A PrEP chegou ao Brasil

Na última semana, o Ministério da Saúde anunciou o início da distribuição de medicamentos antirretrovirais para reduzir o risco da infecção pelo HIV antes da exposição ao vírus, a chamada “profilaxia pré-exposição” (PrEP) no Sistema Único de Saúde (SUS). A oferta da PrEP deve começar dentro de 180 dias, a contar a publicação do Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas (PCDT) para a PrEP, prevista para acontecer na segunda-feira, dia 29 de Maio. O anúncio foi feito pelo ministro da Saúde, Ricardo Barros, na última quarta-feira, dia 24, durante sua participação na Assembleia Mundial de Saúde realizada em Genebra, na Suíça.

A Organização Mundial de Saúde (OMS) recomenda que a PrEP seja oferecida a todas as pessoas que estão sob “risco substancial de contrair HIV”. África do Sul, Austrália, Canadá, Escócia, Estados Unidos, França, Lesoto, Malawi, Nova Zelândia, Peru, Quênia, Suécia, Tailândia, Tanzânia, Taiwan, Zâmbia, Zimbábue já aprovaram o uso da PrEP, enquanto outros países avaliam a sua implementação. A Inglaterra está agora conduzindo um estudo da viabilidade no país, depois do National Health Service ter sido obrigado judicialmente pela Corte de Apelação, em Londres, a considerar a PrEP.

Ricardo Vasconcelos

Aproveitei o tema para conversar com Ricardo Vasconcelos, médico infectologista formado pela Faculdade de Medicina da USP (FMUSP), que trabalha desde 2007 atendendo pessoas que vivem com HIV e com pesquisas clínicas no campo da prevenção de HIV e outras infecções sexualmente transmissíveis (ISTs).

Ricardo é coordenador do SEAP HIV, um ambulatório do Hospital das Clínicas da FMUSP especializado em HIV, e participou de importantes estudos de PrEP, como o iPrEX e o PrEP Brasil. Atualmente, Ricardo está cursando doutorado com PrEP na FMUSP e é coordenador médico do estudo HPTN 083, um ensaio clínico que avalia a eficácia e segurança da PrEP injetável intramuscular com o medicamento antirretroviral Cabotegravir. Ricardo participa continuamente de processos de formação acadêmica e difusão de informação envolvendo alunos de graduação da USP, ONGs e seminários de educação comunitária na temática de HIV e ISTs no Brasil.

Jovem Soropositivo — Ricardo, o que é PrEP?

“A PrEP é uma maneira de estar bem protegido do HIV”

Ricardo Vasconcelos — PrEP vem da sigla inglesa para profilaxia pré-exposição (pre exposure prophylaxis) e se refere a uma das novas estratégias biomédicas que utiliza medicamentos para proteger uma pessoa da infecção pelo HIV. Conceitualmente, PrEP é o uso de antirretrovirais diariamente por uma pessoa que não vive com HIV, mas que vive situações de vulnerabilidade para que a infecção ocorra, com o objetivo de mantê-la livre do vírus. Podemos simplificar a definição de situações de vulnerabilidade como não conseguir se proteger de maneira eficaz e continuada apenas com as estratégias tradicionais de prevenção, tal como o uso do preservativo. A PrEP é uma maneira de estar bem protegido do HIV sem que suas parcerias precisem concordar ou até mesmo saber que o indivíduo a está utilizando.

JS — Quais antirretrovirais fazem parte da PrEP e com que frequência precisam ser tomados para prevenir o HIV?

RV — A primeira combinação de antirretrovirais que se mostrou eficaz para a PrEP foi a associação de Tenofovir com Emtricitabina, coformulados em um único comprimido, comercialmente conhecido como Truvada, que deve ser tomado diariamente. Já existem outras drogas em fase de pesquisa que também se mostraram eficazes para PrEP, como a Dapivirina, por exemplo, administrada em mulheres na forma de anel vaginal impregnado pelo antirretroviral, que deve ser trocado mensalmente; ou o Cabotegravir, que é aplicado a cada dois meses em injeções intramusculares. Quando esses últimos estudos estiverem concluídos, teremos disponível um amplo cardápio de prevenção contra o HIV, que contemplará muito mais pessoas, considerando diferentes contextos de vulnerabilidade e capacidade de adesão às estratégias.

JS — Se a PrEP consiste no “uso de antirretrovirais diariamente por uma pessoa que não vive com HIV” para “mantê-la livre do vírus”, então estamos dando remédio para uma pessoa que não está doente?

RV — Exato. Isso é o que chamamos de profilaxia: o uso de alguma estratégia com o objetivo de evitar um desfecho não desejado. Assim como recomendamos o uso de Aspirina para que uma pessoa tenha suas chances de desenvolver um infarto reduzidas, ou usamos a pílula anticoncepcional para evitar uma gravidez indesejada.

JS — Parece que existe alguma semelhança entre a PrEP e a pílula anticoncepcional, não acha? Com um comprimido antirretroviral por dia, previne-se o HIV. Com uma pílula anticoncepcional por dia, evita-se a gravidez. Em seu tempo, a pílula anticoncepcional foi vista como uma “revolução”, que deu mais autonomia às mulheres para decidirem se queriam ou não engravidar. Você acha que a PrEP também pode ser vista como revolucionária dentro da prevenção do HIV?

“Dar autonomia para uma pessoa gerir seus riscos é sem dúvida uma revolução.”

RV — Sim, a pílula anticoncepcional permite que as mulheres tenham total controle sobre o risco de engravidar. Uma mulher que opta por tomá-la não depende mais da negociação com seu parceiro a respeito do uso do preservativo, do coito interrompido, da tabelinha ou do que quer que seja. Ela sabe que, ao tomar uma pílula por dia, estará evitando, de maneira bastante eficaz, uma gestação indesejada, mesmo que tenha relações desprotegidas. Dar autonomia para uma pessoa gerir seus riscos é sem dúvida uma revolução. Mas também existe uma reação negativa a essa revolução. Tanto na época do início do uso das pílulas anticoncepcionais quanto agora, com a PrEP, parte da população enxerga uma estratégia dessas como algo que vai ser usado por pessoas que “não se cuidam” ou que “só querem saber de transar com todo mundo sem camisinha”, e julga negativamente quem as usa.

JS — Michael Weinstein, diretor da Aids Healthcare Foundation, disse que a PrEP é perigosa para a saúde pública porque pode encorajar as pessoas a sair por aí fazendo sexo sem camisinha. O que você diria em resposta a Michael Weinstein?

RV — Diria que essa é uma preocupação constante entre todos que estudam PrEP no mundo. A isso se dá o nome de “compensação de risco”: a desinibição de comportamentos sexuais de maior vulnerabilidade por conta do uso da PrEP, o que poderia aumentar a incidência das outras ISTs, por exemplo, uma vez que o antirretroviral só oferece proteção contra o HIV. No entanto, o que vemos é que a maior parte da literatura publicada mostra que a população que tem indicação para o uso de PrEP, devido ao seu comportamento de vulnerabilidade, já apresentava história de múltiplas ISTs mesmo desde antes do início da PrEP.

“Alguns dos usuários até aumentam o uso de preservativo”

Por isso, a vinculação destas pessoas a um programa de PrEP tem um efeito extremamente positivo nesse aspecto: com o rastreamento frequente das outras ISTs, é possível fazer diagnóstico e tratamento precoce destas. Além disso, com o aconselhamento periódico de gestão de vulnerabilidades feito por profissionais da saúde, observamos que alguns dos usuários até aumentam o uso de preservativo, reduzindo a incidência de outras ISTs. Então, mesmo que de fato ocorra algum grau de compensação de risco por parte dos usuários de PrEP, teremos eles vinculados a um serviço de saúde, coisa que não acontecia previamente, e, assim, poderemos resolver prontamente as ISTs que surgirem, até mesmo as assintomáticas.

JS — Quem pode se beneficiar da PrEP?

