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A nova prevenção do HIV

Hoje, a prevenção do HIV vai muito além da camisinha: existem alternativas muito mais flexíveis e eficazes que podem servir ao estilo de vida de cada um! Para falar sobre isso, preparamos, em parceria com a Parada do Orgulho LGBT de São Paulo e com o canal Para Tudo da drag queen Lorelay Fox, uma série de vídeos sobre prevenção à infecções sexualmente transmissíveis (ISTs), HIV e aids. Nesse vídeo, Lorelay Fox conversa com o médico infectologista Dr. Ricardo Vasconcelos sobre PrEP, PEP, tratamento como prevenção, carga viral indetectável e camisinha — juntas, estas estratégias compõem a prevenção combinada. Sem tabus e sem preconceitos, fica mais fácil lidar com o HIV.

Estrelando: Lorelay Fox | Direção: André Canto | Roteiro: André Canto, Jovem Soropositivo e Ricardo Vasconcelos | Parceiros: Projeto Boa Sorte e Menino Gay
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119 comentários

  1. Sol diz

    Esse vídeo também faz parte de uma playlist especial com vários youtubers para o dia mundial de combate à AIDS, achei as iniciativas excelentes!
    Segue o link da lista:

  2. Sol diz

    O link acabou embutindo o primeiro vídeo, segue o link. É só copiar e retirar os espaços.
    https : //www.youtube.com/ playlist?list=PLbbFefrCS5-UwltPW87yHhF6DJkmohU69

  3. Caio PE diz

    Prevenção é conscientizar as pessoas (em especial a esses jovens inconsequentes) que não estão nem aí mais para a camisinha. E o pior: é essa geração aí que vai administrar a todos futuramente. O que esperar de uma geração que idolatram Justin Bieber e Anitta ? Deus nos acuda !

    • Caio PE diz

      Opa, a “”rafaella” está de volta. Ela é minha “fã” e a do Luiz Carlos tb! rs

      • Rafaello diz

        Gata! O problema nao é o Luiz é sua fixação escrachada por ele aqui nesse Blog. ‘Seje Menas’
        O blog não precisa de estrelinhas não e sim de pessoas coerentes. Quanto ao Luiz tem meu respeito…. ja você, nenhum! 😘👌🏻

        • Caio PE diz

          Farei greve de fome, suicídio, deixarei de viver … Só em saber que vc não tem o meu respeito… “Triste” demais isso, kkkkkkkk, Ok “Rafaella”?”

          • Rafaello diz

            Faça o que quiser amore! Só não me encha o saco… embuste…😘

                  • Rafaello diz

                    Ta muito bem cuidada linda… Ja a senhora sempre afetada… sai pra lá cabeça chata!

                  • Tiago diz

                    Eu não ia nem comentar para não me envolver na disputa de vocês (ainda acabo levando por tabela), mas depois desse seu último comentário… você não acha que passou dos limites não, Caio?

                    Se não gosta de “afeminadas e passivas”, respeite, pelo menos! Agora, discriminar e usar esses termos como insulto… Tá parecendo gay homofóbico, eu hein?

                    • CalebM diz

                      Gente achando que inferioriza outro em chamá-lo de “Afeminada e passiva”… Até quando?!?!
                      #VamosNosAmarENosRespeitar

  4. Luz diz

    Alguem sabe se pedem exame de HIV em pré operatório para cirurgia plástica?

    • JV diz

      Não sei informar exatamente. Mas sei de uma amiga que descobriu o HIV quando ia colocar prótese de silicone. AÍ não sei se é um procedimento padrão ou se foi ela quem pediu o exame.

    • Caio PE diz

      Geralmente pede sim. Faz parte do pré-operatório na maioria dos casos.

    • Emílio diz

      Sim, pede. Eu fiz e pediu.no entanto, eu levei todos os exames e não levei o de hiv e eles não falaram nada.

    • Beto diz

      Tenho um amigo que fez cirugia no nariz e acompanhei ele todo o trajeto a primeira coisa que ele pediu foi o hiv ele falou que ja rra soro positivo o medico pediu cd4 carga viral como stava idetectavel o medico falou aie nao tinha problema.

  5. Ado diz

    Bom dia
    Sou soropositivo a 2 anos e sempre indetectavel.
    Mes passado fiz uma coleta de sangue, mas me ligaram hoje dizendo que o laboratório pediu uma nova amostra.
    Estou pensando o que aconteceu, ja aconteceu com alguém?

    • Rodrigo diz

      Nessa coleta de sangue, foi pedido exame para HIV? Alguns laboratórios pedem reexame quando dá positivo para HIV – uma forma de confirmar.

    • Gustavo diz

      Talvez tiveram problemas com a manipulação do sangue, pois exames de carga viral e CD4 são muito sensíveis e a coleta bem como o acondicionamento do sangue tem que seguir vários protocolos, para que o exame tenha credibilidade.

  6. SAR diz

    Bom dia Ado,

    Esse exame que vc fez foi solicitado pelo seu infectologista? Vc costuma fazer seus exames nesse laboratório? Esse exame é de Sorologia HIV-1/HIV-2? Acredito que se for o exame de sorologia que mencionei a pedido de um outro médico e se você mudou de laboratório, pode ser que o motivo seja esse. Exames de sorologia HIV-1/HIV-2 sempre darão reagentes, uma vez que eles detectam anticorpos contra HIV. A outra hipótese é por falta de material ou algum acidente com a amostra coletada.

    Abraço!

  7. Lorenzo diz

    Boa Tarde! Gostaria de saber se é “normal” desde sabido o diagnóstico ter um linfonodo aumentado na região da nuca? Ele sempre está ali, dói e esteticamente me incomoda. Os médicos costumam não dar muita atenção à isso. Gostaria de saber se um dia ele irá “embora” pois já fazem 3 anos que nada muda. Obrigado!
    P.S: Soube que existe um grupo no Face, privado, onde as pessoas discutem de maneira mais dinâmica assuntos relacionados à condição. Alguém sabe me dizer como faço para entrar? Obrigado!

    • Lorenzo tinha dois módulos na nuca e assim que comecei a medicação eles sumiram, tipo antes de completar 1 mês de medicação eles já tinham desaparecido.

    • Augusto diz

      Eu tb tinha esses nódulos. Na nunca e abaixo do braço. Eles sumiram quando iniciei a medicação

  8. Pedro diz

    Gente, acho super legal a organização do movimento LGBT e como eles se engajam em causas conjuntas. O que me preocupa é, mais uma vez, o foco demasiado aos jovens gays deixando outros grupos severamente afetados ( como a terceira idade que aumentou as infecções em 103%) fora disso MAIS UMA VEZ. Estava estudando e vi que isso acontece muito aqui no Brasil mas quando você vai para fora vc vê que eles falam e atuam no combate ao hiv de maneira muito mais ampla e de forma a impactar a população como todo- vide os países da Africa. Acho super legal uma Drag famosa como a Lorelay ser capa de uma campanha assim mas ela infelizmente não é representativa para todos os vetores da sociedade como tal. O que vai acontecer é que mais uma vez vao enquadrar o hiv como uma “peste gay” ( foçada no gay masculino ) mas não uma epidemia global como de fato é e isso vai causar os velhos estigmas e comentários de que HIV é doença de gay e eu como “ hétero “ não pego. ATÉ QUANDO vamos agir assim ?

