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Sintomas neurológicos comuns na infecção aguda


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Uma equipe liderada por pesquisadores da Universidade da Califórnia em São Francisco (UCSF) e Yale descobriu que metade das pessoas recém-infectadas pelo HIV experimentam problemas neurológicos. Estes efeitos neurológicos geralmente não são graves e desaparecem logo depois do início da terapia antirretroviral.

“Nosso estudo reforça as recomendações para que as pessoas iniciem o tratamento antirretroviral imediatamente caso estejam infectadas.”

“Ficamos surpresos com o fado dos sintomas neurológicos serem tão generalizados entre aqueles com diagnóstico de infecção recente pelo HIV”, disse a autora do estudo, Dra. Joanna Hellmuth, do Departamento de Neurologia da UCSF. “Embora os sintomas sejam leves, é claro que o HIV afeta o sistema nervoso dias após o começo da infecção. Uma vez que a maioria destes problemas neurológicos são resolvidos com o tratamento, nosso estudo reforça as recomendações para que as pessoas em situação de risco façam o teste de HIV e iniciem o tratamento antirretroviral imediatamente caso estejam infectadas.” A pesquisa foi publicada em 10 de junho de 2016 na edição de Neurology, o jornal médico da Academia Americana de Neurologia.

A equipe examinou 139 participantes na coorte tailandesa RV254 que foram recentemente infectados com o HIV. O tempo de infecção para a entrada no estudo variou de 3 a 56 dias, com uma mediana de 19 dias. Nesta fase, os participantes não testaram positivo nos testes de anticorpos comuns para o HIV, uma vez que não foram infectados a tempo suficiente para que uma resposta imunitária específica robusta pudesse chegar a acontecer. 53% tinham sintomas neurológicos, um terço enfrentando déficit cognitivo, um quarto com problemas motores e quase 20% experimentando neuropatia. Muitos experimentavam mais do que um sintoma. Um dos participantes foi diagnosticado com Síndrome de Guillain-Barré, o único caso grave encontrada na coorte.

“Estamos adquirindo uma percepção mais profunda sobre o grau em que o HIV afeta o sistema nervoso no começo da infecção.”

“Nos primeiros dias da epidemia, em São Francisco, cerca de 10% dos pacientes com infecção recente pelo HIV apresentavam doença neurológica grave. Mas isso era provavelmente devido a pacientes sendo diagnosticados em decorrência da gravidade dos sintomas que estavam experimentando. A coorte tailandesa nos deu uma oportunidade de olhar para uma ampla gama de pacientes recém-infectados, analisar o seu funcionamento neurológico sistematicamente e segui-los ao longo do tempo. Estamos adquirindo uma percepção mais profunda sobre o grau em que o HIV afeta o sistema nervoso no começo da infecção”, disse a autora sênior do estudo, Dra. Serena Spudich, professora associada de neurologia em Yale.

O tratamento antirretroviral foi oferecido e iniciado por todos participantes no momento do diagnóstico. 90% dos sintomas presentes no momento do diagnóstico foram resolvidos após um mês de tratamento, mas 9% dos participantes tinham sintomas neurológicos que ainda não tinham sido resolvidos seis meses após o início da terapia. Além disso, os sintomas neurológicos foram associados com níveis mais elevados de HIV encontradas no sangue dos participantes.

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Os participantes do estudo foram submetidos à extensas avaliações neurológicas. Sintomas auto-relatados foram correlacionados com testes neuropsicológicos objetivos. Além disso, um quarto dos participantes optou por submeter a uma punção lombar e quase metade dos pacientes concordaram em submeter a uma ressonância magnética.

“Este é um dos primeiros estudos abrangentes examinando o envolvimento do sistema nervoso no início da infecção.”

“Este é um dos primeiros estudos abrangentes examinando o envolvimento do sistema nervoso no início da infecção. Uma vez que fomos capazes de manter a coorte por cinco anos até agora, nós seremos capazes de estudar se existem quaisquer anomalias persistentes que precisam ser abordadas. Além disso, a onipresença de sintomas na fase inicial da infecção encontrada neste estudo reforça a necessidade do cérebro ser considerado como um compartimento contendo HIV latente, como parte dos estudos de cura”, disse o coautor do estudo, Dr. Victor Valcour, PhD, professor de neurologia na UCSF.

