retrovirais do silicato sintético medicinal de alumínio e magnésio (Nanoparticulas).

                  Esta biografia foi retirada do site do 5th World Congress on Virology (2015).
                  Link: https://virology.conferenceseries.com/speaker/2015/maduike-ezeibe-michael-okpara-university-of-agriculture-nigeria

                  • Tiago diz

                    E o abstrato da palestra que deu nesse congresso:

                    As moléculas de silicato de alumínio e magnésio (AMS) são feitas de plaquetas com cargas elétricas negativas em suas superfícies e cargas positivas nas bordas, enquanto todos os vírus possuem taxas elétricas positivas líquidas ou cargas elétricas negativas. O HIV é carregado positivamente. AMS é seguro para uso como medicamento. Suas extremidades negativas e positivas carregadas eletricamente tornam-no um agente antiviral de amplo espectro, pois usa superfícies de suas plaquetas moleculares para inibir vírus carregados positivamente e usa bordas para inibir vírus carregados negativamente. Quando uma porcentagem significativa de infecções virais é inibida pela AMS, a imunidade completa o término das infecções. Além disso, as plaquetas de moléculas de AMS são Nanopartículas. O tamanho ultra pequeno das plaquetas permite que passem barreiras fisiológicas. Assim, as nanopartículas AMS atingem vírus em todos os órgãos. A afinidade das nanopartículas por células anormais (infectadas e de câncer) torna a AMS capaz de adsorver e destruir células infectadas pelo HIV. Isso significa que mesmo o HIV “escondido nas células” é exposto e adsorvido. Eliminar o HIV do sangue e os órgãos significa que milhões de novas partículas virais, liberadas de células infectadas, impedem o estabelecimento de novos focos da infecção. Assim, o estágio da síndrome de imunodeficiência adquirida (AIDS) é impedido. Prevenção de AIDS dá vantagens de resposta imune sobre a infecção. A Nigéria não tem AMS, como um recurso natural, mas há abundância de silicato de alumínio e silicato de magnésio no país.

                    Esses dois minerais que também são medicamentos seguros, reagiram para obter uma forma mais pura de AMS. O monohidrato de dextrose foi incorporado na AMS sintética, para transportar suas moléculas através das mucosas dos tractos gastrointestinais, no sangue, que os transporta a todos os órgãos e tecidos. In vitro, o AMS sintético medicinal (MSAMS) inibiu vírus de seis famílias, incluindo Retroviridae. Também foi usado para curar animais desafiados com diferentes vírus. O MSAMS foi, portanto, usado para o tratamento experimental de pacientes com HIV / AIDS. As amostras de plasma dos voluntários foram testadas quanto a cargas virais antes do tratamento e, repetidamente, durante o ensaio clínico. Durante quatro semanas, foram tratados com: o MSAMS (50 mg / kg), Amicilina estabilizada com MSAMS tri-hidrato (7,5 mg / kg) e estimulantes imunológicos. Após as primeiras 4 semanas, o tratamento foi reduzido para 50 mg / kg (MSAMS) e estimulantes imunológicos. Este regime continuou até quatro semanas após a carga viral de cada paciente cair abaixo de 50 / ml. A carga viral média dos pacientes aumentou (P = 0,006) de 498,50 ± 33,37 para 1,072.50 ± 184,55 após 3.75 ± 2.06 semanas do tratamento, sugerindo que expôs o “HIV escondido nas células”. Em seguida, reduziu para 407,33 ± 297,27 (P = 0,04) quando a duração do tratamento aumentou para 6,67 ± 2,31 semanas. Ao prolongar a medicação por 10,40 ± 6,10 semanas, houve redução de 98,61% da carga viral, de 19,500.00 ± 29.580,00 a 270.80 ± 412.80 (P = 0.004). Dois dos pacientes tiveram suas cargas virais reduzidas para 40 / ml e 44 / ml, respectivamente (abaixo de 50 / ml). Eles ainda estão saudáveis, dez e dezesseis meses após o tratamento. O que resta é confirmar o seu estado de HIV por meio de um teste de antígeno, em vez de testar anticorpos, porque, os anticorpos virais podem permanecer no sangue, muito tempo após o término das infecções.