    • Pedro,

      Acho que você não entendeu bem: essa não é uma campanha ampla para toda a sociedade e nem quer representar ou dialogar com todos os seus segmentos. Essa é uma campanha idealizada pela Parada do Orgulho LGBT de São Paulo para o seu público, que vai ser divulgada oficialmente no canal da Lorelay no YouTube e nas redes sociais da Parada. Então, quem mais vai assistir a essa campanha são as pessoas que já seguem essas páginas.

      É natural que a Parada queira dialogar especificamente com o seu público e acho louvável que tenha finalmente resolvido fazer isso, pela primeira vez na sua história, especialmente quando o índice de infecção entre os jovens homens gays em São Paulo gira hoje em torno de 25 a 30%.

      Não vejo como essa campanha possa invalidar ou prejudicar outras ações e campanhas de prevenção ao HIV, que continuam a ser feitas por outras ONGs, secretarias de saúde estaduais e municipais e pelo próprio governo federal. Quando você pergunta “ATÉ QUANDO vamos agir assim?”, dando a ideia de que sempre se associou o HIV aos gays nas campanhas brasileiras, parece que faltou dar um Google nas campanhas do Ministério de Saúde para confirmar essa sua impressão — dá uma olhada aqui.

      Enfim, o fato do HIV ser capaz de afetar a todos, e não apenas aos gays, não quer dizer que não seja legal fazer uma campanha específica. Não precisamos falar sempre de maneira ampla e genérica. Eu penso que quanto mais falarmos sobre HIV, de maneira adequada e para diferentes segmentos da sociedade, melhor.

  9. Anne diz

    Sempre nos instruindo, clarificando as coisas, queridos e solícitos… comentaristas. Vamos seguindo munidos de coragem, fé e amor entre nós! 💕

  10. Rodrigues16 diz

    Olá pessoal!!

    Alguém poderia falar sobre suas experiências com suplementos alimentares (Whey, BCAA, Creatina)?? Existe alguma contra-indicação/possibilidade deles potencializar os efeitos dos ARV’s??

    • Pedro diz

      Eu tomo esses suplementos normalmente… Nunca tive problemas!!!
      Mas é sempre bom acompanhar os resultados dos exames…. 😉

    • Positividade Sempre diz

      Quando eu comecei o tratamento, usava creatina, BCAA e Whey. Os primeiros exames deram super alterados. TGO/TGP altíssimos, o infecto até suspeitou de hepatite medicamentosa, e suspendeu tudo, inclusive o Whey. Fiquei fazendo somente dieta e tirei suplementação.
      Esse ano, a nutricionista reintroduziu Whey e Creatina. Essa semana faço exames. Muito ansioso. Estou ganhando massa magra e não queria parar a suplementação…

      • Rodrigues16 diz

        Grato, Positividade!! Conversarei com minha infecto pra deixá-la ciente de q estou fazendo uso dos suplementos…

        • MRJ diz

          Rodrigues16. Sempre usei suplementos. Nesses 3 anos usando sem parar, nunca fiz exame função hepático. Ano passado minha infecto me pediu esse exame para ver como estava meu figado. O exame deu alterado, ela me pediu para parar com os suplementos e me indicou um endocrinologista. Já faz 1 ano que não uso suplementos, sigo uma dieta restrita, tomo algumas vitaminas ( Omega 3, cálcio e vitamina C) e tenho acompanhamento do endocrinologista. Estou com um corpo melhor do que eu estava a 2 anos atras…

    • Caio PE diz

      Conversei hoje com a infecto sobre isso. Ela disse: se puder elimina-los melhor, pois o Whey pode afetar a função renal com o tempo e potencializar esse efeito indesejável junto com o TDF (do 2×1). Ou, na impossibilidade, tomar dia sim, dia não e espaçar com um tempo de, pelo menos, 6h do DTG.

  11. DRU diz

    Pessoal desde o meu diagnóstico e começo do tratamento no mês de março/2017, eu só consegui fazer um exame de Carga Viral, era pra ter feito outra agora no mês de novembro mas não foi possível pois não havia mais vaga isso me preocupa pois sempre atrasa a data dos meus exames. No último de carga viral eu ainda não estava indetectável. Será que podem surgir problemas pelo atraso de fazer os exames?Desde já agradeço a disponibilidade de vocês para sanarem minhas dúvidas. Grande abraço!

    • SAR diz

      Boa tarde DRU,

      Eu acredito que se você estiver seguindo o seu tratamento conforme recomendação do seu/sua infectologista, não há motivos para preocupação. Já se passaram 9 meses desde março, então acredito que já esteja com CV indetectável. Se estiveres no esquema DTG + 2×1 a chance de resistência virológica é, praticamente, nula por se tratar de um esquema novo. Ahhhh… é importante lembrar que estudos científicos mostraram que o DTG é uma droga eficiente capaz de diminuir muito a carga viral em curto período. Espero tê-lo ajudado!

      Abraço!

  12. Fiquei estarrecido ao ver esse vídeo. Penso que só há 3 razões para ele ser feito e veiculado:
    1) associação com a indústria farmacêutica para aumentar a venda de medicamentos anti-retrovirais ;
    2) irresponsabilidade;
    3) ou ignorância sobre o tema.
    Nesse vídeo sugere-se que seja possível ter uma vida sexual sem o uso de preservativo, tomando fazendo a PEP ou PrEP. Os possíveis efeitos colaterais desses medicamentos como diabetes, falência renal, cardiopatia, etc, etc não são mencionados. Esses remédios NÃO SÃO ASPIRINA!!!!!!! que podemos tomar sem problemas.
    Como se esse absurdo quase criminoso não fosse suficiente, é sugerido que se use camisinha para outras doenças sexualmente transmissíveis e os antiretrovirals para HIV.
    Tenho HIV por 27 anos e sei melhor do que ninguém nesse site os efeitos desses medicamentos.
    Vídeo irresponsável, absurdo uma veiculação dessas informações, once inclui-se esse blog, JS, que sempre teve a responsabilidade de fornecer informações bacanas e úteis. JS, você tem a opinião do nosso médico, Dr. Esper sobre isso?
    Repito: esse vídeo beira a criminalidade por sugerir sexo sem camisinha!!!!

    • Meire diz

      Quando alguém for procurar pela PrEp, terá todas as informações necessárias para decidir por ela ou não. Se optar por fazer a PrEp, terá acompanhamento de profissionais da saúde. Bj

  13. Jonah diz

    Pessoal, algum dos homens daqui teve a infecção a partir de sexo com uma mulher? É uma curiosidade mesmo.

    Diversas fontes e médicos consideram que essa modalidade de transmissão é muito difícil de ocorrer e alguns, inclusive, dizem que as chances são extremamente remotas, considerando penetração vaginal.

    Eu pessoalmente não conheci nenhum homem que contraiu o HIV dessa forma. Apenas homens que fazem sexo com homens (meu caso, inclusive).

    Se formos considerar as celebridades, o único caso “hetero” conhecido é do Magic Johnson, e mesmo assim há muita controvérsia. Ele sempre desconversou em entrevistas e afirma apenas que “não é gay”.

