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Quem está sob maior risco de declínio neurocognitivo?


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Uma combinação de simples exames de sangue de rotina pode ser capaz de prever quais as pessoas que vivem com o HIV que estão especialmente mais vulneráveis ao declínio neurocognitivo, de acordo com pesquisa americana publicada no Clinical Infectious Diseases. Pessoas com pontuação elevada no Índice VACS* (Veterans Aging Cohort) têm risco aumentado de sofrer declínio na função cognitiva e também se mostraram significativamente mais propensas a desenvolver novos problemas cognitivos.

“Mudanças no Índice VACS representaram alterações na função cognitiva ao longo do tempo em uma coorte, grande e bem caracterizada, de pessoas infectadas pelo HIV”, escrevem os autores. Apesar dos grandes avanços no tratamento e cuidado de saúde, a deficiência neurocognitiva (NCI) continua a ser comum em pessoas com HIV, ocorrendo em 30% a 50% dos indivíduos. Na maioria das pessoas com HIV ela é leve. No entanto, mesmo as formas mais leves de deficiência podem ter um impacto negativo no dia-a-dia.

Por conseguinte, é importante identificar as pessoas que já estão sob risco de desenvolver deficiência cognitiva e também aqueles que estão no limiar de desenvolvê-la e com inclinação a aumento desse risco. O Índice VACS foi desenvolvido como um marcador da gravidade da doença em pessoas vivendo com HIV. Ele se baseia nos resultados de análises do sangue que são executadas como parte do tratamento de rotina, tais como a contagem de CD4, carga viral, função renal e do fígado, anemia e detecção da hepatite C. Uma maior pontuação do índice VACS tem sido consistentemente associada a um risco aumentado de morte em pacientes, hospitalização e também doenças normalmente associadas à idade mais avançada, como a fragilidade, fraturas e força muscular baixa.

Agora, pesquisadores buscaram determinar se a pontuação do Índice VACS poderia prever as alterações neurocognitivas e incidentes de deficiência neurocognitiva. Assim, desenharam um estudo envolvendo 655 adultos que vivem com HIV e que recebem cuidados na Universidade da Califórnia, San Diego. Os participantes do estudo foram acompanhados por até seis anos.

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Três possibilidades de desfecho foram pesquisadas:

  • A associação entre a linha de base da pontuação do Índice VACS e as subsequentes alterações neurocognitivas.
  • Se mudanças nas pontuações do Índice VACS ao longo do tempo estavam correlacionadas com alterações na função cognitiva.
  • Se a pontuação do Índice VACS poderia prever o momento do incidente de deficiência neurocognitiva em pessoas com função neurocognitiva normais na linha de base.

Participantes com graves transtornos psiquiátricos ou lesão cerebral foram excluídos do recrutamento. A função neurocognitiva foi avaliada utilizando uma bateria completa de testes. Contagens dos exames foram convertidas em pontuação ajustadas à idade, escolaridade, sexo e raça. A partir das pontuações ajustadas foi feito o cálculo para obter a pontuação média global.

Os participantes tinham uma idade média de 43 anos, 83% eram do sexo masculino, 60% eram brancos, com contagem média de células CD4 de 346 células/mm³, 67% tinha um diagnóstico de aids, 61% estavam sob tratamento antirretroviral e 51% tinham carga viral indetectável. Três quartos relataram histórico de abuso de substâncias. No início do estudo, 40% foram avaliados com disfunção cognitiva. A pontuação mediana no Índice VACS foi de 22. Participantes com e sem deficiência neurocognitiva foram comparados.

Não houve associação significativa entre uma pontuação baixa no Índice VACS e alterações neurocognitivas. No entanto, houve uma associação significativa entre maior Índice VACS e pior desempenho global de domínio neurocognitivo, mesmo após o ajuste para possíveis fatores de confusão (p<0,01). Um maior índice de VACS foi associado à pior pontuação de memória em pessoas que não tomam antirretrovirais (p<0,01), mas não em pessoas que fazem o tratamento.

Análise de 60% das pessoas sem deficiência neurocognitiva no início do estudo mostraram que pontuações mais altas do Índice VACS estavam associadas à maiores chances de desenvolver algum transtorno (p<0,01). Depois de controlar fatores como a contagem de células CD4 e depressão, esta associação deixou de ser significativa. Contudo, nas análises dependentes do tempo, maiores pontuações do Índice VACS estavam associadas a um risco significativamente aumentado de incidentes de deficiência neurocognitiva (HR, 1,17; 95% CI, 1,06-1,29, p<0,01).

Os participantes do estudo com maiores pontuações do Índice VACS se mostraram significativamente mais propensos a desenvolver disfunção cognitiva em comparação com aqueles com baixa ou moderada pontuação do Índice VACS. Além disso, as pessoas com pontuações mais altas do Índice VACS também se mostraram significativamente mais propensas a experimentar declínio neurocognitivo (p=0,02).

