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RS divulga Boletim Epidemiológico

Em coletiva de imprensa realizada hoje, a Secretaria Estadual da Saúde do Rio Grande do Sul divulgou os dados preliminares de seu Boletim Epidemiológico de 2015. Em 2014, a taxa de incidência de HIV no estado foi de 38,3 casos por 100 mil habitantes. No período de 2012 a 2014, essa taxa reduziu em 10,1%. O estado registra queda de óbitos relacionados ao HIV/aids, com redução de 11% no coeficiente de mortalidade, passando de 11,9 por 100 mil habitantes em 2003 para 10,6 em 2014. De 2002 a 2014, foram registrados 1.939 casos de aids em menores de 5 anos. Neste mesmo período, a taxa de incidência foi, respectivamente, de 19,3 e 7,2 por 100 mil habitantes. Essa diferença representa uma redução de 58,3% na taxa de transmissão vertical no estado.

Taxa de detecção de casos de aids (por 100 mil habitantes) segundo região de residência por ano de diagnóstico. Brasil, Região Sul e Rio Grande do Sul, 2003 a 2014. Fonte: MS/SVS/DDAHV.

Estima-se que 89.312 pessoas estejam infectadas pelo HIV no Rio Grande do Sul. Desse total, 83,8% sabem de seu diagnóstico. 49,1% das pessoas já diagnosticadas com o HIV estão em tratamento antirretroviral. 71,1% das pessoas em tratamento no estado têm carga viral indetectável. De 1980 a junho de 2014, foram registrados no estado 76.304 casos de aids. A taxa de incidência para Porto Alegre é de 94,2 casos por 100 mil habitantes. 34,2% dos casos de aids registrados em 2014 estão na faixa de 30 a 39 anos.

Cascata das pessoas vivendo com HIV/aids no Rio Grande do Sul em 2013.

A principal via de transmissão do HIV no estado é a sexual. Nos últimos 10 anos, a transmissão em heterossexuais apresenta aumento do número de casos registrados. Nesse período, também há um aumento na proporção de casos entre homossexuais (gays e outros homens que fazem sexo com homens, travestis e transexuais): de 6,5% em 2004 para 12,8% em 2014. Houve redução na proporção dos casos em usuários de drogas injetáveis nesse mesmo período: de 19,2% em 2004 para 4,5% em 2014. Em 2014, não houve nenhum caso de transmissão por transfusão sanguínea ou em hemofílicos.

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Jovem paulistano nascido em 1984, que descobriu ser portador do HIV em outubro de 2010. É colaborador do HuffPost Brasil e autor do blog Diário de um Jovem Soropositivo.

39 comentários

  1. junior diz

    Estou profundamente preocupado e gostaria da ajuda de vocês porque sou relativamente leigo no assunto. Descobri no inicio do ano minha sorologia. Comecei tratamento em julho, carga viral estava em 97 mil copias, em dois meses caiu para 280 copias, um resultado muito bom segundo minha médica. Provavelmente ela falou que no próximo exame que realizarei em dezembro a carga estaria indetectável. Ate ai tudo bem. O grande problema é que tive uma relação de risco para reinfecção. Notei na pessoa com quem me relacionei um comportamento no mínimo suspeito. Sempre me previno, para proteger as pessoas com quem tive algum tipo de relação, ate evitei contato sexual durante o periodo que estava sem me tratar. Para resumir, tive uma relação sexual com preservativo, porem percebi que o rapaz havia tirado o preservativo durante o ato sexual, mas so vim notar quando terminamos. Os motivos pelo qual ele fez isso eu nao sei, se eh por preferencia ou se foi no pior dos casos por intenção de me transmitir algo. Mesmo ja sendo portador li que ha muitas complicações em caso de reinfecção. To muito preocupado, estou tomando o 3 em 1, o tratamento ate o ultimo exame estava sendo um sucesso… Cd4 em 850, carga viral baixa e só Deus sabe o quanto eu insisti para poder tomar esse esquema, pois tenho histórico de depressão. Colaterais 0. E agora o que me preocupa é de eu ter estragado tudo, ter na pior das hipóteses me rei infectado e ter q driblar um novo caminho contra o hiv. Estou com guia de exame pra fazer em janeiro… De carga viral, mas diante dessa situação acho que vou fazer mesmo na próxima semana.

