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Príncipe Harry inspirou aumento de 400% nos testes de HIV


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O teste de HIV ao vivo do Príncipe Harry levou a um aumento de cinco vezes nos pedidos de teste em casa, revelou uma ONG de caridade. O Terrence Higgins Trust descreveu o efeito de mídia social do príncipe como “um momento único na luta contra o HIV”.

A organização fez um projecto-piloto, oferecendo às pessoas a chance de descobrir a sua condição sorológica para o HIV, enviando um kit de auto-teste de HIV em 15 minutos, assim que Harry se sentou para fazer o seu próprio, na quinta-feira, 14 de Julho. Naquele dia e no dia seguinte, os pedidos foram de cerca de 150 testes BioSure por dia, em contraste com 32 pedidos que feitos em 12 de julho.

Príncipe Harry fazendo o teste de HIV.

O Dr. Michael Brady, diretor médico da Terrence Higgins Trust, disse: “Nós sabemos que uma  em cada seis pessoas que vivem com HIV não sabem que têm HIV. A testagem coloca você no controle e, graças ao tratamento, vai evitar que fique gravemente doente, permitindo viver uma vida normal e impedindo de passar o vírus para outra pessoa.”

“É por isso que é tão importante que se continue à procura de novas maneiras de tornar o teste de HIV mais acessível para os grupos de risco, e, por isso, é fantástico ver o impacto bastante tangível e imediato que o teste do príncipe Harry teve para o teste de HIV.”

Príncipe Harry recebe o resultado negativo de seu teste de HIV, pelo psicoterapeuta Robert Palmer.

Durante o programa-piloto, a organização recebeu encomendas de todo o Reino Unido, a partir de Guernsey e da Irlanda do Norte, até a Ilha de Man. No total, 4.750 pedidos de auto-teste de HIV BioSure, que normalmente custam £ 29,95, foram enviados, até o programa ser fechado.

Metade de todas essas pessoas entraram em contato com o Terrence Higgins Trust para falar sobre o seu resultado e 26 pessoas disseram à organização que tinham recebido um resultado positivo. Eles então receberam uma ligação pessoal do Terrence Higgins Trust para discutir o seu resultado, receber apoio e assegurar que sabem como ter acesso aos cuidados HIV.

Em 27 de julho de 2016 por Victoria Murphy para o Mirror

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por

Jovem paulistano nascido em 1984, que descobriu ser portador do HIV em outubro de 2010. É colaborador do HuffPost Brasil e autor do blog Diário de um Jovem Soropositivo.

48 comentários

  1. Fabio diz

    Vejam o que me ocorreu. Eu tinha ido em um Infectologista e ele ia me passar o esquema do 3 em 1. Conversei com ele sobre a possibilidade de ter contraído um vírus resistente e se não seria melhor fazer um exame de genotipagem antes de iniciar a medicação. Deixei bem claro que estava disposto a fazer o exame particular. Ele respondeu que não se fazia este tipo de exame antes de iniciado o TARV. Pesquisei um pouco e vi que era mentira. Fui em outro infecto e ele pediu o exame. Hoje saiu o resultado. O vírus é altamente resistente a dois dos medicamentos contidos no 3 em 1. Inclusive o Efavirenz.

    • Fabio diz

      Inclusive a pessoa que me disse que o infecto estava mentindo e que era possível fazer o exame de genotipagem, independentemente de estar ou não em tratamento, foi um usuário aqui do próprio forum, em um diálogo que tivemos em outro tópico.

      • Alex diz

        Pq vc imaginou que o vírus seria resistente? A pessoa que te passou havia comentado algo?