“No geral, uma pontuação baixa do Índice VACS pode não ser um bom indicador da mudança cognitiva a longo prazo. Alterações na pontuações do Índice VACS, no entanto, correspondem a mudanças na neurocognição”, concluem os autores. “Ter pontuação muito alta do Índice VACS pode indicar um aumento notável do risco de declínio neurocognitivo e incidentes correlacionados. Estes resultados usam o Índice VACS como uma ferramenta simples para a identificação de pacientes infectados pelo HIV que estão sob alto risco de declínio neurocognitivo e para justificar ainda mais acompanhamento neurocognitivo.”

Por Michael Carter em 4 de julho de 2016 para Aidsmap

*Calcule seu próprio Índice VACS na MD+Calchttp://www.mdcalc.com/veterans-aging-cohort-study-vacs-index/
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62 comentários

  1. Rodrigo diz

    Só para lembrar, pois parece que passou batido: ontem, 5/7, completaram 35 anos dos primeiros relatos de Aids no mundo; um grupo de 5 homossexuais norte-americanos.

  2. Levi diz

    Olá, pessoal! Há 3 anos faço o uso dos típicos medicamentos. Tudo escondido da família e amigos, porque eu escolhi não contar. É um fardo sem tamanho, porque também sou jovem, há pressão por trabalho e a situação atual do país soma-se a esse desafio de ir por conta própria ao hospital, sempre de olho para evitar ser visto ou me expor demais. Isso sufoca, às vezes. Sou de Recife, e aqui a diversidade de infectados não é tão grande quanto em outros lugares, não é todo mundo em hospital que conversa a respeito. Muitos são pessoas simples, e eu me sinto um peixe fora d’água, por ter curso superior e outros privilégios sociais. Os medicamentos, já sabemos, causam efeitos desagradáveis e é desanimador imaginar que ainda estamos distantes de um tratamento menos invasivo e da tão sonhada cura. É difícil imaginar também os rumos que a gestão atual de saúde pode ocasionar ao Brasil e a todos que, como eu, dependem desse medicamento para não sucumbir, como foi o destino de muitos. Torço pela ciência, presenciamos momentos muito bons, anos atrás, como a do paciente de Berlim. Porém, o mundo está em crise, e nunca foi tão importante ter saúde. Quando se é jovem, não se pensa muito nisso, e foi numa das ocasiões que o tesão falou mais alto que eu abri as portas para essa infecção. É difícil viver sem me culpar, sem pensar na doença a cada 12 horas, que é quando faço uso dos medicamentos. Tento fazer diferente quando conheço pessoas mais jovens que eu, principalmente sobre profilaxia pós-exposição, que eu só fui saber que existia quando eu fui diagnosticado. Desculpem o desabafo. É um desafio, viver dessa forma. Sei que cada um (infectado ou não) tem sua própria cruz, mas esse espaço é muito interessante para me informar a respeito de tratamentos promissores e, ocasionalmente, conversar com pessoas na mesma situação que eu (já que é algo que escolhi não contar a ninguém) ou até tirar a dúvida de outros que me mandam e-mails. Vamos continuar, gente. Mesmo distante, acredito no fim desse desafio.

      • Téo diz

        Olá Levi, tb passo por situação semelhante. Somente eu e meu namorado sabemos da minha condição sorológica (ele tb eh +). Esse desconforto em relação a visita a médicos e hospitais eh normal, viu?!! Tb sinto isso. =/. Vamos a um local que nos colocam de frente com nossa realidade, que não gostamos, ou tentamos fingir que não existe.
        Mas imagine que ali, como em qq lugar, as pessoas estão acostumadas em lidar com essa situação. E tlvez se vc fosse tratado em um local mais eletizado seu medo em ser reconhecido fosse até maior.
        Se quiser bater um papo meu email eh: telesse8@gmail.com

    • ROCK HUDSON diz

      Sim Levi . O tesão fala mais alto na maioria dos infectados. Torço ansiosamente para que a profilaxia PRÉ EXPOSIÇÃO seja logo autorizada. É um absurdo que até agora, por razões populistas e esquerdistas, desse governo que gosta de tratar a todos como vítimas, esse medicamento não tenha sido autorizado.

  3. Téo diz

    Eu sinto que após o início do tratamento minha cabeça não foi mais a mesma (tomo o 3 em 1). Tive problemas com a memória e parece que minha capacidade de compreender as coisas ficou meio prejudicada. Tenho mais dificuldades em entender, estudar e gravar as coisas. Sei lá, parece que fiquei meio burrinho, rs. Como eu trabalho na área acadêmica, na pós, isso é um problema e gera mta preocupação.
    Quando reclamei sobre isso com as médicas fui informado que isso não era efeito colateral do tratamento e que muito provavelmente era uma questão psicológica, devido ao estresse de eu ter descoberto e estar passando por uma fase difícil na época. Ok, o tempo passou e ainda tenho esses problemas. E no mais, a gente sabe bem o que acontece com a gente, somos capazes de avaliar nossa situação ver que algo não está normal.
    As vezes penso que eles evitam falar e passar informações sobre isso pra não desmotivar o paciente e não afetar a adesão ao tratamento. Apesar de não concordar nenhum pouco com esse tipo de postura. No fim, acabei aceitando a situação e tento me virar como posso,apesar de ainda sentir essa falta de memória, dificuldade de atenção, dificuldade em entender coisas com mais complexas, etc. =/

    • D_Pr diz

      Téo

      Um dos componentes o 3×1, o efavirenz é responsável por efeitos neurológicos desagradáveis. Estude uma possível troca dessa medicação, existem outros bons regimes. Consulte em outro infectologista e converse sobre como tem se sentido e peça uma segunda opinião.