                    • Tiago diz

                      Esclarecimento a todos: Da mesma forma que não posso defender e questiono – sim! – a validade da descoberta (a isso se chama reter julgamento), desprezo profundamente qualquer tentativa de a desclassificar e julgar categoricamente e ao seu autor como “fraude”, com base em opiniões e sem ao menos ser realizada uma investigação séria e CIENTÍFICA das alegações.

                      Me parece uma atitude vergonhosa, para não dizer criminosa e não esperava que isso pudesse acontecer aqui, sinceramente, muito menos vindo de um suposto jornalista.

                      Pena.

      • Tiago2 diz

        Os governantes não têm interesse na cura do HIV, pois eles comem no prato da indústria farmacêutica mundial. Tem dinheiro mais fácil??? Alguém já escutou falar nos trezentos??? Pois é, acreditem, tem muito mais coisa obscura no mundo do que imaginam!!! Eu desconfio que a cura do HIV já existe há muito tempo, porém só é interessante aos soropositivos… A indústria farmacêutica cobra do governo brasileiro em média R$ 2.000,00 por um coquetel por mês. Imaginemos que a cura custe R$ 10.000,00. O que a indústria farmacêutica perderá é algo inimaginável!!! Vamos viver bem nos cuidando, porque governo nenhum tem interesse em acabar com essa teta de dinheiro fácil!!!

  33. Tiago diz

    E já agora, pode me esclarecer também com base em que fatos você acusa o Dr. Maduike Ezeibe de ser um “curandeiro falastrão”? Como jornalista que é, e que acredito ser responsável, espero ter fatos para sustentar essa séria acusação…

  34. Tiago diz

    Caro JS,

    Você tomou a liberdade de vir aqui, usando da sua autoridade e popularidade no seu espaço, para julgar de forma categórica e sem deixar qualquer margem para dúvida: um pesquisador, a universidade que o apoia, os médicos que a ele indicaram seus pacientes e dois jornais científicos, revistos por dezenas de profissionais médicos.

    Você sugere que falta seriedade a toda esta gente, acusa um médico que distribui tratamento GRATUITO – de eficiência comprovada in vitro – de ser uma fraude, apenas interessado em lucrar com pessoas desesperadas que sofrem com a SUA própria condição (suposta, já que nem tenho como saber se você ou sua condição é real), quando quem hoje lucra BILHÕES são as farmacêuticas que não nos oferecem cura.

    Você se diz jornalista, mas foi rápido a jogar lama, sem apresentar fatos concretos ou científicos para sustentar a sua acusação, sendo que nem mesmo as autoridades nigerianas, o fizeram. Lembrando, a NACA questionou a reinvidicação de cura, sem receber ou sequer ouvir o professor, mas não investigou as alegações.

    Você se diz soropositivo e positivo quanto à evolução dos tratamentos e até à possibilidade de cura, mas parece nem considerar a possibilidade de que alguém a possa encontrar ou até já a ter encontrado ou que possam persistir interesses travando a cura e quando sabemos as atrocidades que já foram cometidas num passado não tão distante contra negros e homossexuais, as duas populações frequentemente mais atingidas pela epidemia. E quando ouvimos, de candidatos a estadistas e próximos ao poder, as barbaridades que aqui mesmo foram mencionadas…

    Qual é a sua, JS? Tá estranho esse comportamento, muito estranho…

    Aguardo seus esclarecimentos, se você se dignar a responder.

    • Tiago diz

      p.s. Para deixar claro a todos que acompanhem esta discussão, sou extremamente grato ao JS pela existência deste espaço e pela informação aqui disponibilizada, não só por ele mas por todos, mas não idolatro NINGUÉM. E se vejo incoerências, questiono sim.

