Carta de uma leitora: sobre um relacionamento sorodiscordante

“‘Você está louca?’ Esta foi a primeira frase que ouvi de algumas pessoas próximas quando contei que estava interessada por um soropositivo.

Eu acabara de terminar um longo relacionamento e não tinha mais nenhuma prática em conhecer pessoas novas. Então, me cadastrei em um aplicativo de relacionamentos. Foi quando começamos a conversar. O que eu posso dizer? Éramos tão diferentes, mas tudo fluía de uma forma tão natural que logo a sua presença passou a fazer parte importante do meu dia. Ele era a primeira pessoa com quem falava assim que acordava e a última pessoa para quem eu mandava mensagem antes de dormir.

Depois de dois meses conversando e nos conhecendo através de mensagens, áudios e telefonemas, a ideia de nos encontrarmos pessoalmente começava a tomar forma. Foi neste momento que ele me contou sobre a sua sorologia. Comentou sobre como tinha descoberto e mais um monte de detalhes.

Cazuza

Não vou mentir e dizer que levei tudo numa boa e nem vou dizer que fiquei estarrecida e brava com o fato dele não ter me contado antes. Eu apenas ouvi a história dele e a aceitei. Em momento algum pensei em afastá-lo, mas também não sabia como proceder e não tinha nenhum conhecimento específico sobre o HIV. Só conseguia lembrar de uma capa da Revista Veja, onde aparecia o Cazuza já debilitado pela aids — e essa imagem de uma pessoa doente em nada tinha de semelhante com as fotos e vídeos que recebia do rapaz pelo qual estava interessada. Ele era igual a qualquer outra pessoa, com ou sem HIV.

 

‘Você tem que deixar isso de lado, procure outra pessoa, você é bonita, vai encontrar alguém saudável.’ Este foi um dos vários conselhos que recebi enquanto dividia os meus anseios com alguns de meus melhores amigos. E também foi o que mais me marcou. Afinal de contas, o que as pessoas queriam dizer com ‘ser saudável’? Em que sentido eu deveria procurar alguém ‘saudável’? As pessoas que possuem HIV positivo não podem ser ‘saudáveis’?

Em parte, me senti ofendida com a imputação do termo ‘saudável’ neste conselho e fiquei me questionando que, se por acaso eu me descobrisse soropositiva, automaticamente deixaria de ser  ‘saudável’. Foi bem esquisito saber que algumas pessoas pensavam desta maneira. Afinal, sob esse raciocínio, quer dizer que, caso eu fosse soropositiva, deveria me afastar do convívio com os soronegativos, simplesmente para poupá-los de minha condição? Me pareceu que, se fosse portadora do HIV, seria como se carregasse, em meu corpo, uma gigantesca bomba relógio, prestes à explodir e afetar todos à minha volta. Também me pareceu que, por ter feito alguma escolha errada — como fazer sexo sem preservativo — eu deveria então me culpar, talvez me mutilar psicologicamente e me excluir socialmente do convívio com os considerados ‘saudáveis’.

Mas logo coloquei em prática algo que aprendi desde muito cedo e que procuro carregar comigo nos mais diversos aspectos da minha vida: a informação para a quebra do preconceito. percebi que precisava conhecer o que era o HIV. Optei por me informar e assisti a muitos filmes, documentários e li muito na internet. Precisava tentar entender o que é ser soropositivo hoje, em 2016.

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Aprendi muito sobre o surgimento da doença com filmes de documentário, como: ‘How to Survive a Plague’, ‘Estávamos Aqui’, ‘Larry Kramer: In Love and Anger’, ‘The Normal Heart’, entre muitos outros. Fiquei indignada em algumas situações, chocada em outras e chorei em uma boa parte delas. Este primeiro contato com a história da aids, do anúncio diário de mortes das pessoas que possuíam a doença, do preconceito enfrentado pelas mesmas, do medo do desconhecido, da falta de posição e incentivo à pesquisas pelo governo americano nos anos 80, a maneira como o então presidente Ronald Reagan ignorava a epidemia que estava matando pessoas aos montes, a luta de grupos de ativistas, como o Act Up, para que as medicações fossem desenvolvidas, etc., tudo isso me fez perceber que, ainda hoje, muitas das pessoas com quem conversei, acreditam que o HIV ainda é tão mortífero e feroz quanto a aids no final dos anos 80.

Acho que uma das partes que mais me marcou nesses documentários foi o fato de que, enquanto estavam internados, na fase terminal da doença, muitos pacientes não recebiam nem alimentação, pois muitos dos profissionais de saúde que deveriam cuidar deles se recusavam a entrar nos quartos desses pacientes. Muitas vezes, esse trabalho era feito por pessoas voluntárias, como parentes, amigos e algumas homossexuais femininas que se revezavam para ajudar a cuidar destes pacientes.

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E foi assim que comecei a entender porque muitos soropositivos optam por esconder sua condição ou sua identidade: mesmo 35 anos depois do início da epidemia, percebo que ainda existe o estigma da doença e que o preconceito ainda é muito forte e cruel.