Em 13 de junho de 2016 por Science Daily

Fonte: Joanna Hellmuth, James L.K. Fletcher, Victor Valcour, Eugène Kroon, Jintanat Ananworanich, Jintana Intasan, Sukalaya Lerdlum, Jared Narvid, Mantana Pothisri, Isabel Allen, Shelly J. Krebs, Bonnie Slike, Peeriya Prueksakaew, Linda L. Jagodzinski, Suwanna Puttamaswin, Nittaya Phanuphak, Serena Spudich. Neurologic signs and symptoms frequently manifest in acute HIV infection. Neurology, 2016; 10.1212/WNL.0000000000002837 DOI: 10.1212/WNL.0000000000002837
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50 comentários

  1. Marcos diz

    Alguém já teve hpv ou sabe algo sobre?
    É possível a verruga se desenvolver na uretra? Tipo na metade do pênis não podendo ver..
    Ou só dá na uretra, mas saindo para fora ou em lugares que de para ver?

    Obrigado

    • Marcos diz

      Boa noite tudo bem?
      Então amigo, tive HPV. Porém tive de fazer cauterização. Na verdade recomendo, na medida em que as verrugas são totalmente retiradas (podem voltar, mas é mais difícil, depende de outros fatores tbm), o ácido pode deixar restos que certamente darão origem a novas lesões.
      Sobre a tua dúvida: nunca tinha ouvido falar em hpv no meio da uretra… o que tu sente que te levou a achar isso?

  2. Grão da Noite diz

    Assim que li esse texto fiquei meio confuso com essa passagem: “O tempo de infecção para a entrada no estudo variou de 3 a 56 dias, com uma mediana de 19 dias. Nesta fase, os participantes não testaram positivo nos testes de anticorpos comuns para o HIV, uma vez que não foram infectados a tempo suficiente para que uma resposta imunitária específica robusta pudesse chegar a acontecer”. Já tinha lido aqui mesmo que a janela imunológica tem um tempo bem mais curto hoje em dia, porque a sensibilidade dos exames é constantemente aprimorada. O texto que me lembro de ter lido é este: https://jovemsoropositivo.com/2013/08/18/mas/ . Numa conversa que o Jovem Soropositivo teve com Dr. Esper Kallás, o médico esclareceu que com o Elisa de 4ª geração, que é o disponibilizado aqui no Brasil até a data em que aquele texto foi escrito, “A média desse tempo de reação é de 22 dias, e, quando isso acontece, dá-se o que chamamos de soroconversão”. Acho que fui infectado em junho do ano passado. Foi nesse mês que eu e meu namorado começamos a transar sem camisinha… Apesar de estar fazendo 01 ano agora (nossa, já faz um ano, só agora percebi. Já já faz 01 ano que comecei a TARV, em setembro/15), ou seja, pouco tempo, não me lembro se tive problema neurológico ou não. Aquele período foi tão conturbado que não me lembro perfeitamente de muita coisa. Fui diagnosticado no final de agosto; em meados de setembro, depois de duas semanas cansativas para a família e para ele também de internação num hospital, meu pai morreu. O diagnóstico, a internação, a consciência de que meu pai estava se despedindo, tudo isso me deixou bem estressado na época. Ainda bem que o tempo passa e as coisas acabam melhorando. Mas mesmo que eu me lembrasse de ter sofrido algum problema neurológico naquele tempo, não daria pra atribuí-lo com certeza à fase aguda da infecção pelo HIV. Por muitas outras razões, foi um período muito atípico na minha vida.

    • Umombroamigo diz

      Que triste esse momento. Mas como disse o tempo melhora tudo!
      Um detalhe, não entendi a msm parte do texto e tbem o seu raciocínio
      Abr

  3. eu + diz

    descobri ser positivo há duas semanas pois estava sentindo muitas dores nas pernas ,tornozelos e pés por 3 semanas sem parar , li algumas coisas sobre neuropatia Hiv e os sintomas foram iguais ao que eu estava sentindo entao por isso resolvi fazer o teste de hiv e infelizmente deu positivo.

