Mês: abril 2017

A revolução do Truvada

(com legendas disponíveis em Português) Um medicamento chamado Truvada foi o primeiro a ser aprovado pela Food and Drug Administration (FDA) americana para prevenir a infecção pelo HIV. Se uma pessoa soronegativa tomar a pílula todos os dias, ela estará 99% protegida contra o vírus. Com isso, a definição de sexo seguro e da prevenção do HIV mudaram radicalmente, especialmente na comunidade de homens gays, uma das populações mais atingidas pelo HIV. As implicações para a epidemia de aids são profundas. Nestes vídeos, a Vice explorou o futuro do Truvada e seu impacto revolucionário na luta contra o HIV/aids. Anúncios

Avalie isto:

CD32a, a molécula que pode indicar onde o HIV está escondido

Pela primeira vez, cientistas encontraram um biomarcador que identifica algumas células latentemente infectadas com o HIV. A molécula, denominada CD32a, pode ser encontrada na superfície de cerca de metade das células T CD4 latentemente infectadas pelo HIV, mas não é encontrada em células não infectadas ou em células com uma infecção ativa de HIV. A descoberta é resultado de um estudo conduzido pelo Dr. Monsef Benkirane, PhD, do Instituto de Genética Humana de Montpellier, França, e seus colegas, publicado na Nature. Esta descoberta abre uma nova porta na pesquisa da cura, especialmente para estudos que visam destruir os reservatórios de HIV — o conjunto de células latentemente infectadas, que permite que o vírus volte quando os medicamentos antirretrovirais são interrompidos. “Essa descoberta é quente e importante”, disse Sharon Lewin, uma das líderes da pesquisa da cura do HIV no Instituto Doherty, em Melbourne, na Austrália. “Ela precisará ser confirmada por outros, mas realmente parece ser um bom marcador de latência”, disse ela à MedPage Today. “Este trabalho abrirá diversas novas e importantes vias de trabalho.” O estudo foi feito in vitro, utilizando células CD4 a …

Avalie isto:

Perspectiva de cura em três anos

Para o coordenador do Laboratório de Infectologia do Hospital das Clínicas, Max Banks, a perspectiva do pesquisador estrangeiro é otimista. Com o acúmulo de conhecimento na busca pela cura, a ideia é de que um horizonte, mesmo que distante, possa ser enxergado em três anos. O entrevistado explica questões a respeito da dificuldade de se encontrar a cura e como estratégias que propõem a cura têm aumentado. Banks também esclarece a respeito de avanços no tratamento e na prevenção da doença. O Jornal da USP, uma parceria do Instituto de Estudos Avançados e Rádio USP, busca aprofundar temas nacionais e internacionais de maior repercussão e é veiculado de segunda a sexta-feira, das 7h30 às 9h30, com apresentação de Roxane Ré. Você pode sintonizar a Rádio USP em São Paulo FM 93,7, em Ribeirão Preto FM 107,9, pela internet em http://www.jornal.usp.br ou pelo aplicativo no celular.  

Avalie isto: