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Sexo, Remédios & HIV

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A prevenção ao HIV mudou. Como isso afeta as nossas relações?

Em comemoração ao dia 1º de dezembro, Dia Mundial de Luta Contra a Aids, os Núcleos de Educação Comunitária do Laboratório de Imunologia Clínica e Alergia da Faculdade de Medicina da USP e da Unidade de Pesquisa II do Centro de Referência e Treinamento em DST/Aids, com patrocínio da HIV Prevention Trials Network (HPTN), promovem dois encontros para falar sobre:

Sexo, Remédios & HIV

Semelhante ao que ocorreu com a pílula anticoncepcional nos anos 60, estamos assistindo a uma nova onda de medicalização do sexo. Agora se sabe que os remédios antirretrovirais não só tratam a pessoa vivendo com HIV, como também previnem a transmissão sexual.

Cada vez mais autoridades reconhecem que pessoas vivendo com HIV em tratamento eficaz – conhecidos como indetectáveis – não transmitem o vírus. Por sua vez, os negativos agora podem tomar antirretrovirais diariamente para se proteger: a PrEP*. Outra opção para os negativos é a PEP**, o antirretroviral de emergência, método antigo que vem se tornando mais acessível em São Paulo.

Os desdobramentos sobre a incorporação de novas tecnologias em como conduzimos nosso sexo, afetos e relações sociais só estão começando a ser desenhados. Como no caso dos anticoncepcionais, o assunto toca em dois pontos delicados: sexo e opressões sociais.

O quanto as novas tecnologias podem empoderar grupos oprimidos e vulnerabilizados ao HIV? Até que ponto contribuirão para reduzir o estigma e a invisibilidade das pessoas vivendo com HIV? Como está se dando o acesso aos novos métodos?

Programação:

Quarta 7/12 das 19-22h: “Eu sou indetectável”

Quinta 8/12 das 19-22h: “Eu uso Prep” / “Eu usei PEP”

Inscreva-se aqui

 

Convidados:

Mesa “Eu sou indetectável”:

  • Carlos Henrique de Oliveira, é escritor e militante do movimento negro de SP, da Rede de Jovens São Paulo Positivo e da Nova Organização Socialista (NOS).
  • Carué Contreiras, médico sanitarista e pediatra, é coordenador do Núcleo de Educação Comunitária da Unidade de Pesquisa do CRT DST/Aids. Já foi colaborador da Agência de Notícias da Aids.
  • Ésper Kallas, médico Infectologista e imunologista, é Professor Associado da Disciplina de Imunologia Clínica e Alergia da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo e Livre-Docente pela FMUSP em 2009. Também é Pesquisador do LIM-60, na Disciplina de Imunologia Clínica e Alergia, onde realiza projetos de medicina de tradução, trazendo conceitos de ciência básica para aplicações clínicas, especialmente em infecções pelo HIV, HTLV, CMV, vírus herpes, flavivírus, hepatites virais e micobacterioses.
  • Jef Martins, relações públicas, sempre trabalhou com comunicação e acredita que é através dela que as diferenças passam a conviver de forma harmônica. Em 2015 participou da campanha “Cartaz HIV Positivo” comunicando através dessa ação sua sorologia positiva para o mundo. De lá pra cá, vem praticando o que batiza de “Ativismo de APP”, onde pretende através do micro, trocar com as pessoas sobre como é viver com HIV, prevenção combinada, e outras cositas más!
  • Micaela Cyrino, artista plástica e ativista.