    Não estou fazendo nenhum juízo de valor, é só realmente algo que não encontrei uma resposta ainda.

    • Caio PE diz

      A mucosa vaginal é meio ácida. Isso não é um ambiente tão favorável ao vírus. Já a mucosa anal é mais rica em vasos sanguíneos e existe uma quantidade maior de CD4 (as células que o vírus invade) justamente por ser um local de muitos microorganismos. Além do mais, a mucosa retal é mais fina que a mucosa vaginal facilitando a ocorrência de traumas durante o ato sexual. Mas as duas formas conferem risco sim !

    • AnonimoFer diz

      Jonah,

      Tem muitos casos aqui no grupo de homens, que contraíram a partir de sexo com mulher, inclusive o meu e do JS.

      Abrs

    • Jorgito diz

      Isso aí de que as chances são extremamente remotas fazendo sexo convencional penis vagina foi o que ferrou a minha vida. Ouvi alguns médicos e vi algumas pesquisas nesse sentido e resolvi arriscar algumas vezes. Quanta estupidez a minha. Isso aí é a maior ignorância do mundo. Pleno século XXI todo mundo devia estar careca de saber que sexo com penetração sem camisinha transmite a doença sim e falar em porcentagem de risco é especulação pura. Celebridades heterossexuais que contraíram o vírus Magic Jhonson, Charlie Sheen, Eazy E, entre outros.

    • Ponce41 diz

      Sou heterossexual e fui contagiado por uma mulher numa relação casual onde ela sabia da sua condição e propositalmente me infectou; e se supõe que ela tenha contagiado outros varios como eu. A minha certeza veio após o seu falecimento, pois revoltada, abandou o tratamento….isso é bem resumido, pois a história é bem longa.

    • Alexandre diz

      Jonah,
      Existem vários casos de transmissão heterossexual. Pode acontecer pelo sexo vaginal, sim, principalmente se a mulher estiver menstruada.
      Me parece que muitas pesquisas mostram um aumento preocupante dos casos de contaminação em sexo hétero. O que vem acontecendo é que as mulheres de hj não têm mais aquele tabu quanto ao sexo anal, como era antigamente. Ou seja, hj temos muito mais mulheres aderindo a essa modalidade sexual que antigamente, por isso o aumento no números de casos dde HIV na classe hétero. Mas uma coisa não se discute, as transmissões entre homossexuais é infinitamente superior. Vou criar uma polêmica mas é calculada. Acho que mais que o sexo anal a promiscuidade dos gays é o fator predominante para o aumento do número de casos.

      • CalebM diz

        Criou uma polêmica extremamente desnecessária. “Promiscuidade” não é sinônimo de doença NUNCA. Se você me dissesse que o público homossexual tem mais dificuldade em usar preservativo, eu até poderia pensar em concordar contigo. Mas afirmar que “promiscuidade é o problema” é bem problemático. O certo seria afirmar que a falta de educação sexual adequada aumenta o risco de infecção. Promiscuidade por promiscuidade, conheço gente que transa mais de 30 vezes por mês e nunca teve NENHUMA IST. Então, por favor, vamos tomar mais cuidado com os estigmas que estamos criando (ou ajudando a reforçar).
        #maisamorerespeito #menosjulgamentoedesinformação

        • Alexandre diz

          Transar 30x no mês com a mesma pessoa é diferente de transar 10x no mês com 10 pessoas diferentes. Promiscuidade não quer dizer a quantidade de vezes que se transa em um período.
          CalebM, onde eu faltei com respeito? Não pode falar uma coisa óbvia que isso é faltar com respeito? Tudo que se fala a respeito dos gays é polêmico mesmo, ou não? Vai querer negar isso também? Igual vc quer negar que a promiscuidade é infinitamente maior entre vcs? Falar uma coisa que por mais que vcs neguem ela é verdade, é criar estigma? Se eu falasse aqui que os gays são menos promíscuos que os héteros, iria dar polêmica do mesmo jeito.
          Hj em dia as relações anais entre héteros é quase igual que entre os homo. O que explica que a maioria dos casos de HIV se concentra no meio homo, então? Já que estou desinformado me corrija. Não venha me corrigir com a sua opinião, não. Venha com dados.
          É claro que a promiscuidade não é exclusiva dos gays mas é infinitamente maior, e isso não é generalizar. Generalizar seria eu dizer que TODOS os gays são promíscuos, e isso não é verdade.
          Basta analisar por esse prisma. O homem é mais promíscuo que a mulher (ou vai negar isso falando que tem uma amiga que transa 30x no mês?). Numa relação homo masculina vc tem o dobro de promiscuidade que numa relação hétero. Simples assim.

          • Tiago diz

            O Alexandre adora associar “infinitamente” aos gays, hein?

            Primeiro as transmissões eram infinitamente maiores.
            Agora a promiscuidade é infinitamente maior.

            Não generaliza, mas diz “Numa relação homo masculina vc tem o dobro de promiscuidade que numa relação hétero. Simples assim.”

            Não, não, não. Eu me relacionei 12 anos com alguém e não teve promiscuidade alguma no relacionamento, quanto mais em dobro.

            Simples assim.

      • SAR diz

        Caro Alexandre,

        Mesmo sabendo que vc levantou essa questão propositalmente, talvez não sendo um reflexo do que vc, realmente, acredita, acho interessante tomarmos cuidado com as generalizações, uma vez que, promiscuidade não seja única e exclusivamente atribuída aos gays. Tenho 41 anos e tenho convivido com uma geração diferente da minha. O que tenho percebido é que os jovens heterossexuais tem se permitido muito também. A liberdade que as mulheres da minha geração não tinham por medo de ficar “falada” ou “mal vista” hoje parece não ser uma preocupação das garotas. Com isso, elas têm experimentado mais, o que eu acho muito válido, desde que isso não cause conflitos internos. E falar de promiscuidade é complicado, pois isso pode ter uma definição diferente para cada um de nós levando em consideração fatores muito particulares. Quanto aos gays serem um pouco mais desprendidos, sexualmente falando, uma análise cautelosa sobre fatores como repressão, preconceito e discriminação nos colocou nesse contexto. Hoje temos a liberdade de apresentar um parceiro para família, em alguns lugares podemos demonstrar nosso afeto, temos direitos conquistados. Isso há algum tempo não existia e o que nos restava, muitas vezes, eram guetos.

      • Tiago diz

        Alexandre,

        O número de novos casos tem vindo a aumentar entre jovens gays, mas caindo entre adultos gays. Isso, a meu ver, demonstra que o problema hoje é sobretudo falta de informação. Os números de novos casos de HIV vinham caindo mundialmente, mas agora temos uma nova geração que não viveu nem assistiu â pior fase. A epidemia perdeu presença na mídia, governos maquiaram a situação, alegando que a epidemia estava estabilizada quando não estava e o resultado está à vista.

        Existem diversos fatores que contribuem para uma maior incidência de HIV na população de homens que fazem sexo com homens (bis incluídos), muito por conta do maior risco no sexo anal (x18 o de sexo vaginal), pela variabilidade de papéis no sexo. Quem assume o papel receptivo têm maior risco de se infectar, insertivo de transmitir e quem assume ambos os papéis faz um papel que não existe no sexo heterossexual, potencializando infecção e transmissão.