RV — Qualquer pessoa que esteja vulnerável ao HIV por não conseguir utilizar de maneira consistente o preservativo em relações sexuais com parcerias nas quais exista risco significativo de transmissão do vírus. Isso inclui, por exemplo, alguém que tenha relações desprotegidas com parceiros casuais. Também, pessoas que vivem contextos em que a negociação do uso da camisinha é dificultada por conta de violência, como no caso de profissionais do sexo ou situações de discriminação. Por fim, para casos em que situações em que há uso de drogas e outras substâncias psicoativas, antes ou durante o sexo, façam com que haja falha no uso correto do preservativo.

Nesses exemplos que dei, é preciso ter claro que não se está recomendando que a pessoa pare de usar o preservativo, mas que se associe a ele a PrEP, uma vez que, nesses contextos, a PrEP é talvez a estratégia de prevenção que mais vai ser eficaz em manter o indivíduo livre do HIV.

JS — Quanto custa e quem paga pela PrEP no Brasil?

RV — Existem atualmente duas farmácias que vendem o Truvada no mercado privado, importado por 290 reais ao mês. Investir menos de 10 reais por dia para se manter livre do HIV pode parecer pouco para alguns, mas, considerando que os grupos chave de mais alta vulnerabilidade no País acabam sendo vítimas também de exclusão social e de direitos, esse valor torna proibitivo o acesso à PrEP. Por causa disso, o anúncio pelo Ministério da Saúde da incorporação da PrEP ao nosso sistema público de saúde deve ser aplaudido. Fruto de um longo trabalho, essa medida poderá ser decisiva no enfrentamento da epidemia de HIV e na redução dos novos casos da doença no País.

JS — Isso quer dizer que o dinheiro público será usado para pagar um medicamento para alguém que não pode ou não consegue usar camisinha?

RV — Sim. Fingir que as pessoas que não podem ou não conseguem usar o preservativo de maneira consistente não existem é um erro. Garantir uma política pública que os ampare considerando suas particularidades é bom não só para eles mais para todo o Brasil, pois, com menos pessoas se infectando todos os anos, a vulnerabilidade de toda a população diminui.

JS — O que é o PrEP Brasil e quais resultados obteve?

RV — O PrEP Brasil é um projeto demonstrativo da PrEP que está sendo feito no Brasil desde 2014. Um projeto demonstrativo é um tipo de estudo que está entre um projeto de pesquisa clínica, que serve, por exemplo, para saber se um remédio funciona ou não, e como seria sua implantação no sistema público de saúde. É um “piloto”. O objetivo do PrEP Brasil era avaliar qual seria o conhecimento sobre PrEP e a aceitação/adesão da PrEP entre aqueles pertencentes aos grupos de maior vulnerabilidade ao HIV no País, como os homens que fazem sexo com outros homens e mulheres trans/travestis.

“A população mais vulnerável ao HIV no Brasil não só aceita a PrEP, como também adere aos comprimidos da maneira correta.”

Nesse aspecto, tivemos resultados excelentes com o estudo: mais de 60% dos entrevistados desses grupos em risco de infecção acabaram iniciando a PrEP, sendo preditores de aceitação da estratégia, por ter um conhecimento prévio sobre a PrEP ou por ter tido um maior número de relações desprotegidas no ano anterior à entrevista. Isso mostra que a população que mais tem chance de se infectar aceita bem a recomendação do uso a PrEP. Entre aqueles que entraram em PrEP, com adesão aos comprimidos prescritos, a dosagem dos medicamentos prescritos que foi verificada também foi excelente: 78% dos participantes estavam tomando mais do que quatro comprimidos por semana — o que já é suficiente para atingir a proteção máxima. O PrEP Brasil demonstrou que a população mais vulnerável ao HIV no Brasil não só aceita a PrEP, como também adere aos comprimidos da maneira correta.

JS — Por que, no Brasil, a PrEP só será distribuída entre os grupos de alta prevalência do HIV — ou entre os “grupos de risco”, tal como tem sido publicado nas notícias veiculadas na imprensa, como Folha de S. Paulo e Veja?

RV — “Grupo de risco” é um conceito que não utilizamos mais na compreensão da epidemia de HIV, por conta do estigma e da culpa que recaem sobre esses grupos populacionais e por causa da falsa sensação de não existência de risco nos demais grupos da sociedade. Por isso, hoje preferimos a abordagem que compreende as peculiaridades e as vulnerabilidades que os grupos chave de alta prevalência apresentam. São grupos chave: os homens que fazem sexo com outros homens, trabalhadores(as) do sexo e pessoas trans, os quais, junto com os casais sorodiscordantes, usuários de drogas e população privada de liberdade, apresentam as maiores concentrações de pessoas vivendo com HIV no País.

O Protocolo Clínico que guiará a distribuição da estratégia no nosso sistema público de saúde, num primeiro momento, prioriza esses grupos chave de alta prevalência e suas parcerias, mas somente quando existir história de relações sexuais penetrativas desprotegidas. O simples fato de pertencer a um desses grupos, sem que haja situações com risco significativo de transmissão do vírus, não significa que existe ali alta vulnerabilidade ao HIV e, por isso, não há indicação para uso da PrEP.

Uma vez que os recursos e o número de comprimidos da PrEP são limitados, optou-se por iniciar implementação da PrEP entre aqueles que mais estão se infectando, onde a sua distribuição terá maior impacto no controle da epidemia. Essa é a recomendação feita pela Organização Mundial da Saúde.

JS — Então, os casais sorodiscordantes podem receber a PrEP? Isso quer dizer que estes casais fazem parte do grupo mais vulnerável a contrair o HIV?

RV — Sim, os parceiros de pessoas que vivem com HIV serão contemplados com a PrEP distribuída pelo Ministério da Saúde, sempre que relatarem relações desprotegidas com seus parceiros. Esse contexto é considerado de alta vulnerabilidade quando a carga viral do soropositivo está detectável ou é desconhecida, fatos associados à má adesão ao tratamento antirretroviral para quem vive com HIV e aos acompanhamentos recomendados. Já nos casos em que há boa adesão ao tratamento por parte do parceiro soropositivo que vive uma relação sorodiscordante, com manutenção da sua carga viral indetectável, não existe risco significante de transmissão do vírus por via sexual desprotegida.

“O Ministério deixa disponível a PrEP para qualquer casal sorodiscordante que tenha relações sem camisinha”

Para não haver dificuldade na determinação de quem vai e quem não vai receber a PrEP, e para garantir a possibilidade da associação de estratégias de prevenção (seguindo o princípio da “prevenção combinada”), sem que uma estratégia se sobreponha à outra, o Ministério deixa disponível a PrEP para qualquer casal sorodiscordante que tenha relações sem camisinha e que tenha interesse.

JS — A PrEP é mais segura do que a camisinha?

RV — Em relação a quê? Em relação ao controle da transmissão do HIV? Sim. Se, para uma comunidade com 1.000 pessoas que apresentam alta vulnerabilidade ao HIV, é utilizada uma campanha de prevenção que utiliza unicamente a recomendação do uso do preservativo em todas as relações sexuais, observaremos uma redução de cerca de 80% no número de novos casos de infecções, em comparação com um período anterior em que não era utilizada nenhuma prevenção.

“A efetividade da recomendação do uso camisinha não é de 100%, porque sempre teremos situações em que ela não será usada corretamente”

A efetividade da recomendação do uso camisinha não é de 100%, porque sempre teremos situações em que ela não será usada corretamente, seja porque o indivíduo não conseguiu usar, não desejou usar ou mesmo porque ao usar ela se rompeu. O fato é que a camisinha não é algo bem aceito da mesma maneira por todas as pessoas. Se, para essa população, for utilizada uma campanha de prevenção que associa a recomendação de preservativos com a PrEP, para aqueles que sabidamente tem problemas com o uso da camisinha, é possível chegar aos zero novos casos de infecção por HIV. Isso aconteceu, por exemplo, no projeto demonstrativo permanente Kaiser, nos Estados Unidos. Associar a recomendação de PrEP para aqueles que não conseguem manter o uso consistente do preservativo é, antes de qualquer coisa, reconhecer que nem todas as pessoas conseguem usar a camisinha de maneira perfeita — e isso, por si só, é uma maneira de dialogar melhor com o público que mais precisa de uma campanha de prevenção.

