Mês: maio 2016

Movimento faz ato em defesa do SUS no Rio de Janeiro

A manutenção do Sistema Único de Saúde e mais investimento e qualidade para a saúde pública no Brasil. Foi isso que reivindicou o Grupo Pela Vidda-RJ, em ato realizado no último dia 23, em frente à Igreja da Candelária, no Centro do Rio de Janeiro. Com palavras de ordem, como “Um SUS melhor para o Brasil” e “O SUS é do povo brasileiro”, faixas com artigos da Declaração dos Direitos Fundamentais da Pessoa que Vive com HIV e aids, placas, cartazes, velas e apitos, cerca de 50 participantes se manifestaram em defesa do SUS, da democracia, do respeito e pelo fim do preconceito e do estigma. “Onde eu vou fazer meu tratamento e meus exames, se o SUS acabar ou sua qualidade diminuir?” Durante o ato, os manifestantes destacaram a importância do Sistema Único de Saúde para a população brasileira e sua importância para a luta contra a aids. Pessoas que vivem com HIV estiveram na manifestação e perguntaram: “onde eu vou fazer meu tratamento e meus exames, se o SUS acabar ou sua qualidade diminuir?”. “Nós …

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Morre ativista Jucimara Moreira

Morreu, neste sábado (21), aos 39 anos, Jucimara Moreira (foto abaixo), uma das ativistas mais importantes na luta contra a aids no Brasil. Mara, como era conhecida, fazia parte do Grupo Pela Vidda Rio, do Movimento Nacional das Cidadãs Posithivas e da Rede Nacional de Pessoas Vivendo com HIV/Aids. Há mais de um mês, estava internada em estado grave e não resistiu. Os ativistas, que com ela lutaram por respeito, contra o preconceito e por melhorias na saúde para as pessoas vivendo com HIV/aids, amanheceram de luto, neste domingo (22). “Mara praticamente encerra um ciclo de ativistas na luta contra a aids que fizeram de suas histórias uma pauta de ativismo.” Mara fez muitos amigos, por quem foi muito querida. Sua morte causou manifestações de afeto e sentimentos nas redes sociais: “Mara praticamente encerra um ciclo de ativistas na luta contra a aids que fizeram de suas histórias uma pauta de ativismo, protagonismo e utopia. Mara em muitos momentos era um peixe fora d’água no GPV-RJ [Grupo Pela Vidda Rio], mas sempre resistia e não …

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Evidência de sucesso do tratamento como prevenção na Dinamarca

Um estudo realizado pela Universidade da Califórnia em Los Angeles e pelo Hospital Universitário de Copenhagen traz a primeira evidência inequívoca da ligação entre altas taxas de supressão viral em homens homossexuais e a queda na incidência de novos casos de HIV — a proporção de homens que pegam HIV a cada ano. Os pesquisadores dizem que a incidência de HIV entre homens homossexuais, uma taxa de 0,14% ao ano, ou um em cada 700 homens homossexuais infectados anualmente, é atualmente tão baixa que se aproxima da taxa de incidência anual de um por 1000 que a Organização Mundial de Saúde definiu como meta para, assim, acabar com a epidemia de HIV. Eles calculam que a percentagem de homens gays e outros homens que fazem sexo com homens (HSH) na Dinamarca que têm HIV, fazem tratamento antirretroviral e têm carga viral indetectável é atualmente de 72,1% — muito perto dos 72,9% que a meta 90/90/90 do Unaids estabelece para acabar com a epidemia de HIV. Na Dinamarca, a epidemia de HIV tem se concentrado em HSH e, em particular, tem tido prevalência muito baixa de HIV em pessoas que injetam drogas, …

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Falta só um(a) voluntário(a)!

A última edição do estudo sobre flora intestinal e imunidade, conduzido pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP), ainda precisa de um(a) voluntário(a). A pesquisa vai avaliar se a ingestão de um produto probiótico composto por lactobacilos, ingerido uma vez ao dia e durante três meses, é capaz de promover melhora na flora intestinal e aumento da contagem de células CD4 em indivíduos soropositivos para o HIV. Pode participar: homem ou mulher de 18 a 60 anos; residente na região metropolitana de São Paulo, SP; soropositivo(a) para o HIV; em tratamento com o mesmo esquema antirretroviral pelo menos pelos últimos seis meses; com CD4 menor que 500 e carga viral indetectável há pelo menos seis meses. Entre em contato de 2ª à 6ª feira, das 10h às 17h pelos telefones: (11) 2661-7214  |  2661-3344  |  2661-8236  |  2661-7845, pelo WhatsApp: (11) 9-5289-9886 ou através do e-mail: pesquisaclinica.ichc@hc.fm.usp.br

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Espiritualidade pode ajudar pessoas com HIV

