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Instituto Evandro Chagas recebe doação da amfAR


amfAR

A amfAR, fundação para pesquisa da aids, líder global na luta contra o HIV/aids, anuncia a doação de US$96 mil dólares para o Instituto Nacional de Infectologia Evandro Chagas (INI).

O Instituto foi o beneficiário do 5th Inspiration Gala anual da amfAR São Paulo, realizado em 10 de abril de 2015, na casa do apoiador de longa data da amfAR, Dinho Diniz. O prêmio dará continuidade ao apoio da amfAR ao Instituto, que é o maior participante da “Os Opostos Se Atraem”, pesquisa internacional que explora a eficácia do “tratamento como prevenção” em casais sorodiscordantes (quando uma pessoa é HIV positivo e a outra negativo).

O Instituto Nacional de Infectologia Evandro Chagas tem como missão contribuir para a melhoria das condições de saúde da população brasileira, através de ações integradas de pesquisa clínica, desenvolvimento tecnológico, ensino e assistência de referência na área de doenças infecciosas. As origens do Instituto remontam a 1912, quando o então Hospital de Manguinhos foi criado seguindo as diretrizes de Oswaldo Cruz, que desejava modernizar os hospitais de isolamento que lidavam com grandes epidemias e endemias, urbanas e rurais.

“Estamos animados para continuar o nosso apoio ao Instituto Evandro Chagas e com o excelente trabalho que estão fazendo.”

Esta é a segunda vez que amfAR escolhe o Instituto como um beneficiário do Inspiration Gala São Paulo. “À medida em que concentramos nossos esforços de pesquisa na busca da cura que irá beneficiar os cerca de 37 milhões de pessoas no mundo que vivem com o HIV, incluindo 730 mil no Brasil, há muitas dimensões para a pesquisa da aids e o estudo ‘Os Opostos Se Atraem’ é um complemento importante para os nossos esforços”, disse o presidente da amfAR, Kevin Robert Frost. “Estamos animados para continuar o nosso apoio ao Instituto Evandro Chagas e com o excelente trabalho que estão fazendo.”

Sobre o Inspiration Gala São Paulo 2015:

Naomi Campbell, Kate Moss, Riccardo Tisci, Kylie Minogue, Alcione, Sabrina Sato, Juliana Paes, Lázaro Ramos, Izabel Goulart, Deborah Secco, Fernanda Motta e Thaís Araújo estavam entre os que se reuniram na 5ª edição do Inspiration Gala de São Paulo para prestar homenagem a Cher, Felipe Diniz e Jean Paul Gaultier. O evento, apresentado por Harry Winston, levantou US$1,8 milhões de dólares para programas de pesquisa da aids da amfAR.

O evento homenageou Felipe Diniz, que tem sido fundamental para o sucesso da série Inspiration da amfAR no Brasil desde a sua criação; Jean Paul Gaultier, um apoiador da amfAR e líder na luta contra a aids por décadas; e a primeira e única Cher, a atriz vencedora de Oscar, cantora, artista e advogada de longa data dos direitos humanos e LGBT. A noite também incluiu apresentações da ganhadora de Grammy, estrela do pop e apoiadora de longa data da amfAR, Kylie Minogue, e ainda uma das maiores “sambistas” de todos os tempos do Brasil, Alcione.

Sobre a amfAR:

A amfAR, fundação para pesquisa da aids, é uma das organizações sem fins lucrativos líderes mundiais dedicadas ao apoio à pesquisa, prevenção, tratamento, educação e à promoção de política pública relacionada com a aids. Desde 1985, a amfAR investiu US$415 milhões em seus programas e já distribuiu doações para mais de 3.300 equipes de investigação a nível mundial.

Em 4 de novembro de 2015 pela assessoria de imprensa da amfAR

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30 comentários

  1. Paulistano Positivo diz

    Acho bacana a iniciativa dessa Fundação, bem como acredito na boa vontade do idealizador. Porém tenho a sensação que, cada vez mais, que o evento de gala tem se tornado algo para as celebridades serem vistas. A amFAR virou um selo de festa tendo a AIDS como pano de fundo?