        Colocando o politicamente correto de lado um pouco, sim, talvez por – entre gays – o sexo envolver dois homens e se considerarmos que homens tendem a ser sexualmente mais ativos e mais libertinos – e são tanto biologicamente como às vezes até socialmente programados para isso (até há relativamente pouco tempo, não era tão incomum um pai iniciar um filho num bordel) – podemos até considerar que potencie a incidência. Mas se formos por aí, não são os gays que são mais promíscuos, mas antes os homens. Acontece que sexo gay envolve apenas homens.

        Ainda assim, reforço o que aqui já foi dito. Muito se deve também ao preconceito, que força muitos jovens gays a reprimir a sua sexualidade, buscando depois meios mais arriscados de a explorar, ao invés de a desenvolverem de forma mais natural e tranquila. Pense panela de pressão. Você tranca, ela ganha pressão e com a pressão, aumentam os riscos.

        E vale também reforçar o que também já aqui foi dito. Estou longe de ser santo, mas conheço caras beeeeeeeeeem mais sexualmente ativos que eu e que estão soronegativos. Não é a frequência ou diversidade de parceiros que faz a maior diferença, mas antes o quanto você se protege.

        Eu conto pelos dedos de uma mão os comportamentos de risco que tive em quase 15 anos, sendo que os 12 primeiros desses anos tive num relacionamento estritamente monogâmico. Infelizmente, os 2 seguintes e a meia-dúzia de riscos que corri bastaram. O meu ex, que escolheu terminar “porque queria ser livre”, certamente transou bem mais e com mais caras que eu desde então. Diferente de mim, no entanto, protegeu-se melhor e continua negativo.

        Coisas da vida.
        Abraços

        • Anne diz

          Muito bom! Que brilho de sensatez! A priori, o macho seria ”promíscuo”, por conseguinte, o gay masculino. Mulheres promíscuas, sim,óbvio! Porém, em quantidade remota à dos homens, em níveis bem distantes. E não importando a dita promiscuidade – não há lei para quem praticá-la, ou não -, o que determina as não consequências indesejáveis em relação à saúde continua sendo o invólucro sintético vulgarmente nominado, ”camisinha”. O.k. ! Voltando ao sexismo – excluindo o sentido pejorativo -, mulheres NÃO propõem sexo desprotegido. Não insistem, persistem enfadonhamente que o homem se exponha a riscos porque ”é mais prazeroso”. Mulheres não forçam seus parceiros até que cedam, por puro egoísmo, apologia a si próprias. Nós, do sexo feminino, somos dotadas do INSTINTO DE PROTEÇÃO. Por isso, medo de baratas, medo de velocidade, medo disto e daquilo. Temos de voltar para casa… há uma prole nos aguardando. Há quem dependa de nós de modo simbiótico, até. Há uma responsabilidade arraigada, de maneira intríseca, natural… fazendo que, tomadas de determinismo e livre-arbítrio, digamos NÃO. E, quando traímos nossa tendência natural a tantos ”nãos”… forjam-se as margens de riscos. Quantas de nós, depois de atordoadas por enérgica insistência pelos seres que detestam, não aceitam… ”chupar bala com casca” nos comprometemos de modo anti-natural; já que a natureza nos favorece sendo tão medrosas, dirigindo tão mal… Então: o medo é protetor. E queremos o direito de temer. Eu, já me comprometi – estou me cuidando, estou bem, obrigada -, porém, meninos travessos, que sobem em altos arbustos, não temem águas profundas nem se abalam minimamente com baratas: FAVOR, NÃO INSISTIR.

          • Anne diz

            ”Brilho de sensatez” foi para o Tiago. Saúde e Luz a todos nós! * Uai! os emoticons sumiram! * : (

          • Tiago diz

            Anne,

            Com todas as reservas que sempre faço relativamente a generalizações, gosto de ver as coisas como elas efetivamente são (não que sempre consiga, claro) e, sim, a meu ver pelo menos, o homem ‘tende’ a ser mais libertino. Isso é histórico social e negá-lo seria tapar o sol com a peneira. Durante séculos, floresceu aquela que é considerada a profissão mais antiga do mundo, para atender desejos libertinos de homens. Ainda hoje, o homem que consegue sexo com diversas mulheres – o macho Alfa da “matilha” – é admirado entre seus pares, mesmo às vezes sendo casado, quando não é protegido das consequências de seus avanços mais ousados. Hoje mesmo lia mais um relato de mais uma mulher, vítima dos avanços sexuais do produtor Weinstein. Numa roda de conversa de bar entre homens, o brilho frequentemente se mede pela quantidade e qualidade de mulheres conquistadas, como uma prova de potência e dominação – coisa bem instintiva – e pela habilidade de conseguir fazê-lo sem ser descoberto por suas parceiras. Não sendo descoberto, herói. Descoberto, potencialmente humilhado e derrotado.

            Por isso acho curioso homens, que não raras as vezes se identificam como heterossexuais, virem falar da promiscuidade dos gays, como se fosse exclusiva ou especialmente mais acentuada no homossexual do que no heterossexual masculino. Não, é a mesma testosterona, só em dobro por ser a de dois homens, ao invés de apenas de um. Não, é apenas frequentemente menos escondida, mais explorada e talvez por isso até invejada, por ser mais livre. O gay já sofre de preconceito e é criticado apenas por ser gay. Que diferença fará na sua vida se for libertino também? Mesmo não o sendo, continuará a ser estigmatizado.

            Obviamente, existem sempre exceções e os tempos modernos também estão quebrando estes paradigmas que estamos discutindo. Existem homens fiéis e menos libertinos e que nem invejam os que são mais e, como você e o SAR também mencionou, também existem mulheres libertinas – talvez até as que se exponham mais ao risco conscientemente – e hoje as mulheres mais jovens estão bem mais libertas também, muito por conta dos movimentos sociais e da perda desse medo de “ficar falada”. Também existem gays mais libertinos e outros que são “para casar”. Enfim, são paradigmas que levarão tempo a quebrar, que resistiram durante séculos, e que não se mudam em meia-dúzia de décadas. A biologia, essa, não muda, independentemente de orientação sexual e certamente tem algo a dizer sobre a questão.

            Certamente não por acaso e do mesmo jeito que no universo e ambientes gay se reforçam as características masculinas, nos casais de mulheres se reforçam as características tendencialmente femininas, tendendo a ser mais estáveis e os ambientes por elas criados superprotetores ao extremo. Há alguns anos atrás fui numa balada de lésbicas com uma amiga hetero e quando me dirigi a ela na pista de dança só faltou me segurarem. Se olhar matasse, teria morrido instantaneamente rs.

      • Alexandre diz

        Apenas corrigindo, “as transmissões entre homossexuais SÃO infinitamente….”
        Abraços!

        • Tiago diz

          Alexandre,

          Talvez tenha que corrigir mais do que concordância gramatical, viu?

          De acordo com a UNAids, 51% das pessoas que vivem com HIV são, de fato, mulheres.
          Globalmente, homens que fazem sexo com homens representaram 12% das novas infecções, contra 18% de clientes de profissionais de sexo e 56% da restante população (não inclusa nas “populações-chave”)

          Fonte: https://unaids.org.br/estatisticas/

        • Tiago diz

          p.s. Só para esclarecer, não tenho dúvida que a incidência de HIV e o risco de infecção na população gay é bem maior do que na população heterossexual, mas esse “infinitamente” me parece um pouco exagerado, dadas as estatísticas mais atuais.