Contudo, foi graças a este primeiro interesse que tive pela história da aids e do HIV que pude fazer um paralelo e perceber que hoje as coisas são bem diferentes. As pessoas que possuem o vírus muitas vezes são mais saudáveis do que soronegativos que estão à nossa volta. Ora, existe diabetes, pressão alta, colesterol, sedentarismo, tabagismo, câncer, obesidade, etc., então, por que eu deveria considerar que um vírus controlável através de medicações deixaria uma pessoa automaticamente doente, como se fosse uma bomba relógio?

Não estamos mais nos anos 80. Atualmente, a cada dia, um novo estudo ou uma nova forma de tratamento vem à tona. Hoje, há muito mais esperança de cura do que no passado, quando a aids ainda era rotulada como o ‘câncer gay’.

 

‘Mas você tem um filho pequeno, ele tem só 5 anos, você deixaria ele conviver com alguém soropositivo?’ Sim, e por que não deixaria? Até onde eu sei, o HIV não se pega respirando, nem tocando, nem beijando. As demonstrações de afeto não transmitem HIV. As pessoas soropositivas têm filhos — aliás, a transmissão vertical já foi extinta em alguns países. Então, qual é o problema? Nenhum. A verdade é que não existe problema aqui. O que existe é preconceito.

Eu não só deixaria meu filho ter essa convivência, como explicaria para ele, como sempre fiz, que o amor é o que basta. Ora, se eu o crio para não fazer distinção entre o que é feminino e o que é masculino, se eu o crio para respeitar as diversidades, se eu quero que ele seja um bom cidadão, para que ele afaste o machismo de seus conceitos, por que seria preconceituosa com uma questão bem mais simples, como é, ao meu ver, a questão do HIV? Nada disso! Eu não faço parte da ‘família tradicional’, fui mãe solteira e ensino para o meu filho a linguagem do amor: ela envolve aceitação e respeito.

camisinha

Depois de pensar e pensar mais um pouco sobre as opiniões de pessoas próximas, tentar perceber se eu mesma tinha ou não algum preconceito, ir aos CTAs sanar algumas dúvidas, fazer o meu próprio teste de HIV, entender que o vírus não é uma sentença de morte que transforma uma pessoa ‘saudável’ em doente de uma hora para outra, é que percebi que tudo o que precisava fazer para continuar com meu interesse por aquela pessoa é, na hora do sexo, simplesmente usar preservativo, como eu faria em qualquer outra relação.

 

Mas nem tudo acontece do jeito que a gente deseja ou do jeito que a gente quer. Tive quatro meses ótimos de convivência e cumplicidade com ele. Nosso primeiro encontro pessoal foi ótimo: a conversa fluía de uma maneira que há muito tempo não acontecia comigo com qualquer outra pessoa. Eu estava interessada de verdade e muito disposta a ficar com ele, a manter um relacionamento, a criar expectativas, a dividir e a somar. Ele era como qualquer outra pessoa: não era diferente em nada e, na maioria das vezes, eu nem lembrava que ele tinha HIV.

Mas ele, sim. Ele ainda se lembrava com uma frequência muito maior do que eu de que ele era soropositivo. Aliás, fazia questão de lembrar disso todos os dias. Chego a pensar que, na verdade, ele é que deveria me achar louca por querer ficar com ele, como se me colocasse em risco, por ter um relacionamento com alguém que carregava uma grande culpa — quase ‘a culpa do mundo’ nas costas, como ele mesmo disse em uma de nossas últimas conversas.

Ele me disse que eu não merecia isso. Eu o aceitava, mas ele ainda não. E isso foi o que me deixou frustrada. Como pode ele decidir o que eu mereço e o que eu não mereço? Como pode ele se julgar inferior aos outros, diante de tudo o que sabemos hoje sobre o HIV? Fiquei, sim, muito brava com ele. Fiquei brava porque ele decidiu por mim. Fiquei brava porque ele não foi capaz de enxergar o quão especial ele era. Ele não era o HIV, mas deixou que o HIV tomasse conta de quem era. E assim acabou. Infelizmente. Ainda acho que vida é bela, e que, às vezes, só preciso ajustar um pouco o foco.

Com amor,
C.”

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JD8377
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JD8377

Além do preconceito dos outros existe o preconceito dos próprios positivos que em alguns casos se limitam no que diz respeito a informação sobre assunto infelizmente.

Vivo
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Vivo

CARTA LINDA, TOCANTE, CHEIA DE HUMANIDADE!

recem+
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recem+

Boa noite, descobri que sou soropositivo há, exatamente, uma semana. Ao contrário de muitos comentários aqui, eu não fiquei deprimido, nem triste, porque simplesmente botei na minha cabeça que não há nada que eu possa fazer.
Fiz todos os exames e devo começar a TARV já nessa quarta-feira.
Gostaria de saber de vocês se o 3×1 não for efetivo e se meu vírus for o HIV-2, eu terei que, necessariamente, tomar AZT? Quero evitar esse maldito de todas as formas possíveis, pois li que é o medicamento antirretroviral mais danoso ao organismo.
Obrigado.