  4. Luna diz

    Pensando bem, acho que eu fiquei mais maluquinha sim depois do HIV.
    Ainda bem que eu descobri e iniciei o tratamento logo hahahaha.
    Tem algumas pessoas daqui que conversavam comigo, eu troquei de e-mail e acabei não passando o novo:
    lunajoplin13@gmail.com
    Quem quiser trocar idéia pode chamar lá.

  5. Goiano+ diz

    Boa noite. Fiz o exame de carga viral pra iniciar o tratamento e agora vou repeti-lo 5 meses após o inicio dos medicamentos. Esse é um tempo bom pra fazer o exame ou devia esperar mais? No SUS da minha cidade só posso realizar a carga viral 1x por ano. To com medo de fazer após apenas 5 meses de medicamento e ainda não dar indetectavel e “jogar fora” a oportunidade do exame. Como foram o de vcs? Repetiram a carga viral após quanto tempo? No estado de vcs pode ser feito quantas vezes quiser? Obrigado!

    • saulo diz

      Rapaz, aqui o exame é feito de 2 em 2 meses até o paciente ficar indetectável. após ficar indetectável é feito de 6 em 6 meses.

    • Saulo diz

      Rapaz, o exame aqui é feito de 2 em 2 meses até se tonar indetectável e após de 6 em 6 meses. Pergunte ao seu infecto como é o procedimento ai.

  6. Juka diz

    Meu cd4 deu 1096…a cv só semana q vem…acredito q esteja indetectável pelo segundo mês consecutivo….

  7. Rick Sown diz

    Boa noite, me chamo Rick, tenho 19 aninhos, descobri minha sorologia a um mês, desde então acompanho o blog, mesmo sem conversar com vcs ja me sinto da familia, confesso que fiquei dias querendo conversar, fazer amizades, mas fiquei com um pouco de medo.
    Meu Email é henriquesown@gmail.com
    E meu kik: RickSown

  8. Lukas02 diz

    Que nossa mente, lembranças sejam preservadas. Lesão neurológica é um dos meus maiores temores.

  9. abençoada diz

    antes demais agradecer este maravilhoso site não sabem como me tem ajudado e tbm ajudar os outros sinto-me confiante e muito positiva em relação a tudo q diz respeito a doença acredito que antes mesmo de imaginarmos a cura chegará. E mais quase não sinto os efeitos da doença o essencial é cuidar-se estar sempre muito bem informada sobre tudo. E agradecer sempre a deus por mais um dia de vida. bj no coração pensamento positivo.

  10. Mar+ diz

    Eu lembro que o que mais me incomodou, além da fraqueza extrema, foram as dores nos olhos, e que quando eu movimentava os olhos essa dor atravessava minha cabeça até a nuca. Eu ficava tonto imediatamente e tinha que me apoiar para não cair.
    Por ser profissional de saúde, eu desconfiei de HIV desde quando tive suores noturnos, sem nenhum outro sintoma. Daí fui observando o aparecimento dos sintomas que só aumentavam ainda mais minhas suspeitas, mesmo não tendo tranzado sem camisinha.
    Quando pedi o teste ao meu médico, ele negou na hora e pediu para eu tirar essa idéia da cabeça, porque HIV era “doença de viado”. Depois da sétima consulta, desisti de pedir o exame a este médico e fui num CTA, onde recebi a pior notícia da minha vida.

  11. Max diz

    Fugindo um pouco do assunto, comecei meu tratamento ha 2 semanas e o medico nao é de muita conversa. Me atendeu rapido e parecia que estava com pressa. Queria saber de vcs qual a relação do tratamento com a cervejinha do fim de semana. Posso ou nao posso?

    • André diz

      Pode, em relação ao medicamento a cerveja não corta nem diminui seus efeitos
      Porém pode prejudicar o figado..
      Mas moderadamente não há problemas.