          Ainda que façamos uma conta “porca”, considerando que a população de homens que fazem sexo com homens representa em torno de 1/10 da população, multiplicando os 12% por 10, chegamos a 120%, pouco mais do dobro da incidência mundial no restante da população, não incluída nas populações-chave.

          Do dobro para o infinito vai uma bela diferença.

          Abraços

          • AnonimoFer diz

            Tiago,

            Sempre bem informado.

            Temos mtos casos aqui de infecções hetero, sendo assim, está aí a estatística que casos homo não são infinitamente maiores.

            Abraços..

  14. Diogo diz

    Pessoal podem me ajudar? estou tomando prep. Truvada. Fui ao médico apenas para conseguir a Receita. Já tem um ano. Fiz essa semana exame de tgo e tgp. o Tgo veio 33 (referência 0 a 46) e o Tgp 57 (referência o a 50). Meu Tgp está muito alto? Preciso ir em algum médico por.isso? Não quero parar de tomar truvada. Há um ano que uso e gosto muito de sexo bare. É ele tem sido ótimo para prevenir hiv. tive sífilis e Clamidia. tratei e estou 100 por cento.

    • Caio PE diz

      Truvada NÃO previne sífilis, hepatites, gonorreia … Ela previne apenas o HIV. E ainda tem mais: se você transar com alguém que tenha o vírus resistente aos componentes da Truvada (tenofovir e entricitabina) você pode sim adquirir o HIV. A Truvada veio para ser uma estratégia combinada de prevenção e não para substituir a camisinha.

  15. Gil diz

    Outra vez o grupo Folha de SP e as parceiras ERRANDO QUANDO FALAM DE HIV/AIDS.
    Ainda chamam por coquetel, ainda dizem que a medicação “melhora” a qualidade de vida, quando sabemos que os indetectáveis vivem normalmente e com praticamente a mesma expectativa de vida em média, comparando aos não infectados.
    E pior, nem tinha espaço para fazer um comentário ou criticar, pois a reportagem estava na interface da revista PIAUÍ, voltada, inclusive, para um público mais estudado e seleto.
    Se os melhores jornais e revistas do país divulgam assim, imagina o que não se publica nos rincões do Brasil…

    • Jorgito diz

      A realidade é que falta vontade de informar e, eventualmente, desmistificando a doença, arrefecer ainda mais o medo de contágio do vírus por parte da nova geração. Quando se propõe quebrar o silêncio e falar na doença a tônica é focar no medo e na necessidade de prevenção. Quem já está infectado fica relegado ao terreno marginal do preconceito.

    • Luiz Carlos diz

      Gil, ontem pela manhã eu enviei um longo e-mail para a agência Lupa e eles fizeram as “correções pertinentes”, porém nem tudo foi corrigido, como a utilização da palavra “coquetel”. Eis a resposta que recebi da redação:

      Obrigada por seu email.
      Vamos fazer as correções pertinentes.
      Reforço apenas que toda a apuração da Lupa foi lida e validada pelo Unaids.

      Eles corrigiram alguns trechos que citei, como falar sobre “vírus HIV” (redundância), e utilizar “A síndrome é contraída..” como se síndrome fosse sinônimo de contrair o vírus, porém não corrigiram a parte do “coquetel” nem das “DSTs” no post do facebook, entre outros. Para entrar em contato com a redação do site é só utilizar o e-mail site@revistapiaui.com.br

      Segue meu e-mail, na íntegra:

      Prezados(as),

      Como assinante da Piauí há alguns anos e leitor assíduo há praticamente uma década, me sinto no dever de comentar sobre esta matéria publicada ontem no site da Piauí através da Agência Lupa. O link da matéria é http://piaui.folha.uol.com.br/lupa/2017/12/05/mentiras-verdade-aids-hiv/

      Tenho o grande apreço pela revista e apreço maior ainda pela agência, especialmente depois de ter tido o privilégio de frequentar o festival Piauí GloboNews de jornalismo deste ano, onde tanto foi debatido o foco de fact checking, com os melhores jornalistas do mundo.

      Venho, porém, fazer uma crítica não quanto aos fatos checados na matéria, e sim quanto ao conteúdo da matéria, que infelizmente caiu, novamente, no “grande jornalismo” que corriqueiramente erra ao falar sobre assuntos mais específicos das mais diversas áreas. Neste ponto esta matéria, infelizmente errou, e errou feio.

      Mais importante ainda é que os assuntos HIV e AIDS são extremamente sérios e, até hoje, um tabu. Infelizmente, em textos como estes, ainda que os erros tenham sido despretensiosos, eles causam cada vez mais exclusão e geram cada vez mais preconceito.

      Como leitor e também colaborador de projetos sociais que envolvem pessoas que vivem com HIV, me sinto no dever de corrigir a matéria e, se possível, passar um pouco de conhecimento à respeito do do tema, não apenas para a prezada repórter Nathália Afonso, mas também, quem sabe, para toda a redação, para que possamos, juntos, combater o preconceito que existe ao redor deste tema.

      Gostaria de começar com um detalhe técnico recente, porém muito importante quando falamos de HIV. Na chamada do post no Facebook, onde lê-se: “…mas o mês inteiro é dedicado ao enfrentamento do HIV, da Aids e de outras doenças sexualmente transmissíveis.”. Não falamos mais em DSTs (doenças sexualmente transmissíveis), e sim ISTs (infecções sexualmente transmissíveis), pois tanto o HIV quanto outras contaminações são infecções, e não doenças.
      Fonte: http://www.aids.gov.br/ – Departamento de Vigilância, Prevenção e Controle das IST, do HIV/Aids e das Hepatites Virais

      Quanto ao conteúdo da matéria, gostaria de começar pelo título: não falamos em “vírus HIV”, e sim apenas HIV, pois a sigla HIV significa Human Immunodeficiency Virus (ou VIH – Vírus da Imunodeficiência Humana), ou seja, falar “vírus HIV” ou “vírus do HIV” não passa de uma redundância.

      Agora entramos na parte importante, que é entender a diferença entre HIV e AIDS.

      HIV é um vírus, cuja transmissão se dá pela prática do sexo sem proteção, contato direto com sangue infectado (como através de seringas utilizadas por usuários de drogas injetáveis ou por acidentes ocupacionais como no caso de profissionais de saúde), por transfusão de sangue (lembrando que todas as doações passam por rígido controle de detecção de diversos vírus e infecções), ao utilizar instrumentos cortantes e por transmissão vertical (quando a mãe, infectada pelo HIV transmite o vírus para o filho no nascimento). Neste último caso, muitos estados já eliminaram o risco de transmissão vertical ao fazerem os exames pré-natais e tratarem as futuras mães com a TARV (terapia antiretroviral).