 

Mesa “Eu uso PrEP” / “Eu usei PrEP”:

  • Artur Zalewska, criador do grupo de Facebook Fórum PrEP e voluntário da pesquisa PrEP Brasil, membro do Conselho de Acompanhamento Comunitário do CRT-DST/Aids e da FMUSP para pesquisas em HIV/Aids
  • Flávia Carvalhães já se sentia uma mulher desde de Criança, hoje cresceu e se tornou a Mulher que é hoje! Servidora, é uma pessoa reservada, guerreira, educada, carismática, atenciosa e que n aceita injustiças. Tem sonhos de fazer algumas cirurgias. É muito família e adora fazer amizades.
  • Lua Lucas, atriz, performer e cantora trans. Artivista militante da causa trans. Criou na funarte Sp a ocupação de gênero e sexualidade: oCU-Pah e vem lutando pela representatividade trans na arte e em todos os outros espaços. Formada pela Casa das artes de Laranjeiras no Rio, já encenou transexualidades nas pistas do Teatro Oficina Uzyna Uzona, em performances contra o machistério Temeroso dirigidas por Cibelle Forjaz e principalmente em festas LGBTQIA+. Acredita que a mulher trans feliz é um ato político e revolucionário!
  • Márcio Caparica, editor-chefe do Lado Bi, programa de rádio online e blog. Como designer gráfico e webdesigner, no mundo da produção jornalística, sempre ficou com a parte de deixar tudo lindo para os leitores, trabalhando na edição de arte de revistas como Recreio, Men’s Health e Runner’s World. Depois que foi se aventurar no mundo das agências e editoras menores, descobriu que, embora deixasse a revista linda, não havia senso estético que salvasse texto tosco. Então começou a correr atrás de maneiras de produzir o tipo de conteúdo que gostaria de encontrar.
  • Piero Mori, paulistano, tem 33 anos e é desenvolvedor web formado pela Universidade Mackenzie. Foi fundador e diretor do XTeens, ONG dedicada ao apoio de jovens e adolescentes LGBTs. É membro do Conselho de Acompanhamento Comunitário do CRT-DST/Aids e da FMUSP para pesquisas em HIV/Aids
  • Rico Vasconcelos, médico Clínico Geral e Infectologista formado pela Faculdade de Medicina da USP é hoje Médico Supervisor do Serviço de Extensão e Atendimento ao Paciente com HIV/Aids (SEAP HIV/Aids, Ambulatório de HIV do Hospital das Clínicas da FMUSP), trabalhando com atendimento de pessoas vivendo com HIV/Aids e com a formação de médicos residentes em infectologia e alunos da graduação da FMUSP. Além disso trabalha com prevenção de HIV desde 2010 quando participou como médico subinvestigador do iPrEX (Iniciativa da Profilaxia Pré Exposição). No momento atuando como coordenador clínico do centro da USP dos projetos PrEP Brasil e HPTN 083.

 

Local:

Faculdade de Medicina da USP
Rua Dr. Arnaldo 455, prédio central
Metrô Clínicas (saída Faculdade de Medicina)

7/12: Anfiteatro de Microbiologia – 2º andar – sala 2104
8/12: Anfiteatro dos Paramédicos – 4º andar – sala 4303

* PrEP é a profilaxia PRÉ-exposição, uso contínuo de antirretrovirais por pessoas negativas para o HIV, com objetivo de prevenção.
** PEP é a profilaxia PÓS-exposição, uso emergencial de antirretrovirais por 28 dias, que deve ser começado em até 72 horas após uma situação de sexo sem camisinha.
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32 comentários

  1. Dih diz

    Pessoal do KIK!!!
    Vira e mexe estou por aqui acompanhando as matérias do blog e os comentários também.
    E sempre vejo alguns de vocês falando da existência de alguns grupos no aplicativo Kik!
    Resolvi baixar para participar!
    Alguém me dá um help lá? Me add nesses grupos, sei lá? hahaha
    Abraço, povo!
    Kik: diih__campos

  2. Antonio diz

    Pessoal quem recomenda um bom médico em SP que atenda por convênio Bradesco, na região da Paulista ou centro.
    Por favor.
    Mande o contato por aqui ou pelo e-mail por favor
    antonio.almeica@gmail.com

    • Beto diz

      Tem um no hospital bandeirantes Dr, Alexandre piskovisk ele é muito bom mesmo

  3. Marcos. diz

    Bom, vamos lá.
    Gostaria de perguntar sobre 4 coisas.
    Eu acompanho muitos sites do exterior, logo não sei muita coisa do que acontece no país.
    Esse ano tivemos muitas publicações a respeito de pesquisas.
    Algumas delas que compravaram resultados, outras que irão apresentar resultados no final de 2017 ou início de 2018.
    Porém acho sempre válido conversar a respeito e expor informação/conhecimento.