Entretanto, se a pergunta se refere às outras infecções sexualmente transmissíveis (ISTs), a PrEP não é nada segura, uma vez que ela só protege do HIV. Por isso, quando recomendamos a PrEP para aqueles que já não estão usando a camisinha adequadamente, estamos conseguindo fazer com que pelo menos a vulnerabilidade ao HIV caia. Além disso, o aconselhamento oferecido durante o acompanhamento da PrEP poderá fazer com que, com o tempo, o uso do preservativo melhore, reduzindo também a vulnerabilidade às outras ISTs, fato que já foi demonstrado em ensaios clínicos.

JS — Como sabemos que a PrEP é segura e eficaz na prevenção do HIV? Quantos estudos foram feitos e qual o número de pessoas acompanhadas nestes estudos? Existe no mundo algum caso de infecção pelo HIV em uma pessoa que estava tomando PrEP corretamente?

RV — Sim, o uso da PrEP para evitar a infecção por HIV em pessoas vulneráveis é considerado bastante eficaz, garantindo uma redução de quase 100% entre aqueles que aderem corretamente aos comprimidos. Além disso, a PrEP é segura, pois não apresenta nenhum evento adverso grave, desde que realizado o acompanhamento recomendado. Esses dados vêm de quatro grandes ensaios clínicos multicêntricos randomizados e de dezenas de projetos demonstrativos, como o PrEP Brasil, realizados em diversos países. Até hoje, tivemos no mundo cerca de 150.000 pessoas que entraram em PrEP. Destes, sem contar os indivíduos que não estavam aderindo corretamente aos comprimidos prescritos, foram relatados apenas quatro casos de infecção pelo HIV apesar do uso da PrEP.

“Nenhuma estratégia resolverá, sozinha, a questão da prevenção”

O fato de haver casos de falha da PrEP não deve ser encarado como motivo para abandonarmos essa estratégia, mas deve servir para nos lembrar que nenhuma estratégia — seja ela a camisinha, a PrEP ou a próxima que ainda vai ser descoberta — resolverá, sozinha, a questão da prevenção, controlando todos os novos casos de HIV no mundo. A associação de estratégias é que poderá resolver. Precisamos compreender que as melhores estratégias de prevenção para um indivíduo são aquelas que ele consegue utilizar de maneira correta e continuada. Preconceitos e julgamentos só funcionam como barreiras para que essas pessoas consigam encontrar as estratégias que melhor funcionarão dentro de cada contexto individual.

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Junior
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Junior

Até que enfim…

ricardo costa
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ricardo costa

Eu acredito que isso tem efeito contrário… Essas pessoas vão ficar indo e vindo com essa medicação… ou seja, vão acabar criando vírus resistentes a essa medicação… Isso so vai piorar a situação com vírus resistentes… pois, acredito que a maioria não vá tomar essa medicação corretamente e haverá uma troca de vírus com pessoas que tomam outras medicações diferentes do PreP … ( Se essa medicação PreP evita que peguem o vírus ou repasse… então ta confirmado que quem já toma e está indetectável podem fazer o bareback, breed it raw etc De qualquer forma o soropositivo que toma… Ler mais »

Junior
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Junior

ricardo costa, antes de apertar o botão “publicar comentário”, releia e concatene melhor suas ideias. Seu comentário é muito confuso e fica parecendo que você leu pouco sobre PrEP e TARV. No mais, pare de ser juiz da vida alheia e deixe em paz quem quer se proteger. Quem quer se proteger não precisa pagar o preço de quem vai ficar indo e vindo. E no futuro, quem pegar vírus resistente de quem “criou vírus resistente por ter usado indo e vindo” como você mesmo disse, só vai pegar se tiver deixado de usar a camisinha também. Daí já não… Ler mais »

Henrique souza
Membro
Henrique souza

Governo porco.. uma medicação q ja foi adotada a anos nos outros países chegou no Brasil apenas agora.. se tivesse chegado antes com ctza eu e mtas pessoas nao teriam contraído esse virus maldito. Falta de informação, falta de campanhas eficazes. Não adianta nada darem truvada e nao informarem a população sobre o remedio.

Luiz Carlos
Visitante
Luiz Carlos

Não adianta nada culpar o governo sendo que moramos em um país de terceiro mundo e muitos países de primeiro mundo ainda nem sequer cogitaram a PrEP. O Brasil é um país pioneiro em tratamento contra o HIV e distribui medicações alinhadas com as diretrizes de países de primeiro mundo GRATUITAMENTE. Me desculpe mas este seu comentário foi completamente ignorante. Não culpe o fato de você ter contraído o HIV no governo ou em qualquer outra coisa, entenda e aceite seus erros que você será muito mais feliz. (Obs: meu comentário é 100% desprovido de opinião política e totalmente apartidário… Ler mais »

Rodrigo29
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Rodrigo29

Luiz carlos você está completamente enganado, o Brasil não está alinhado com países de primeiro mundo nos tratamentos do HIV, o Brasil já foi uma referência há mais de 10 anos atrás! Atualmente estamos bem atrasado, uns 3 anos de atrasado na adoção do dolutegravir e ainda só para virgens (maior palhaçada é o governo afirmar que isso é devido a falta de capacidade da GSK de produzir mais medicamentos). Vou lhe atualizar, primeiro mundo é Genvoya, é dolutegravir em um comprimido com abacair e outro que n lembro…

Good Vibes
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Good Vibes

Você não está atualizado. Primeiro mundo é Descovy (emtricitabina e tenofovir alafenamida) + Tivicay (dolutegravir sódico).

Depois viriam Genvoya (que não contem dolutegravir, e sim elvitegravir + cobicistate + emtricitabina + tenofovir alafenamida) e Triumeq (dolutegravir + abacabir + lamivudina).

Melhor se informar um pouco mais. Um simples Google já ajuda a não falar besteira. 😉

maxwell
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maxwell

Camisinha tinha e vc (como eu e como muitos aqui) negligenciaram o uso da mesma pelo tesão. Então não culpe o governo pela sua própria displicência. Se a camisinha vc tem que usar apenas no ato sexual e vc não usou imagine se vc ia usar TODO santo dia um remédio pra evitar algo que vc achava que não pegaria porque achava que hiv estaria escrito na testa dos outros. Uso da prep para relacionamentos sorodiscordantes: Eu se fosse o negativo não tomaria e acabaria com a relação pois se o positivo não tenta se cuidar, não toma a medicação… Ler mais »

Caio
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Caio

Flw tudo henrique…

Truvada Saves
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Truvada Saves

Concordo Com você Henrique, governo porco e sujo. É um absurdo que tenham demorado tanto tempo para liberar um composto que poderia ter salvo milhares e vidas. É um absurdo que haja tantas gays rancorosas e estúpidas , que demonizam a PREP somente por que não puderam utiliza-la na época devida. É um absurdo que um soro positivo se ache no direito de julgar os demais, imponto diretrizes e julgamentos para o estilo de vida dos outros, como se camisinha fosse algo delicioso no dia a dia, bando de santos hipócritas.