      Um efeito colateral indesejável:

      Sintomas Neurológicos: em estudos clínicos com pacientes recebendo diariamente 600 mg de efavirenz, foram relatados
      freqüentemente como efeitos indesejáveis os seguintes sintomas: tontura, insônia, sonolência, dificuldade de concentração e
      padrão anormal de sonhos. Os sintomas neurológicos geralmente iniciam-se durante o primeiro ou o segundo dia de terapia
      e “geralmente melhoram” depois das primeiras 2 a 4 semanas. Os pacientes devem ser informados de que esses sintomas
      comuns provavelmente melhorarão no decorrer da terapia e não são preditivos de um início subseqüente de qualquer um dos
      sintomas psiquiátricos menos freqüentes.

      http://www2.far.fiocruz.br/farmanguinhos/images/Efavirenz.pdf

      Boa sorte!

      • Téo diz

        Obrigado pelas informações, D_Pr!
        Eu vou falar com elas na próxima consulta sobre isso de novo. 😉
        (Faço tratamento na rede pública, num hospital dentro de uma universidade onde faço pós graduação. Gosto muito do atendimento delas, porém, não tem como eu escolher qual será a(o) médica(o) que irá fazer o atendimento. Tenho plano de saúde, mas como o titular é meu pai, tenho receio que venha algo que descreva o tratamento.)
        Eu cheguei a falar com as médicas que suspeitava que o problema fosse o efavirenz, pq já tinha lido alguns relatos na internet e lido bastante sobre o medicamento. Mas como disse, elas disseram que esse não era um efeito colateral do medicamento. Sugeriram eu iniciar um tratamento com psiquiatra (com anti-depressivos). Vou solicitar uma guia pra esse tipo de tratamento. Talvez essa seja a solução (caso a troca de medicação não seja aconselhada), apesar de não sentir que esteja depressivo.

    • Patrik diz

      Uso o 3 em 1 e sinto esse desagrado de perda de memória e dificuldades de atenção tbm.. tenho 22 e uso o medicamento à quase 2 anos ! Sinto medo de ficar louko ou sei lá. .

    • Rodrigo diz

      Oi Téo, eu me trato com o 3:1 e apresentei uma depressão inicial. No inicio achei que estivesse relacionada com a notícia do diagnóstico, iniciei o tratamento com antidepressivos e tive bons resultados, apesar de quase 1 ano depois a depressão persistir. Faço uso de maconha e sei que isto potencializa muito a depressão. Na última consulta o infecto sugeriu trocar o 3:1 e iniciar o desmame dos antidepressivos. Concordei, mas ele quis alterar o tratamento para um esquema com AZT. Não achei a melhor opção e por isso farei uma consulta com o Dr Esper Kallas para ouvir sua opinião. Tb sou da área acadêmica e tenho os mesmos receios.

      • Téo diz

        Olá Rodrigo,
        É sempre bom ter a opinião de outro médico. Tb ficaria mto receoso de sair do 3 em 1 e ir pra combinação com o AZT, por medo dos efeitos colaterais desse medicamento.
        Decidi que vou procurar um psiquiatra e tentar controlar com antidepressivos, pra ver se surte resultados. Estou esperando apenas passar a época de defesa de doc que vou enfrentar pra poder passar pela adaptação aos antidepressivos sem que isso afete ainda mais minha cabeça, rs.
        Boa sorte.

  4. Téo diz

    Alguém pode me ajudar com algumas dúvidas?!
    Eu tenho tido problemas recorrentes com minha amígdala e creio que a única solução será a remoção cirúrgica dela. =/
    (Tenho 33 anos e sou indetectável há 2 anos)
    Alguém aqui já teve que retirar as amígdalas, depois que descobriu ser positivo ?
    Com relação aos remédios, como é feita a ingestão do comprimido nos primeiros dias, já que dizem que é bem difícil engolir nos primeiros dias?
    Houve algum problema com a imunidade depois da operação (mais infecções, ou mesmo diminuição do CD4), ou ainda, houve mto ganho de peso depois da cirurgia?
    Estou preocupado, se alguém puder compartilhar a experiência eu agradeço muito! =)

  5. KaAmiga diz

    Olá!
    Tenho uma grande amiga que amo muito, ela é soropositivo há mais ou menos 10 anos ( quando eu a conheci, ela ainda não tinha a doença). Tomou o 3 em 1 uns 8 anos após descobrir e tomou por pouco tempo e parou.
    Ela é dependente química e ultimamente tem tido psicoses, distorce a realidade, imagina situações que não estão acontecendo entre outras coisas.
    Tenho muito amor por ela, sinto um afeto profundo e gostaria de entender um pouco mais sobre esse problema psicológicos em quem é HIV +.
    Ela teve uma filha há 2 anos e 6 meses, a menina é minha afilhada e ela nunca me contou se a bebê é ou não +, enfim, além de querer ajuda la, eu penso na menina que é a coisa mais linda.
    Amo o blog, as postagens e os comentários!