      • SAR diz

        Tiago,

        Li boa parte dos seus questionamentos sobre a validação das publicações que você postou aqui sobre o Dr. Ezeibe. Vi que você questionou ao JS sobre a falta de credibilidade que ele atribui a essas revistas as quais os estudos foram publicados. Olha, nem sempre um estudo científico publicado em revistas internacionais são de relevância. Pesquisando um pouco sobre os Jornais: (1) World Journal of Aids and (2) Journal of Advances in Medicine and Medical Research não consegui encontrar o fator de impacto de (2). Esclarecendo, fator de impacto é um índice calculado com base em diversos fatores que são atribuídos aos jornais. Quanto maior esse índice mais renomado o jornal e mais criteriosos são os estudos publicados no mesmo. Existe um indicador dentro do Brasil, conhecido como Qualis-CAPES que é uma plataforma da CAPES, que mede a relevância de vários jornais de todas as áreas do conhecimento dentro do Brasil. O Journal (2) nem aparece na base de dados da CAPES quando você pesquisa dentro das áreas de Medicina I, II e III. O World Journal of Aids tem um factor de impacto de 0.88 e na Plataforma Qualis-CAPES é classificado como C. Só para você entender, é considerado muito relevante, artigos publicados em revistas A1, depois A2, B1, B2, B3, B4, B5 e, finalmente, C. Só para parâmetros de comparação, os jornais científicos mencionados pelo JS, Science fator de impacto (37.205) em 2016 é classificada pelo Qualis-CAPES como A1. Já a Nature, fator de impacto (40.137) em 2016 é classificada também como A1 pelo Qualis-CAPES. Abaixo segue o link da plataforma Sucupira onde é possível verificar a classificação de diversos jornais dentro das mais diversas áreas.

        https://sucupira.capes.gov.br/sucupira/public/consultas/coleta/veiculoPublicacaoQualis/listaConsultaGeralPeriodicos.jsf

        Espero tê-lo ajudado!

        Abraço.

      • Cara Positivo PA diz

        Olá Tiago,
        Li todo o seu argumento e como pesquisador universitário confirmo o que o SAR falou, as revistas indicadas não tem qualis (que é uma ferramenta de medir o impacto das revistas) ou eles são muito baixos. Ou seja, o estudo é irrelevante se fosse bom realmente estaria em revistas qualis A1.

        O que você pode buscar depois é entender mais sobre o qualis-CAPES e sobre um mercado de venda de artigos em “revistas cientificas” que aceitam qualquer coisa para publicação, existem até reportagens que mostram que essas “revistas” aceitaram artigos sem pé e sem cabeça feitos por robos.

        Durante o meu mestrado tive colegas que publicaram artigos em revistas pagas (entre R$ 800 e R$ 2000) mas que tinham qualis C, apenas para melhorar o curriculo, já que em bancas de concurso ainda não é analisado a qualidade da revista, mas somente o numero de publicações.

        Eu mesmo busquei revistas qualis C de instituições de ensino superior para publicar coisas menores para melhorar o currículo e até certo ponto muitos pesquisadores fazem. Eu só não paguei pq não tenho dinheiro e já tinha um aceite qualis A2 para a minha dissertação.

        Usar revistas pagas ou de qualis baixo para melhorar o currículo não é ilegal ou imoral, em todo o caso temos que ter dois pés atrás com o que é publicado nelas da mesma forma que não consideramos cientificamente relevante coisas publicadas em um TCC ou em uma Iniciação Cientifica. Além disso já dá pra desconfiar da qualidade das revistas mencionadas por você só vendo o site delas.

        Por fim, se você tem interesse sobre pesquisas você pode buscar os Periodicos Capes, basta ir em qualquer biblioteca de universidade que a bibliotecaria lhe explicará como usar, com o Periodico capes você terá acesso a vários estudos sobre todos os assuntos, e o melhor, de fontes confiáveis.

        • Meire diz

          Tiago, enquanto pesquisadora e profissional da saúde, concordo com a SAR e o cara positivo PA no que diz respeito às publicações em revistas.
          Concordo com o JS também que quando existir realmente algo relevante sobre a cura, as revistas sérias terão o maior interesse em publicar.
          Como ele, acredito também que não temos a cura ainda.
          Mas acho super importante falar para você pensar no fato que existe um tratamento muito eficaz e que as pessoas estão vivendo muito bem, como falo sempre, trabalhando, namorando, tendo filhos, se divertindo…
          Sei que tem que tomar remédio todo dia, sei que cansa, mas tem que tomar remédio todo dia para tantos outros motivos também.
          Tente focar no seu tratamento agora e pensar como outras pessoas falaram, que após saberem do hiv, passaram a se cuidar melhor e a vida melhorou.
          Isso não é demagogia, muitos dos meus pacientes melhoraram muito a qualidade de vida após o hiv, vejo prova concreta disso todos os dias, melhoraram alimentação, fazem atividade física, passaram a ter mais lazer…
          Claro que não foi da noite para o dia, mas estão tão bem.
          Viva bem e tenha certeza que quando tiver a cura, saberemos.
          Desculpe se estou sendo repetitiva.