Gonçalo
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Gonçalo

Parabéns aos grupos que está sobre a adesão do medicamento no Brasil, a luta é grande mas vamos conseguir. (Boa sorte a todos).

ricardo costa
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ricardo costa

Eu acredito que isso tem efeito contrário… Essas pessoas vão ficar indo e vindo com essa medicação… ou seja, vão acabar criando vírus resistentes a essa medicação… Isso so vai piorar a situação com vírus resistentes… pois, acredito que a maioria não vá tomar essa medicação corretamente e haverá uma troca de vírus com pessoas que tomam outras medicações diferentes do PreP … ( Se essa medicação PreP evita que peguem o vírus ou repasse… então ta confirmado que quem já toma e está indetectável podem fazer o bareback, breed it raw etc De qualquer forma o soropositivo que toma… Ler mais »

Adriano
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Adriano

Pessoal, eu preciso de um esclarecimento, de acordo com a experiência de vocês: Eu descobri que sou soropositivo quando fiz uma consulta para cuidar de uma dor de garganta e a médica me perguntou se eu queria fazer o exame de sangue. Voltei para buscar o resultado e enquanto conversávamos (eu tentava, porque chorava muito e estava muito nervoso) ela me perguntou se eu perdi peso nos últimos dias e tive diarréia. Não tive nenhum dos dois, até então. Não sei se é porque estou psicologicamente abalado, mas desde que soube não consigo comer (o que provavelmente vai acarretar perda… Ler mais »

Caca
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Caca

Olá Adriano, provavelmente deve ser pelo nervosismo mesmo. Eu descobri cedo também em um check-up que fiz em dezembro de 2016. Acabei perdendo peso no primeiro mês mas foi por não conseguir comer mesmo, não pelo remédio ou por outra coisa. Esse início é complicado mas tenta se alimentar normalmente, logo as coisas vão se acertar na sua cabeça… tudo vai voltar ao “quase” normal, com apenas um cuidado diário e uma pílula por dia a mais 🙂 !

Marcos
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Marcos

Eu não perdi peso não, pelo contrário, tava era bem gordo, eu perdi peso depois de começar o tratamento (uns vinte quilos) mas por depressão, não HIV. Os sintomas que eu tive foram uma faringite ferrenha que demorou 14 dias de antibióticos pra sarar, chegou a ficar duas aftas na garganta (depois o médico explicou que geralmente essas lesões ficam por onde o vírus entrou e por tudo que relatei cremos que foi sexo oral). É até legal lembrar isso, pq todo mundo julga que não usamos camisinha, mas sempre usei sim, porém, quem usa no oral? Então a Prep… Ler mais »

Daniel34
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Daniel34

Boa tarde Adriano, esse primeiro momento é normal sentir tudo isso fera. MAs tenha calma e não esqueça que agora não importa o que as pessoas irão pensar e dizer. Alias estamos num mundo tão inidividualista que as pessoas mal tem tempo para reparar uma nas outras. Agora é hora de lutar pela sua vida e seu bem estar. Caso queira um amigo para conversar me mande um e-mail e lá podemos trocar uma idéia melhor e lá partilhar disto tudo ok? Estou a 3 anos com virus e estou muito bem e feliz, hoje tenho outros medos e não… Ler mais »

Maycon
Visitante
Maycon

Adriano! Todos passamos por esse momento. Sou da área biológicas como muitos aqui no Blog. Incluindo: médicos, biólogos, enfermeiros etc. Sua vida não acabou, de forma alguma. Só no nosso país tem uns 900 mil na mesma situação que você! Quase a população de Campinas. Sinta-se feliz por ter descoberto a tempo, logo você estará indetectável e sua autoestima irá voltar. A partir de alguns meses ou menos que isto, você não transmitirá esse vírus a quem quer que seja. Olha essa notícia da Prep! Nela pessoas irão tomar os medicamentos que já tomamos. Não sei os demais, mas isto… Ler mais »

Adriano
Visitante
Adriano

Realmente, transmitir deve ser muito dolorido, essa é outra da minha preocupação. Atualmente estou conhecendo uma pessoa, super bacana e que em qualquer momento da minha vida me sentiria o mais sortudo e feliz do mundo, mas tenho medo de transmitir, de decepcionar, ele me faz feliz, mas essa felicidade tb me preocupa. É muita coisa junto e eu acho que deveria contar, mas é muito recente tudo isso para mim. Enfim, minha cabeça está uma loucura. rs Muito obrigado pelas suas palavras, Maycon, muito obrigado mesmo, pelo apoio e pelo carinho nas palavras, estou fazendo o meu possível para… Ler mais »

Luiz Carlos
Visitante
Luiz Carlos

Maycon, não quero roubar aqui sua linda resposta ao Adriano, e discordar e argumentar faz sempre parte de uma discussão saudável. Eu fui encisivo na minha resposta porque me pareceu um “comentário do G1”, daqueles que qualquer notícia, seja boa ou ruim, é culpa do governo, viva bolsonaro, fora temer, etc etc. Eu não discordo que poderia existir mais informação, mas estamos aqui celebrando a PrEP com distribuição gratuita, enquanto nos EUA um frasco de 30 dias de PrEP custa 1500 dólares, e tenho que ler um cidadão falando que pegou HIV porque o governo é um lixo e não… Ler mais »

Rômulo
Visitante
Rômulo

Luiz Carlos concordo que o modo de ver dele é meio distorcido mas aqui é um “site” onde qualquer um posta sua opinião então não tem sentido ficar “travando” comentários que de certa forma estão ligados ao assunto do tópico.

Assim como queremos que os negativos respeitem mais os positivos, devemos respeitar a opinião alheia…

Renato
Visitante
Renato

Vc tem kik ? Maycon? Eu preciso trocar idéias c alguém de como voltar a me relacionar,pois j consegui desde q descobri a quase um ano!

Marcus
Visitante
Marcus

Somos dois, quando recebi o diagnóstico eu sabia que não ia morrer, mas a sensação na hora foi “amor morreu pra mim, quem vai me querer…”, e por mais que a gente saiba que não é assim, na realidade é o que quase sempre acontece: A não ser que a pessoa seja muito bem esclarecida e sem medos, dificilmente vai conseguir se sentir à vontade graças ao espectro que carregamos, esse estigma tão ilógico…

carlos
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carlos

Adriano, realmente no começo é muito difícil e árduo lhe dar com essa condiçao, simplesmente procure começar o tratamento e seguir as orientações médicas. As coisas com certeza irão se ajustar. Aconselho que não saia da rotina, evite isolamento. Isso hj em dia é tratado como doença crônica, não deixe o mundo cair pra você. Fica bem ok?!

Adriano
Visitante
Adriano

Muito obrigado, Carlos. Muito obrigado de coração. Estou fazendo o meu possível e vou, sim, seguir a risca as orientações médicas e fazer com que o tempo reorganize a minha cabeça e a minha vida. Fique bem você também. Muita paz. Muito obrigado. Abraço

Lucio
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Lucio

Governo imundo… se não tivesse demorado tanto muitos de nós nao estariamos condenados a viver essa vida com essa maldição…

Alessandro
Visitante
Alessandro

Vc é dos fora temer ?? Eu sou fora corruptos !!! Mas foi o governo que transou com vc ? Pense melhor, a culpa realmente foi nossa, parem de se vitimizar, essa geração está uma droga, quando não se dão bem na vida é culpa do governo, se dói a cabeça é culpa do governo afff

Rômulo
Visitante
Rômulo

Culpa do governo de vc ter pego HIV né ?! “Ta Serto”…

Serginho...
Visitante
Serginho...

Adriano fique tranquilo meu amigo…. só pense q um resultado positivo para o HIV não é o fim do mundo….tente se pôr na pele de uma pessoa q tem o diagnóstico de um.cancer terminal… faça seus exames..tome a medicação q daqui a algum tempo vc vai perceber q o HIV não é uma sentença de morte..forte abraço..

Marcus
Visitante
Marcus

Lendo o comentário me veio em mente que quem recebia o diagnóstico até 95 era sim o de um “cancer terminal”, imagino qual era o desespero… Mas nós carregamos esse estigma até hj, a maioria das pessoas se você diz que é positivo, parece que a gente ve a nossa imagem de ser humano sendo desfeita no olho daquele pessoa para sempre e ela passando a nos ver como um criatura… Foda…

GF-SP
Visitante
GF-SP

Poderiam também vender nas farmacias. Acho importantíssimo. Quem pode pagar poderia ter esta opção.