    Quem souber de um grupo no whats gostaria de entrar, nao queria deixar meu numero exposto aqui. Como faço? Agradeço desde ja.

    • Ser+H diz

      A reinfecção pelo vírus HIV, também chamada de superinfecção, é consequência dos contatos desprotegidos entre portadores do vírus HIV. Essa condição realmente existe, pois o vírus consegue adquirir uma identidade genética diferente pela mutação (ele é danadinho), de acordo com o indivíduo portador, como a doença se desenvolve, que medicação esse paciente toma, se é bom aderente, ou seja, diversos fatores determinam a cada vírus uma condição única e ímpar. Cada vez que um casal mantém relação desprotegida, uma carga de vírus com características distintas entra em contato. Relate o ocorrido ao seu médico que verá a conveniência de fazer genotipagem do vírus qu vc carrega. Mas fique tranquilo, no máximo terá que trocar de medicação. Cuide-se.

    • vivendopositivo diz

      A medicação que você já toma faz exatamente o mesmo que a medicação de um(a) soronegativo(a) toma por 30 dias em casos de estupro/acidente de trabalho. É quase 100% eficaz para evitar contaminação nestes casos. Mas como na biologia nada é 100% certo. A chance de você ser reinfectado é bem remota, visto que você já tem medicação no sangue quando aconteceu a situação, diferente de quem sofre violência sexual, que pode começar a usar a PEP em até 72 horas. Quando se fala que duas pessoas com HIV não devem abdicar do preservativo, supõe-se que se refere a pessoas com carga viral, pois como já foi visto em pesquisas já postadas aqui, e dito pelo médico de várias pessoas daqui, um indetectável não apresenta risco de transmitir a um soronegativo que não toma PrEP, pois mesmo que apresente carga viral no sangue é ínfima a ponto de não ser detectada e transmitir. Sua situação é mais semelhante a quem faz uso de PrEP, que tem sempre antiretroviral no sangue e assim evita se contaminar. A chance de portar/contrair outras DST aumenta o risco de transmissão, isso sim já é sabido. Como não se sabe a sorologia, genotipagem ou mesmo carga viral de com quem se relaciona, pode ser que aconteça o azar de esta pessoa ter uma cepa resistente justo à medicação que se usa e ter uma carga viral alta a ponto de transmitir, e causar reinfeção na outra. Esse é o maior risco.

      • vivendopositivo diz

        Ser+H. Olhe a data da notícia. 2002. E o cara NÃO ESTAVA tomando medicação.
        No ano 2000 um cientista ai que tratava de HIV, falou que o vírus era inofensivo e não causava AIDS. Estamos quase em 2016. O que se sabe hoje é infinitamente mais do que se sabe há 10, 15 anos.

        • Ser+H diz

          VIVENDOPOSITIVO. A notícia de 2002 e a reinfecção continua em voga. Foi o que meu infectologista disse. Cada qual age conforme lhe convier, correndo os riscos a que estiver disposto a suportar. Quem sabe o JovemPositivo nos dê uma luz nessa controvérsia.

          • D_Pr diz

            Ser+H,
            Leia isso…

            Joel Gallant pode esclarecer a superinfecção, evento bem raro de acontecer!

            Gallant answered:

            Third, HIV superinfection is a pretty uncommon event.
            How does this make you feel? Have you ever wondered if it was OK for two HIV-positive people to engage in condomless sex? Do you already do so? Discuss in the comments section below.

            Joel Gallant, M.D., M.P.H., is the associate medical director of specialty services at Southwest CARE Center in New Mexico. You can ask him a question directly on his Tumblr page, Ask Dr. Joel.

            Mathew Rodriguez is the community editor for TheBody.com and TheBodyPRO.com. You can follow him on Twitter at @mathewrodriguez, like his Facebook page or visit him on his personal website.

            Desculpe a intromissão…Tudo o que “VivendoPositivo” disse tem razão…

            • D_Pr, realmente seria um caso incomum. Mas todos não devem esquecer que há outras DST’s que as vezes o parceiro nem sabe se tem.

              Saudades amigo.

    • wolf diz

      Junior, existem grupos em um app chamado Kik. Basta você baixar e criar um usuário. É diferente do whatsapp pois vc não precisa fornecer o seu número de telefone. Crie um usuário e deixe aqui que dou um jeito de te incluir.
      Fique calmo e se cuide.
      Abraços.