          Bjo

  35. Ricardo diz

    Deixo aqui minha opinião discordante soro discordantemente. Já encafifei muito com isso tudo. E descobri que é uma questão mental somente. Quando conheci minha esposa surtei. Éramos um casal se formando e não sabia nada de hiv. Me senti traído pelo medo dela me falar disso. Ela me pagou um médico. Fui conversar e ele me disse… olha… Não é só querer estar com ela. Respeite seu receio . Alguns podem ser bombeiros e outros tem medo. Lembro disso sempre . Hoje o hiv é talvez das mais insignificantes coisas que temos entre nós. Achei que este tempo nunca chegaria. Eu vinha aqui todo dia ver o blog.

    E reparei que não passo a meses. Não temos mais o estigma entre nós. É uma enfermidade … Hoje menos grave que uma diabetes. Crônica no sentido de infindável no momento. Mas não tira em nada a liberdade ou que coisa assim. Eu conquistei isso sendo o negativo. Colocamos este vírus de escanteio e tenho até muito carinho por ele. Ambos. Por nós ensinar. Ela não tem lipo nem nada. Uma miss. Assediada. Linda. Ciumento que sou é um problema RS. Linda ao extremo . Mas que passou pelos anos 2000 com o estigma de morte. Este vírus não é forte pessoal.

    A mídia ferrou tudo. Conheço mais gente tomando 19 vitaminas por dia do que uma tomando 1do 3 x1 … e sendo tri atleta só digo que vocês estão completamente equivocados . O mundo mudou e o tratamento também. . Aliás atleta é ela não eu. Eu morreria antes dela se não aprendesse a me cuidar melhor.

    Palavras do médico.

  36. Ney diz

    Desculpem mas está interessante essa briga entre JS é o Thiago kk bom enquanto isso vou tomando o meu 2×1 e sonhando com a CURA. Quem sabe um dia né amigos…

    • Rafael diz

      Ney espero que tenhamos a oportunidade de aproveitar a cura. Independente de onde venha. Também tomo o 2×1 e Dolutegravir. Infelizmente o que sabemos é que ainda não temos a cura. Entendi os pontos de vista aqui expostos.

  37. Rodrigo29 diz

    Um médico veterinário encontrou a cura, enquanto Phds em medicina e genética estudam há décadas… hahhaheha essa é boa. Tiago, a maioria das fontes que vc
    citou não são confiáveis, pesquise com base em referências renomadas. Não acredite em tudtudo que vc lê.

  38. Positivo Azul diz

    Por um lado o Tiago tem razão.
    Ficarmos esperando de braços cruzados tomando sopinha na boca confiando em laboratórios que só pensam em $ , a “cura” sempre será uma falsa e eterna ilusão.
    Temos que investigar isso, levar o assunto nas mãos de quem é capacitado a investigar e a outras autoridades que tenham interesse no estudo.
    Sendo verdade ou não, é melhor investigar e ter uma decepção do que viver com um frasco de remédios para a cura na mão.

  39. Cbb diz

    Realmente foi um debate positivo entre o Tiago e o JS, mas não devemos nos esquecer que no meio disto tudo há o interesse das indústrias farmacêuticas que têm no seu principal objetivo social o LUCRO.
    Julgo ser importante não descartar todas as informações e possibilidades médicas já que se trata da pandemia mais estudada na história da humanidade.