  2. Richard diz

    Levantaram US$1,8 milhões em São Paulo e reinvestiram US$ 96 mil no Brasil. A amfAR é uma máquina de tirar dinheiro do Brasil e levar pra matriz, nos EUA, isso sim…

  3. Leão diz

    Eu não sei… Talvez tenhamos que olhar os dois lados da moeda. Não quero dizer com isso que estou defendendo a amfAR, mas existem barreiras que o Brasil ainda precisa superar.
    Ok… Não podemos fazer tudo isso agora, ainda mais com a crise que vivemos e parece ser difícil de ser superada em curto espaço de tempo (não quer dizer que seja impossível).
    Com isso quero dizer que sou estudante e funcionário de uma das maiores universidades do país. Existem pesquisas incríveis acontecendo por aqui (não só a respeito do HIV)! Apesar de não ser da área de saúde sempre visito os laboratórios e me sinto esperançoso, maravilhado e orgulhoso de tudo que vejo.
    Em contra partida existe um grande abismo… Há enorme dificuldade para conclusão ou até mesmo continuidade destas pesquisas, a tecnologia empregada muitas vezes não é suficiente. Sem comentar outros fatores como falta de materiais básicos.
    Acho incrível o que nós brasileiros conseguimos fazer aqui mesmo com tantas limitações! Quando se fala em educação, não estamos restritos a sala de aula e quadro. O professor é um pesquisador que ajuda na formação de outros. Que mentes brilhantes!
    Disse tudo isso porquê a meu ver, foi sim muito dinheiro extraído no Brasil por meio de doações ou sei lá o que mais seja. O investimento foi menor que o esperado por muitos de nós sim, é evidente. Mas a meu ver a tecnologia disponível em nosso país ainda não é a mesma que a deles. Mais uma vez, não quero com isto defender a amfAR! Talvez não seja vantajoso financeiramente construir a mesma infraestrutura por aqui só com as doações da mesma. O mesmo dinheiro pode ser empregado em mais pesquisas.
    Nossas autoridades devem reconhecer o importante papel das universidades, faculdades, escolas ou qualquer outra instituição de ensino, pois são de lá que saem grandes pessoas e por falta de oportunidade acabam deixando o Brasil. Existem muitos pesquisadores brasileiros contribuindo com estudos sobre HIV mundo a fora.
    É difícil ver que nosso impostos poderiam ser empregados de forma mais eficiente e justa, fazendo do Brasil a grande oportunidade.
    Me causa grande inquietude saber que tal quantia saiu de nosso país também, a mesma inquietude que sinto por ver o grande potencial do país as vezes desperdiçado.

    • Paulo Roberto diz

      Olha, Leão, ao que eu saiba, existem pelo menos TRÊS pesquisas brasileiras que prometem a CURA… E todas as três estão PARALISADAS, por falta de VERBA.
      Não me lembro bem, mas acho que é a pesquisa da USP que está paralisada por falta de… LABORATÓRIO!!!
      Dinheiro para estádios, pixulecos e propinas, o Brasil tem.
      Mas quando se fala em gastar nossos impostos com O NOSSO POVO, aí a coisa é outra…

      • Leão diz

        É exatamente isto Paulo.
        Eu vejo como um desrespeito a forma que o governo trata a comunidade científica em nosso Brasil. Aqui na universidade onde trabalho, existe uma pesquisa muito promissora para tratamento do câncer, totalmente paralisada por falta de tecnologia.
        Muitos dos nossos melhores pesquisadores estão migrando para onde lhes permita melhor desenvolvimento. Isto é perigoso de mais! Afinal as “grandes” nações assim podem deter mais conhecimento que o restante do mundo e usar como quiser, inclusive a tão suposta máfia da industria farmacêutica.
        Para receber maiores doações, incentivos, apostas e tudo mais, o Brasil precisa seguir o caminho do avanço, que a meu ver só acontece quando se põe a educação a frente.