Ricardo - Gru
Visitante
Ricardo - Gru

Olá, pelo que tenho estudado e ouvido o “HIV-2” é bem raro…então canalize suas forças em iniciar o tratamento e não sofrer antes com o “e se”…Quanto ao 3×1 falo por experiência própria é bem eficaz e aconselho sim iniciar o mais rápido possível. Gostei tbm da sua serenidade inicial, tá bem certo em pensar desta forma. Abração.

Diego Godoy
Visitante
Diego Godoy

Olha…aí vc vai ter que conversar com seu medico sobre o assunto, na maioria das vezes o 3×1 é bem eficaz. Eu tomo Tenofovir, Lamivudina e Ritonavir, me dou super bem com a medicação, mas inicialmente não tive muito adaptação com o Efavirenz, me deu alergia, mimha médica trocou por esses que eu mencionei.

Mas vai dar tudo certo, confie sempre no seu médico, ele vai ser seu melhor parceiro nessa nova jornada.

Grande abraço.

LAFM
Visitante
LAFM

Pra mim esse tratamento foi ótimo !

Em 3 semana estava praticamente totalmente sem reações.

Ruthe
Visitante
Ruthe

Amigos, preciso da opinião de vocês…

Meu intestino sempre funcionou muito bem (costumava ir uma vez ao banheiro ao dia), porém, desde o diagnóstico percebo que a frequência de idas ao banheiro aumentou, inclusive com muitos gases durante o dia, chegando a doer a barriga… alguém já passou por isso? Pode ser a medicação? (Iniciei faz 3 semanas).

Outra dúvida, alguém usufruir do bilhete único aqui em São Paulo? Como funciona? Vale para metro e ônibus? Temos que nos expor todas as vezes que pegar o meio de transporte ou funciona como um cartão normal?

Obrigada.

Antonio
Visitante

no inicio meu intestino parece que deu uma “atrapalhada” depois eu adicionei mais folha na minha alimentação e agora esta como antes. Perfeito.

Kiss
Visitante
Kiss

Percebi uma mudança tbem no meu intestino! Gases que causam um desconforto horrível….Isso varia muito de pessoa para pessoa….

Goldflower
Visitante
Goldflower

Linda carta mesmo…
Ainda existe amor no mundo!

Life
Visitante
Life

Me identifiquei com sua história C, sou casado, minha esposa me perdoou pelo meu erro e a culpa do erro que me fez pegar o vírus me machuca todos os dias, é algo que não consigo esquecer, deixar passar e seguir a vida com minha família.

Como superar isso?

Xavier
Visitante
Xavier

Tocamos em frente e lembramos, convivo com a mesma situação, e realmente sou grato que depois de anos de um casamento morno, minha sorologia trouxe novamente o companheirismo que perdemos ao longo dos anos.

Jonas
Visitante
Jonas

Life e Xavier, também cai nas garras do hiv por ter traído minha esposa. A verdade me libertou e obtive o perdão de Deus, da minha esposa e o mais importante, de mim mesmo. Eu nasci de novo e meu relacionamento veio junto, ressurgiu. Hoje somos cúmplices, parceiros no amor. E nada de ficar maquinando o hiv. Damos lugar a vida, ao amor. Perdão é perdão. Portanto, Life, perdoe-se primeiramente. Somos humanos e passíveis dos mais temíveis erros. Avante!

Gil
Visitante
Gil

Posso ser repetitivo, mas trabalhar a “culpa”, superar o suposto “erro”, entender as questões implícitas na sua condição e, de fato, viver em plenitude, a psicoterapia te ajudará.
Procure um profissional qualificado, referendado e que confie e inicie seu processo terapêutico com psicólogo. Cuidado com “terapeutas” que oferecem consultas similares, não psicólogos e psicanalistas não-psicólogos , exija número do CRP.

Kiss
Visitante
Kiss

Para ser perdoado, é necessário se perdoar primeiro! Isso torna o fardo mais leve! Ficar se culpando não vai modificar a situação…Sei que não é fácil, cada um tem uma história por trás desse diagnóstico…Mas já basta o peso do estigma, das mudanças…Então precisamos de alguém que nos ajude, nos dê apoio e esperança….Mas precisamos nos ajudar tbem!!! Vida precisa prosseguir!!!

Fabio
Visitante
Fabio

Tenho uma dúvida e gostaria que se algum de vocês tivesse conhecimento a respeito me esclarecesse. Contraí o vírus há pouco tempo e ainda não iniciei o tratamento. Pretendo fazê-lo a partir da próxima semana. O remédio, segundo o médico, será o 3 em 1. Se o vírus for resistente, os medicamentos opcionais são muito tóxicos? Existe a possibilidade de um vírus resistente a todos os medicamentos?