    Tivemos notícias a respeito de medicação injetável.
    Pro 140 de uso semanal(já apresenta resultados animadores e deve ser concluído o estudo clínico em meados de 2017).
    Medicação injetável da ViiV Health Care de uso mensal(já está em fase de teste com humanos e deve ser concluído no final de 2017 ou início de 2018).
    Minha dúvida é:
    O dolutegravir vai substituir o Efavirenz agora em 2017. Sendo que no exterior o dolutegravir se tornou uma opção por volta de 2013.
    Foram 4 anos para a medicação chegar ao país.
    Caso essas medicações de uso injetável sejam aprovadas e de eficácia comprovada.
    Também iria demorar 4 anos para chegar ao país?

    No exterior em agosto de iniciou teste a respeito de uma cura funcional que foi comprovada em macacos Rhesus.
    Cura funcional com medicação que já está aprovada pela FDA, medicação utilizada para tratar doença de Crohn.
    Essa mesma medicação é liberada no país?
    Esse estudo promete demonstrar comprovação no final de 2017 ou início de 2018.
    Caso tenha eficácia comprovada. Quanto tempo seria liberado para portadores no país?

    Também tivemos eficácia comprovada a respeito de terapia dupla.
    Onde em pacientes que estavam com carga viral indetectável.
    Conseguiram manter essa carga viral indetectável com apenas 2 medicações.
    Darunavir/Ritonavir e Lamivudina.
    Isso é excelente, porque corresponde basicamente a 1/3 menos efeito colateral.
    Gostaria de saber se eu como paciente que sofro diversos efeitos colaterais com a medicação 3 em 1 e visto que já me encontro indetectável, tenho a opção de trocar para o regime de terapia dupla.
    Eu tenho essa opção?
    Se sim. O que eu necessito para poder passar para esse regime de terapia dupla?

    Por último minha dúvida é a respeito dos exames clínicos.
    Ao realizar meus exames(e ao ler matérias de sites do exterior), percebi que os únicos exames realizados no CTA são de urina/fezes, mucosa e sangue.
    Porém o sêmen é um reservatório rico em carga viral e em época de pesquisas relacionadas a transmissão de pessoas indetectáveis.
    Me pergunto se não seria interessante ter uma análise de semên em pessoas com medicação distinta.
    Foi feito um estudo com o Dolutegravir e nele comprovou que as pessoas com carga viral indetectável no sangue, mantinham carga viral indetectável no sêmen também.
    Porém a medicação atual que temos no mercado, tem apenas alcance sanguíneo, de modo que orgãos e tecidos permanecem com o HIV em estado selvagem(hiv que não teve contato com medicação).
    Existe algum meio de eu conversar com minha médica e solicitar esse exame de sêmen? Ou eu apenas poderia fazer isso por laboratório particular?

  4. Marcos. diz

    Também gostaria de saber o mail do dono do blog.
    Faço parte de um grupo chamado Fundação poder jovem.
    Grupo que faz acolhimento a jovens vivendo/convivendo com o HIV e outras doenças infectocontagiosas.
    Seria muito interessante fazer uma parceria de modo que a fundação fica em SP e divulgar o trabalho dela no blog.