    • Antonio diz

      conversa com ela sobre a menina, pede para fazer o teste, já que é sua afilhada > vc sabe se durante a gravidez ela tomou o coquetel? sem sim e provável que não tenha!

      • KaAmiga diz

        Então, ela não tomou o coquetel e ainda usava drogas e bebia.
        Só veio a tomar o remédio quase dois anos depois do nascimento da bebê e mesmo assim, parou com a medicação. 😦

        • Téo diz

          Olá KaAmiga,

          Caso ela não tenha feito o acompanhamento adequado é possivel que, infelizmente, sua afilhda seja positiva para HIV. Uma pena, pois isso seria completamente evitável, caso ela tivesse feito o tratamento durante a gravidez.
          Tive um primo que tb era viciado em drogas e soropositivo. Tinha época que ele se tratava, depois sumia nas drogas, depois voltava. Era bem complicado. Sei que é difícil convencer alguém que não quer ser convencido, mas não desista. Tente falar com ela, analise onde ela é mais sensível e tente convencer ela por esse lado. E o mais importante, é a criança fazer o acompanhamento médico adequado, para ela ter uma vida saudável. É o mínimo que a mãe pode fazer por ela.

          Boa sorte!

          • KaAmiga diz

            Téo, você entendeu direitinho a situação.
            Escrevi um texto enorme para explicar a minha aflição sobre a psicose orgânica mas sem querer apaguei. 😕
            Eu procurei na internet sobre esse problema psiquiátrico em pacientes com AIDS mas não encontrei muita coisa, se alguém souber de algo, por gentileza, me responda.
            Eu já tentei de muitas formas conversar sem invadir o espaço que ela me dá, que não é muito, pois ela não toca muito nesse assunto. Tento mostrar como uma vida regrada, com rotina e a presença da mãe é importante para a bebê, peço pra ela maneirar na quantidade de drogas mesmo sabendo que pra ela é um refúgio, gostaria que ela viesse a morar no mesmo bairro que eu e a da família dela e assim a gente pudesse estar mais presente e dar forças. Tenho medo de estar próximo o nosso adeus.
            É um desabafo!!

  6. Worried diz

    Gente, eu tô um pouco nervoso. Fiz exame esses dias e hoje o laboratório solicitou nova amostra para confirmação de resultado do CD8. A última vez que me pediram nova solicitação foi erro do laboratório mas dessa vez ela comentou “confirmação de resultado” e depois mencionou pra ficar tranquilo que pode ter sido quantidade insuficiente de amostra. se for algum problema, o que poderia ser? Eu ainda não entendo muito bem a função do CD8 no meio disso tudo.

  7. Worried diz

    Teo, estava lendo seu comentário e me identifiquei com os problemas por você citados. Desde que comecei a tomar o antirretoviral tenho sentido que minha memória anda um pouco fraca para as coisas e ando meu disperso. Apesar de continuar normalmente a minha vida acadêmica sem problemas para estudar. Eu acredito que possa ser sim uma coisa psicológica uma vez que estamos sempre nos preocupando com a nossa saúde e a regularidade do medicamento. Isso gera um estresse.
    Eu agora vou ter que mudar o meu método de controle do medicamento pois está difícil lembrar se eu tomei ou não o medicamento. Tenho que ficar contando os comprimidos para ter certeza. Meu namorado me ajuda a lembrar todos os dias mas mesmo assim mantenho aquela insegurança e incerteza pela memória fraca.

    Inclusive, gostaria de pedir dicas de como vocês controlam o medicamento (se tomaram ou não corretamente) levando em consideração que não posso expor o medicamento e o controle, visto que minha família não é ciente da minha condição sorológica.

    • Eng28 diz

      Worried
      Olha só baixa o aplicativo para celular medisafe, é muito bom vc consegue controlar quantos comprimidos vc tem e coloca ele para despertar no horário do medicamento e quando ele desperta tu tem opção de remarcar caso queira tomar um pouco mais tarde ou marcar tomado!! Muito bom para controle Tb tem opção de marcar as datas das tuas consultas!!!
      Tb me preocupava muito antes de usar!!
      Espero ter ajudado

    • Pequena + diz

      Worried

      Boa noite 😉
      Uma saída simples e barata é comprar aqueles separadores de medicação com dias da semana ou separar a quantidade da semana em um frasquinho a parte 🙂
      Não tem como esquecer 🙂
      #FICAADICA
      Um forte abraço da Pequena + ❤

      • Worried diz

        Eng28 e Pequena +, obrigado pelas dicas. Tenho como fazer as duas e o app citado recomendo a todos porque ele é sensacional. Tem até a opção de você cadastrar alguém pra que o app avise caso eu esqueça de tomar o remédio. Já convidei meu namorado e o controle agora vai ficar mais fácil