        • Paulo Roberto diz

          Leão, eu li que a USP sequer tem um laboratório decente… Veja bem, estamos em um país onde a Educação é um PERIGO para os governantes. Junte-se a isso o fato de vários sindicatos de professores serem verdadeiros capachos do governo federal.
          Daí tantas greves… Li com pesar esta semana que um professor mostrou o pênis para os alunos, em plena sala de aula… Veja a que ponto chegou a educação no país!!!
          A suposta máfia da indústria farmacêutica não é tão suposta assim, Leão… Ela dá as caras, sim, embora disfarçada: Cadê o back-up das pesquisas daqueles cientistas dinamarqueses que morreram no acidente com o avião da Malaysia Airlines?
          Mas eu tenho certeza de que a cura virá… Já começaram a encher os cofres deles de dinheiro, e isso é tudo o que querem.
          Quando UM laboratório fugir à regra e se rebelar, a máfia vai se desfazer, e isso está para acontecer em breve… Dinheiro une as pessoas, mas também causa desunião. Vamos aguardar.

  4. D_Pr diz

    Descobriram a cura? Me perguntaram isso hoje, com ar de alguém que sabe que teremos boas notícias! Talvez seja expectativa de mais alguém com esperança…

  5. Alegre+ diz

    Queridos D_Pr e Cauã+ o que vcs sabem que nós não sabemos????? kkkkkk
    Por favor nos contem aqui somos curiosos por noticias boas kkkk
    Aliás cadê o Luquinha com seus comentários sempre super animadores?
    Luquinha cadê vc??????
    Bjs à todos do blog

  6. Rumo a eliminação de reservatórios de HIV

    Moléculas dupla Affinity Re-Segmentação para trazer células infectadas e assassino em conjunto
    A Terapia anti-retroviral corrente pode manter o HIV sob controle e prevenir a Aids na grande maioria dos pacientes tratados. No entanto, como ele é incapaz de eliminar reservatórios virais e curar a infecção, os pacientes precisam ficar sobre o tratamento ao longo da vida, e lidar com os potenciais efeitos colaterais das drogas e inflamação crônica devido à infecção viral de baixo nível. Um estudo publicado em 5 de novembro em PLOS Pathogens relata que moléculas modificadas que têm como alvo as células T tanto assassinas e células infectadas pelo HIV que contêm proteína do envelope viral, podem induzir a morte das células infectadas pelo HIV e reduzir ainda mais os níveis de expressão de HIV detectável em células de sangue retiradas de pacientes HIV positivos em tratamento antirretroviral.
    O “pontapé e matar” proposta de estratégia para eliminar o HIV combina ativação farmacológica de expressão HIV latente de fazer células infectadas visível para o sistema imunológico com subsequente destruição imune mediada. Trabalhando no passo “matar”, uma equipe de pesquisadores liderada por Scott Koenig de MacroGenics em Rockville, EUA, e Tomas Cihlar da Gilead Sciences em Foster City, EUA, projetaram e avaliaram o chamado Dual-Affinity Re-Segmentação (DART) moléculas biespecíficas. As moléculas têm dois braços: o primeiro se liga especificamente à proteína Envelope do HIV, e o segundo na CD3, uma molécula citotóxica encontrada em células T assassinas. Em contraste utilizando uma estratégia de mortes que é baseado em células assassinas específicas para o HIV, o braço DART CD3 de ligação pode, potencialmente, recrutar e ativar qualquer tipo de células assassinas T, montando, assim, um ataque muito mais ampla nas células alvo envelope-expressão.
    Com base em seis anticorpos anti-Envelope diferentes, os pesquisadores geraram um conjunto de moléculas DART e testaram em uma mistura de descanso de células T CD4 isolados de doadores e infectadas com HIV de tipo selvagem isola e células não estimuladas T CD8 dos mesmos indivíduos. Ao contrário de dividir linhas de células ou modelos de latência foram estimulados por mitógenos, os pesquisadores afirmam que estas células podem aproximar melhor os que descansam em Estado de latência e correspondentes baixos níveis de superfície Envelopes expressos nas células dos reservatórios a partir de indivíduos infectados pelo HIV em terapia anti-retroviral. Eles descobriram que co-envolvimento mediada por DART de alvo CD4 infectadas pelo HIV e CD8 células efetoras resulta na ativação de células efetoras e morte celular alvo.
    Além disso, os investigadores foram capazes de demonstrar que as moléculas de DART foram capazes de reduzir o nível de expressão do VIH ex vivo em células de sangue isoladas de participantes infectados pelo HIV sob terapia anti-retroviral supressiva, sugerindo que a morte mediada pelo DART de células de reservatório tem lugar. “Prova definitiva de redução reservatório teria de ser obtido por testes in vivo de moléculas de DART”, os investigadores reconhecem, e sugerem que os seus resultados “fornecem suporte para avaliar a célula T biespecífico redirecionar moléculas num modelo animal de latência do HIV para determinar se o reservatório do HIV pode ser reduzida de forma segura in vivo. “

  7. MB+ diz

    Boa tarde meus amigos
    Sempre observando as notícias com saudades de voces.