      Portadores do HIV que estão em TARV, com carga viral indetectável (quando, através da utilização dos antirretrovirais, os exames de detecção do HIV são incapazes de detectar o vírus circulante no sangue) não transmitem o vírus. Um dos maiores e mais compreensivos estudos feitos sobre este assunto é o estudo Partner (https://jamanetwork.com/journals/jama/fullarticle/2533066).
      A IAS (International Aids Society) em sua conferência de 2017 também publicou o resultado do estudo Opposites Attract (http://programme.ias2017.org/Abstract/Abstract/5469), endossando o slogan U = U (Undetectable = Untransmittable), indicando que pessoas soropositivas que estão com carga viral indetectável não transmitem o HIV.

      A AIDS, ou SIDA em português (Síndrome da imunodeficiência adquirida), é uma condição dada pelo conjunto de doenças que ocorrem em pessoas que não sabiam estar infectadas pelo HIV ou não procuraram tratamento. A AIDS ocorre aproximadamente e em média depois de 10 anos portando o HIV sem tratamento, e se caracteriza por sintomas como tumores na pele, pneumonia, esofagite, entre outras doenças.

      Com estas informações em mente, continuo meus adendos sobre a matéria:

      “Segundo o site da Fiocruz, os antirretrovirais, usados em combinações conhecidas como coquetéis, são chave para minimizar os efeitos da Aids.”

      Os antirretrovirais são utilizados com o objetivo de retirar o vírus circulante do sangue, não para minimizar os “efeitos” da AIDS.

      O termo “coquetel” era utilizado para designar uma larga quantia de medicamentos que os portadores do vírus tinham que tomar no início do combate ao HIV, por volta de 1988 (e em 1991 o primeiro medicamento passou a ser oferecido pelo SUS). Hoje em dia, basta um comprimido por dia para a maioria das pessoas. As duas TARVs mais utilizadas no país são a comumente conhecida como “3 em 1” (Efavirenz, Tenofovir e Lamivudina), 3 medicamentos combinados em um comprimido e, para pacientes que iniciaram o tratamento depois de 15/01/2017, a TARV conhecida como DTG (Dolutegravir) combinada com o “2 em 1” (Tenofovir e Lamivudina), totalizando dois comprimidos ao dia. Estas informações podem ser obtidas através da LAI em requisição ao MS, bem como junto ao PCDT (Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas) para Manejo da Infecção pelo HIV em Adultos (http://www.aids.gov.br/pt-br/pub/2013/protocolo-clinico-e-diretrizes-terapeuticas-para-manejo-da-infeccao-pelo-hiv-em-adultos).

      Hoje o termo coquetel é empregado para designar o conjunto de todos os medicamentos disponíveis para o tratamento do HIV, e não para designar o que a pessoa efetivamente toma.

      “Os que contraíram a síndrome pelo uso de drogas injetáveis representam 2,9%…” – novamente a falta de diferenciação entre HIV e AIDS fica exemplificada. Ninguém contrai a síndrome (AIDS), e sim o vírus (HIV).

      Estas são minhas ressalvas quanto à matéria. Da mesma forma, gostaria de parabenizá-los por mencionarem a PEP e a PrEP, já que especialmente a PrEP é um tanto quanto nova no Brasil (já havia um projeto piloto da Fiocruz em Curitiba desde 2015, porém a implementação a nível nacional está sendo feita agora). Vale ressaltar que, na PEP, apesar de existir a “tolerância” de 72 horas, quanto antes as pessoas procurarem os serviços de atendimento especializado após uma exposição de risco, maiores as chances de não contraírem o vírus.

      Sugiro também a leitura sobre a meta 90-90-90 e a Declaração de Paris, da qual várias cidades brasileiras fazem parte: https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2015/12/Declara%C3%A7%C3%A3o-de-Paris-PORT-1.pdf

      Forte abraço de um fiel leitor,

      Luiz

      • João Roberto diz

        Luiz Carlos , excelente seu e-mail à Agência Lupa. Descobri recentemente ser soropositivo e estou em busca de esclarecimentos para evitar os estigmas e ajudar a combater o preconceito nos outros e em mim mesmo! Vc escreve em outros lugares ou só por aqui mesmo?

      • Gil diz

        Você voltou com tudo e em grande estilo, Luiz Carlos!
        Por isso é adorado aqui pela turminha dos leitores do JS.
        Um forte abraço, caro amigo!

        Gil

        • Luiz Carlos diz

          João, boa noite.

          Sobre HIV costumo apenas comentar e tentar ajudar algumas pessoas por aqui, não escrevo em outros sites/blogs. Infelizmente, devido ao final de ano, não tenho tido tempo para comentar por aqui como gostaria. Espero retornar com mais relevância em 2018.

          Gil, muito obrigado pelos elogios!
          Estava prestes a postar o e-mail quando vi seu post sobre a matéria, então aproveitei para comentar logo abaixo.
          Grande abraço, meu caro!

  16. caradobemsampa2 diz

    Muito tempo sem visitar o blog. Mas muito bom ver que as informações de qualidade continuam aqui.
    Preconceito diminui com informação.
    Rumo a 3 anos de soropositividade. Cada vez mais saudável!

  17. Júnior+ diz

    Olá galera. Tudo bem com vcs? Espero que sim.
    Tenho uma dúvida: eu faço o uso de daruna, teno, ritona e lamivudina, quero saber se eu posso tomar o daruna mais ritona em horário diferente dos outros dois. Porque estou tomando tudo junto a noite, e acordo pela manha com forte queimação na região do estômago.
    Alguém saberia me responder? Obg!

    • Mutatis Mutandis diz

      Junior, faço uso desse esquema. Meu infeto proibiu veementemente tomar tudo junto.

      Manhã – Darunavir + Ritonavir + Lamivudina (2 em 1)

      Noite – Darunavir + Ritonavir

      Seu médico liberou tomar tudo junto?

      • Júnior+ diz

        Mutatis, meu esquema parece ser diferente do seu. Eu uso 2 comprimidos de darunavir (600mg cada) e mais 1 comprimido de ritonavir (100mg) e mais o lamivudina + tenofovir . E sim, tomo tudo junto.

  18. Daniel diz

    Vocês sabem a partir de que data ano que vem, vai puder trocar de esquema pra dolutegravir pra quem tem problemas com efavirez? Eu nao aguento mais o efavirez. Tá piorando os meus problemas psicológicos. Tenho transtorno bipolar e tomo antipsicoticos e controladores de humor mas nas crises são bem piores por conta do efavirez. Fora esse calorão que me dá uma ansiedade tremenda que da vontade de sair correndo. Se alguém tiver a informação por favor.

  19. anonimo bravo diz

    Eu tambem já me deu pressao alta, transtorno de ansiedade, depressao… acho que por conta do kaletra e biovir que usava… e o triglicerideos e colesterol la em cima… agora estou tomando esse tenofovir, norvir e atazanavir, até que estou um pouco melhor, mas agora tenho que eliminar uma h pilory e uma gastrite erosiva do estomago… não sei o que fazer…

    • SAR diz

      Anonimo bravo,

      Só um lembrete a você: Não sei se você revelou ou pretende revelar ao seu gastroenterologista sobre sua sorologia, porém quem faz uso do ARV Atazanavir não pode tomar omeprazol. Digo isso pois, muitas vezes, o tratamento de infecção por Helliobacterum pilori é feito com omeprazol. Antes de se medicar converse com seu infectologista.

      Abraço!