        • Fabio diz

          Alex, na verdade, nem sei de quem adquiri o vírus. Tive diversas relações sexuais sem preservativo. Foi simplesmente um pensamento meu, de que o mais correto seria proceder dessa maneira, fazer o exame de genotipagem antes de iniciar o tratamento. No segundo infectologista que fui, quando insisti que queria fazer o exame de genotipagem, ele me disse que eu era o paciente mais exigente que ele já conhecera. Mas agora vejo que eu estava realmente certo. O que rolou foi que quando adquiri o vírus comecei a pesquisar a respeito e após ver que existia essa possibilidade, de ser infectado por um vírus resistente, já fiquei com isso na cabeça e achei por bem fazer o exame pra saber quais drogas seriam as ideais no combate ao vírus em meu organismo. Cheguei a ler uma entrevista de um médico infectologista dizendo que de 15 a 20 por cento do vírus circulante no Brasil é resistente a alguma droga. Ocorre que como todas as terapias envolvem, no mínimo, 3 drogas, na maioria dos casos o tratamento de primeira linha resolve.

          • Paulo diz

            Pelo fato de vc ter tido várias relações sem camisinha, sabia, óbvio, dos riscos de ser contaminado e de contaminar outros. Vc, hj, se vitimiza por ter sido infectado? Ou acha faz parte, em função da opção que tomou? Desculpa lhe perguntar isso, é que sua confissão veio a calhar e tenho uma certa curiosidade sobre quem transa sem caminha nos tempos atuais.

            • Fabio diz

              Não me vejo como vítima, sei que a culpa pela infecção foi minha, que faz parte do risco que assumi. Mas isso não me torna as coisas mais fáceis. Evidentemente, esse saber que faz parte não é algo tão natural, do tipo “ah estou de ressaca, faz parte, bebi demais”. Pelo contrário, as vezes, ter que assumir a culpa é ainda mais doloroso. No começo foi terrível, fiquei muito mal. Como não contei pra ninguém, ficava me perguntando se conseguiria disfarçar a angústia que estava sentindo, das pessoas ao meu redor(em casa, no trabalho) e até quando conseguiria segurar a onda. Mas agora já estou assimilando bem melhor, até me surpreendo com o quanto estou tranquilo, com a perspectiva de encarar isso da maneira mais leve possível e viver uma vida o mais próximo do normal. Quanto ao lance da possibilidade de ter infectado outras pessoas, é triste; só depois que eu descobri minha infecção que fui pensar nisso. Se eu estivesse então em um relacionamento sério teria sim pensado nessa possibilidade e terminado a relação, pra preservar a parceira, como já fizera em outras ocasiões. Mas como eu estava solteiro, essa preocupação, no contexto de uma vida de constantes relações sexuais eventuais, eu confesso que não existia e não existia da minha parte, como não existia da parte das parceiras eventuais com quem eu saía, todos ali estávamos assumindo os mesmos riscos. Era uma vida de promiscuidade, com todos os seus riscos inerentes. Ninguém ali pensava, “tomara que eu não transmita o vírus que, eventualmente, talvez, eu tenha adquirido em outra relação”. No fundo eu pensava que estava limpo, acredito que todos pensávamos assim. Quero acreditar que quem me transmitiu também não sabia da própria virologia, apesar que, hoje, recapitulando os fatos, até tenho minhas dúvidas a esse respeito e minhas suspeitas de quem tenha me transmitido. Enfim, depois que descobri, nunca mais tive qualquer relação sexual, nem com camisinha. Isso já faz uns 3 ou 4 meses. Foi loucura, eu não queria prejudicar a minha própria vida e nem a vida de ninguém. Aconteceu comigo, espero que eu não tenha sido o veículo de transmissão pra ninguém. Assim como fui irresponsável com minha própria vida, posso até ter sido também com a vida de outros, mas em uma relação sexual eventual, entre adultos que não se conhecem bem, se ambos optam pelo não uso do preservativo, ambos assumem por si mesmo os riscos inerentes a essa opção. Não é como em um relacionamento sério, em que a cumplicidade que se constrói pressupõem a confiança na fidelidade do outro. Agora preciso lidar com os fatos da maneira mais digna possível, jamais irei expor a vida de ninguém a qualquer risco e tentarei ocultar daqueles que me amam a minha condição, pra que esse sofrimento comece e termine em mim.

  2. May diz

    Nossa! Vc contraiu esse vírus no Brasil? Pois isso não é muito comum para essas bandas.