  5. juka diz

    acabei de assistir a um documentário na globo news sobre os 35 anos do hiv. o documentário tem o título de ” do pânico à esperança”. muito bom.vale a pena ver

  6. RSP diz

    Amigos

    Cheguei recentemente em SP. Alguém sabe informar onde pegar a medicação na região da da Paulista até Vila Mariana?

    Meu Kik é rsp40

    Obrigado

  7. Lucas diz

    Tenho 6 meses de 3 em 1 já sou indetectável eu transmito o vírus pela “babinha” que sai do meu pênis ?

  8. P.etropoles+ diz

    O que vocês acharam do filme “Boa sorte” estrelado por Débora Seco, o filme é sobre a vida de um soropositivo. Achei ridículo esse filme, não retrata 20% dos soropositivos de hoje, o filme está mais para Zumbis. Isso me deixa muito triste, esses escritores e a imprensa querem vender uma imagem da gente de outro tipo, de pessoas com poucos dias de vida, isolados, magros definhando, intocáveis. Isso só aumenta os estigma. Hoje vivemos uma vida normal, não temos caras de “doentes”, trabalhamos, casamos, formamos família, escrevemos uma nova vida !

  9. E aí pessoal
    Alguém sabe me informar se portadores do hiv tem direito a vacina de hpv?
    Valeu

    • Acadêmico-RS diz

      D: Tem sim. O ministério da saúde disponibilizou uma cartilha para os postos de saúde com quadros de vacina para vários grupos de pessoas. Estou até com o quadro de vacina para soropositivos. A vacina para HPV estará disponível no início de 2017 para homens. No momento só está disponível para mulheres.

  10. Marcelo diz

    Sou soropositivo e estou indetectavel a 1 ano e meu parceiro n e soropositivo e somos muito felizes. 😘

  11. Pedro diz

    Gente, aconteceu uma coisa que está me tirando o sono.

    Sou soropositivo, indetectável a mais de um ano, não tenho nenhuma dst, cd4 1400, enfim, saúde ok.

    O que aconteceu foi que transei com um rapaz onde eu fui ativo na relação, durante a relação a camisinha estourou e eu nao percebi… Ejaculei dentro dele, e só no final percebi o acidente. Na hora fiquei muito atordoado, e até o momento estou…

    Em uma de nossas conversas ele deixou muito claro o pânico dele acerca do hiv, de como ele não conseguiria conviver com algo do tipo e por esse motivo eu fiquei com receio de contar… Tenho certeza que ele me insultaria e contaria a outras pessoas.

    Nunca havia lido sobre a profalexia pos exposição.

    A pergunta é: Quais as chances dele ter contraído o virus de mim, levando em consideração que sou indetectável a mais de um ano mas ejaculei dentro dele…

    Será que sou obrigado a contar, mesmo que isso destrua minha imagem perante as pessoas (moro em cidade pequena e tenho certeza que ele terá um acesso de fúria e contará aos outros).

    Só estou me sentindo um monstro por achar que posso ter contaminado alguém. Eu não consigo mais dormir desde então. 😥

    • Caio PE diz

      Pedro, vc pode pedir a ele para ele fazer a PEP (profilaxia pós exposição) se o ato ocorreu em até 72h. Como vc está indetectável, as chances de transmissão são muito baixas. Mas a PEP estaria indicada para ele nesse caso sim. Tem em qualquer posto de saúde. Se já passou das 72h mande ele fazer um teste anti-hiv cerca de 30 dias após o ocorrido, lembrando que, pelo fato de sua CV está indetectável, o risco de transmissão, apesar de existir, é muito baixo.

    • Goiano diz

      RElaxa cara … Povo aqui ainda não entendeu que indetectável a mais de meses, sem nenhuma DST não transmite vírus …
      Povo lê todo dia isso aqui no blog .. e ainda vem uns sem noção e escreve bobagem !!

      Relaxa seu amigo, vai estar bem !