  20. anonimo bravo diz

    O gastro não sabe. Pois o mesmo é do plano do meu serviço… e no meu serviço, tenho medo de revelar… isso que é difícil…

    • SAR diz

      Anonimo bravo,

      Caso ele te receite omeprazol, diga que vc é intolerante, que não se sente bem com tal medicação. Assim, certamente, ele prescreverá uma outra medicação. Ainda que isso aconteça, sugiro que mesmo antes de adquirir a medicação, você converse com sua infectologista.

  21. anonimo bravo diz

    Tal ok! Colega. Muito obrigado pela orientação… vou fazer isso pra ver o que o infecto diz…

  22. Lesly diz

    Isso é caso de vida ou morte, aconteça o que acontecer não faça a interação do omeprazol com os retrovirais a base de tenofivir. Pessoas já morreram! LEIAM A BULA!

    • Caio PE diz

      Não é devido ao TDF e sim ao ATV. O omeprazol reduz consideravelmente os níveis de ATV no sangue e isso pode facilitar a replicação viral.

    • Tiago diz

      “Leiam a bula!” 👏👏👏

      Gente, sempre o primeiro passo em caso de dúvida, a meu ver. Não é à toa que ela existe, em particular uma secção inteira sobre interações medicamentosas.

  23. Lucio SOuza diz

    cade a ccura? mais um ano acabando e q q teve de mudanca ? nada!

  24. SAR diz

    Boa noite colegas,

    Hoje estava pensando o quanto esse blog me foi e é útil após o meu diagnóstico. Foi aqui que encontrei e encontro respostas para as minhas questões, aqui encontro um espaço para trocas de experiências e informações de qualidade. Acredito que assim como eu, diversas pessoas acabam, diariamente, procurando aqui, por informações e, porque não, um pouco de refúgio para nossas angústias. Assim, gostaria de sugerir que mantenhamos o nível que esse blog sempre teve e que diferenças pessoais sejam deixadas de lado. Acredito que esse blog, jamais teve como foco a segregação, o menosprezo e a desqualificação. Me faz bem entrar aqui para ajudar, aprender e, quem sabe, contribuir para que a angústia ou dor do outro seja menor. Algo nos une, porém somos todos diferentes e essas diferenças devem ser respeitadas.

    Excelente semana pra vocês! Fiquem com Deus!

  25. ROGER diz

    Gente
    Recebi a malfadada noticia há dois dias… Estou aqui sem saber nem pensar direito.. Estou doido pra acordar amanha e saber que foi tudo um pesadelo apenas.. Como sei que eh real, preciso da indicação de um infectologista em Brasília. Alguém pode me indicar um?

    • Meire diz

      Roger querido,

      Quase todas as pessoas que recebem diagnóstico reagente para HIV, ficam como você, “sem saber, nem pensar direito”.
      Relatam que “tem a sensação que perderam o chão, que a vida acabou, que tinham tantos planos e que não poderão realiza-los, questionam-se como se infectaram, como irão contar para as pessoas, geralmente família e parceiros, vem a pensanento de que não conseguirão ter outros relacionamentos”, geralmente um turbilhão de pensamentos, dúvidas, medos.
      Mas não é assim.
      Seus projetos podem e devem ser realizados, vc poderá estudar, trabalhar, namorar, casar, ter filhos se quiser. Enfim, viver… basta vc realizar seu tratamento corretamente.
      Como vc se infectou não importa neste momento.
      Não precisa ficar pensando também para quem contar, se deve contar… espere, tente digerir primeiro. Tudo é muito novo para você. As coisas vão se acertando no seu devido tempo.
      Claro que se você tem um(a) parceiro(a) vai precisar falar para que a(o) mesma(o) possa realizar a sorologia caso ainda não tenha realizado. Mas isso um profissional pode te ajudar caso você deseje.
      E se você quiser, claro, poderá e terá outros relacionamentos. Já comentei aqui em outra ocasião, que pela minha experiência, as pessoas aceitam relacionar-se com alguém soropositivo, mesmo que ela não seja soropositiva.
      Pense em quantos avanços tivemos na questão do HIV/Aids.
      Na década de 80, início da epidemia, não havia tratamento. Muitas pessoas ainda têm o conceito de HIV/Aids desta época. Depois passou a ter o AZT nos EUA, mas ainda era muito pouco. Depois os antirretrovirais foram surgindo e eram chamados de coquetel, pois eram tomados em grande quantidade. As as medicações foram se aperfeiçoando e hoje é possível tomar um comprimido por dia. Os efeitos colaterais diminuíram. Veio a Pep, a PrEp…
      Tudo evoluiu muito.
      Você fazendo seu tratamento corretamente, ficará muito bem.
      Siga este site, será ótimo para você.
      Gosto muito dos vídeos do Gabriel Estrela também, esclarecem bem.
      Você verá que logo toda essa confusão do começo vai se clarear.
      Claro que estou falando no sentido bem genérico baseado na minha experiência clínica de Aconselhadora no CTA e psicóloga clínica que atende pessoas vivendo com HIV/Aids em Campinas.
      Sei que cada caso, cada pessoa é diferente, mas procurei sintetizar os princioaus pensamentos de quem acaba de ter diagnóstico.
      Se não concordarem comigo, podem dizer, aprendi muito com vocês!
      Fique bem querido, logo você vai ver que tudo ficará bem.

      Bjs

      Meire Soldera

      • Roger diz

        Obrigado Meire. Acho que estou na fase da negação ainda, mesmo porque o laboratório passou 8 dias pra me dar o resultado dos exames. Eu ligava pra lá e eles diziam que a centrífuga estava com problemas, que estavam em manutenção etc. Somente ontem sexta feira no final na tarde a biomédica ligou dizendo que eu tenho que buscar pessoalmente o resultado na segunda. Como se eu fosse estúpido. Se demorou tanto e tenho que buscar eh porque já deu reagente. Essa espera fez só me acabar de tanta ansiedade. Fiquei na esperança de que os testes haviam sido inconclusivos, daí a demora na entrega. Mesmo porques eles já fizeram o exame de carga viral por conta própria. Penso que fizeram para confirmar ou tirar a dúvida sobre os resultados (inconclusivos?) dos exames sorologicos. Enfim, só vou saber mesmo quando receber os exames mas acho que esses detalhes sobre os resultados eles não vão me contar…

        • Tiago diz

          “Somente ontem sexta feira no final na tarde a biomédica ligou dizendo que eu tenho que buscar pessoalmente o resultado na segunda. Como se eu fosse estúpido.”

          Roger, entenda que errado seria passar um diagnóstico assim por telefone, e-mail ou outro meio tão impessoal. Eu descobri pela internet, vendo os resultados no site do laboratório, e por conta disso acabei tendo que lidar com o choque inicial sem qualquer profissional por perto para me orientar. E isso não é bom.

          O ideal mesmo seria os resultados serem disponibilizados apenas aos médicos primeiro, para que ninguém recebesse um diagnóstico positivo – seja de HIV ou qualquer outra condição ou doença – sem um profissional por perto para amparar e orientar.

          Verdade se diga que no dia seguinte a médica também não ajudou muito, sendo incapaz sequer de dizer o que a Meire aqui escreveu e que me parece uma ótima orientação inicial.