  8. Alegre+ diz

    Oi MB+ saudades de seus comentários…some não rapaz vc faz falta.
    Bjs

  9. Gledson diz

    Olá pessoal, estou com uma dúvida. Estou querendo fazer um plano de saúde para qualquer eventualidade. Poderíamos omitir essa informação de ser soropositivo? Alguém sabe?

    Abraços.

      • Alexandre diz

        Vai falar e seu plano quadruplica de preço.
        Sobre a cura, galera, sejamos realistas. Eles estão prevendo que a forma injetável de tratamento estará disponível em 2020. São mais 5 anos. Tem uma porrada de pesquisas em andamento porém tudo bem no começo. Depois da TAT eu vou ficar velhaco com excesso de promessas. Os pesquisadores da TAT são mentirosos. Disseram que curaram 8 macacos. O cu deles. Tudo mentira para angariar verbas. Há tempos atrás postei que não levava fé nessa merda devido a uma conversa com meu amigo Barasa. Me detonaram aqui.A minha esperança é que tenha uma pesquisa que seja, de fato, a cura, e que esteja sendo feita a 7 chaves, caso contrário, todas essas que temos ciência ainda vão demorar no mínimo mais 15 anos, infelizmente. Quando li sobre a forma injetável de tratamento estar disponível em 2020, desanimei de vez. Muita gente falando que 2015 está sendo um ano promissor. Porra nenhuma. Desde de 2008 eu acho que foi o pior ano. Tivemos umas 3 conferências em nível mundial, e ficamos aqui falando que todas elas prometiam. E aí? O que ouvimos de bom em alguma delas? Nada, nada, nada. Só tratamento pós exposição e pré exposição, e mais alguns resultados bons sobre tratamento e a não transmissão, mas de resto, rigorosamente nada sobre cura. Arrisco a dizer que de 2008 pra cá esse foi o ano que menos se falou na cura em congressos e conferências. Cheio de descobertas? Sim. Mas todos os anos são assim. “Cientistas descobriram uma proteína que pode ser a chave para a cura.” “Cientistas descobriram um anticorpo que pode ser a cura.” “Cientistas descobriram uma enzima que pode ser a cura.” “Cientistas descobriram que veneno de abelha pode ser a cura.” Etc. Sim, quanto mais opções maiores são as chances de uma dar certo, mas tudo muito no começo. Estamos falando de no mínimo 15 anos pela frente. Repito, minha esperança é de que tenha uma pesquisa pra cura efetiva, mas que esteja sendo feita de forma sigilosa, caso contrário acredito tão somente na pesquisa do Dr. Louis Picker, graças ao Barasa.

        • Salvador diz

          Tem a vacina do Robert Gallo. Acho que ela pode dar certo. De qualquer forma, sigamos com a vida.