    • Téo diz

      Então Worried,
      Qdo relatei isso para as médicas que fazem o meu atendimento elas disseram que minhas queixas não seriam efeitos colaterais do tratamento e cogitaram eu começar um tratamento com um psiquiatra, com antidepressivos. Eu costumo ser mto sensível a medicamentos antidepressivos, e preferi esperar pra ver se melhoraria. A verdade que me forcei a acostumar com a situação. Mas to pensando em falar com elas novamente e talvez avaliar essa possibilidade de tratamento com antidepressivo. Tenho um pouco de medo de trocar a medicação, mas tb tenho que avaliar essa possibilidade.
      De vez em quando eu tb tenho essa de esquecer se eu tomei ou não, hehehe. A gente acostuma tanto que fica automático. Teve um dia que eu acho que tomei duas vezes o remédio e olha, vou te falar, a cabeça ficou bem zuada.
      O que eu tenho feito é repetir pra mim mesmo três vezes “estou tomando o remédio”. hahaha. Pode parecer bobo, mas isso me faz pensar sobre a situação e não esquecer. Talvez se vc deixar um calendário pequeno e uma caneta ao lado do remédio, ao tomar vc faz o “X” no dia e controla melhor isso.

      Não deixe fora da embalagem original não, pois lá tem sílica-gel que controla a umidade, o que esses separadores de comprimidos por dia da semana não tem. Talvez a absorção de umidade seja prejudicial ao medicamento afetando seu efeito terapêutico, não sei. =/

    • Margô diz

      Olá, também tinha problemas em saber se tinha ou não tomado os medicamentos. A médica recomendou tomá-los todos de uma vez. Então, à noite, antes de deitar coloco todos os 4 comprimidos na mão e engulo tudo junto. Quando vou na casa de minha mãe eu conto quantos serão necessários e os coloco juntos em outra embalagem de remédio – de cálcio, no caso.

  8. Pedro Dias diz

    Worried e Teo,

    Acho que muitos aqui se identificam com essas questões expostas por vocês, eu também tenho pavor de encontrar alguém conhecido no consultório, NUNCA fui ao CTA ,consegui um representante da minha confiança que trabalha na área para levar a documentação no início e hoje em dia eu pago um valor para outra pessoa (autorizada) pegar para mim a medicação, confesso que foi a melhor coisa que eu fiz, acaba evitando muita coisa desagradável. Meus exames são colhidos de 6 em 6 meses em casa, prefiro pagar a taxa para que seja mais tranquilo pra mim e diminua a tensão e estresse. Sobre esquecer de tomar a medicação até hoje nunca aconteceu em quase 9 meses de tratamento, hoje em dia é algo que já faz parte do meu dia e sempre defino o horário das 23h e quando chega essa horário meu relógio biológico já me aciona. No início eu colocava o despertador do celular para tocar com alguma legenda “boba” para que ninguém desconfiasse caso visse, tipo: “Hora de tomar BCAA, tomar WHEY’ essas coisas. Coletei meus exames na última semana e a maioria deu tudo normal, estou aguardando apenas o CD4/8 e quantitativo para saber se continuo indetectável que sempre demora mais. Confesso que bate o medo nessas semanas pré-resultado de exames, mas vamos lá! fé em Deus e força que tudo vai melhorar aqui pra todos.

  9. Vircetti diz

    Rapaz… Como pode existir um vírus como esse!!! Mais de 30 anos e ainda estamos longe de esterelizar ele… Eu acho q o ser humano vai vence-lo, ate pq o ser humano é o bicho mais desenrolado q existe… Com o acumulo de conhecimentos e junção das estratégias isso pra mim é possível em pouco tempo… O negócio é a burocracia, interesses e tempo de testes q vem atrelado a toda essa situação

  10. Gil diz

    Pessoal, é provável que o que a maioria associa à perda de memória seja, na verdade, problemas na atenção e suas áreas (atenção concentrada, atenção periférica, global, permanência no foco, tempo de entrada no foco, dentre outros fatores).
    O Efavirenz tem esta possibilidade de reduzir a atenção, diz na bula.
    Muitas vezes, as pessoas acham que é falta de memória, mas na verdade, não ativaram áreas importantes para a retenção da informação. Se não focam, não memorizam.
    Outro fator que reduz nossa capacidade de atenção é o estresse, fator este muito ligado a pessoas que são soropositivas, pela sua condição, medo do estigma e fatores individuais que se associam ao fato de terem HIV.
    A atenção é meu foco de pesquisa acadêmica e sugiro que aqueles que tenham esta queixa de perda de memória façam uma avaliação da atenção, com um especialista em Neuropsicologia. Como a avaliação psicológica completa é mais cara, acima de mil reais, sugiro que peçam apenas a verificação de 3 fatores: níveis de raciocínio, atenção e memória, de curto e longo termos.
    Ali, já acusará se há déficit de atenção, redução cognitiva ou perda de memória (mais difícil em indivíduos até 50 anos, sem lesão cerebral).
    O melhor combustível para a atenção, além de boas horas de sono diariamente, são as atividades de quebra-cabeça, jogos eletrônicos (os bobinhos mesmo, de celular serve), caça-palavras, 7 erros e a leitura diária, com paradas breves para refletir ou comentar consigo mesmo o que entendeu do trecho, principalmente quando se está sempre com a sensação de que leu, leu e não “pegou” nada da leitura.