    • Fabio diz

      Sim, no Brasil. É mais comum do que você imagina. Adquiri em Goiânia, agora imagina no Rio de Janeiro, em São Paulo e em Santos?

    • D_Pr diz

      May, não é comum o HIV tipo 2. Vírus com alguma resistência vai se tornar cada vez mais comum.

    • Fersp diz

      Eu achei bem interessante esta pesquisa. Alguém por acaso sabe mais sobre o uso de Tamoxifeno junto com Tarv? Algum médico já comentou sobre isso?

  3. pedroks399 diz

    Que bosta em Fabião, tem uns médicos que também só por Deus, não se esforçam o mínimo para ajudar!!
    Enfim que bom que conseguiu ver isso antes. Boa sorte ai com o tratamento e vamos se falando 😉

    • Fabio diz

      É verdade. Médicos levianos com o tratamento de algo tão sério como esse vírus. Mas agora estou tranquilo. Creio que dará tudo certo.

  4. pedroks399 diz

    Precisamos de alguém famoso, ídolo dos jovens fazendo o mesmo, para incentivar o teste!!
    Pois só assim conseguiremos diminuir os números, e num futuro próximo zerar isso 😉

  5. pedroks399 diz

    Vi um documentário no youtube que tem um cara de costas, de camisa amarela, pela história contada lá e lida aqui acho que é o JS rsrsrs.

  6. RaphaPositivo diz

    Na verdade Fabio so é indicado fazer o exame de Genotipagem antes de iniciar o tratamento, com o virus “puro” pelo menos foi isso que meu infecto disse quando me pediu antes de comecar meu tratamento
    Boa sorte

    • Fabio diz

      Interessante, RaphaPositivo. É impressionante como cada médico fala uma coisa e é preciso ir filtrando, cotejando e absorvendo as informações para poder ter alguma noção do que seja fato em matérias que envolvam o HIV. Tem pessoas que fazem o exame de genotipagem depois de falha no tratamento de primeira linha, pra escolherem com precisão quais serão as drogas utilizadas na segunda combinação para o tratamento. Conversei com um cara num grupo do Kik que fez assim. Depois de ter falhado com o 3 em 1, realizou o exame de genotipagem, para o médico estabelecer qual seria a alternativa de tratamento à primeira falha. Apesar de não ser da área de saúde, acho que faz sentido que o ideal seja realizar o exame de genotipagem com o virus “puro”, logo de cara. Até porque o HIV é um vírus altamente mutante. Imagina se você começa um tratamento com 3 drogas, sendo o vírus resistente a duas delas. Existe a possibilidade do vírus sofrer uma nova mutação, desenvolver resistência à terceira droga e se replicar, agora com uma nova mutação e mais resistente. Ao passo que se você começa o tratamento com 3 ou 4 drogas, sendo o vírus sensível a todas elas, ainda que o vírus desenvolva uma mutação de resistência a uma dessas drogas, o mesmo não terá tempo de se replicar, pois será contido pelas outras duas ou três drogas. Volto a repetir, eu não sou médico, apenas penso que faça sentido esse raciocínio, com base nas coisas que fui lendo por aí sobre o tema. Agora, algo que percebi foi como os infectologistas, ao menos aqui em Goiânia, parecem ter um conhecimento limitado da matéria. O primeiro infecto em que fui, o qual só atende particular, não atende por nenhum convênio, ficava meio perdido com algumas das perguntas que eu fazia. O segundo, também particular, da mesma maneira, não me pareceu muito firme no esclarecimento de algumas dúvidas.

    • Fabio diz

      Pra quem é indetectável não existe indicação para esse tipo de exame. Se vc está indetectável é sinal de que o vírus é sensível as drogas que você está tomando, ou ao menos a parte dessas drogas.

      • FG-PR diz

        Não é indicado porque se está indetectável não tem virus no sangue pra fazer a genotipagem e não porque o vírus é sensível às drogas.