Herivaldo Virulato
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Herivaldo Virulato

Fabio, em primeiro lugar, o 3 em 1 vai funcionar, não se preocupe. Em segundo lugar, por incrível que pareça, algumas alternativas são menos tóxicas que o tratamento covencional. Os inibidores de integrase, por exemplo, são oferecidos como tratamento inicial em muitos países, mas no Brasil só estão disponíveis como terapia de resgate (não sei o motivo, coisas do Brasil). Eles são muito pouco tóxicos e ñ têm efeitos colaterais. Eu tomo um deles – tive a sorte de detectar a doença muito cedo e recebi inibidores de integrase em regime de exceção, porque são mais velozes na redução da… Ler mais »

Fabio
Visitante
Fabio

Muito obrigado, Herivaldo. Esse é o tipo de colocação que ajuda muito. Me sinto mais tranquilo.

FG-PR
Visitante
FG-PR

Herivaldo é possível iniciar o tratamento com inibidores de protease, eu mesmo iniciei com Atazanavir+Ritonavir+Tenofovir/Lamivudina, esse esquema é mesmo tóxico que o 3X1, porém quando ao invés do Atazanavir é usado o Liponavir a história é outra, geralmente diversos efeitos são sentidos.

Fábio fique tranquilo, se possível converse com seu infecto, existe outras possibilidades além do velho 3X1.

Fabio
Visitante
Fabio

Meu infecto disse que o 3×1 é o menos tóxico e que se não houver aderência a coisa começa a complicar porque as opções são muito tóxicas. Eu questionei sobre a possibilidade do vírus ser resistente ao 3×1 e ele falou pra não pensarmos nisso agora, pra sermos otimistas. Mas não sei se ele falou isso apenas pra inculcar a aderência pelo medo ou se foi porque ele pensou em esquemas de resgate mais complexos e tóxicos, enfim… eu jamais deixarei de aderir, independentemente de qualquer terrorismo psicológico, pois isso é a coisa mais importante da minha vida agora, nesse… Ler mais »

FG-PR
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FG-PR

Fábio na minha opinião você deveria procurar outro infecto, pois pelo que você relatou ele é um tremendo de um mentiroso. Primeiro: o 3X1 só é indicado como tratamento de primeiro linha por causa do baixo custo e não pela sua suposta não toxidade Segundo: no SUS pode até que ser que você não consigo fazer a genotipagem do vírus pra ver se a cepa de do vírus que te infectou é resistente a algum dos medicamentos, porém na rede particular você pode fazer quando quiser, basta pagar e não custa mais que 1000 reais, se não for menos. Terceiro:… Ler mais »

Lima
Visitante
Lima

Isso mesmo, muito bem!

Xavier
Visitante
Xavier

Fábio, relaxa, o máximo que vai acontecer contigo nos primeiros dias é ter um sono agitado. Sua vida depois de uns meses volta integralmente ao normal.

Não deixe somatizar na sua cabeça algo que é tão remoto…

Fábio
Visitante
Fábio

Vc está certo Xavier, preciso ser mais positivo. Obrigado pelas palavras.

FG-PR, também estava pensando nisso e já marquei com outro infectologista. Obrigado pela atenção e pela recomendação. Concordo com você que as informações passadas pelo médico não fazem sentido algum, principalmente no que se refere ao exame de genotipagem do vírus.

Ricardo-Gru
Visitante
Ricardo-Gru

Fabio vc so vai saber a eficacia ou não do medicamento se tomar ele da forma que é orientada pelo infecto. Assim, o lance e aderir ao tratamento e acompanhar a eficácia, caso seja necessário, o que é bem raro, mude para outro esquema. Abração.

regisgoncalves
Visitante

Querida C: muito obrigado por suas palavras tocantes e humanas. Ah se houvesse no mundo mais pessoas comom você, se houvesse pessoas com essa forma de sentir e enxergar a vida: viveríamos num mundo mais solidário e mais amoroso. Me descubri soropositivo há pouco tempo, em março, há um mês tomando o remédio e sem maiores problemas com efeitos colaterais. Probleminhas de saúde aqui e ali que já tinha quando negativo. Quero passar dos 60 anos (hoje tenho 33). Fique bem e paz! Que seu filho cresça com sua sabedoria e generosidade! 🙏🏽

Barroso
Visitante
Barroso

Que história gostei muito pois tenho esperança de encontrar uma pessoa que me olhe dessa forma tbm sou soropositivo no começo quase fiquei louco mais agora levo minha vida normal como se não estivesse nada no meu sangue e assim vivo minha vida feliz.

Camila
Visitante
Camila

Barroso, me manda um e-mail pra podermos conversar camila-xavier10@hotmail.com

MP
Visitante
MP

C.
Muito obrigado por compartilhar sua história conosco, talvez, nos ajude a avaliar melhor os soros negativos.
E mais do que tudo, nos respeitar entendendo que não existe uma relação feita apenas por um lado e sim, feito de dois lados. . .
Amei cada letra sua e só me fez perceber que não posso continuar me humilhando aos olhos de ninguém.

Paulistano Positivo
Visitante
Paulistano Positivo

Linda carta. Fiquei emocionado. Muito amor.

Bruno
Visitante
Bruno

Carta cheia de emoção. Sinto muito pelo desfecho. Mas entendo o lado dele, aceitar-se e assumir a doença não é fácil.