  11. Juka diz

    Jovem, me bateu uma curiosidade.qual destino terá este blog após a cura? Sera o fim ou continuaremos debatendo outras coisas? Rsrs.acho q poderíamos fazer uma gde festa com a presenca de todos…bjos

  12. Tobias diz

    Olá! Pessoal, não sei se já aconteceu algo assim com vocês. Eu fiz um VDRL em fevereiro e tinha apenas a cicatriz, que eu já estava acostumado a ver (Meu diagnóstico foi sífilis e HIV, anos atrás, desde então a titulação era sempre de cicatriz, 1/2). De lá pra cá, eu nem tive vida sexual (apenas ficadas em baladas) e agora quando repeti o exame num outro laboratório e deu titulação 1/16. Os médicos da minha cidade solicitaram q eu repetisse o exame em outro laboratório para confirmar diagnóstico. Li alguns artigos que falam que soropositivos são 10 vezes mais propensos a falsos positivos VDRL que as outras pessoas. Outros falam que preferem confirmar infecção por sífilis quando passa de 1/32. Fisicamente, não estou e nem tive sintoma nenhum. Nada de manchas no corpo, nada de cancro duro. Estou preocupado com essa situação.

  13. sp+=psf diz

    Tenho duvidas ate desses exames de hiv……uns tem hiv outros sifilis da ate um certo receio…..meu namorado deu sifilis e eu hiv fico imaginando esses computadores trocando as bolas e fazendo essas burradas com nos e uma merda mesmo…

  14. Worried diz

    Teo, tomar o medicamento é sempre uma adrenalina pra mim porque tenho que fazer escondido dos meus pais. Então eu acabo me lembrando da situação depois. E, menino, eu ainda tô com a cabeça virada pela mesma situação. Esses dias fui contar o medicamento e estava com um remédio a menos no meu frasco. Fiquei imaginando se tomei duas vezes o remédio e se havia possibilidade do vírus criar resistência. Meu namorado é farmacêutico e ele me explicou que pro vírus criar resistência precisa de muita negligência da sua parte, por exemplo, esquecer de tomar sempre, ou tomar duas vezes sempre. Como eu tomo certinho todos os dias, ele citou que não teria problema se caso tivesse acontecido.

    • Téo diz

      Eu imagino que deva ser complicado esconder mesmo.
      Mas pq vc não compra uma vitamina bem específica, pra vc usar esse frasco e transferir o seu medicamento pra ele? Compre um frasco meio grande, que quando fechado fique bem vedado e que caibam bastante comprimidos neles (lembre-se de colocar nesse frasco de vitamina a sílica gel e o algodão que vem no frasco original). Dessa forma vc pode até jogar os frascos originais fora, e não corre o risco de ser “descoberto”. Sei lá, quando viajo para casa dos meus pais eu coloco alguns comprimidos em um frasco e não levo os originais. OU eu tiro o rótulo de todos os frascos, hehehe
      Worried, eu creio que com relação a resistência viral tomar dois comprimidos não provoca esse efeito não. Não tomar o comprimido, ou tomar displicentemente é fator pra desenvolvimento da resistência viral. O problema de tomar duas vezes é a toxicidade do medicamento e os efeitos que eles podem provocar no corpo.

    • Tomar duas vezes nao vai criar resistência do virus mas pode ter um efeito toxico no seu organismo ( se vc fizer sempre).
      Entao compre aquele guarda pílula com os dia da semana ( vc coloca e assim não faz confusão). Se vc acha que desperta curiosidade o porta pílula, faz uma agenda no cel e assim que toma marca. O que não dá e fazer isso, um dia tomar duas vezes outro esquecer.

  15. Sobre o post: é dureza, mas vamos levar em consideração o estresse por ter uma doença crônica pode ter participação nisso, bem como o fato de que os + hoje, felizmente, envelhecem. Algo que era impensável não muito tempo atrás. Então, vamos viver o hoje com a certeza de que coisas melhores virão amanhã.

  16. JV diz

    Olá pessoal, tudo bem? Uma curiosidade: é possível pedirmos PCR QUALITATIVO APÓS MESES DE TRATAMENTO? Vejo aqui no blogs que muitos, assim como eu, não sabem quando e como foram infectados pois não dispensavam o uso do preservativo. Isso parece uma pulga atrás da minha orelha até hoje! É como se faltasse uma peça de um quebra-cabeça. Pode parecer loucura (ou não!) , mas às vezes me pego pensando “Será mesmo que tenho? Será que não estou me enchendo de medicamentos à toa?”. Pensando racionalmente eu acredito ter porque tive febre e um pouco de rash cutâneo à época e logo foi descartada a possibilidade de dengue através de exame próprio. Sendo assim confio mais nisso do que nos exames rs! Lembro-me que à época fui chamado a repetir e como já sabia do enredo todo não aguentei esperar e no mesmo dia fiz outro exame em laboratório diferente (então foram dois testes positivos). Após isso, com o infecto, comentei sobre tudo e ele pediu o PCR QUALITATIVO, que detectaria o vírus e não os anticorpos conforme os anteriores. Deu positivo. Logo depois veio o PCR QUANTITATIVO que detectou o número de cópias. Mas às vezes bate uma curiosidade de fazer outro qualitativo! Perguntei ao meu médico se em algum momento após o início do tratamento fazemos novamente um QUALITATIVO. Ele respondeu que não é usual pois pode acontecer desse exame dar negativo visto que a pessoa já está indetectável e assim criar uma ilusão de cura e consequentemente o abandono do tratamento. Coerente, mas gostaria de fazer algum dia. Alguém passa por isso? Já fez Qualitativo de novo?