        • Fabio diz

          Por enquanto nenhum. Preferi justamente esperar o resultado da genotipagem pra escolher os remédios em cima da sensibilidade viral.

  7. Carioca+ diz

    Alguém de SP pode me ajudar? Me mudei do Rio pra SP há uma semana (fazia tratamento lá há 7 meses já) e preciso saber como retirar meu medicamento aqui em SP. Moro na Liberdade. Já fui no SUS da Vila Mariana mas eu tenho q passar por triagem e elas so acontecem as segundas e sextas das 9 as 16 (horario q nao posso por causa do trabalho). Tem alguma unidade onde tem horários flexíveis ou algum infecto particular a preço popular? Me ajudem preciso retirar o 3×1. Obrigado

  8. Pedro Henrique diz

    Não sei cara. Talvez o Emílio Rivas. Mas pede pra fazer triagem no horário de trabalho e leva o comprovante de horas. Pede pra eles colocarem qualquer motivo. O sigilo é um direito teu.

  9. Gil diz

    Para nós desmitificarmos esta questão que Fábio levantou de o mé não lhe indicar o exame de genotipagem por desconhecimento, e quebrar uma certa visão de que médicos são deuses infalíveis, vou fazer um relato: em abril, pir um colega, fui indicado para ministrar uma palestra sobre TDA-H (deficit de atenção e hiperatividade) e demais distúrbios de aprendizagem a um núcleo de médicos do CRM -PB. Deu frio na barriga. Eram neurologistas, pediatras, psiquiatras…
    Pensei: vão me bombardear de perguntas complexas, vão questionar. Me preparei com bons slides, revi literatura brasileira e estrangeira, etc.
    Foi decepcionante ver médicos formados em federais, em PUC’s, USP’s e federais da vida com perguntas tão primárias e crenças pré arraigadas…. e isso que tinha cada currículo que até os cartões que me deram impunham respeito e autoridade… que nada!
    Desconhecimentos de funções cognitivas elementares, não conheciam testes elementares usados para construção de laudos, confundiam comportamento herdado culturalmente com condutas com base em alterações orgânicas… enfim… são profissionais, como quaisquer outros, com falhas, vícios, limitações técnicas… como qualquer profissão.
    Acompanho e oriento estudantes de Medicina, Odonto e Psico, dentre outras áreas, na Universidade, alunos com dificuldades de aprendizagem. São pessoas com defasagens, como em cursos menos “top de linha”.
    Por isso, sugiro questionar sempre, duvidar sempre, ler, perguntar, tirar dúvidas, procurar outrod profissionais.
    Com nossa vida, com nossa saúde, não se brinca! E lembrem: o bom profissionalse constrói na boa escola lá no Ensino Fundamental. Olhem bem as propistas educacionais dos prefeitos, nestas eleições. Para não termos profissionais com lacunas nos ferrando no futuro!

  10. Gomes diz

    Fiquei sabendo esta semana que eu era soro positivo tenho dois filhos tenho muito medo de no abraçar eles eu arranhe eles e contaminhe eles não to sabendo lidar

    • Fabio diz

      Não se transmite HIV assim tão fácil não. Pode abraçar seus filhos sem medo. Só se você tiver um corte com sangramento e um deles também e o sangue do seu corte entrar em contato com a ferida aberta do seu filho. Agora, arranhão? Não, desencana. Procure logo um médico e inicie o tratamento pra zerar sua carga viral. Assim você tira essa preocupação da cabeça. Mas até lá, não precisa entrar em paranoia, porque a transmissão não acontece assim tão fácil como você está pensando.

  11. Caio diz

    Fábio,

    O que veio, exatamente, em seu exame de genotipagem: quais remédios foram sensíveis e quais foram resistentes? Se puder, favor descrever os nomes deles aqui e quanto está sua CV.