      • Paulistano Positivo diz

        Existem alguns estudos sobre isso, realmente. Mas não vamos contar com isso, não é?
        O que mais me apavora é essa historinha de “a camisinha estourou e eu não percebi bla bla bla e, ainda, ejaculei dentro … O cara tocou um F_ _ _- SE na hora H, agora fica choramingando com medinho de ter ferrado com a vida de alguém.

        • Jorgito diz

          Não existem apenas ALGUNS estudos sobre isso, existem VÁRIOS estudos que comprovam isso. Quem está indetectável não transmite o vírus. Não existe nenhum relato de transmissão em casais sorodiscordantes que aboliram a camisinha, quando o parceiro infectado está com o vírus indetectável.

  12. Leanno diz

    Parabéns pelo espaço, pelas informações, pelos diálogos feitos aqui. Tá sendo muito importante pra mim. Uma força pra alguém que tá fragilizado com a espera do resultado do exame. Passei por todo o desespero de ser chamado pela Bioquímica do Laboratório ( ela demorou 2 hrs pra me atender, e eu estava fugido do trabalho) e já fiz uma nova coleta no sábado (03/12). Estou perplexo, tenso, estressado, muito pra Baixo mesmo. Mas, mesmo diante de todas as fraquezas, acredito num Deus que não nos deixa jamais sozinhos. Fé no que virá!

  13. Leanno diz

    Jovem, preciso te dizer que se ñ fosse esse blog, todas essas informações escritas e discutidas aqui, hj,dia 13 de dezembro de 2016, eu poderia até mesmo ter ñ aguentado a dor de receber a notícia da confirmação positiva pro resultado do exame. Sim, hj, descobri! Mas, todas essas informações estão servindo como mãos estendidas. Muito obrigado pela existência desse Blog! Tô perplexo, triste, muito pra baixo, com medo de passar mal, preocupado, estressado…mas, o que tenho a fazer é lutar pela minha saúde. Pois eu escolho viver!

  14. Dom diz

    Leanno, baixe um app (aplicativo para cel) chamado “KiK”, há vários grupos de soro+ q se ajudam mutuamente trocando informações, desabafando, rindo e chorando tbm…O bacana do KiK é q ele NÃO é vinculado ao nro de telefone como outros apps como whatsapp, por exemplo. Baixe o KIK e procure por mim lá.
    Meu Nick no KiK é: DOM_SP

  15. bin diz

    Olá pessoal, tive uma relação de risco, a camisinha estourou com uma garota de programa, sempre fui bem interado Sobre o hiv, e sabia da PEP, então após 17 horas da situação iniciei com a PEP.
    Durante os 28 dias tive poucos efeitos colaterais, o mais perceptível foi a icterícia. Não ingeri absolutamente nada de álcool neste período e concluí esta fase do tratamento certinho.
    Me pediram uma testagem alguns dias após o término do tratamento, mas a data coincidiria com o natal, eu não fui decidi esperar passar as festas de fim de ano para criar coragem e ir.
    Tive poucas relações durante este período e sempre com a maior precaução e segurança, não permitindo qualquer contato sem preservativo, pois jamais colocaria ninguém em risco.
    O fato é que senti alguns sintomas neste período após a PEP, não sei se estou somatizando, se é coisa da minha cabeça, mas estou com muito medo de ter contraído o vírus do hiv, eu sei que devo criar coragem mas ta difícil, fazem 78 dias que aconteceu a situação de risco, sei que o teste com este tempo já é bastante confiável, tenho uma filhinha linda de três aninhos, estou apavorado, temendo o pior.
    Desculpem o desabafo! Tive que buscar forças para estar contando o que se passa na minha vida com vocês! obrigado!

  16. Julia diz

    Iniciei hj com o Darunavir, depois de muitas trocas estava tomando o Fossamprenavir mas como não será mais fornecido tive que trocar novamente. Já estou cansada de não me adaptar com vários medicamentos, alguém pode me falar quais efeitos colaterais ele dá?!

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