          Também passei pela angústia de ter de fazer uma nova coleta, depois que me ligaram dizendo que a anterior que havia feito para o meu check-up não havia sido suficiente. Como só o resultado de HIV estava pendente, aí comecei a suspeitar que poderia ter dado positivo. Acabei descobrindo ser prática comum essa “mentira linda”, em caso de resultado positivo. Pessoalmente, preferia que me tivessem informado logo que tinha dado positivo, mas que iriam fazer um segundo teste para confirmar, senão no momento da ligação, pelo menos numa pré-consulta para a recoleta.

          Sei que é uma escolha difícil para os profissionais de saúde, o que é quando falar, mas pessoalmente acho um pouco pedante esta forma de fazer as coisas. Angústia por angústia, que seja por algo que já se sabe, não por uma dúvida que fica pelo que se deixou de dizer.

          Mas enfim, é apenas a minha visão e entendo que quem tenha mais experiência em lidar com pessoas recentemente diagnosticadas possa pensar e ver diferente, bem como ter argumentos para o fazer que a mim me escapam.

        • Tiago diz

          p.s. como você mesmo disse, a enrolação e espera também acabou causando imensa ansiedade, além de – pelo menos no meu caso – alimentar falsas esperanças.

          Prefiro a dor mais intensa e rápida da verdade do que a tortura menos intensa mas mais lenta e prolongada da incerteza. Pelo menos, a partir da verdade temos a possibilidade de seguir em frente. Com a dúvida, fica a sensação de estarmos presos num limbo…

    • SAÚDE diz

      A Dra. Eliana Bicudo não atende convênios. Uma outra opção na mesma clínica é a Dra. Naíra Bicudo. Ela atende convênios na Clidip e no Sistema Único de Saúde no Paranoá. Quanto mais rápido você se consultar com um infecto e iniciar o tratamento melhor para a sua saúde é seu estado emocional. Fique tranquilo, você ficará bem, faça sua adesão ao tratamento e logo logo você estará indetectável. Fé, coragem e amor à vida. Se precisar de um amigo em BSB, me passe seu contato que eu posso lhe ajudar. ABS.

      • amigosim diz

        E pensar que estudei com a Naira por tanto tempo, poderia até ter namorado com ela, mas resolvi viver essa homossexualidade, que mesmo namorando me levou a isso 😦 Se eu tivesse insistido em ser hetero, talvez não tivesse nessa vida.. Ela deve ser uma medica boa, era uma aluna boa, não tão boa quanto eu rs, mas estudamos no mesmo colégio e fomos contemporâneos… Agora preciso de uma infectologista e ela atende pessoas como eu… complexo isso…

        • TriploX diz

          Se culpar não vai mudar a condição. Vc n pegou hiv “pq é homossexual”. Pegou pq tinha que pegar, infelizmente. Tentar tocar a vida daqui p/ frente e talvez rever alguns conceitos.

        • Tiago diz

          amigosim,

          Você não pegou HIV por fazer sexo com homens. Pegou porque não se protegeu o suficiente, assim como tantos outros milhões de homens e mulheres heterossexuais.

          Namorar também não previne HIV. Pode minimizar o risco de exposição, se ambos parceiros forem fiéis ou no mínimo cuidadosos, mas pode até aumentar, se o casal adotar sexo sem proteção e um dos parceiros resolver pular a cerca desprotegido.

  26. Rafael diz

    Roger, passei por isso também tem 2 meses que soube dessa notícia. Qualquer coisa que queira desabafar só falar. Força meu amigo não é o fim e sim um recomeço.

  27. AnonimoFer diz

    OffTopic.

    Como todos aqui sabem, tenho o vírus HIV e estou indetectável e feliz por isto, mas não me identifico, ainda!!!

    Acabo de ver uma reportagem no Jornal Hoje que mostrou os casos de infecção vertical, chegando a Zero em Curitiba.

    Fico feliz pela notícia, porém, o que me deixou triste ao mesmo tempo é terem entrevistado uma pessoa que não quer se identificar, deixando a sombra e alterando a Voz da pessoa.. como pode isto?

    Se a pessoa não quer se identificar, procure por uma que queira… pra que exibir uma reportagem que parece mais que estão entrevistando um criminoso.

    Se foram mais de 900 casos descobertos, após a gravidez, será que checaram dentre esses 900 casos, uma pessoa não pudesse se identificar ??? Será que não percebem que uma reportagem, deixando sombra e mudando a voz, não aumentam o pré-conceito ???

  28. Erick diz

    Nos últimos 90 dias passei um verdadeiro inferno na minha vida com testes e vivendo os sintomas da SRA, no final sou negativo, mas esse tempo serviu para sair da ignorância, pois consumi todos conteúdos do vírus que pude, de artigos científicos à blogs como este, e posso afirmar que seu trabalho faz a diferença JS! Fico na torcida pela cura dos amigos vivendo com o HIV e enquanto ela não vem, por tratamentos mais eficientes e menos agressivos!

  29. Henrique diz

    Pessoal, boa noite. Faço uso do 3X1 e precisei tomar tecta (omeprazol) para tratar um refluxo. O médico infectologista liberou tomá-lo, mas agora fiquei confuso com pessoas se referindo a interações com o omeprazol. Alguém poderia me ajudar?

    • SAR diz

      Henrique,

      O 3×1 é composto por Efavirenz, Tenofovir e Lamivudina. Seria interessante você olhar a bula e ver as possíveis interações medicamentosas do Efavirenz. Citei a interação do omeprazol com o Atazanavir, pois faz parte do esquema que uso, assim como, de muitos aqui e eu já havia sido orientado sobre essa interação pela minha infectologista.

      Abraço.

  30. Roger diz

    Pessoal me desculpem mas estou ainda cheio de perguntas. Quanto mais fuço informações mais preocupado fico. Um médico disse num blog que quem teve os sintomas da fase aguda do HIV geralmente fica com Aids em até 2 anos e outro disse que quem tem hiv fica com aparência 15 anos mais envelhecida por causa do HIV e dos antirretrovirais.. Como tem sido com vocês? Ah e ainda me senrindo mais idiota ainda por não saber que existia tratamento pos exposição.. Burro…

    • GompMais diz

      Amigão procure no Google por Greg Louganis e por Jack Mackenroth e tire suas conclusões…

  31. Paulo diz

    Gente minha medicação é a mais recente 2×1(eu nunca sei escrever o nome dela Dogluteg…) rsrss… e sempre tomo as 8h da manhã mas hoje sai às pressas pro trabalho e esqueci de tomar, só tomei as 19h da noite. Será q da algum problema? Comecei meu tratamento em Agosto e Novembro já estava indetectavel. Amém.. vida melhor q antes :)))

  32. Lecinho diz

    Fui hoje ao infectologista e meu primeito exame de carga viral ele me falou que está muito baixo. 75 mil. Fiz em setembro com 2 meses e alguns dias de tratamento. Ja se passaram mais dois meses, as manchas sumiram e to com um peso melhor. Ele falou que com 6 meses farei um novo exame pra ver se aumentou. Se nao, mudará a medicação. Espero q nao, nao sinto nada com a que tomo a tarv nova. Uma pena que demore tanto esses exames pra serem feitos nao vejo a hora de estar indetectavel

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