GauchoPREP
Visitante
GauchoPREP

Amigo, conforme diz a reportagem, já vendem. Depende, também, do interesse das farmácias em adquirir. Eu já comprei o Truvada mais de uma vez, sem dificuldade.

Victor
Visitante
Victor

GauchoPREP, onde você comprou? Também quero comprar mas não encontro.

Maycon
Visitante
Maycon

Ainda bem que temos ativistas com pensamentos diferentes do Alessandro. Pois seguindo sua ideia: ” Se você contraiu, que se lasque “. O Governo não está fazendo mais que sua obrigação, visto os altos impostos que pagamos. Nós culparam durante décadas por termos surgido com essa doença e o que colhemos? Sangue de jovens homossexuais e de uma massa heterossexual que nunca se viu em risco. Menos filho! A história tem muito a contar sobre os errosnpra conter essa epidemia. Quando culpamos o governo, ninguém morre, quando ele nos culpa, milhares são enterrados.

Marcus
Visitante
Marcus

A verdade é que só virou epidemia justamente por preconceito…

Maycon
Visitante
Maycon

Por acharem que de alguma forma, nos gays vagamos o HIV no mundo.

G+21
Visitante
G+21

Sonho com uma notícia assim com uma curamiga funcional ou total. JS você poderia falar sobre aquela molécula da abivax que se mostrou muito promissora em reduzir os reservatórios em até 40% se nao me engano. E já está em fase 2 b, o que significa? Obrigado, gostaria muito de ser respondido

G+21
Visitante
G+21

Cura**

Pranchana
Visitante
Pranchana

De onde vocês tiram essa ideia de que as coisas são gratuitas? Larguem essa palavra do vocabulário de vocês! O governo não dá nada de graça. Mais da metade do seu salário vai para o governo e você acha que ele está fazendo caridade? Não! Essa Prep será paga por todos! O governo não dá de graça, apenas não cobra diretamente.

Truvada Saves
Membro
Truvada Saves

“O era avaliar qual seria o conhecimento sobre PrEP entre os homens que fazem sexo com outros homens e entre MULHERES trans/travestis.
EU queria entender o que passa na cabeça de uma pessoa supostamente técnica, da área de saúde, que chama tranquilamente um TRAVESTI de mulher, como se isso cientifico fosse, e por que somos obrigados a aceitar essa PATACOADA. Mais ciência e menos ideologia nesse Ministério.

Richard
Visitante
Richard

“Mulheres trans” é um termo médico… acho que ele quis dizer “mulheres trans e também travestis. Sacou?

Caio PE
Visitante
Caio PE

Estratégia a mais para ser somada ao uso da camisinha. Mas é muito melhor para o governo investir em prevenção (que já é caro) do que em tratamento (hospitalar inclusive) que é muito mais caro. E como muitos citaram aqui, NÃO tem nada de graça não: isso é dinheiro de impostos altiíssimos que pagamos. Vejam os impostômetros que existem nas cidades e vejam se sai algo “de graça” por aí !

Truvada Saves
Membro
Truvada Saves

Pelo amor de Deus, governo sórdido, corrupto e demoníaco . Liberem logo essa PREP, crlho!!!! Vai demorar mais seis meses e ainda depois de uma publicação???? pelo jeito nunca vai sair….

hope
Visitante
hope

Meu deus do céu, agora meu parceiro vai usar o prep e me deixa mais feliz, mesmo a gente usando camisinha e eu sendo indetectavel, eu fico com medo.
Hoje pode ser uns dos dias mais felizes da minha vida.

demorou mais chegou. Agora ficarei mais feliz quando mudar minha medicação para a mais nova, odeio a 3×1, mesmo usando a 1 ano, ainda sinto um pouco de efeito colaterais.

Loro
Visitante
Loro

Blz hope? Eu tbm faço uso do 3×1 já á 3 anos, não me sinto bem! Muitos efeitos colaterais. Qual vai ser a medição que vc vai passar usar?

Luiz Carlos
Visitante
Luiz Carlos

Pessoal, eu volto quando os comentários forem despolitizados. Quem quiser ter discussões sadias (onde existem argumentos, não só xingamentos), tirar dúvidas ou fazer perguntas, basta me mandar um e-mail em wildup11@gmail.com

Abraços!

Matheus
Visitante
Matheus

Luiz Carlos não deixe de comentar aqui amigo,a proposta do site e um ajudar o outro,lógico que sempre aparecerá aqui uma ou outra pessoa com negativismo em seu comentário mas isso a gente releva e mantermos a prontidão de sempre ajudar assim que possível.

Gil
Visitante
Gil

Pessoal. A PreP vem num momento oportuno onde a galera mais nova está deixando de lado a camisinha. Vá lá, não é a melhor coisa do mundo usá-la, mas acostuma. Muitos dessa geração acham que é “sofrimento” usar. E com muita desinformação… Tá certo que mimamos muito essa geração, mas…sofrimento??? Trabalho numa escola de periferia. Para ter uma ideia, 92% usa o bolsa-família ou passavam fome. Juntam restos de merenda dos pratos dos outros em sacolas de mercado para alimentar os irmãos… Da EJA (educação em supletivo para jovens e adultos) entrevistei dezenas de rapazes de 15 a 21 anos.… Ler mais »

Márcio
Visitante
Márcio

Galera, já expliquei minha situação em um outro post. Minha melhor amiga é soro positiva e eu não. Ela some as vezes e geralmente não me procura. Enfim, o que eu queria saber agora, o retro viral pode ser depressivo? Ou isso é mais fruto da doença em si? Ela comentou isso comigo,mas gostaria de um explicação melhor (ela, obviamente, não toca muito no assunto). Outra pergunta. Ele pode acarretar mudanças de humor? Um dia feliz e outro mais para baixo? Se alguém puder me dar um help, agradeço! Obrigado a todos.

Maycon
Visitante
Maycon

Na verdade Luiz Carlos, não parece ser por conta do governo. É ressentimento, por não ter dado tempo de se beneficiar com a Prep. Lah no fundo eu tbm fiquei tipo: puxa vida! Quando eu fui infectado, não havia PEP, lembro de ter procurado uma outra vez lah por 2009 numa das minhas primeiras relações sexuais. A PEP veio 6 meses depois de eu ter contraído, e eu tive o mesmo pensamento. O de que o tempo e as pesquisas do governo estavam me prejudicando. Enfim, demora pra gente entender que fazemos parte de uma minoria extremamente perseguida, mesmo a… Ler mais »

Rômulo
Visitante
Rômulo

Que triste isso… acho que se alguém tivesse dado apoio (amigo, família ou qqr pessoa influenciável) poderia ter mantido eles vivos… =(

Goiano
Visitante
Goiano

Comecei ontem o 3 em 1, não senti absolutamente NAADA !! uffaa ..

Augusto
Visitante
Augusto

pq não começou com o Dolutegravir?

Daniel34
Visitante
Daniel34

Fico Feliz por você, eu senti somente nos 3 primeiros dias depois nada mais.
Caso queira trocar informações estamos ae forte abraço danielive34@gmail.com

Mariah
Visitante
Mariah

JS vc poderia fazer uma matéria sobre soro discordantes? Pode tomar PREP pra tentar gestação, mesmo se ele é indetectável?

GauchoPREP
Visitante
GauchoPREP

Mariah, conforme diz a reportagem, se ele é indetectável não há risco. Havia uma prática de “lavagem do esperma” que é até tida como inútil hoje em dia, já que diminuindo a CV a níveis indetectáveis não há risco de contaminação para a mulher. Veja o link a seguir: http://hivforum.tumblr.com/post/158030640596/hi-dr-positive-for-3-years-and-on-stribild-and-ud Nele um homem vivendo com HIV, indetectável há 2 anos, questiona se é seguro tentar um bebê ou seo o médico recomenda a lavagem do esperma. A resposta: “Alguém está mesmo fazendo lavagem de esperma ainda? Pareces abundantes os dados que sabemos sobre os benefícios de prevenção da TARV (terapia… Ler mais »

João Paulo
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João Paulo

Boa tarde, positivos. Eu queria compartilhar um sentimento que tenho sempre. Sou soropositivo e estou numa relação sorodiscordante há 3 anos. Isso faz com que eu me sinta muito neurótico com o medicamento apesar dele ser farmacêutico muito bem formado e me dar todas as instruções possíveis. Mas mesmo assim eu fico com medo de por algum motivo a carga viral voltar a subir e é algo que é silencioso. A cada seis meses que faço exame é sempre uma tortura pra mim por causa do medo de pegar o resultado e a carga não estar indetectavel mais. Se por… Ler mais »

D_Pr
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Rômulo
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Rômulo

Isso é ótimo !