    • Luiz Carlos diz

      Max, em primeiro lugar, cada pessoa responde de forma diferente ao tratamento. Você está com duas semanas e ainda pode ter alguns efeitos colaterais, que devem sumir após o primeiro mês. Você pode tomar sua cervejinha sem problema nenhum, só procure ir com calma agora no início do tratamento, pois caso seu esquema seja o 3×1, o Efavirenz costuma ter efeitos adversos como tonturas, sensação de estar bêbado, etc. Com o álcool estes efeitos podem ser potencializados. Fora isso, é só ir dosando, procurando sentir como seu corpo reage ao álcool junto com a medicação e, claro, sempre beber com moderação 🙂

      Outra coisa mais importante que poder ou não beber, é a sua relação com o seu médico. Ele será seu parceiro de agora em diante, portanto é importante que você confie nele e possa sempre sanar todas suas dúvidas. Infelizmente existem alguns profissionais da saúde que só querem saber de dinheiro, fazem consultas de 10, 15 minutos para atenderem o maior número de pessoas e colocam todos os pacientes no mesmo saco. Se você não ficou feliz com o atendimento que recebeu, procure outro médico!

      Se serve como exemplo, meu infecto nunca me atendeu em menos de 30 min, sempre me examina, conversa sobre como foi toda a minha rotina desde a última consulta, conversa até sobre relacionamentos, quase que fazendo um papel de psicólogo também. Desde o começo do tratamento me respondia no Whats sempre que eu precisava e conversa comigo pelo Whats quase toda semana. No dia em que faltou uma medicação aqui na minha cidade eu liguei pra ele direto da farmácia. Ele saiu de uma reunião pra me atender, já apareceu com 2 soluções diferentes na mesma hora, enfim… Ele é meu parceiro nessa jornada e eu sei que posso sempre contar com ele, e essa relação com seu médico é extremamente importante!

      • Max diz

        Obrigado pela atenção Luiz Carlos. Sobre os efeitos colaterais, na primeira manha senti uma tontura e 4 noites de sonhos intensos, apenas isso, com 5 dias não sentia mais nada. Estou tomando o 3×1. Tive apenas 1 consulta com o medico apos saírem os exames de CV, e nessa primeira ele foi bem breve. Vou procurar um particular pois esse foi pelo SUS. Espero poder tomar umas 4 ou 5 latinhas todo sábado, pois gosto muito de uma cervejinha, mas nunca tive problemas com dependência de álcool. Grande abraço pra todos e é muito bom estar aqui neste blog tirando duvidas e sentir que nao estamos sozinhos.

    • Gil diz

      Pode, não afeta a função da TARV, se não forem litros e litros de vodka…
      Pegue leve, para não danar o fígado.
      Mas converse com seu médico sobre o assunto, ou se ele não curtir conversar e te orientar, procure outro.

    • Juka diz

      Então cara, eu nunca deixei de tomar minha cervejinha do fim de semana…meus exames sempre mostram q tenho uma saúde boa…esse mês meu cd4 deu 1096 e acho q cv continua zerada….daqui a pouco vou sair pq hj é sexta e sexta pede uma skolllll bem redonda…hehhe.boa sorte..

  12. Pessoal sei que aqui não é consultório médico mas hj descobri que tenho hpv no anus com verrugas (sem lesões) e pólipos sei que nos imunosuprimidos a incidência de câncer é maior mas eu não tenho nenhum sintoma de câncer no anus mas tenho essas verrugas.Alguem sabe me dizer se pelo simples fato de ter as verrugas já quer dizer que são pré cancerígenas?Os pólipos estão no início.Vou fazer uma colonoscopia semana que vem para retirada de tudo isso.Meu tratamento para hiv é um sucesso cd4 lá no alto e carga viral indetectável.Estou muito preocupado, um caco e tinha que falar isso para alguém.Nao quero morrer e nem ter câncer no anus.

  13. Lucas diz

    Meu exame de tranacripse pirúvica tgp deu 44 fiquei tenso pq o normal é até 40…vou no médico terça… alguém aí já teve essa medida?? Seria hepatite? cachaça?suplementos pra malhar? Ou os remédios 3×1?

    • FG-PR diz

      Sossega Lucas é apenas uma variação que pode ocorrer por diversos motivos, inclusive motivos naturais. O meu deu alterado mês passado e repeti o exame esse mês e está tudo ok. Meu infecto disse que só começa a ser preocupante e deve ser investigado o porque da alteração à partir de 100.