Ricardo - Gru
Visitante
Ricardo - Gru

De fato a carta foi recheada de emoções e demonstrou que a autora é uma pessoa de uma sensibilidade ímpar e até desconhecida nos dias atuais por muitos. Mil vezes PARABÉNS ! Qto a decisão do rapaz, acredito que não seja somente o fato “HIV” que o fez pensar sobre a continuidade ou não do relacionamento, não querendo fazer pré julgamento, mas tenho certeza que existam outros fatores que fizeram decidir em não continuar neste relacionamento, talvez duvidas em relação a sexualidade, ou um sentimento ainda preso a relacionamento antigo…enfim, pelo que li, “você é pra casar !” Mas ele… Ler mais »

Kiss
Visitante
Kiss

Pensei a mesma coisa da carta….Linda história, + tem algo por trás das entrelinhas….Ele precisa pensar, repensar e se aceitar! Já envolve muito sofrimento a problemática em sí! Então ficar se julgando não vai modificar a situação! Cada um tem uma forma de ver a vida após esse diagnóstico…As coisas mudam sim, precisamos buscar forças para tentar encarar com mais naturalidade o que não pode ser modificado! Parabéns Ricardo

JV
Visitante
JV

Olá , pessoal! Que carta bacana! Bom, vivo atualmente uma relação sorodivergente e realmente temos que lutar para não deixarmos essa condição tomar as rédeas de nossas vidas. Como meu namorado disse, ” Você não é 100% isso. Você é especial e poderia ser amado por qualquer pessoa mas eu tive o privilégio de te achar! Não seja grato por eu estar com você. Apenas me ame!”.

Kiss
Visitante
Kiss

Nossa que maravilha se todo mundo tivesse oportunidade de ouvir isso!! Então JV apenas ame e não se questione…..kkkkk Aproveite esse momento lindo! Acho que esse é um momento que poucas pessoas merecem nossa atenção, nosso amor, nossa dedicação, até pq não somos um vírus….e Julgamentos não nos convém!! Viva a vida!!!

Verdes Olhos
Membro
Verdes Olhos

Percebo que mesmo em posicionamentos bem-intencionados e “progressistas”, ainda existe a disseminação de uma importante informação equivocada. Não que seja por maldade ou preconceito, evidentemente que não, mas apenas por falta de conhecimento (muitas vezes por conta de informações erradas dadas por médicos desatualizados). Portanto, acho sempre bom repetir: SEU SEXO SORODISCORDANTE NÃO PRECISA SER SEMPRE FEITO COM PRESERVATIVO. Basta que seu(sua) companheiro(a) se mantenha indetectável – e como faz isso? É simples: tomando todo santo dia os remédios anti-retrovirais. Eu inventei isso? Não. Meus médicos me dizem – o que também me surpreendeu, na primeira vez que me foi… Ler mais »

FG-PR
Visitante
FG-PR

Amigo me desculpe mas não acho prudente ficar incentivando o pessoal a transar sem camisinha, por dois motivos: primeiro porque a camisinha não proteje só que é soronegativo e segundo porque mesmo que a chance seja pequena ainda pode acontecer, afinal vai que justamente em um blip viral a pessoa transe sem camisinha. Minha esposa é soronegativa, mesmo ouvindo esse discurso do Dr. Ésper que é uma autoridade nesse assunto eu não tenho coragem de transar com minha esposa sim camisinha, afinal não desejo o que passei no inicio a ninguém. Hoje estou muito bem, mas no início foi bravo… Ler mais »

Jonas
Visitante
Jonas

FG-PR, penso o mesmo. Todos os dias agradeço a Deus por não ter passado essa condição para minha esposa. E que assim seja! Não arrisco as probabilidades, mesmo que mínimas. E quer saber? Camisinha não é um bicho de sete cabeças. Só inclausura uma, rs rs rs.

Verdes Olhos
Membro
Verdes Olhos

Olá, FG-PR. Não acho que é questão de ser ou não prudente. É questão de passar a informação correta e, com isso, diminuir esse terrível estigma que paira – quase sempre injustamente – sobre quem possui o vírus. Agora, se a pessoa quer transar com ou sem camisinha, para isso tem mil motivos. Só penso ser importante, sim, ressaltar que não existe a OBRIGATORIEDADE do sexo com preservativo, se estiver indetectável e com total adesão ao tratamento. Já temos encucações demais, não acha? Agora, cada um que decida por si – de posse da informação mais atual possível. Eu não… Ler mais »

Lima
Visitante
Lima

Pois é, mas suponhamos que faço hoje meu exame de carga viral, e que está indetectável (há 6 meses, vamos dizer) e quem me garante que daqui a um mês, minha carga estará no mesmo nível, mesmo eu tomando os anti-retrovirais? Meu medo seria esse, não temos controle de como nosso organismo reage aos medicamentos e de repente podemos desenvolver uma resistência ou algo do tipo, e a carga viral aumentar, daí ocorrer a transmissão… Ate mais!

