Mês: janeiro 2016

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HIV resistente ao Tenofovir não é incomum

Resistência a um dos principais medicamentos contra o HIV é comum no mundo todo e pode significar problemas para tratar e prevenir o vírus que causa a aids, de acordo com um novo estudo. Em algumas partes do mundo, mais de metade das pessoas que continuam a ter HIV não controlado mesmo sob tratamento acabaram por ter uma forma do vírus que é resistente ao medicamento Tenofovir, afirmam os pesquisadores na The Lancet Infectious Diseases. O novo estudo sugere que o tratamento e acompanhamento de pacientes com HIV no mundo todo precisa ser melhorado, bem como a vigilância deve ser aumentada, disse o autor sênior, Dr. Ravi Gupta, da University College London. “Se você desenvolver resistência, é uma perda muito grande.” O Tenofovir é o principal medicamento para tratar e prevenir o vírus da imunodeficiência humana, o HIV. O fármaco também pode ser usado para tratar a hepatite B. “Se você desenvolver resistência a isso, é uma perda muito grande”, disse o autor do estudo Dr. Robert Shafer, da Universidade de Stanford, na Califórnia. “A …

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Esquenta Hackathon

Acontece hoje, 27 de janeiro de 2016, das 19h às 22h no Auditório José Ademar Dias, em São Paulo, o primeiro Esquenta Hackathon, que vai discutir o universo de ações e oportunidades para o campo de prevenção de DSTs. Faça sua inscrição! 19:00 – Credenciamento 19:30 – Abertura: Paula Aguiar – Presidente ABEME 19:50 – Analice de Oliveira – CRT 20:10 – Lelah Monteiro – sexóloga da Rádio Globo 20:30 – Cleiton Euzébio – Unaids 20:50 – Mesa Redonda: Mediadores: Marcela Liz e Nadir Amaral Convidados: Claudio Pereira , Dra. Maria Clara Gianna, Ana Lucia Spiassi, Douglas Santana 21:40 – Encerramento Você também pode participar pelo Twitter @HackathonAbeme, onde o Esquenta já começou, mandando sua pergunta, sugestão e recados! Você também pode acompanhar o blog e a página do evento no Facebook.

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Remédios-contra-Aids

Cade condena cartel de antirretrovirais

O Tribunal do Conselho Administrativo de Defesa Econômica — Cade condenou, em sessão realizada nesta quarta-feira (20/01), as empresas Aurobindo Pharma Indústria Farmacêutica Ltda., Brasvit Indústria e Comércio Ltda., e quatro pessoas físicas por formação de cartel em licitações públicas no mercado de insumos para fabricação de medicamentos antirretrovirais (PA 08012.008821/2008-22). O cartel teve como alvo três laboratórios públicos que fabricavam medicamentos para o combate a doenças transmitidas por vírus, principalmente o HIV, e compravam os insumos para a fabricação dos remédios dessas empresas. A investigação se iniciou após a deflagração da chamada “operação roupa suja”, da Polícia Federal, cujas interceptações telefônicas indicaram a existência do cartel no mercado de medicamentos. O conselheiro relator do caso, Gilvandro Araújo, destacou que os elementos probatórios reunidos aos autos, como o conteúdo das interceptações telefônicas judicialmente autorizadas e dos registros públicos dos pregões, demonstram que o conluio entre os concorrentes foi efetivamente implementado. De acordo com o relator, os representados combinavam previamente os resultados dos certames, fixando preços e conduzindo diversas ações com o objetivo de fraudar o …

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Transmissão iatrogênica pode ter alimentado disseminação do HIV

A associação de vírus transmitidos pelo sangue com procedimentos intravenosos entre os moradores de Kinshasa, na República Democrática do Congo, pode sugerir que a rápida disseminação do HIV nesta região, durante a metade do século XX, foi impulsionada pela transmissão iatrogênica [aquela que origina doenças e patologias a partir do tratamento de outras], de acordo com um estudo publicado recentemente. “Estimativas genéticas indicam que a epidemia cresceu mais lentamente antes de 1950.” “Análises evolutivas das sequências de genes virais mostram que o HIV-1 floresceu e diversificou na capital do Congo Belga [nome do território administrado pelo Reino da Bélgica na África a partir de 1908], que foi o principal centro comercial da África central”, explica a Dra. Catherine Hogan, da Universidade de Sherbrooke, no Canadá, e seus colegas. “Estimativas genéticas da história da transmissão do grupo M do HIV-1 na África Central indicam que a epidemia cresceu mais lentamente antes de 1950 e foi, em seguida, transferida para crescimento exponencial, muito mais rápido em algum momento entre 1952 e 1968. Os fatores que impulsionaram o surgimento …

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lipodistrofia

E a lipodistrofia?