  2. PositividadeSempre diz

    Boa noite a todos. Estou passando por uma situação hoje que não sei como lidar.
    Hoje me dei conta que tenho 2 comprimidos na minha caixinha de remédios, ou seja, não fiz o acompanhamento do número de remédios desse mês. Deveria ter ido pegar outra medicação 3×1 hoje pela manhã, mas estou com uma vida muito agitada de trabalho e estudo e acabei me esquecendo. Agora só tenho dois comprimidos (no caso um pra hoje e um amanhã). Ficarei sem medicamento no domingo e só poderei pegar uma nova medicação na segunda de manhã quando abrir o local.
    Como devo proceder nesse caso? Estou tomando a medicação tem por volta de 3 meses certinha, às 23h todos os dias.

    • vivendopositivo diz

      Sei que pode parecer ridículo, não sei o tamanho da sua cidade nem sua disposição para tal atitude (meu médico falou que nunca se deve pular/esquecer uma dose sequer, mesmo que atrase), eu entraria num bate papo com apelido HIV+ e tentaria localizar alguém que seja e tome a mesma, e pediria um comprimido. É uma ideia mas caso não tenha tal coragem, como as medicações tem uma meia vida já prevendo contratempos, atrase sua dose de sábado para madrugada de domingo para as 4h. E vá segunda bem cedo ao local onde você busca a sua, que o farmacêutico em caráter de exceção vai lhe dar um frasco segunda de manhã e tome o mais cedo possível, tipo 7-8h. Depois durante a semana tome 3h antes do horário que conseguir tomar na segunda, na terça 3h antes da de segunda, até conseguir regredir voltando ao horário normal de 23h. // Efavirenz = Sua meia-vida (ou metade do tempo para que desapareça metade dele do organismo) é de 40 a 55h, portanto o de maior tempo de ação no corpo, antes de ser excretado ou absorvido. Tenofovir = Tem uma meia vida de 17 horas. Lamivudina = Sua meia vida é de 12 a 19 horas.

      • PositividadeSemprw diz

        Meu farmacêutico indicou que tomasse o comprimido de sábado pra domingo às 2h da manhã, tomasse o de segunda assim que pegasse o medicamento (por volta das 8h da manhã) e depois na ainda na segunda tomasse às 23h (que é meu horário normal).

  3. Junior diz

    Meu maior medo é ter adquirido resistência e ter que trocar de medicação. Aderi muito bem ao 3 em 1, fora a praticidade, discrição etc. Eu não sei a sorologia da pessoa, mas esse comportamento dele já é um tanto quanto muito preocupante. Minha medica mandou eu me tranquilizar e disse que eu fizesse o exame de cv em 15 dias, comentou que não vou necessariamente ter de trocar a medicação, soh se der o azar de ocorrer resistência a medicação. Agora uma duvida: Vamos supor que ele tenha hiv e não saiba e esteja com carga viral alta e tenha me re-infectado… Mas o tipo de virus que ele carrega nao seja resistente ao 3×1 como grande parte da população. O fato de eu estar com esse medicamento circulante no sangue me impede de re-contrair uma infecção? Ou ainda assim uma re-infecção por um virus com a mesma genotipagem, mesmo eu estando com cv indetectável e tomando o medicamento pode desencadear um aumento na carga viral e resistencia ao tratamento?

    • vivendopositivo diz

      Junior, caso aconteça o que você pede para supor, vai acontecer o mesmo que alguém que sofre acidente com sangue/ violência sexual e toma PeP. O vírus não vai conseguir se replicar e as células que caso ele venha a infectar, morrem levando ele junto.

    • Victor diz

      Junior, acho que não há muito com o que se preocupar.
      Eu já pesquisei muito sobre reinfecção e sim, ocorre, mas são em casos raros e depende de muitos fatores.
      Por exemplo, se essa pessoa que vc se relacionou for soropositiva, já ter tomado a medicação e abandonado (ou não usá-la adequadamente) ele obviamente vai ter um vírus mais resistente no organismo, e dependendo da carga viral, vai ou não transmiti-lo.
      Eu acho que se a reinfecção fosse tão comum aqui no brasil, grande parcela dos portadores teria essa ‘superinfecção’, pois não são poucos os casos de casais que descobrem a sorologia juntos quando já estão há um bom tempo namorando ou casados, ou seja, durante todo esse tempo eles transaram sem preservativo e trocaram cargas virais entre si.
      Não sei se quando o marido passa pra esposa e vice-versa eles compartilham a mesma cepa viral ou o mesmo subtipo do vírus, sempre tive dúvida quanto a isso.
      Espero que tenha entendido meu raciocínio e não se desespere, no pior do pior das hipóteses sua infecto vai pedir um exame de genotipagem e TALVEZ trocar a medicação. Não fique muito nervoso pois o psicológico também interfere e muito no tratamento