  40. DEAN diz

    Acho que sou um dos poucos positivos que não sentem culpa de absolutamente NADA! Sim, fui predador sexual desde a adolescência. Transei com muitas mulheres sem camisinha e alguns caras também. Mas porque quando alguém pega uma gripe/hepatite/infecção viral não fica se martilizando a vida toda? Simplesmente busca um profissional de saúde e segue o protocolo indicado. De onde surge este estigma? Não seria o hiv apenas mais um virus, como qualquer outro? Sou indetectável desde o primeiro mês de tratamento, não poderia transmitir o virus nem se quisesse, sou honesto trabalho, curto pra caralho! Gozo todo dia. Vivo a vida melhor do que antes, não abaixo a cabeça pra ninguém, não saio com uma placa “soropositivo” nem utilizo p rótulo nas minhas relações pessoais, já que nunca vi nenhum soronegativo se apresentando socialmente com base em sua sorologia. Não me importo que saibam da minha sorologia, apenas não sinto necessidade de expor! E até acho que se algum dia me apaixonar de verdade ( o que acho, no mínimo ,improvável hehehhe) , contaria sem medo a ele/ela. Se martilizar não é caminho para felicidade! Sigo saudável, unapologético, marrento, e mais feliz do que antes! Porque o Hiv salvou minha vida, teria morrido bem mais jovem caso não fosse soropositivo, isso porque descobri aos 25. Logo tenho muito a agradecer ao HIV e o crescimento que este víruszinho de merda hehh tem me proporcionado!

    • Rafael diz

      Dean disse tudo 👏🏽👏🏽👏🏽 Parabéns pela sinceridade.

      • DEAN diz

        Obrigado brother! Segue o bonde porque estamos no começo e não no fim. Abraço!

    • Rômulo diz

      Exatamente como eu vivo, após ficar indetectável voltei a vida que eu levava antes e to de boa !

    • kiss diz

      Maravilha seu ponto de vista! Penso que era exatamente assim que todos deveríamos prosseguir, + infelizmente o medo no tira muita liberdade…A vida precisa prosseguir e só precisamos nos cuidar, nos amar e deixar a vida nos proporcionar tudo de melhor possível…Eu particularmente tô precisando fazer uns ” ajustes” na minha vida que pensei ser impossível devido ao diagnóstico! Mas agora já se passaram quase 10 anos, vejo que isso não é o fim + talvez o grande início de muitas coisas boas!!! Somos uma geração privilegiada de certa forma, pois um tratamento altamente eficaz, se comparado ao passado, então precisamos aproveitar e viver intensamente…..

  41. Sergio diz

    Boa tarde gente ….sou aqui do RJ capital me descobri soro positivo em 2016 (setembro precisamente) e so em janeiro de 2017 comecei o tratamento com os medicamentos ( 03 em 1)…como fui acompanhado por um medico na clinica da familia meu exame de carga viral foi enviado para um infectologista por email pelo medico clinico q me diagnosticou e o mesmo passou a medicaçao, o q me alegaram foi q como eu estava bem e sem sintomas e minha carga viral estava boa nao precisava passar por um infectologista…como sou leigo no assunto e devido ao trauma inicial acabei aceitando esse metodo, e sempre esta sendo assim, meus exames de carga viral sempre sao enviados para uma medico por emai e ele responde com mantenha o tratamento…na vdd nao me importa mais se e certo ou errado…acho q e errado… e a parte fisica como fica…Nunca tive nenhum sintoma da doença e efeitos colaterais so na primeira semana…mas gostaria de ser tratado por um infectologista em q eu o visse e conversasse…Minha pergunta e alguem conhece pra me indicar um bom infectologista aqui na capital do rj, nao tenho plano de saude ainda, mas pagarei ate ter um…abraços e adoro esse blog…
    SLAS Rj

  42. paraensepositivo diz

    Tiago, aqui no Brasil até uns dois anos atrás havia um médico que afirmava que tinha descoberto a cura para a AIDS, usando o chá de mutamba😂😂😂 não acredite em tudo que leia na internet.