    • Pedro A. diz

      Olá JV, por você estou aqui enviando minha segunda mensagem no blog, diagnosticado há 4 meses. Eu sou um qualitativo negativo e quantitativo positivo. Não se confunda, nós somos soropositivos de qualquer jeito. É que o exame qualitativo exige uma quantidade maior de cópias de Hiv no sangue, e quando você está abaixo, diz que “não foi possível detectar a qualidade/tipo do vírus”, mesmo assim você pode ter uma grande quantidade. No meu caso, descobri com carga viral de 10.000.000 (isso mesmo, assustador), deixei pra fazer qualitativo só agora, com carga viral 112. Consequência: ainda nem estou indetectável e já não posso mais descobrir qual é o tipo do meu Hiv. Isso não me preocupa, mas recomendo esse exame qualitativo (chama-se genotipagem) logo no começo, mesmo que seu médico diga que ainda não é necessário. Foi isso que entendi das orientações que tive. Não estresso: quero que a quantidade caia, isso é o que importa. O 3 x1 tá funcionando pra mim. Dos colaterais que todos falam, comigo acontecem os sonhos, são até legais, nunca pesadelos, mas às vezes são sonhos fortes que te cansam, aí eu acordo já meio cansado pro dia, parecendo que eu fiz mesmo tudo que aconteceu no sonho. Por exemplo, se eu sonho que escalei uma montanha, acordo com a canseira de alguém que de fato escalou uma montanha!! Boa noite a todos, abraços, Pedro A..

  17. Chaval diz

    Sinto meu declínio neurocognitivo, não entendi muito bem o texto. 🤔

    • Antonio diz

      Vc esta equivocado. Vc tem pouquíssimo vírus, assim como todos que tomam o coquetel. Mas ele esta lá. Os testes são seguros e confiáveis. Sou professor de análises clinicas.

  18. Léo diz

    Olá pessoal! Tive duas relações sexuais – sendo ativo e passivo – na quinta e a última na sexta. Posteriormente, na segunda-feira, o garoto foi diagnosticado positivo. Imediatamente iniciei o PEP no mesmo dia – segunda – ultrapassando o prazo de 72 horas. Fico aflito em saber que pelo fato do mesmo não estar em tratamento, sua carga viral provavelmente estava muito elevada. Pois bem. Já passaram os 22 dias e faltam poucos dias para terminar o PEP, é seguro realizar o ELISA 4 agora, ou seria mais adequado encerrar o PEP para realizar o exame? Obrigado.

    • Marina diz

      Léo, você pode fazer um elisa 4ª geração ao fim da PEP e um outro 30 dias após. Como o elisa é um exame sorológico, ele busca pelos anticorpos que seu corpo teria produzido em reação ao vírus. Acredito que um exame ao fim da PEP já seja bastante confiável (segundo a janela de 30 dias após a exposição), mas alguns médicos acompanham o paciente que fez uso de PEP por até 3 meses após o fim da profilaxia. O ideal seria vc perguntar a um infecto. Poste a sua resposta aqui, caso tenha uma.