Saber sobre o reservatório pode ser um caminho para parar com a TARV quando for o caso !

Caio PE
Visitante
Caio PE

Tudo que servir de prevenção é válido. Mas existem pessoas que poderão não utilizar a PrEP de forma correta e induzir à resistência viral.

Beto
Visitante
Beto

Eu conheço o dr. Ricardo já consultei com ele duas vezes, um cara de muita inteligência, estou pensando de voltar nele pra uma nova consulta e tira algumas dúvidas.

Paulista+
Visitante
Paulista+

Alguém sabe de algum médico particular em SP que passa o dolutegravir (e se o SUS libera) pra antigos pacientes? To há 2 anos com 3×1 e indetectável e minha medica não quer fazer minha troca, apesar de insonia e depressão. OBRIGADO QUEM PUDER AJUDAR!!!

telma
Membro
telma

O proprio sus liberará eu mesma fiz a troca e me arrependi e estou tentando via sus e judicialmente voltar ao raltegravir que nao tinha efeito colateral quase nenhum, enquanto o dolutegravir provocou alem de psicose problemas renais serios com hematuria .Aconselho a vc pensar os pros e contras nao pense que se o medicamento faz bem pra alguns nao fara mal pra vc nao existe formula magica para combinaçao de medicamentos . O que é otimo pra vc pode ser um terror para outros convivo com os antiretrovirais a mais de 23 anos e tenho experiencia grande em troca… Ler mais »

Renato
Visitante
Renato

Telma ,vc sabe porque n vão fabricar mais o raltegravir? Estou fazendo uso do mesmo é minha vida melhorou muito em relação ao 3×1.

João
Visitante
João

Uma dúvida, embora indetectável minha parceira e eu adotamos o preservativo, com a noticia da Prep ela ponderou em retirar o mesmo, a dúvida que temos é, em quanto tempo o medicamento faz efeito depois de ingerido?

GauchoPREP
Visitante
GauchoPREP

João, já uso há quase um ano e meio, e recebi essas orientações no começo, e a cada consulta. Após 7 dias você tem o máximo de proteção, e 4 dias é o considerado o mínimo. Meu parceiro é positivo e – da mesma forma que recomendam PREP + camisinha – entendemos que TARV + PREP é a dupla segurança máxima que esperamos obter, adotando o mesmo procedimento que vcs pretendem.

Guto
Visitante
Guto

Bom dia Pares! Realmente trata-se de um assunto um tanto polêmico, concordam? Acredito, sinceramente, que tudo é válido quando se trata de otimizar as novas infecções pelo vírus HIV, não só no Brasil, mas no mundo. Entretanto, no que concerne à PrEP, várias considerações ainda devem ser feitas, sem menosprezar, por outro lado, a sua eficácia de PREVENÇÃO. De acordo com o último Boletim Epidemiológico do DIAHV, dos 136.945 casos de infecção pelo HIV no Brasil, 71.396 casos (52.1% do total) foram notificados na região Sudeste. Além disso, no que concerne aos de HIV notificados no SINAN, segundo faixa etária… Ler mais »

Gil
Visitante
Gil

Guto, receber um elogio de pessoa tão sensata e esclarecida me emociona. Até curou meu resfriado! Levantei da cama para mostrar seu comentário para minha esposa, mesmo febril, porque achei muito sensato e com números para fundamentar pesquisa e trabalhos novos…Mas… no final, quando li que me elogiaste, fora o acesso de tosse, quase surtei!!! Fiquei muito feliz e lisonjeado. E quase sem ar de tossir. Kkkk Você é muito sensato e coerente, inteligentão! Eu vejo que começa por esclarecimentos. Fui em todas as turmas falar sobre o uso de preservativo, controle da natalidade, puxando reflexões. Estou fundamentando e envolvendo… Ler mais »

Guto
Visitante
Guto

Parabéns pelo trabalho Gil! Com certeza trará benefícios importantes e irreversíveis para toda essa população. E só pra fazer um adendo, o qual percebi só agora relendo o meu comentário, quando refiro-me às ausências de alternativas e/ou ações “menos remediadas” voltadas exclusivamente para a prevenção de todas IST’s, principalmente através do poder público, e aqui incluo novamente duas áreas com total legitimidade para isso, que é a Educação e a Saúde, o faço sem menosprezar, obviamente, os grandes avanços no tratamento desse retrovírus tão autêntico e perturbador. Nesse quesito, o Brasil tem seu legado, e um legado muito bonito inclusive,… Ler mais »

Gil
Visitante
Gil

Concordo 100%, desde a questão do investimento ter de continuar no campo da oferta de medicação, em todos os níveis e da prevenção, o mais cedo possível. Concordo e passei a usar o termo IST também. Aqui em João Pessoa tem um militante da causa de prevenção e cuidados, de dignidade a direitos das pessoas vivendo com HIV-AIDS, chama-se Evandro Almeida, meu amigaço, que trabalha aqui, em recife, em Natal e faz das tripas coração para divulgar, esclarecer, prevenir e dar dignidade à nossa luta. E não ganha nada de governo algum, só as diárias de congressos e seminários que… Ler mais »

Pedro
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Pedro
Andréia
Visitante
Andréia

A onde pessoas podem pegar esse remédio???

SP+-
Visitante
SP+-

Pessoal uma dúvida. A entrevista se mostrou muito clara, mas pode ser erro de entendimento meu. Primeiramente se fala sobre não adesão aos casais sorodiscordantes com o soropositivo indetectavel. Depois se fala que se dará adesão a todos os casais sorodiscordantes sem exceção. Inicialmente já darão adesão a todos os casais independente de ser indetectável ou não? Sejamos muito mas muito honestos. Alguns de nós pegamos o vírus por confiar demais. E justamente no confiar demais o parceiro pode deixar de tomar seus remédios, passar por alguma fase de depressão mal estar ou qq outra coisa que leve a deixar… Ler mais »

Aninha
Visitante
Aninha

Entendo as opiniões expressadas aqui e respeito as que não concordo. Mas acho que ficar lamentando o problema, jogando a culpa no governo, culpando o parceiro, imaginando que a PrEP será uma péssima escolha porque irá acarretar isso ou aquilo, é perder tempo e energia com coisas banais. Vamos nos aceitar do jeito que somos e com as condições que podemos viver, lutar pelos nossos direitos mas agradecer também pelo que temos. Não adianta chorar pelo leite derramado ou se desesperar à espera do leite do bezerro que ainda nem nasceu. O Brasil não é um país de primeiro mundo… Ler mais »

Rômulo
Visitante
Rômulo

Disse TUDO !

Rodrigo
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Rodrigo

Show de bola, Aninha!

Jonas
Visitante
Jonas

Parabéns Aninha, é isso!