  43. Sorocaba diz

    Tiagão a cura vai vir cara … eu tb já procurei muito no começo sobre cura e até as notícias q nao sao verdadeiras acabaram por me dar uma esperança e me acalmar. Kra o importante eh seguir sua vida e realizar os seus sonhos sempre q possível. Lembro q li uma matéria uma vez sobre o médico q descobiu o novo tratamento para a hepatite C que tem um indice de cura de quase 100%. esse médico disse que ninguem no começo acreditou no metodo dele e foi até zombad por colegas. Enfim demorou uns bons anos e ele provou q seu metodo estava certo. Pode ser esse cara q vai descobrir a cura …. nao sei …. mas se nao for ele ainda existem vários outros q estao tentando. Força e não vamos perder as esperanças. Segue um link dessa semana sobre um tratamento genetico que tem demonstrado um bom efeito contra o hiv:
    http://www.independent.co.uk/news/health/aids-hiv-cure-gene-therapy-dna-manipulation-t-cells-ucla-research-a8208121.html

    Durante mais de uma década, as drogas mais fortes não podiam controlar completamente a infecção por HIV de Matt Chappell. Agora, seu corpo controla por si só, e os pesquisadores estão tentando aperfeiçoar a edição de genes que possibilitou isso.

  44. Chloe diz

    Galera,

    Vamos parar de falar que a indústria farmacêutica só visa o lucro, porque objetivo de qualquer negócio é o lucro mesmo.

    Senão concordam, vocês que montem seu próprio negócio e sobrevivam via fotossíntese.
    É pelo lucro desses caras que eles investem bilhões em pesquisa na área de saúde.

    By the way, hoje completo 15 anos indetectável.
    Não há solução trivial para problema complexo.

  45. Rodrigo diz

    É exatamente a busca pelo lucro que pode ajudar no desenvolvimento da cura.
    A indústria que lançá-la quebra todas as outras que atualmente lucram com a venda de tratamento crônico.

  46. DEAN diz

    Exato! A razão social de toda e qualquer organização é a sustentabilidade financeira, e esta ocorre por meio do retorno. O Lobby existe? Com certeza! Porém é a dinâmica do mercado globalizado que dita os meios de se chegar ao melhor retorno. Se em alguma fase do ciclo de vida de produção e distribuição dos medicamentos indicarem maior retorno através da cura, esta será a perspectiva mercadológica adotada. Falando como profissional da área, sinceramente, não é o momento! O mercado de tarvs está passando por remodelagem incremental e a perspectiva mais viável, atualmente, é explorar o potencial mercadológico de novos entrantes menos danosos, nos efeitos de longo prazo, a “cura” só existirá quando o mercado indicar declínio de retorno. Estamos, claramente, longe desta realidade e as indústrias farmacêuticas possuem excelentes economistas, gestores e engenheiros de prpdução que sabem disso! Novamente, parém de viver esta fantasia doce de “cura”, e aprendam a lidar melhor consigo mesmo e sua condição clínica. Pensar sobre isto só leva a estresse desnecessário, adesão inadequada ao tratamento e sofrimento! Vivam mais e pensem menos, tem funcionado muito bem para mim.

  47. Roger diz

    Gostaria de tirar uma dúvida:
    É verdade que um soropositivo avança cinco anos na questão do envelhecimento no seu relógio biológico? Estou com 40 anos, portanto estou com 45 anos?

    • D_Pr diz

      Segundo a lei, o que consta no INSS, é que você envelhece 15 anos.

      Você está com 55 anos.

      • Roger diz

        D_Pr,

        Nossa! então esse envelhecimento precoce de 15 anos é notável ao longo dos anos fisicamente? Pergunto pois desde já irei preparar meu creme anti-age rsr.

        • Daniel diz

          Isso está desatualizado!
          Não é mais isso, se fosse assim um portador de HIV automaticamente teria o “Direito” de se aposentar aos 50 anos de idade pela lógica que hoje um indivíduo do sexo masculino se “aposenta” por idade a partir dos 65 anos.
          É muito complexo são vários fatores que colaboram para a aceleração do envelhecimento desde um simples stress até um problema genético.
          Sobre o envelhecimento acho que o fator que mais impacta para o envelhecimento de um soropositivo é o psicológico (Não inclui todo mundo), mas para algumas pessoas não é fácil aceitar o diagnóstico e tentarem seguir levando suas vidas normalmente. Apesar do diagnóstico ainda tem outros problemas da vida que todo mundo tem.

