A contradição entre o discurso sobre o fim da epidemia e a realidade

abia

Este artigo reflete criticamente sobre a atual resposta brasileira à epidemia de HIV e aids a partir de três importantes provocações:

  1. Estamos realmente próximos ao “fim da aids” (ou de “uma geração livre da aids”)?
  2. Estamos vivendo uma nova era (de respostas biomédicas que substituem as respostas sociais e políticas)?
  3. Dentro deste quadro, a resposta comunitária frente à epidemia ainda importa (ainda vale a pena continuar nesta luta, principalmente se tudo estaria quase resolvido)?

As reflexões que deram origem a este artigo foram apresentadas durante a abertura do 8° Encontro Estadual das ONGs/Aids do Rio de Janeiro, em agosto de 2015.

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Sampa26
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Sampa26

A prevenção é falha, sempre foi! 37 milhões de pessoas no mundo convivem com o vírus, todo ano novos 40 mil brasileiros se infectam… só venceremos essa patologia quando encontrarem à cura, assim teremos o fim da epidemia o fim da aids o restante é balela.

roger
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roger

Acredito que a aids ja foi banida o que resta agora e acabar com o hiv que da muito prejuizo para o governo afinal quem se tratanao morre mais de aids fatooo…

Cabeça erguida!
Visitante
Cabeça erguida!

Bom dia!!!
Caro JS ou quem puder explicar! Gostaria de esclarecimentos se possível como é a melhor forma de tratamento, todo pelo SUS consultas médicas e exames ou como tenho plano de saúde se faço particular inclusive, como é a retirada da medicação neste caso?

Obrigado!

Coralina
Visitante
Coralina

Cabeça erguida, se vc tem plano de saúde, o infectologista te orientará quanto à medicação que vc receberá gratuitamente mediante a prescrição fornecida pelo médico, que é tipo um formulário do governo para todos terem acesso gratuitamente à medicação!

Gil
Visitante
Gil

Não sei se é a melhor, posso responder por mim: faço consultas e exames pelo plano de saúde e retiro a medicação no CTA. Só precisei uma vez de mostrar a receita, fui cadastrado e todos os meses passo lá e pego a medicação. Mas os especialistas que atendem pelo plano também atendem pelo SUS no CTA. Aí, é questão de ver se há muita espera, se há muita muvuca de gente pra lá e pra cá, comum em hospitais públicos e se a pessoa topa passar por isso. No mais, é só passar no CTA e retirar os remédios.… Ler mais »

Coralina
Visitante
Coralina

Pessoal do Piauí, não se intimidem. Baixem o kik, gostaria muito de fazer um grupo de apoio para nós piauienses, sou de Teresina. Obrigada!

Kik: coralinasilva

Juka
Visitante
Juka

Dizem que de cada dez gays, 1 tem hiv.eu acredito q seja mais q isso, assim como creio q somos muito mais q 37 milhões de soropositivos.acontece q as pessoas nao fazem testes e daí temos uma imensidão de pessoas que não sabem sua verdadeira sorologia.e são esses que continuam e continuarão disseminando o hiv até q a sonhada cura chegue….

Gil
Visitante
Gil

Preconceito puro! Como se HIV fosse restrito a gays, como se gay não usasse camisinha.
Que triste e errôneo este comentário, aaargh… Não há mais esta visão de orientação sexual passar mais ou menos doenças ou o vírus HIV, especificamente.

Palpite +
Visitante
Palpite +

Gil! Observe os comentários no Blog! Qual a maior proporção? De homossexuais ou héteros? A questão não é a orientação, mas o sexo anal que envolve mais riscos. Conheço muito poucos gays idosos. Advinha do que a maioria morreu? E advinha de qual doença os que estão vivos estão se tratando? A sociedade errou conosco, quando tentou nos tirar essa mensagem. Não trabalhou conosco medidas mais severas de prevenção. Não é só: Use camisinha. Mas também: Ame a sua vida. Toda essa fase de descoberta e medo do preconceito passa e sua saúde pode ficar. Estamos morrendo devido a essa… Ler mais »