    • Fabio diz

      O resultado do meu exame foi o seguinte:

      INIBIDORES NUCLEOSIDEOS DA TRANSCRIPTASE REVERSA (NRTIs)

      |DROGA | PADRAO DE RESISTENCIA|

      AZT (Zidovudina) Sensivel

      PONTUACAO 00

      3TC (Epivir) Sensivel

      PONTUACAO 00

      ddI (Videx) Sensivel

      PONTUACAO 00

      ENTRICITABINA (FTC) Sensivel

      PONTUACAO 00

      d4T (Zerit) Sensivel

      PONTUACAO 00

      ABACAVIR (Ziagen) Sensivel

      PONTUACAO 00

      TENOFOVIR (Viread) Sensivel

      PONTUACAO 00

      BIOVIR (AZT + 3TC) Sensivel

      PONTUACAO 00

      Nao foi detectada presenca de mutacao

      INIBIDORES NAO-NUCLEOSIDEOS DA TRANSCRIPTASE REVERSA (NNRTIs)

      NEVIRAPINA – NVP (Viramune) Resistente

      PONTUACAO 60

      ETRAVIRINA (ETR) Sensivel

      PONTUACAO 00

      EFAVIRENZ – EFV (Stocrin, Sustiva) Resistente

      PONTUACAO 60

      RILPIVIRINA (RPV) Sensivel

      PONTUACAO 00

      Presenca da mutacao K103N

      INIBIDORES DA PROTEASE (PIs)

      INDINAVIR (Crixivan) Sensivel

      PONTUACAO 00

      DARUNAVIR (TCM114) Sensivel

      PONTUACAO 00

      SAQUINAVIR (Invirase) Sensivel

      PONTUACAO 00

      AMPRENAVIR (Agenerase) Sensivel

      PONTUACAO 00

      LOPINAVIR (Kaletra) Sensivel

      PONTUACAO 00

      ATAZANAVIR (Reyataz) Sensivel

      PONTUACAO 00

      TIPRANAVIR (TPV) Sensivel

      PONTUACAO 00

      Nao foi detectada a presenca de mutacao

      SUBTIPO DO HIV-1: C

  12. Rodrigo diz

    Pessoal, pergunte tbm sobre o exame de Farmacogenetica. É um exame que verifica sua predisposição genética para algum tipo de doença decorrente do uso do medicamento. Por exemplo, no meu exame apresentou que não tenho o risco de problemas renais em decorrencia do uso do Efavirenz, mas possuo risco moderado de ter osteopenia por causa do Tenofovir.
    Esse exame auxília na melhor escolha do medicamento e num melhor acompanhamento da sua saúde pelo médico.

    • Caio - PE diz

      Eu nunca ouvi falar nesse exame Farmacogética. Acho que no Recife nenhum lab. faz isso.

    • GF-SP diz

      Interessante. Já imaginaram se o protocolo de tratamento do governo incluisse estes tipos de exames? Já imaginou o impacto na qualidade de vida das pessoas, no acompanhamento mais assertivo que promoveria? Muito bom saber disso! Existe para todos os medicamentos será?

      • Caio diz

        O governo não faz esse tipo de programa pré-tratamento (farmacogenética + genotipagem) por que o custo é muito alto. Mas para aqueles que possuem plano de saúde ou dinheiro para arcar por conta própria seria sim importante tais exames. A propósito, quanto custa um exame desse tipo (famaco) ?

        Qualquer contato: caiosouzape@outlook.com

        • GF-SP diz

          Será que é tão caro assim? O pagamento de impostos nunca falha. Como eu sempre digo, o problema não está na arrecadação e sim em como ele é gasto. Acho válido que haja um movimento pelo menos na esfera estadual para que todos estes exames sejam inclusos no protocolo.

  13. Caio diz

    Rodrigo e Fábio

    Vou procurar saber se no Recife tem esse exame de Farmacogenética (nem sabia que existia tal exame). O de genotipagem custa cerca de 1000,00 (mil) reais por aqui. Fábio, foi uma decisão acertada essa da genotipagem. Não sou médico mas eu pesquiso muito sobre o hiv (muito mesmo). Sua genotipagem mostra vários esquemas alternativos a NVP e ao EFV. Isso é bom. Mas quanto está a sua CV ?

    caiosouzape@outlook.com

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