  48. Ney diz

    Há um envelhecimento dos órgãos inclusive aparência. Eu próprio tento usar cremes boa alimentação esporte mas enfim a gente um dia envelhece não é. A vida é assim. Sigamos

  49. Lucas diz

    Pessoal, fui diagnosticado há três anos e desde então sou indetectável. Na época do meu diagnóstico meu cd4 era 260 foi subindo aos pouquinhos até chegar em 500 (seis meses atrás). Mas hoje peguei resultados dos meu exame mais recente e o cd4 caiu para 200. Foi uma queda enorme com a carga viral ainda indetectável com todos os outros exames normais. Não sei como isso se justifica. Alguém tem alguma idéia?.

  50. Deb's diz

    Sobre a conversa de envelhecimento. Isso é relativo. Vários fatores podem aceleram o envelhecimento precoce. Sol, álcool, comidas gordurosas, cigarro e genética… Quem fala que a cantora sertaneja M.M tem 21 anos ? Ela aparenta ser 10 anos mais velha. Isso por causa do consumo excessivo de álcool e mal alimentação. Sempre que vou a consulta converso com pacientes. Esse ano conversei com uma paciente que está a 10 anos em tratamento. A aparência dela está ótima, corpo maravilhoso, nada de lipodistrofia. Já usou 3 esquemas de remédios diferentes (Ela que quis trocar até chegar no 3×1. Pois ela trabalha e não pode levantar suspeitas)…Claro que nós Soros temos que ter uma vida leve, sem vícios, praticar exercícios físicos e ter uma boa alimentação, não por estética mas por saúde mesmo… Convivi com um diabético, em 4 anos de tratamento a lipodistrofia acelerou bastante, fora 2 ataques cardíacos que essa pessoa teve em menos de 2 anos… Diabetes e hipertensão são piores que o Hiv. Todos nós, precisamos ter uma vida saudável, seja ele rico, pobre, alto, baixo, asiático ou latino…

    • Daniel diz

      Tenho HIV um ano e 6 meses. Último exame indetectável, CD4: 1.500. fumo maconha todo dia cerca de uns 5 baseado por dia. Kkkk tomava medicação 3 em 1. Mas comecei dá crise de ansiedade minha infecto trocou o Efavirenz por outro. Agora tomo 3 comprimidos. Porém não tem efeito colateral, acho muito melhor. Fico meio preocupado as vezes, meio inseguro com essa doença, qualquer resfriado já fico bolado kkk. porém tomo lsd, não largo meu Beck e quando paro pra beber e aquela cena. Minha parte eu faço que é tomar o remédio, tento me alimentar melhor possível e vivendo cada dia de uma vez. Pra quem tá descobrindo agora, vai ser difícil mas nada que o tempo não alivie. Não contei pra minha família inteira, e para os que contei uns me arrependi outros não, alguns amigos sabem. Hoje, não contaria pra ninguém mas na hora do desespero a gente só faz merda! Mas é isso to vivao e vivendo, aproveitando minha filhota. Boa sorte pra geral!!! Fica meu relato

  51. Lecinho diz

    Estou num dilema. Desde julho tomo a medicação nova, iniciei com ela. O primeiro exame de carga viral deu 150 mil. To na espera pra um próximo exame e to com receio de continuar alta e ter q mudar a medicação. Vcsq conhecem melhor os efeitos das outras medicações qual a combinação melhor com menos efeitos colaterais caso precise??? Será que posso opinar ao meu infecto ou só ele q vai decidir qual??? So o vi duas vezes e ele nao me pediu nemhum outro exame diferente. To preocupado.

    • TriploX diz

      Lecinho, vc está com medo de algo q vc ainda nem sabe? Vc está com a melhor medicação … seja confiante, vai dar certo e vc já vai estar como indetectável. Vc n fez cd4? Se n fez, estranho mesmo. Mas se fez e estava alto, alguns médicos não pedem muitos exames. Mas é estranho ele n pedir exames básicos como hemograma, função hepática. Seu médico vai saber a melhor combinação p/ vc, com base em seus exames … Vc vai estar indetectável já 🤞

  52. Amanda diz

    Olá pessoal! Descobri a 5 meses que tenho HIV foi um choque de início o medo e a incerteza tomaram conta de mim! Chorei muito mas aos poucos vou me levantando confiando no futuro! Iniciei o tratamento e estou esperançosa. Fiquei feliz por ter achado este blog ter pessoas com quem conversar e trocar experiências!
    Obrigada a todos

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