        • Paulo Roberto diz

          Alexandre, às vezes eu penso da mesma forma que você.
          Como eu já postei aqui, eu já gastei uma pequena fortuna indo atrás da cura. Rodei quase o Brasil inteiro, desde a Região Norte até o Rio de Janeiro, atrás da cura.
          No meu desespero, acreditava em tudo o que fizesse um pouco de sentido. E, posso dizer, esse pessoal tem uma lábia… Tudo para eles faz sentido!!! Já disse aqui que me tratei até com supostos EXTRATERRESTRES, e isso não é brincadeira, PAGUEI por uma farsa e paguei caro… Aliás, paguei caro por várias farsas.
          A última foi o tal AVELÓS. Também experimentei a MUTAMBA, que fui pessoalmente buscar no Estado de Tocantins.
          Há pouco tempo, me informaram sobre o veneno de abelha. Mas eu não quero ser picado enquanto não me apontarem uma pessoa que tenha sido CURADA por este método. Estou descrente dos métodos alternativos.
          Enquanto vivia procurando a cura, gastava dinheiro e deixava de viver. Hoje não faço mais isso.
          Este blog para mim foi um achado, pois vejo que não estou sozinho, tem gente – e gente boa – que passam pelo mesmo problema, enxergam as coisas até mesmo com mais clareza do que eu.
          Sinto carinho e apoio aqui, embora seja um ambiente virtual.
          Faço algumas perguntas: Cadê o back up das pesquisas dos dinamarqueses que morreram naquele acidente de avião?
          Por que o Dr. Luiz Pianovsky não responde aos e-mails?
          Por que o Dr. Edécio Cunha não responde aos e-mails?
          E aquele médico angolano, que diz ter curado várias pessoas? Por que não vão atrás dele?
          Eu, por mim, continuo tendo esperança. Esperança que a cura venha logo, que possamos estar livres disso e a partir daí eu possa refazer minha vida, voltar para o meu emprego… Mas isso são sonhos, que podem ou não se realizar.
          Enquanto isso, vou me agarrando às promessas de cura, pois sei que um dia, pelo menos UMA DELAS vai se realizar.
          Grande abraço
          Paulo Roberto

          • Alexandre diz

            Paulo, a pesquisa dinamarquesa fracassou há algum tempo. O Panobinostat se mostrou muito fraco em reverter a latência do vírus. Serviu como prova conceito. Se não estou enganado naquele avião havia muitos pesquisadores, mas acho que esses dinamarqueses não estavam nele, não.
            O Avelós, se for a cura, ele será em uso conjunto com ARV. Não é meramente tomá-lo e pronto. Sobre o Dr. Luiz, pra mim ele é um grande irresponsável. Vai pra mídia dizer que em 3 anos já teremos a medicação sendo que na época da entrevista o Avelós não havia nem sido testado em macacos ainda. A mutamba, vixi, aquele Doutor é louco de pedra. A vacina do Dr. Edélcio entraria na fase 1 de testes em humanos em 2017, mas isso se ele conseguisse angariar alguma quantidade de milhões de reais. Se estivéssemos em um país que os políticos fossem sérios poderíamos ter uma ajuda substancial do governo, pois a vacina era promissora, apesar de que eles iriam testá-la como prevenção, a princípio, bem como a vacina do Dr. Gallo. Mas suponhamos que fosse a cura, se ela entraria em fase 1 em 2017 (se tudo corresse 100% certo), estamos falando em quase 20 anos.
            Vamos torcer por uma pesquisa surpresa, caso contrário teremos uns longos 15 anos de ARV pela frente.

            • Paulo Roberto diz

              É, Alexandre… Então, vamos esperar pelas novidades do Exterior, porque eu cansei de mandar e-mails para os drs. Luiz Pianovsky e Edécio, e eles sequer se dão ao trabalho de responder.
              Vamos com fé; um dia a gente chega lá!
              ABRAÇOS e bom DOMINGO, PESSOAL!!!
              Eu vou almoçar e detonar uma garrafa de vinho! Estão servidos???

  10. JS, como vai?

    Hoje completo meu terceiro aniversário este ano: fiz 32 anos de idade em janeiro, um ano de diagnóstico em junho e um ano em TARV hoje. Mas me ocorreu que devo ir além na minha reflexão, tem mais de um ano que seu blog começou a me ajudar, mais de ano que me senti acolhido por vc e seu coração enorme, em fevereiro farei um ano de indetectável, em abril um ano que conheci meu primeiro grupo de amigos positivos, em outubro próximo um ano com CD4 bom (consegui dps que parei de beber…).

    Onde vou chegar? Quero registrar para todos que a dor passa, o medo fica irrisório e, se nos permitimos, a vida fica melhor que antes. Isso aconteceu comigo.

    Só vou mudar uma coisa na minha cabeça: não farei alguns aniversários por ano, pois, eu faço um aniversário a cada novo dia.