LA
Visitante
LA

Que linda historia !

Tenho um relacionamento soro diferente, tudo que vc viveu o meu namorado viveu comigo !

A diferença que eu não me deixei levar pelo medo. Eu apenas me permiti viver o AMOR que ele tem me oferecido todo os dias |!

:(
Visitante
:(

me adicionem no kik panuccino

Acreboy
Visitante
Acreboy

Enquanto todos ficaram emocionados com a história da moça, um detalhe saltou-me os olhos: que direito ela tinha de revelar a condição sorológica do rapaz para os amigos? Será que ela não consegue compreender o quanto este é um assunto delicado e somente o portador deve escolher quem ele quer que saiba? Desculpe-me “C” mas você foi totalmente imprudente e, percebo nas entrelinhas que se, foi tão descuidada com um assunto tão sério – algo que nem te dizia respeito diretamente – certamente, deve-se ter descuidado em outros pontos e, por causa disto o relacionamento de vocês foi por água… Ler mais »

Cristina
Visitante
Cristina

Acreboy, eu sou a Cris, que escreveu a carta. Entendo a sua colocação. Eu, em nenhum momento, identifiquei para os meus amigos quem era ou quem deixava de ser determinada pessoa. Essa foi uma conversa que tivemos enquanto eu ainda nem o conhecia pessoalmente. Eu não revelei identidade e não o expus e, além do mais, ele, em momento algum, me pediu segredo, como se fosse algo inconfessável. A questão é que precisava conversar com alguém e, sinceramente, confio a um grupo de poucos amigos de infância os meus maiores segredos e dilemas. A nossa amizade funciona como uma espécie… Ler mais »

Lima
Visitante
Lima

Cristina você tem todo o meu respeito… Que legal essa carta sua publicada aqui no blog, parabéns! E você por sinal escreve muito bem… Me vi na pele no seu “ex namorado” digamos… O problema as vezes é a gente se aceitar e não se sentir diferente ou pior que os outros, pois mesmo tendo um namorado que me aceite e as vezes me sentia e me sinto assim, é uma condição que estigmatiza a gente (as vezes)…. Mas vamos viver… Grande abraço,

Acreboy
Visitante
Acreboy

Cris, entendo seu ponto de vista, porém, algumas coisas são um tanto quanto óbvias e é muito fácil somar 1+1. Caso não seja, já é um indício de levantar suspeitas, enfim, você mesmo deixa claro na “carta” o incômodo do rapaz com o diagnóstico e – mesmo ele não tendo solicitado segredo – o mínimo que deveria ter tido era discernimento em entender que se o assunto gerava desconforto (refiro-me a ele), logo, a sorologia dele deveria ser assunto exclusivo do casal. Quanto a saber opiniões de terceiros, mesmo estes sendo bem próximos a você, em algum momento parou para… Ler mais »

Juli
Visitante
Juli

Cris, me passa seu contato.

Cris
Visitante
Cris

zerbitanocristina@gmail.com -> Desculpe a demora Juli, estava bem ausente! =)

Kiss
Visitante
Kiss

Cristina parabéns! Em nenhum momento achei que vc expôs a vida do rapaz! Linda sua atitude de não aderir a opinião mesmo dos seus melhores amigos! Vc foi sensata e prudente, pois admitiu não saber nada do assunto, buscou, se informou, refletiu e por fim usou alteridade! Se metade das pessoas fizessem isso, o mundo seria diferente!! Agora se não deu certo, tudo bem, mas vc fez sua parte de forma brilhante!!! Amei sua história! Se quiser trocar ideia. Meu e-mail: neurifreires@yahoo.com.br

LV Antônio
Visitante
LV Antônio

Uau! Acreboy falou pouco e falou bem.

Realmente é muito complicado vivenciarmos essa situação. Me descobri positivo e meu namoro acabou, mesmo nos gostando. O medo falou mais alto. Uma pena.

Hj, venho conhecendo uma pessoa e estou muito feliz, pois ser amado é a melhor coisa desse mundo. Estou indetectavel e não tenho a menor vontade de fazer sexo sem preservativo. Não faz sentido algum. Na verdade, o que eu busco é companheirismo, é amor, é abraço, é beijo.

E tudo isso vem do coração. Se engrenar um namoro, aí eu conto, mas confesso que ainda não sei como.

Amor a todos,

Garoto Positivo
Visitante
Garoto Positivo

Bom, semanas atrás perguntei o que vcs achavam de eu contar ou nao da minha sorologia ao meu parceiro. Estamos à alguns meses juntos, sexo seguro, saúde em dia (cv indetec e cd4 alto), e a um passo de assumir um namoro. Até agora não consegui. Tenho muito medo da rejeição. Ele trabalha em outra cidade e conversando no whatsapp eu acabei tentando me abrir. Disse que estava com medo de magoá-lo, que o problema não está com ele. Ele perguntou se eu estou com medo, e de que. E que ele gosta muito de mim e quer me fazer… Ler mais »

Antonio
Visitante
Antonio

Cara para ver!!!
Já tentou tocar no assunto para ver o que ele pensa? da uma sondada

RecentWave
Visitante
RecentWave

Tenha calma rapaz. Vai jogar fora um relacionamento com alguém que você gosta por causa de um virus? Ainda acho que vc deva fazer como o rapaz acima, dá uma sondada nele. Conta uma história e veja o que ele vai achar do assunto. Aos poucos você saber onde está pisando.

