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1º Encontro de Saúde/Prevenção IST/Aids entre Jovens LGBT

No dia 28 de novembro de 2017, das 18h às 20h, acontece em São Paulo o 1º Encontro de Saúde/Prevenção IST/Aids entre Jovens LGBT, realizado pela Associação da Parada do Orgulho LGBT de São Paulo (APOGLBT), responsável pela maior parada do orgulho LGBT do mundo. Este evento foi organizado por Almir Nascimento, um dos novos diretores da ONG, e é uma das primeiras etapas de uma importante e contínua ação da APOGLBT ligada à saúde e a prevenção de infecções sexualmente transmissíveis (ISTs) e aids.

A ideia é que este evento passe a ocorrer anualmente, sempre na mesma data, próximo ao dia 1º de dezembro, o Dia Mundial de Luta Contra a Aids. Este primeiro encontro conta com a participação do Programa Municipal de IST/Aids de São Paulo, do Centro de Referência e Treinamento DST/Aids de SP, do Departamento de Vigilância, Prevenção e Controle das IST, do HIV/Aids e das Hepatites Virais do Ministério da Saúde e também o Projeto Boa Sorte, o Fórum de Ongs Aids do Estado de São Paulo e o site Menino Gay.

Inscreva-se agora para participar!

Mesa de Abertura:
“Atualização sobre a situação atual e tendências da epidemia de HIV e IST entre a população LGBT”.
  • Rodrigo Pinheiro, do Fórum Ongs Aids do Estado de São Paulo, sobre “Panorama das ONGs de aids no Estado de São Paulo – Desafios”
  • Cláudia Regina Garcia, Presidente da Parada do Orgulho LGBT do Estado de São Paulo, sobre a “Importância do encontro de saúde/prevenção para a APOGLBT de SP”
  • Georgiana Braga-Orillard, Diretora do Unaids Brasil, sobre a Importância do evento da Parada em resposta à epidemia de IST/Aids
Mesa Redonda:
  • Gerson Pereira, do Departamento de Vigilância Prevenção e Controle das Infecções Sexualmente Transmissíveis, do HIV/Aids e das Hepatites Virais do Ministério da Saúde, sobre a “Atualização sobre a situação atual e tendências da epidemia de HIV e IST entre a população LGBT”
  • Ivone de Paula, do Programa Estadual/CRT — DST/Aids do Estado de São Paulo, sobre “Discussão das novas estratégias de prevenção para o enfrentamento dessas epidemias com foco nos segmentos mais jovens”
  • Maria Cristina Abbatem Coordenadora do Programa Municipal DST/Aids.
    Tema: “Como está a PEP no Município de São Paulo, como será a implantação da PrEP”
  • Matheus Emílio, do site Menino Gay, sobre “As mídias sociais na luta contra a aids”
  • Gabriel Estrela, do Projeto Boa Sorte, sobre “Acolhimento, estigma e preconceito”
  • Ricardo Vasconcelos, médico infectologista da FMUSP e do PrEP Brasil, sobre “Jovens e prevenção combinada”
Inscreva-se agora para participar!
I Encontro de Saúde/Prevenção IST/Aids entre Jovens LGBT em São Paulo
Realização APOGLBT SP (www.paradasp.org.br)
Dia: 28 de novembro de 2017
Horário: das 18h às 20h
Local: Aliança Francesa
Rua General Jardim, 182 – Centro – SP – Entrada Franca.
Ficha de inscrição: https://goo.gl/forms/Q5z2O63GACA0GQdy1
Link do evento no Facebook: https://www.facebook.com/events/122522791773103
Parceiros: Centro de Referência e Treinamento DST/Aids – SP, Programa Municipal de DST/Aids – Secretaria Municipal de Saúde, Coordenação de Políticas para a Diversidade Sexual do Estado de São Paulo, Museu da Diversidade, Fórum Ongs Aids do Estado de São Paulo, Projeto Boa Sorte, Menino Gay. Apoiadores: Departamento de Vigilância, Prevenção e Controle das IST, do HIV/Aids e das Hepatites Virais do Ministério da Saúde, ONG Koinonia, Aliança Francesa de São Paulo, Canto Produções. Agradecimentos: Sr. Marco Prado, Diário de um Jovem Soropositivo.
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Jovem paulistano nascido em 1984, que descobriu ser portador do HIV em outubro de 2010. É colaborador do HuffPost Brasil e autor do blog Diário de um Jovem Soropositivo.

7 comentários

  1. Ney diz

    São esses encontros que difundem os desafios e conquistas junto a população afetada pelo vírus. Precisamos de novas oportunidades, tecnologias, atenção humanizada e principalmente quebra o preconceito que ronda a sociedade LGBT e portador de HIV. É no debate público que buscaremos resposta a muito de nossos males. Valeu boa programação.

  2. Mark diz

    São importantes esses eventos,,, porém esses grupos/minorias “LGBT” São os que mais se auto discriminam ,,, talvez por serem “realmente desinformados”.
    A sociedade como um todo deveria ser esclarecida num contexto geral da situação a grosso modo.

    • Tiago diz

      Mark, até entendo e concordo em parte com o seu ponto de vista, mas tem algo no seu comentário que não entendi…

      ONGs, como a que organizou este evento, existem para lutar pelos direitos das minorias que representam e que, apesar das muitas melhoras nas últimas décadas – certamente por conta da existência e trabalho dessas mesmas ONGs – sempre foram e continuam sendo descriminadas e prejudicadas, quando não perseguidas e – inclusivamente – diretamente associadas e até responsabilizadas pela epidemia de HIV.

      Sem dúvida entendo e concordo que a sociedade como um todo deveria ser esclarecida da situação de um modo geral, já que está mais que claro que a epidemia não é um problema dessa minoria apenas. O que não entendi foi, numa situação em que o governo, que é quem tem o dever de exercer este papel, se isenta de o fazer e vem um grupo específico – no caso LGBT – que “vai lá e faz” além da sua parte e dever, como exatamente é que esse ato é demonstrativo desse grupo ser “realmente desinformado”, em benefício implícito da restante maioria (mais informada??)…

      Não entendi, pode esclarecer?

  3. Caio PE diz

    Evebtos dessa natureza devem ocorrer em todos os estados (pelo menos nas principais cidades do país) e não apenas em SP !

  4. Rodrigo diz

    Importante discussão, visto que alguns levantamentos recentes demonstram uma prevalência de infecções por HIV entre homens gays, especialmente os jovens, tem atingido dados alarmantes.

  5. Júlio Santana diz

    Queria uma vacina que acabe logo com este vírus. Pelo menos uma vacina a cada 6 meses. oh vida….

  6. Gil diz

    Pena que o encontro seja justamente num dia de semana, numa época corrida, num fim de tarde.
    O certo seria num final de semana, numa espécie de congresso. Mais pessoas participariam e poderiam ampliar os espaços para mostras culturais, palestras sobre esta temática, oficinas de capacitação para trabalhos de esclarecimento e combate ao preconceito.
    Eu gostaria de ir, mas morando no Nordeste, tendo de me deslocar até SP para um encontro de duas horas… difícil. Só fico feliz porque será aproveitado por muitos e qualquer encontro no sentido de diminuir o estigma, o preconceito e a ignorância desse povo sobre o assunto, é válida!
    Boa ideia de tentarmos fazer mais eventos assim Brasil afora.

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