  14. Rod diz

    Faz 10 meses que descobri e iniciei o tratamento com o 3:1. Desde entao estou indetectavel e com um bom CD4. Anos antes eu havia tido problemas com depressao e após o inicio do tratamento a depressao voltou, o Efavirenz potencializa. Optei por continuar com o 3:1 e tratar a depressao com outros medicamentos. O meu infecto defende que eu troque o meu esquema atual de tratamento. Assim eu poderia me livrar da depressão e nao precisar de antidepressivos. No entanto, o novo esquema que ele sugere inclui AZT + 2 medicamentos. Eu fui reticente a tomar o AZT sabendo da toxidade e que poderiam haver outros esquemas com bons resultados e com drogas com menos efeitos colaterais. Fiquei com muitas duvidas sobre a postura do médico.

  15. Acreboy diz

    Interessante saber que um dos primeiros sintomas da infecção é a Síndrome de Guillain-Barré. Isto aconteceu comigo, porém, a comunidade médica associou o mesmo a uma carga muito elevada de estresse.
    Somente seis meses depois e, após a paralisia sanada, que, por conta própria, decidi fazer o exame e este veio a dar positivo.
    Agora fiquei com a impressão de que a comunidade médica é extremamente despreparada pois, após esse “ataque neurológico”, sequer ouvi algum comentário dos meus médicos. A única coisa que eles falavam é que eu estava muito estressado e que precisava relaxar e como estava em fim de um relacionamento confiei na mensagem deles.

  16. ss diz

    Boa noite gente eu estou gostando de uma pessoa soropositivo sendo que eu sou negativa .fico com muitas duvidas. Gostaria de ficar com ele.mas eu fico pensando se a camisinha estourar .fico insegura. Mas gosto muito dele não sei o que fazer.

    • Marina diz

      Oi, SS. É perfeitamente possível se relacionar com uma pessoa soropositiva. Aqui mesmo no blog são vários posts que esclarecem sobre o assunto (https://jovemsoropositivo.com/2016/02/26/positivos-superestimam-infectar/). Segundo os estudos mais recentes, não foram detectadas infecções entre casais sorodiscordantes (em que uma pessoa é soronegativa e a outra, positiva, como no caso de vocês dois) quando o soropositivo está indetectável (carga viral não detectável no exame) há mais de seis meses. Fazendo uso consistente de camisinha, vocês podem relaxar quanto a qualquer neura. Procure mais sobre o estudo PARTNER.
      Também sou soronegativa e hoje (depois de me informar muito graças a um surto de TOC, que ainda vivo) posso dizer que me relacionaria com uma pessoa positiva sem qualquer problema. O amor e o sexo são seguros; o nosso preconceito e desinformação é que são um perigo.

    • Quais são os seus medos, ss?

      Transforme-os em perguntas e nós responderemos!

      Se a camisinha estourar. você não vai pegar o vírus mesmo assim. As pessoas que se cuidam, que tomam o remédio direito e que têm o HIV indetectável no sangue não transmitem o vírus, mesmo sem camisinha.

      Pergunta mais!

  17. ss diz

    Barasa obrigado pela resposta.cada pessoa fala uma coisa as pessoas não sabem que não transmite dessa forma .gostaria que a mídia falassem mais a respeito do hiv pois como eu muitos não tem essa informação .gostaria de saber se no sexo oral a pessoa indetectável não transmite o vírus .

    • Goiano+ diz

      A pessoa indectável, por no mínimo 6 meses e com total aderência ao tratamento, não transmite o vírus por nenhuma forma de contato/sexo, seja ele oral, anal, vaginal, uma vez que não tem nenhum caso de transmissão a partir de um indetectável registrado, o que não significa que a chance seja zero, apenas que ainda não foi registrado. Outrora, o sexo oral transmite outras DST’s além do HIV, transmissível por não-soro positivos também.

    • Até o momento, não existe nenhum caso de transmissão sexual do HIV – oral, vaginal ou anal – por um parceiro soropositivo, mesmo sem camisinha, quando ele está em tratamento há mais de seis meses e carga viral do sangue indetectável.

      Ou seja: o sexo oral também não transmite.

      Concordo com a sugestão de você acompanhar seu namorado ao infectologista.

      Qualquer coisa, me manda email:

      barasasituma@hotmail.com

  18. Chaval diz

    SS, acompanhe o cara em sua consulta com o infectologista e tire todas as suas dúvidas…não acredite muito no que a mídia fala, um médico será mais seguro.