Kiss
Visitante
Kiss

Vc desistiu antes de tentar! Entenda que quem quer estar ao seu lado vai ter que te aceitar com toda sua bagagem de problemas! Não deixe esse vírus te vencer, vc não é o vírus, ele precisa do seu corpo para viver, mas os remédios deixam ele quietinho….Tudo é questão de buscar, esclarecer a situação…Paciência….Calma!!

Alexandre
Visitante
Alexandre

Barasão, olha aí!
http://www.aidsmap.com/PRO-140-antibody-injections-maintain-viral-suppression-in-phase-2-study/page/3065714/
JS, vou começar a te encher o saco de novo por conta do Pro-140.

Vircetti
Visitante
Vircetti

Essa pro 140 pode servir como monoterapia é? Tipo injeções bimestrais

Claudio Souza
Visitante

Eu quero deixar meu contraponto. Eu assumi minha sorologia positiva uma semana depois de tê-la revelada. Certo, eu passei um mal pedaço e, dentre outras coisas, fui escorraçado do “meu metier” sob a pecha de “lixo aidético. E fui,, ao longo dos anos, “perdendo amigos.” São vinte e dois anos já e, se alguém se importa em saber, não havia nada que nos desse “esperança” e eu vivia cada dia como se fosse o último ou, talvez, nem isso. Curiosamente, encontrei outros que pensavam como eu. Não cometemo nenhum crime. Na atual conjuntura há muita gente muito mais reprochável do… Ler mais »

Coralina
Visitante
Coralina

Texto emocionante 😢 dessa pessoa q o JS publicou. E também um comentário muito interessante e não menos importante (que li é abri o link ao final) do Cláudio Souza.

Claudio Souza
Visitante

Obrigado Carol. Se vc quiser ver “a minha frustração, está na primeira página do site, descendo, quase ao final. Eu fiz manifesta a minha opinião e os dos “estudantes de propaganda e marketing” foram convidados a ler o que eu penso do que ele fizeram (Covardia, com meu de eu processá-los algum dia) – eu não o faria – Resultado? Ao invém de buscar remendar o erro – porque eu tenho uma câmera – eles disseram (mentira) que as câmeras eram da ESPM – Fuga. Não gosto de lidar com gente deste jaez (naipe se preferir) e deixei isso bem… Ler mais »

Joana
Visitante
Joana

Meus queridos, depois de muito ler (na verdade de forma picada), indo e vindo com a negação da minha sorologia..tomei coragem em escrever. Bem, sei exatamente qdo fui infectada (abril/2014), devido ter apresentado sintomas agudos, mas fui tratad como “uma possível dengue”, enfim, só tive o HD fechado em dezembro de 2014. Onde passei possivelmente por tudo que vcs, devam ter passado tbem. Sou separada há seis anos e mãe de uma menina especial e apesar de ter trabalhado na saúde por alguns anos, minha unica ideia com o resultado foi a sentença ” de morte eminente” e o ”… Ler mais »

Marina
Visitante
Marina

Joana, minha amada, não adie o início do seu tratamento. Converse com o seu médico sobre uma segunda combinação de medicamentos, caso vc já tenha propensão à depressão. Todos apresentam, em alguma medida, efeitos colaterais, mas pior do que eles é continuar permitindo que o vírus se replique no seu corpo e diminua seu cd4. Se vc quiser e puder, crie uma conta no Kik Messenger e deixe seu nick aqui; lá existe um grupo de apoio formado pelos participantes aqui do blog, e você será certamente muito bem acolhida e poderá esclarecer muitas das suas dúvidas com um monte… Ler mais »

Bina
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Bina

Pode me add no kik, acabei de fazer uma conta. Nick: binafc

Com Fé
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Com Fé

Olha, tomo os medicamentos há 3 anos e nunca tive sinal de lipodistrofia. Os remédios mais recentes raramente causam tal problema.

Joana
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Joana

olá ..mas o medicamento que você faz uso é o efavirenz?