Religião é saudável. Pelo menos, é isso que uma série de estudos têm sugerido: frequentar igrejas e outras práticas religiosas estão associadas à taxas mais baixas de mortalidade, junto com outros comportamentos saudáveis, como não fumar ou beber. Um novo estudo, publicado esta semana no Journal of General Internal Medicine, leva estas conclusões um passo adiante: por mais de 17 anos, pesquisadores acompanharam homens e mulheres que vivem com HIV e que já estavam em estágio intermediário da doença quando o estudo começou. Eles descobriram que as pessoas que se envolveram em práticas e pensamentos espirituais tiveram uma maior taxa de sobrevivência do que as pessoas que não o fizeram — de duas a quatro vezes maior. Entre outras coisas, os pesquisadores perguntaram aos participantes se eles rezavam, meditavam ou participavam de cultos religiosos; se eram gratos a Deus pelo que tinham; se tinham superado sentimentos de “culpa espiritual”, acreditando que Deus iria perdoá-los por seus erros. O estudo deixa em aberto uma série de questões, mas os resultados são provocantes. Eles sugerem que a forma como as pessoas pensam …

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Homens com carga viral indetectável não têm HIV detectável no líquido pré-ejaculatório

HIV é indetectável também no líquido pré-ejaculatório de homens que fazem uso da terapia antirretroviral supressiva, afirmam pesquisadores na edição online americana da revista Aids. Cerca de um quinto dos homens com carga viral indetectável no sangue, tinham baixo nível de replicação do HIV no sêmen e nenhum vírus no líquido pré-ejaculatório. “Secreções sexuais pré-ejaculatórias em homens em tratamento antirretroviral não contém HIV detectável.” “Nosso estudo fornece a primeira evidência científica de que as secreções sexuais pré-ejaculatórias em homens em tratamento antirretroviral não contém HIV detectável, ao contrário do líquido pré-ejaculatório dos homens não tratados”, comentam os pesquisadores. Agora há provas irrefutáveis de que os homens e as mulheres que estão tomando antirretrovirais com adesão, o qual suprime o HIV no sangue a níveis indetectáveis, são extremamente improváveis de transmitir o vírus a seus parceiros sexuais. No entanto, a replicação do HIV persistente foi detectada no sêmen de homens que fazem uso do tratamento mesmo com a carga viral no sangue suprimida. O HIV foi detectado no fluído pré-ejaculatório de homens infectados pelo HIV que não fazem uso de terapia antirretroviral e também em amostras …

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Boas Vindas

Nesse episódio do Boas-Vindas, vamos conhecer histórias de casais que encararam de frente as reviravoltas que surgiram. Vitor nunca colocou seu amor por Bruna em questão. Foi com essa certeza, que ele recebeu a notícia de que ela tinha sido diagnosticada com HIV. Para eles, isso não os impedia de sonhar com uma gravidez, preparando-se com todo cuidado para a chegada de Benício. Júnior encarou seus primeiros obstáculos ainda na barriga de sua mãe. O pai, caminhoneiro, sofreu um acidente que lhe tirou a vida. Agora, ao lado de Deborah, se viu surpreendido pela vinda inesperada de Alice, embarcando na paternidade com apenas seis meses de namoro e quase revendo o que aconteceu com seu pai: com Deborah grávida da menina, ele e a irmã sofreram um grave acidente de moto e Júnior só pensava em conseguir ver a filha nascer. Sexta-feira, 22:30h Sábado, 07:00h Domingo, 11:00h Segunda-feira, 08:00h Terça-feira 18:00h Quarta-feira, 15:00h

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Podemos dizer adeus à palavra “aids”?

O que é que perderíamos ao nos libertar da palavra “aids” — ou o que ganharíamos? É uma questão provocada pelos avanços no tratamento do HIV e nos cuidados e mudanças na forma como as pessoas vivem com HIV e aids. “Um diagnóstico de aids em 2016 não é o mesmo que um diagnóstico de aids em 1986.” “Eu acho que o diagnóstico de aids, e o que ele significa, é, em muitas maneiras, histórico”, disse o Dr. Hyman Scott, médico infectologista especializado em HIV no Departamento de Saúde Pública de São Francisco. “Um diagnóstico de aids em 2016 não é o mesmo que um diagnóstico de aids em 1986, se essa pessoa começa o tratamento imediatamente.” “O CDC não está mais acompanhando os casos ‘aids’.” No ano passado, os Centros de Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos (CDC) mudaram a terminologia utilizada na vigilância epidemiológica de HIV e aids, substituindo “aids” por “HIV Fase 3”, adicionando a nova “Fase 0” para classificar a infecção recente pelo HIV. “Essa foi, para mim, uma espécie de prova fundamental de que o CDC não está mais acompanhando os casos ‘aids’”, disse o Dr. Christopher Pilcher, durante …

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