Guto
Visitante
Guto

Aninha, muito bonito o que vc escreveu… Acho que o grande desafio, enquanto positivos, diz respeito mesmo à “aceitação”. Tenho feito exatamente o que sugeriu: agradecer. Não só pelos antirretrovirais, pelo acesso facilitado de tratamento, mas também por tudo de maravilhoso que me rodeia, principalmente, as coisas mais simples… Coisas que só retribuo a devida atenção, justamente após descobrir a sorologia. Não há como negar que isso é uma grande mudança na vida de qualquer pessoa… E manter-se equilibrado, talvez seja o principal desafio. E que em dias não tão bons, com todas aquelas oscilações mentais, sejamos capazes de lembrar… Ler mais »

Gus
Visitante
Gus

Mudando um pouco o assunto do tópico.
Alguém conseguiu trocar do 3×1 para o dolutegravir?
Se sim, o que foi alegado? Obrigado

Guto
Visitante
Guto

Gus, a troca da combinação 3 em 1 para o Dolutegravir também está embasada numa normatização expressa pelo Ministério da Saúde. E sinceramente, se a combinação 3 em 1 estiver mantendo você em nível indetectável, assim como eu, dificilmente a troca será permitida, seguindo o protocolo. Mas, como temos visto, existe um grande esforço para que todos os que estão nessa combinação 3 em 1, passem, posteriormente, para o Dolutegravir. Abraço.

Jonas
Visitante
Jonas

Tomo o 3X1 e por não ter nenhum efeito colateral, não cogito a troca. Se um dia a pílula virar também 3×1, ou seja, tomar realmente só um comprimido por dia, aí sim, embarco nessa. Minha médica prefere manter assim, até me deixou livre para escolher, mas fez algumas considerações importantes. Preferi não mexer em time que se ganha.

Guto
Visitante
Guto

Oi JS!

luquinha
Visitante
luquinha

Daqui para frente , reservatório , reservatório , reservatório ….dois passos para frente um passo para trás , dois passos pra frente três para trás , dez passos para frente quatro para trás , reservatório , reservatório , reservatório , mais vamos vencer ….

D_Pr
Visitante
D_Pr

Assunto velho Luquinha

Eu lembro das suas postagens e das informações privilegiadas que você tinha e tem.

Andre
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Andre

Alguem aqui já fez tratamento para sífilis enquanto soropositivo? Como foi? Em que fase estava? Estou desesperado.

ricardo costa
Visitante
ricardo costa

sou tão safado que ja fiz tratamento para sífilis 4 vezes kkkk. 6 doses de Benzetacil é cura. Antes não existia cura para sífilis. 2 injeções por semana em 3 semanas estará curado totalmente. A única coisa que ficará nos seus exames será marcas de pontuações que ficam… pois, o sistema imunológico copia cicatrizes. Fique tranquilo… sífilis não baixa imunidade.. pois, ela trabalha na superfície do nosso corpo. Lembre-se… mesmo usando camisinha há possibilidades de se infectar ou reinfectar. Pois, essa bactéria fica na garganta do infectado tbm que não está sendo tratado… Ou seja, faça como eu… nesse período… Ler mais »

Guto
Visitante
Guto

Olá Andre.
Assim como o Ricardo, já tive sífilis 4 vezes, sendo 1 enquanto soropositivo. É a primeira vez? O tratamento é padrão, 6 doses de benzetacil divididas por 3 semenas. Duas doses por semana, uma em cada nádega.
Dica… Se houver a possibilidade de deitar-se para a aplicação é melhor. O glúteo fica mais relaxado.
A dor em si é causada pela solubilidade do componente… Trata-se de um componente mais grosso e, portanto, com absorção mais lenta pelo organismo.
Tirando isso, é um tratamento 100% eficaz. Fique bem! Abraço.

Guto
Visitante
Guto

Outra coisa… Depois de tratar, peça ao seu médico infectologista, pelo menos duas vezes por ano, um exame laboratorial para controle. Normalmente, eles pedem o VDRL. Se cuida amigo!

Jv
Visitante
Jv

Bom dia, pessoal! Sobre o Dolutegravir…meu médico me prescreveu na última consulta! Venho fazendo o uso do 3×1 há 1ano e 4 meses. Achei que estava tudo indo bem, mas essa troca não está sendo tão simples como pensamos! Fui correndo pro CTA para pegar o dolu e não consegui! Parece que o “sistema” deles não aceita por não ser protocolo. Essa troca é devido alterações no fígado e neurotoxicidade (há justificativas). A farmacêutica, muito solícita por sinal, ficou de ligar para o médico responsável pelo programa no estado para se informar sobre isso! Falou algo sobre uma câmara técnica.… Ler mais »

Luiz Carlos
Visitante
Luiz Carlos

A diretriz atual é EFZ -> ATZ/r ou LPV/r -> DRV/r -> Câmara técnica -> DTG. Ou seja, saindo do EFZ, é preciso passar por pelo menos 2 IPs, para então solicitar o DTG à câmara técnica, e ainda podem ocorrer ressalvas. Existem outros caminhos também, como RAL, mas como são muitos comprimidos e dois horários (2x RAL ao dia), os médicos evitam a prescrição. Em breve deve ocorrer a liberação da troca direta para o DTG para quem tem problemas com o EFZ. Era para ocorrer em Junho, mas pela baixa adesão ao DTG no início de 2017, creio… Ler mais »

Renato
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Renato

Minha médica tbm receitou o dolutegravir,mas n consegui tirar na farmácia,pelos mesmos motivos q vc citou ,e olha q ela foi pessoalmente a farmácia tentar,pois eu estava muito mal c o 3×1.

SP+-
Visitante
SP+-

Alguém já deu positivo para a cepa da tuberculose durante o uso do 3×1?

Queria saber se a profilaxia de 6 meses resolve e se é tranquilo passar por isso…

Obrigado.

Henrique
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Henrique

O meu deu positivo . Eh de extrema importância o soropositivo realizar o tratamento de tuberculose latente caso o PPD dê positivo. Ainda nao iniciei meu tratamento, mas em breve iniciarei. Sabemos que eh chato mais comprimidos, mas eh por uma boa causa..

SP+-
Visitante
SP+-

Henrique ainda sobre o bacilo da tuberculose, a médica afirmou que mesmo após o final do tratamento se fizer o exame vai continuar dando positivo para o bacilo.

Não sei se entendi direito, mas ao meu ver após o término da profilaxia de 6 meses deveria passar a dar negativo não é?

Como foi o seu tratamento?

Obrigado 🙂

Miguel
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Miguel

Não sei c possa ter alguma relevância, mas e um portal que acompanho a bastante tempo e sempre sou ativo nas discussões por lá.

https://papodehomem.com.br/o-que-sabemos-sobre-ser-soropositivo

luquinha
Visitante
luquinha

Embora vcs já tenham visto esta matéria postada pelo D-Pr vão ouvir muito no TZA ,(nome dado ao segundo milagre Primeiro AZT de traz para frente ) que querem chegar exatamente o que aconteceu no vídeo , ( eleminar 100 % como aconteceu no animal) ou seja tudo que há de ? no Homem como macrófagos vou falar as minhas palavras no baço ou na cabeça ou também como essas duas postagens que coloquei acima ,mesmo crescendo ou sendo reativada uma vez eliminada -não vai ter nada que o empeça , ou seja eleminar os reservatórios ou seja na cabeça… Ler mais »

D_Pr
Visitante
D_Pr

Luquinha meu querido, está tudo na paz?

luquinha
Visitante
luquinha

Esta tudo sim , eu fico abismado como o tempo passa rápido já são 4 anos e três meses de diagnosticado , estou bem tirando um pouco da anemia mais e devido a medicação , mais nada assustador continuo com os cabelos lindos , mais acredito que no inicio do ano seguinte devo passar para dolutegravir na minha opinião TODOS deveria estar tomando ,Tenho saído bastante conheci algumas mulheres mais apenas fiquei nada serio e você como esta ? Muito frio ai no Paraná no próximo verão venha me visitar , abraços

Renato
Visitante
Renato

Boa noite Lukinha , essas mulheres q vc fica eventualmente vc encara numa boa? Sem neura de ter q contar?

luquinha
Visitante
luquinha

Boa noite Renato , assim que descobri eu tinha um relacionamento serio a porra da mulher jurava que me amava e demostrava , contei ela jogou 10 no viado e saiu batida , hoje mora na suíça , sofri muito pois apesar de trair a amava , mais as mulheres que conheço hoje em dia não conto não e não aconselho a ninguém contar . ai vai de cada um , mais encaro sim eu esqueço que tenho .