Lipodistrofia Olá, Dr. Young. Sei que existem diversos fatores envolvidos, mas, via de regra, qual é a porcentagem de pessoas que estão em terapia antirretroviral e que desenvolvem lipodistrofia e outros efeitos colaterais que transformam o corpo nos primeiros 10 a 15 anos de tratamento? Resposta do Dr. Young Olá e obrigado pela pergunta. Atualmente, a lipodistrofia é muito menos comum, especialmente nos últimos anos, depois que deixamos de usar Estavudina (d4T) e Zidovudina (AZT) no tratamento. Em geral, nos estudos sobre as opções atuais de tratamento, a lipodistrofia é muito rara. Um dos melhores relatórios a respeito de lipodistrofia com medicamentos inibidores de integrase é baseado em análises sobre o Raltegravir. Neste estudo, o STARTMRK, não houve qualquer caso reportado de lipodistrofia ente os participantes que tomavam Raltegravir, e apenas 1% entre aqueles que tomavam Efavirenz. Entre aqueles que apresentam mais tempo de doença e histórico de tratamento, conforme reportado no estudo BENCHMRK, em torno de 5% desenvolveram lipodistrofia. Espero ter ajudado. Benjamin Young Publicado pelo TheBody em 30 de dezembro de 2015

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Que boa notícia, hein, Lu?! (Foto: TV Globo)

Em Malhação, médica fala sobre o risco de adquirir HIV

Chegou a hora mais esperada na vida de Luciana (Marina Moschen): o resultado do seu exame de sangue. No consultório, a médica dá a boa notícia: “Veja aqui que o resultado do seu exame de HIV deu negativo”. A gata fica aliviada, e a profissional explica mais: “O risco de você adquirir o HIV naquele acidente era praticamente zero. Achei melhor receitar o remédio porque você e sua mãe estavam muito abaladas e receber o tratamento era um direito de vocês”. Luciana escuta com atenção todos os conselhos da doutora. “O rapaz com quem você se acidentou se trata desde criança e certamente ele está  com ‘carga viral indetectável’. Ele não está curado, mas tem tão pouco HIV no sangue dele, graças aos remédios, que a chance dele transmitir o vírus é praticamente nula”. [Continue lendo…] Em 15 de janeiro de 2016 pelo GShow

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2º turno do Top Blog

O Diário de um Jovem Soropositivo é um dos 100 finalistas do Prêmio Top Blog 2015, um concurso entre blogs voltados ao público brasileiro, na editoria Saúde e Bem-estar, direcionada a temas como alimentação, atividade física, medicina, entre outros relacionados. Vote aqui! Começou hoje o 2º turno! De acordo com o regulamento dessa competição, o período de votação do Primeiro Turno pelo Júri Popular, representado pelos internautas por meio de voto eletrônico, vai até o dia 18/12/2015, às 18h (horário de Brasília). No dia 11/01/2016, será divulgada a lista dos 100 blogs mais votados em cada editoria, que passam para o Segundo Turno da votação pelo Júri Popular. Os votos do Primeiro Turno não serão computados para o Segundo Turno. Os blogs que não se classificarem entre os 100 blogs mais votados de cada editoria ainda podem concorrer no Segundo Turno à premiação pelo Júri Técnico, formado por profissionais atuantes nos segmentos relacionados às editorias. A divulgação dos finalistas será no dia 20/04/2016. Os três blogs vencedores pela votação do Júri Popular e os três blogs …

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Última etapa de estudo para tratamento de ação prolongada

A Janssen Sciences Ireland formalizou sua colaboração com a ViiV Healthcare na fase III para o desenvolvimento e comercialização de um regime de duas drogas de ação prolongada: formulações injetáveis ​​de Rilpivirina (inibidor não nucleosídeo da transcriptase reversa da Janssen) e Cabotegravir (da ViiV Healthcare). Janssen (empresa farmacêutica da Johnson & Johnson) e ViiV Healthcare vieram trabalhar em conjunto no desenvolvimento deste regime depois de uma série de acordos para estudos clínicos, durante vários anos. Sob este novo acordo, o estudo de fase III, para avaliar a eficácia, segurança e tolerabilidade do regime, será liderado pela ViiV Healthcare com o apoio da Janssen. Com a fase III concluída, bem sucedida, e com a aprovação das agências reguladoras, cada empresa vai fabricar e distribuir individualmente suas formulações farmacêuticas. “Estamos comprometidos em fazer a diferença para as pessoas afetadas pelo HIV.” “Apesar do grande progresso no desenvolvimento dos atuais tratamentos contra o HIV, o fardo da administração diária dos remédios para o HIV continua a ser grande e representa um desafio para garantir que as pessoas que vivem com o HIV mantenham uma carga viral indetectável”, diz Paul Stoffels, diretor científico da Johnson & Johnson mundial e …

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