  19. Saulo BA diz

    Bom dia, pessoal!
    Depois de 2 meses de diagnosticado criei coragem pra escrever aqui . Minha história começa com fortes dores de cabeça e febre que não cessavam com nenhum medicamento, fui internado sob ingestão de fortes medicamentos. Até que um dia, a medica que me acompanhava me perguntou se ela poderia solicitar o exame pra HIV, como eu tinha feito um em Dezembro de 2015 que deu negativo, fiquei super despreocupado, já que por ser da área de saúde e por sempre fazer os exames e todos darem negativos, concordei. Pra minha infeliz surpresa veio reagente. Ela mesma veio me dá a notícia. Aquilo era inaceitável, eu não me via nessa condição, logo eu que tinha tanto medo desse vírus.
    Outro exame foi feito e novamente a confirmação, eu realmente estava +. Não sabia o que fazer, não sabia o que falar, o que pensar. Rezei e pedi coragem pra contar a minha mãe no mesmo dia, e a reação dela não foi surpresa, o amor dela por mim sempre foi o maior de tudo – ai de mim se não fosse a força dela – ela me olhou e disse: – estamos positivos, então filho, o que acontece com vc acontece comigo e vamos enfrentar esse “monstrinho” juntos. Eu to com vc sempre.
    E assim tá sendo! Ela comigo sempre, nas idas ao médico, ela quem pega minha medicação, já que somos os dois da área de saúde e somos conhecidos no meio. Mas ela não se importa.
    Eu namorava um cara, mas não tive coragem de contar pra ele, mas o induzi a fazer os exames que deram negativos, resolvi terminar o namoro pra não o expor e saber das dificuldades dele entender o que seria namorar um positivo. Já que em conversar ele me dizia que não se via nesse papel, e eu tbm não. Mas a vida vem pra ensinar, ela bate na nossa cara pra gente aprender, a mudar, a rever, a nós tornarmos melhor. Acredito que o HIV meio pra minha evolução em algum aspecto.
    Minha vida continua a mesma de antes, recuperei o brilho, a vontade de viver, a vontade de amar. Eu só sinto falta do meu amor. Mas foi o melhor pra nós, ou melhor, pra ele. Hoje eu entendo as relações sorodiscordantes, hj eu entendo que o HIV não tem que ser banalizado mas tbm não precisa ser tão temido. Há tratamento e se pode viver bem, assim como vivo.
    Com tudo isso que aconteceu na minha vida, resolvi me engajar nessa causa, em ajudar e trabalhar pra nós, mesmo ainda não tendo a coragem de contar a minha sorologia – ainda somos vítimas da ignorância.
    Acredito na cura, a minha fé sustenta essa certeza e enquanto ela não chega, vamos tomar nossas “vitaminas”.
    Aaaah, adorei o comentário da festa depois da cura. Ainda iremos comemorar muito!
    Aaaah, esse blog e as palavras de vcs foram essenciais pra minha recuperação emocional, sinta-se responsáveis por isso. Eu lia e leio todos os dias.
    Fiquem bem, fiquem com Deus!

  20. Que medo !!! acabei de formar em medicina e tenho medo de fazer planos pro futuro , recebi o dx a 3 meses e cada hora vejo uma pesquisa mais desmotivadora como essa da neurocognição, ate hoje não tive nenhum problema relacionado =(

      • Nanda diz

        Também acredito Antonio.
        Precisamos nos agarrar as coisas boas da nossa vida.

    • Nanda diz

      O medo de planos para o futuro também ocorreu comigo. Porém, é melhor não pensar muito nisso não, se não te deixará desmotivado. Pensa nas coisas boas que ainda pode realizar na sua vida. = )

  21. Zimba diz

    Já esqueci de tomar o remédio umas 2X e uma outra eu fui pra praia com intenção de voltar, e não voltei, tomando só na noite seguinte.
    Meu médico disse que não tem problema qndo isso acontece sem querer, que não seja rotineiro!
    E realmente, nos exames seguintes nada mudou!
    Mas realmente, a PIOR coisa do tratamento é retirar a medicação… Poderiam facilitar e entregar pelo menos p/2 meses, né? Mas não! Querem dificultar parece!

    😦

  22. sp+=psf diz

    Tenho um amigo que nao tem hiv e sofre deste problema neurocongentivo e ele tem apenas 27 anos…..esquece tudo que faz ente outras coisas acredito que seja normal para alguns eu nao tenho e sou +

  23. João diz

    Boa noite a Todos!

    Saulo BA, vc teve uma exposição depois de dezembro ou houve falha nesse exame?

  24. Saulo BA diz

    Boa madrugada!. Então João, eu sempre me preveni e só tive um parceiro o qual transava sem camisinha, mas ele está negativo. Eu tive uma exposição em Dezembro com uma paciente, acredito ter contraído dela, já que meu ex parceiro é negativo. Os exames que fiz foram aqueles testes rápido e os dois deram positivos. Meu infecto falou que eles não falham e me passou o de sangue, mas iniciei o tto e não tive coragem de fazer depois.

  25. Alleh Junior diz

    Olá! Estou no Kik. Meu usuário é “allehJunior” kik.me/allehJunior

  26. Rodrigo diz

    Alguém aqui já fez o exame: TESTE FARMACOGENÉTICO COMPLETO PARA HIV?
    O médico não pediu mas estou a fim de fazer para ter mais informações sobre como meu corpo pode reagir aos medicamentos. O foda….é que este exame custa R$ 3.200,00 na minha cidade. Será que vale a pena???

  27. Fabio diz

    Que inferno. Esse vírus é muito terrível. Além do fígado, rins, coração, agora também a mente. Complicado. É ir levando, mas voltar a ser feliz tá foda. Eu vejo muitos soropositivos aqui falando que se preocupam muito mais com as consequências de dimensão social de serem infectados pelo vírus, mas, sinceramente, minha maior preocupação é com a saúde mesmo.

  28. estudante+ diz

    Descobri em outubro do ano passado, parece que meu mundo ia acabar, mas graças a Deus tive força para lutar contra tudo isso. Faço o uso do medicamento e levo uma vida normal. A única coisa que ainda me preocupa é um caroço que apareceu no meu pescoço e ainda não foi diagnosticado, apesar de oito biópsias( parece mentira né?). Tomo o 3×1 e minha vida está normalizada, faço faculdade e trabalho. Fé em Deus sempre. Whatts:27997263713

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