  19. Kadu diz

    Ola gente , tenho 23 anos, descobrir recentemente o hiv, tomando os remédios a exato 1 mês, poucos efeitos colaterais e muitos medos futuros…
    Mas queria participar dessa coisa de kik. O que seria ?

  20. ss diz

    Boa tarde acabei de conhecer ainda não tivemos qualquer contato.porque tinha medo mas conversando um pouco aqui acho que deu pra mim esclarecer alguma dúvida meu wat zap e 011 95795 1786 obrigado quem quiser conversar

  21. ANA diz

    Este que vc citou na fonte do post.” Neurologic signs and symptoms frequently manifest in acute HIV infection”

  22. Estrela25 diz

    Eu estou grávida de 4 meses, e a um mês descobrir que sou soropositivo. Comecei meu tratamento com 3×1, ainda não tive nenhum efeito colateral,mais confesso que vivo com medo de morrer,sinto vontade de chorar,eu tenho 29 anos e gostaria de um dia ser avó Rsrs!!!
    Meus exames estão todos bens, mais esse medo de morrer não me deixa. O que vocês acham que eu devo fazer para me ajudar nesse momentos que vocês também passaram .

    • Olá sei bem oque está vivendo,acredite morrer agora não..rs,vc pode ficar mais sensivel e por ser positiva ter imunidade baixa junta com a gravidez já viu né.
      Faça o tratamento e viva de uma forma saudavel.
      Tenho a sua idade e também descobri aos 3 meses de gravidez,hoje me bebe tem 3 meses e meio.
      Amiga não é facil,eu tive que superar tudo sozinha minha familia e o pai do bebe nao sabem.
      Tenha certeza que tudo vai acabar bem

      Fale comigo

      amandoavida2016@gmail.com

      Bjs de luz

  23. Olá ,Sou Flor tenho 28 anos,fui diagnosticada em dezembro de 2015,em exames rotineiros de pré natal.
    Meu filho hoje tem 3 meses e meio.
    Fiz o tratamento até ficar indetectável,durante toda gestação.
    Claro que passei por pisicologa,pisiquiatra e tive depressão.
    A pessoa que me transmitiu morreu em maio de 2015,aos 33 anos e com varias complicações,1.90 de altura e 40 quilos.
    Pensei não ser HIV,eu já não estava com ele a 7 meses.
    Confesso que antes de estar nessa condição que me encontro,nunca olhei muito pra esse virús apesar de ser inteligente e devorar livros ,ser curiosa.
    Nunca li nada sobre o HIV, e não tive muita informação.
    Achei que seria facil reconhecer um soropositivo no meio de pessoas “normais”,(Hoje eu passo despercebidada).
    Tive preconceito e percebi que só da ouvidos pra palavra AIDS quando surge em uma conversa quem vive ela.
    Pois bem.
    O pai do meu filho fez o teste e não sabe que sou positiva.
    Apesar de ele apresentar todos os sintomas (suor noturno,perda de peso e dificuldade de recuperar,hpv…)
    O teste deu NEGATIVO.
    Estou desesperada devo considerar esse resultado?!
    Ele fez a dois meses,estamos juntos a 2 anos .
    Eu parei com o remedio depois do parto.
    Fui exposta no posto de saúde quase morri de vergonha.EleS (3funcionarios) falaram alto sobre minha condição não usaram codigo e nem tiveram descrição.
    Tengo medo de alguém descobrir.NINGUÉM SABE. Nã tenho corsgem de voltar lá.
    Me senti acuada voltei pra casa chorando.
    Parecia que eu era um extraterrestre ali.
    Fui muito desrespeitada.
    Gostaria de ajuda alguém pra conversar que entenda sobre o assunto.
    Meu filho faz tratamento,eu estava indetectavel quando tive ele no parto cesariana,tomei droga antes durante e depois,também não amamentei.
    Queria saber se ele tem chances de não ter.
    Se alguém viveu algo igual…
    Ele é tão lindo tão saudavel,eu aceitei em mim porque fiz por onde…Mas ele !? 😦

    amandoavida2016@gmail.com

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