  4. Eduardo diz

    Boa noite!
    Descobri que sou soro positivo há uma semana, através de um exame de rotina. Pedi um check-up completo, como fazia alguns anos que não fazia o teste de hiv (5 anos), decidi fazê-lo. Meus exames vieram todos bons, inclusive os Linfócitos que estão em 49,5% 2169. Foi uma barra terrível em casa, tem horas que meus pais são mais compreensíveis, tem horas que não. Fui no SUS dar inicio ao tratamento, porém só marcaram pra janeiro. Fui pelo convênio também, consegui encaminhamento pro infecto já.
    Meu medo é a espera agora, pior do que descobrir é a ansiedade de saber como está o quadro de infecção. Tenho tomado complexo de vitaminas, ferro e me alimentado bem. Pelo conhecimento de vocês, com meus Linfócitos altos, mesmo sem a contagem da CD4, acham que posso esperar até janeiro?

    • vivendopositivo diz

      Meu médico disse que antigamente quando exame de CD4 ainda era caro e raro, eles se baseavam no hemograma contagem de linfócitos para acompanhar a evolução da doença. Seus linfócitos estão em níveis bons. Se você não apresenta doenças oportunistas, um mês não fará muita diferença no início do tratamento. Mantenha boa alimentação, evite gorduras e tenha exercícios leves até lá. Procure se manter confiante e tranquilo, e tente não ficar pensando nisso.

  5. Paul diz

    Primeiro comentário meu aqui
    Vou me apresentar como Paul (nome fictício) pois ainda não me sinto confortável para falar meu nome genuíno!
    Enfim rsrs
    Boa noite a todos
    Atrasei meu medicamento 2 horas ontem!
    Isso pode causar algum problema?
    Um tempo atrás já tinha atrasado mais tempo!
    Já aconteceu de alguém atrasar tbm?
    Obrigado pela atenção de todos!

    • vivendopositivo diz

      Mesmo que você atrase algumas horas, não tem problema, a meia vida dos remédios são maiores que 12h. Efavirenz = Sua meia-vida (ou metade do tempo para que desapareça metade dele do organismo) é de 40 a 55h, portanto o de maior tempo de ação no corpo, antes de ser excretado ou absorvido. Tenofovir = Tem uma meia vida de 17 horas. Lamivudina = Sua meia vida é de 12 a 19 horas.

    • D_Pr diz

      Qual medicação faz uso? Se for o 3×1 não tem crise…Alguns são mais rigorosos quanto ao horário…

  6. Rapha diz

    Ola sou novo aqui e gostaria da ajuda de vocês
    Descobri minha sorologia + há 1 semana
    Fui no infectologista que pediu todos os exames
    Todos estao dentro das referências, porem gostaria da interpretação em relacao meu CD4/CD8 e carga Viral:

    CD4 563
    CD8 608
    CD4/CD8 0,9
    Carga Viral 5.453 cópias

    Irei no médico terca feira com os resultados, como vcs avaliam? Estou com risco de doenças oportunistas?

    • Confiante diz

      Olá Rapha, muito provável que vc vai entrar no esquema 3×1, nao se preocupe, mantenha seu cd4 acima de 500, ficará f indetectavel 60 dias e siga em frente.

  7. Junior diz

    Obrigado a todos que responderam. Vejo nesse blog uma união incrível… Admirável mesmo, as vezes estou bad e entro aqui e vejo todos vocês e isso me da um ânimo… Saber que há vida pos hiv e que todos aqui lutam por isso, não apenas pensando em si, mas no próximo. Isso é muito admirável aos olhos de Deus. Obg msm 🙂

  8. Sp26 diz

    Descobri minha sorologia tem quase 60 dias. Começo o tratamento na terça feira com o 3×1 e estou muito receoso em relação às reações e efeitos colaterais… Queria conversar sobre isso.