José
Visitante
José

Fala Luquinha!

Não sei como vc descobre tantas noticias novas sobre as pesquisas..

Sobre seu comentário, to numa situação mais ou menos parecida.Tem um email pra que a gente possa trocar uma idéia?

Aninha
Visitante
Aninha

Luquinha, também estou com essa mesma ideia sua de não contar aos homens que conheço, mas fico em cima do muro muitas vezes. Me diz uma coisa, você não conta por ter relações casuais? É isso? Se conhecer alguém e achar que vale a pena investir em algo mais sério, contaria? Fico entre a cruz e a espada, esse é o único ponto que me deixa preocupada e confusa!

Alexandre
Visitante
Alexandre

kkkkkkkkkk!

D_Pr
Visitante
D_Pr

kkkkkkkkkkkkkkkkkkk

Fala Alexandre!

Daí cara, qual as boas novas?

Alexandre
Visitante
Alexandre

Fala, D_Pr, beleza? Tamo aí acompanhando tudo de perto e me divertinto com o Luquinha.
E com vc, beleza?
Estive na Bélgica há dias atrás e fiquei sabendo que lá e na Suiça eles estão testando uma vacina terapêutica há bastante tempo. Sabe de alguma coisa, JS?

HomemSP
Visitante
HomemSP

Renato,
Consegui trocar para o dolutegravir.
Levei um exame de genotipagem, comprovando a minha resistencia ao Efavirenz.
Meu medico preencheu uma ficha de solicitação de troca, eles analisaram os exames (carga viral, cd4, genotipagem geral e genotipagem especifica aos inibidores).
Bem chato, processo durou 5 meses.

Renato
Visitante
Renato

Homen SP no meu caso eram os efeitos colaterais,eu fiquei indetectável c o 3×1, abraço!

Ombro Amigo
Visitante
Ombro Amigo

Antes de começar meu comentário, queria ressaltar que uma das coisas que funciona relativamente bem no Brasil é justamente o programa de HIV/AIDS. É bem verdade que ele poderia ser melhor em vários aspectos, mas temos que ter em mente que temos distribuição universal de antirretrovirais, hospitais de referência e centros de testagem e aconselhamento. Tudo “gratuito” e o mais bacana é que o programa tem uma trajetória independente das sazonalidades e da instabilidade política no país. Se chegou o Dolutegravir [DTG] chegou tarde ou se não temos a medicação A ou B isso pouco importa! o que importa é… Ler mais »

Jv
Visitante
Jv

Realmente foi impossível a minha troca. Hoje foi um dia chato e estressante por isso. Até com meu médico tive um desentendimento. Criei uma esperança quando saí do consultório essa semana com a prescrição do DTG. Mas ontem e hoje tudo mudou. A farmacêutica pegou meu telefone e me deu o pessoal dela. Ligou para o médico responsável pelo programa aqui no RJ e ligou inclusive para meu infecto. Infelizmente nada feito. Meu médico me sugeriu o atazanavir mas aí mudaria todo o esquema. Prefiro não arriscar tanto! Mas devemos lembrar uma coisa aos nossos médicos: saúde é muito mais… Ler mais »

LH
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LH

Alguém sofre de problemas intestinais devido ao uso do 3×1? Já tomo há quase 2 anos e ainda não consegui regular meu intestino. Vou ao banheiro todos os dias mais ou menos umas 3 vezes mas é raro ter fezes saudáveis: sempre despedaçadas ou aquosas. Estou com gastro marcado mas gostaria de saber se pode ter alguma relação com o medicamento.

luquinha
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luquinha

A minha combinação e outra mais com os lactobacilos melhorou quase 100 % boa sorte

Fabio
Visitante
Fabio

Ola LH,

Kefir e muito bom, procure informacões pela net. Eu faço uso constante e quando não tomo sinto a diferença.

Abcs

Felipe Martins
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Felipe Martins

Alguém está tendo problemas com falta de medicamentos, particularmente o 3×1, em outras regiões? Acabo de voltar da farmácia onde retiro com a informação que o 3×1 está em falta a quase 1 semana. A questão é que não estamos falando de uma aspirina, que você vai em qualquer farmácia de esquina e compra. Alguém já passou por isso recentemente?

Felipe Martins
Visitante
Felipe Martins

Esqueci de dizer, estou em Fortaleza.

Positividade Sempre
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Positividade Sempre

Tá faltando no São José? Tô ferrado!

É bom ler livros e estudar de vez enquando
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É bom ler livros e estudar de vez enquando

Luquinha, desculpe a sinceridade, mas chega a me doer de tanto ver você escrever “mais” ao invés de mas! O correto em todos os casos que você escreveu é mas: https://www.normaculta.com.br/mas-ou-mais/

Rômulo
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Rômulo

“enquando” kkkkkkkkkkkkkkk…

Sujo falando do mal lavado !

Gentil
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Gentil

Há mais de 3 anos estou indetectável, faço exames de quatro em quatro meses e uso preservativo com meu parceiro que é S-. Desde o início da relação ele queria que eu fizesse o teste pois dizia ter dificuldades com o uso do preservativo. Foi muito difícil quando contei que era S+, quis terminar o relacionamento mas ele quis continuar e estamos juntos há dois anos. Sempre me sinto inseguro com relação ao sexo por ele ter dito desde o início da relação que não sente muito prazer com o preservativo e vi na PrEP uma possibilidade de possivelmente resolver… Ler mais »

SP+-
Visitante
SP+-

Gentil. No caso eu sou o S- da relação. Fizemos sexo por mais de 2 anos sem preservativo e sem eu saber q ele era S+ e indetectavel. Ele tomou essa decisão por mim, confiou na Tarv e tudo correu bem, até que me contou e imediatamente eu achei que deveríamos usar o preservativo. Não por ignorância, mas pelo receio de em algum dado momento simplesmente ocorrer alguma alteração ou mesmo ele esquecer de tomar o comprimido e de repente sair do indetectavel e transmitir. Achei que dessa forma eu tb estaria dividindo com ele a responsabilidade, não sei. E… Ler mais »

Gentil
Visitante
Gentil

Ok SP+-,

Acho muito legal o seu comprometimento não só com vc mas com seu parceiro também, é admirável. Mas acha que devo tocar no assunto da PrEP com meu parceiro? A título de sugestão. Abraço e obrigado desde já.

SP+-
Visitante
SP+-

Gentil, Eu vivo uma relação mto parecida com a descrita por você e sim eu acho que você deve sugerir. Passamos a usar preservativo após 2 anos de relações relativas sem o uso. A diferença na qualidade do sexo foi gritante o que está gerando insegurança e baixa auto-estima em nós dois aqui, portanto estamos ansiosos com a adesão a PrEP para liberar-nos do preservativo enquanto relacionamento fechado. Quanto a vocês, minha sugestão é vc estar bem informado e ter a pesquisa PARTNER em mãos, aquela que mostra que a transmissão foi zero. Tudo isso somado a pesquisa PrEP Brasil… Ler mais »

Rodrigues
Visitante
Rodrigues

Algum lugar já está distribuindo a PrEP?? Aqui em Brasília me disseram que só será distribuída em Janeiro de 2018.

aspirante.ao.inss@gmail.com
Visitante
aspirante.ao.inss@gmail.com

queria comprar na farmácia privada, não é querer ser esnobe, mas ganho bem, e R$ 280 não é caro pra mim,alguém sabe q farmácias distribuem???

Vanders
Visitante
Vanders

até onde sei, farmácias particulares não comercializam o medicamento da prep, acredito que apenas pelo sus mesmo viu amigo. é incrível a quantidade de gente dizendo que está em prep, sendo que esse número é bem reduzido, dado o tamanho da população do país.

Paulo
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Paulo

O especialista diz na entrevista que há duas farmácias no Brasil que vendem Truvada. Quais são essas farmácias? Tenho interesse em comprar, mas não sei onde vende.