Xavier
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Xavier

Joana, acho que não vou ser muito lógico pois acabo de chegar de um casamento e teve muito vinho rs…. há exatos 6 meses descobri que tenho o hiv como inquilino assíduo do meu corpo. Em 02 de janeiro ao receber o diagnostico fui extremamente mal acompanhado, os médicos falavam abertamente a todos, as enfermeiras não espetavam nenhuma agulha pelo medo idiota de uma infecção, brinco que durante um tempo acreditei que meu pinto transmitia hiv por wifi …. tinha familiares trabalhando no hospital; atestando o fato que eu era um bom amaldiçoado como sempre. E é verdade, eu dormi… Ler mais »

Joana
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Joana

Muito Obrigada Xavier!
Sua forma clara e simples de expor me mostrou (até com um sorriso no canto da boca) q nada é impossível…msm depois do diagnostico

Lilian
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Lilian

Bom, há muito tempo não namorava e nem conhecia rapazes … quando entrei para faculdade e um tempo depois conheci então o meu atual namorado , que há dois dias me revelou ser positivo, ele relutou muito para me contar isso … no momento pensei que fosse uma brincadeira de mal gosto essa revelação, logo após ele foi me contando a história da morte da mãe dele da qual eu desconhecia o motivo e não perguntava pois seria indelicado de minha parte tocar nesse assunto..me revelou que sua mãe o contaminou na amamentação e que mais tarde descobriu da pior… Ler mais »

Xavier
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Xavier

sinceramente, quase ninguem usa camisinha, pq eh chato… incomoda; satisfaz parcialmente. Se vc não é detectável no sangue ou esperma ou secreção… não transmite, obviamente se sua ou seu parceiro eh fixo, as chances são tão minimas que senão nulas, porém ainda estamos fadados a crer que somos uma bomba infecciosa.

Talvez eu esteja errado, acredito que não.

Edna
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Edna

Olá Lilian, eu vivo um relacionamento sorodiscordante, ele é soropositivo e eu não.
Se quiser conversar:

Umnovosentidodavida@Gmail.com

Beijos, Edna

Iago
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Iago

Longe de mim querer influenciar o sexo desprotegido,mas eu me relacionei durante 3 anos sem preservativo (sem saber que era positivo) e graças a Deus não transmiti para meu parceiro. Indetectavel,então, acredito que seja quase impossível. É uma decisão do casal mesmo. Cada organismo se comporta de uma forma.

Bina
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Bina

Olá, li o seu relato por estar procurando por assuntos relacionados a soro discordantes. Sou soropositiva, já estou a 10 meses em tratamento. Contrai do meu ex marido, e mesmo com o diagnóstico decidimos ficar juntos e nos apoiar naquele momento, no entanto outras situações adversas levou ao fim do nosso relacionamento. Meu maior medo do fim era me sentir sozinha nesse mundo, de nunca mais conseguir me relacionar com ngm, e pensava com quem iria compartilhar isso? Até hj nem meus pais sabem disso, somente meu ex. No entanto, com o fim deste racionamento me reaproximei de uma pessoa… Ler mais »

Pedro Henrique
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Pedro Henrique

Alguém me adicione no Kik? Pedroks399

Lady
Visitante
Lady

Boa noite! 🙂
Namoro um soropositivo a 6 anos,sou soronegativa.
Decidimos ter um filho,já fomos encaminhados para o processo,mas estou preocupada pois tenho pressão alta que é considerada de risco numa gravidez.
Será que vão barra a inseminação?
Alguém sabe sobre algo?
Desde já agradeço! !!

Daniel
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Daniel

Parabens, pelo seu modo de pensar e pela sua postura! Estou numa situacao parecida, conheci numa balada um rapaz, com quem me afeicoei e ja cheguei ate a conhecer seus pais, amigos, trabalho e tal… Mesmo c seus defeitos de ser um pouco individualista e irritadinho, comecei a perceber algo maior q afeicao, comecamos a namorar; percebia algo um pouco misterioso, mas q n fosse consideravel; certo dia eu fiz um download e na pasta tinham alguns outros arquivos, cm sou curioso, os abri….. …………. Era um teste de Hiv, resultado Reagente, na hora fiquei meio sem acreditar, mas era… Ler mais »

lua
Visitante
lua

Bom dia!
Namoro um soropositivo a 6 anos, estamos pretendendo ter um filho, já fomos encaminhados …
Minha duvida é!
Eu tenho pressão alta,será que eles vão autorizar a inseminação?
Estou preocupada pois seria uma gravidez de risco devido a minha pressão!
Quero muito dar ele um filho, pois ele é louco pra ser pai e eu o amo muito…
Obs:Os exames dele estão ótimos!

Tiago
Visitante
Tiago

05/2/2015 Onde eu pensei que alí seria o fim de tudo que meu futuro tinha acabado ,não saberia o que fazer a não ser só chora e querer quem tinha feito essa maldade comigo ,onde eu decide mim tranca de todos que estava ao meu redo ,não quiz mais fica com ninguém não mim sentia bem e nao mim sentia capaz de fica com alguem eu era enseguro pra mim qualquer momento eu podia contamina essa pessoa ,então desde não fica mais com ninguém ,embora encontra sim pelo fato deu ser bonito , mais eu davo um fora logo na… Ler mais »

Daniela
Visitante
Daniela

Estou vivendo uma situação igual. Ele é o amor da minha vida. Mas não me quer pelo mesmo motivo. Estou sofrendo muito. Não consigo imaginar minha vida sem ele.

AnonimoFer
Membro
AnonimoFer

Dani, força e fé..

Esse é um momento em que VC precisa pensar em TI e manter a saúde em primeiro lugar, e aos poucos a vida volta ao normal.

Não perca ás esperanças.