    Fiz um kik de alguém puder me adicionar no grupo… mattsp26

    Obrigado…

  9. Paulo Roberto diz

    Bom, eu estou bastante preocupado… Minha medicação é Lamivudina+Zidovudina (1 comprimido pela manhã e outro à noite), e Norvir (1 pela manhã) e Sulfato de Atazanavir (1 à noite).
    O fato é que estão aparecendo várias feridinhas em meu corpo, com uma casquinha amarela… Coçam um pouco, mas depois saram.
    O infecto disse que isso é uma reação normal do medicamento… Será isso mesmo?
    E tenho tido algumas lesões no pênis e região, que às vezes coçam.
    Já passei várias pomadas (Cetoconazol, Trok, Acetato de Dexametazona, entre outros) e não consegui alívio.
    Vou procurar, semana que vem, um urologista para ver o que é. Meu medo é que, apesar de estar indetectável, o medicamento não esteja surtindo o efeito desejado.
    Alguém já passou por isso?
    Meu e-mail é pb-almeida2010@bol.com.br
    Obrigado a todos!
    Já experimentei tomar Fluconazol, mas tenho que tomar todos os dias porque senão a lesão volta.

    • FG-PR diz

      Paulo Roberto eu uso a mesma medicação só que ao invés do Biovir (Lamivudina+Zidovudina) eu uso o Tenofovir+Lamivudina, já tive essas bolinas nos braços, bem parecida que as que vc está relatando, durou umas 2 semanas e depois sumiu. Acredito que não tenha nenhuma relação com o remédio estar ou não fazendo o efeito. Mas se vc está tendo essas bolinhas na área genital acho mais prudente procurar seu infectologista.

      • Paulo Roberto diz

        Tenho consulta só para Janeiro, FG-PR… mas vou procurar, pelo menos, um urologista ou dermatologista para ver o que está acontecendo, ainda esta semana.
        Estou realmente preocupado.
        Meu infectologista é brasileiro, mas filho de um alemão com uma americana… Todo ano ele vai para a Alemanha ou EUA para rever os parentes. E acho que ele já foi…
        O problema de pele já se arrasta há alguns meses, e agora, essas lesões no pênis… Eu não faço sexo desde que descobri minha sorologia, por isso não pode ser alguma DST.
        Muito obrigado pelas suas palavras.
        Me deixaram muito mais tranquilo.

        • Paulo Roberto, boa tarde. Minha medicação é o 3×1, mas dois meses depois do início da TARV tive uma balanopostite que só melhorou depois que parei de usar corticóides, pois, estes podem reduzir o CD4. A dexametasona é um corticóide, o Trok não sei. O que eu indicaria, além de procurar um dermatologista, é se alimentar bem, incluindo na dieta itens que sejam ricos em zinco e silício. Evite gorduras, sal, açúcar refinado e álcool.

          Vou te mandar um email.

          Melhoras!

            • Paulo Roberto diz

              Binho, eu não uso drogas, raramente bebo, mas o maldito cigarro me acompanha, sim. Não chego a fumar um maço por dia, mas vou tentar parar urgentemente…
              Aguardo o teu e-mail. Muito obrigado por tudo.

        • MA diz

          Paulo Roberto,
          Se você estiver tendo coceira e escamação da pele, pode ser fungos, ou mesmo o fungo cândida albicans que todos nós temos no organismo e se manifesta, de acordo com a baixa de nossa imunidade. Neste caso, use água boricada 3%. Molhe algodão e passe umas três vezes ao dia sobre o local. É muito bom. Para mim foi excelente.
          Um abraço!

          • Paulo Roberto diz

            Vou comprar água boricada, sim… vou tentar de tudo para me ver livre disso.
            Obrigado, MA!!!

  10. Matheus diz

    Rapha seu CD4 está acima de 500 encontra-se dentro da normalidade e sua CV é baixa em pouco meses em TARV você logo ficará indetectável.

  11. Michel diz

    Olá, à todos!!
    Por favor, alguém me adicione também no grupo do kik: michel_al

    Obrigado!

  12. davi diz

    Meu cd4 caiu de 230 para 102 e cv 200.000 para indetectavel em 3 meses. Fikei preocupado com o cd4. To com mto medo 😞

  13. Coelho diz

    Nosso estado com o numero de novos casos altíssimo e em minha cidade (Pelotas) falta antirretroviral na farmácia do sistema de referência!!! pacientes há 15 dias sem medicação!!!

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