    Para todos os que ainda se sentem aflitos, acreditem, vai passar. Logo chega a cura e vamos rir disso tudo, nas festas da cura que iremos fazer no Brasil e no mundo.

    Abraço do Binho a todos e, vida que segue!!!

  11. Drica diz

    Sou soropositivo há vinte e um anos só descobri ah cinco anos desde então tomo as medicação certo e sempre o meu exame da não detectável tenho fé que a cura vai vim

  12. Tratamento inédito reverte leucemia ‘incurável’ de bebê24

    Editor de Saúde da BBC News 06/11/201509h05

    Great Ormond Street Hospital

    Uma terapia genética inédita conseguiu reverter o câncer de uma menina de um ano, a primeira pessoa do mundo submetida ao tratamento, de acordo com médicos de um hospital em Londres. Cinco meses atrás, a menina Layla Richards, de um ano, tinha um tipo de leucemia extremamente agressivo e classificado como incurável. Mas médicos do Great Ormond Street usaram células imunológicas com DNA “editado” em laboratório para combater o câncer. Eles dizem que sua melhora foi “quase um milagre”.

    É muito cedo para saber se a menina está curada, mas seu progresso já representa um grande avanço no campo.

    Layla tinha três meses de idade quando foi diagnosticada com a doença. Ela passou por quimioterapia e transplante de medula, mas, como é comum em bebês muito novos, os tratamentos não tiveram efeito.

    Depois disso, os médicos disseram que não havia mais nada a fazer. Na véspera do aniversário de um ano da menina, sua família foi aconselhada a colocá-la sob cuidados paliativos.

    Mas o pai de Layla, Ashleigh, não desistiu. “Preferia tentar algo novo e fiz essa aposta. E hoje ela está aqui rindo e feliz. Ela estava tão fraca antes desse tratamento, era horrível. Estamos gratos por esse momento.”

    A equipe do banco, em conjunto com a empresa de biotecnologia Cellectis, conseguiu rapidamente permissão para tentar uma terapia experimental que havia sido testada apenas uma vez em camundongos.

    O tratamento, chamado “designer immune cells”, algo como células imunológicas projetadas, representa tecnologia de ponta em edição de genoma (um tipo de engenharia genética).

    O tratamento é inovador porque, enquanto as terapias já existentes tentam adicionar novos genes para corrigir problemas, esta “edita” os genes que existem.

    Tesouras moleculares

    Tesouras microscópicas, conhecidas como Talens, foram usadas para alterar o DNA dentro das células imunológicas de um doador.

    As células foram alteradas para procurar e matar apenas células com leucemia e para que fossem “invisíveis” para as fortes drogas dadas aos pacientes.

    As células modificadas foram então injetadas em Layla. Ela também precisou passar por um segundo transplante de medula para restaurar seu sistema imunológico.

    Agora, meses após a família ouvir que seu câncer era incurável, Layla não apenas está viva como não tem traços de leucemia em seu corpo.

    Paul Veys, do hospital Great Ormond Street, disse que a transformação foi uma das coisas mais marcantes que ele viu em 20 anos: “Estamos em um ponto maravilhoso comparado a cinco meses atrás, mas isso não significa cura.”

    “Só vamos saber se ela está curada daqui a um ou dois anos, mas ter chegado tão longe já é um passo enorme.” Ele disse que a situação foi “quase um milagre”.

    A história de Layla foi apresentada na Sociedade Americana de Hematologia.

    “É a primeira vez que células humanas modificadas desta forma em particular são colocadas em um paciente e isso foi um grande avanço”, disse Waseem Qasim, do Great Ormond Street.

    A tecnologia em si tem grande potencial para corrigir outras condições em que células são modificadas e implantadas em pacientes ou para dar novas propriedades a células para permitir que sejam usadas de forma que, no momento, só podemos imaginar.”

    Vírus da Aids é usado para “curar” leucemia de menina de 7 anos

    Emma Whitehead, de 7 anos, com sua mãe Kari, em Philipsburg, Pensilvânia. Desesperada para salvar a menina, seus pais procuraram um tratamento experimental no Hospital Infantil da Filadélfia, que nunca tinha tinha sido feito em uma criança ou em qualquer pessoa com o tipo de leucemia de Emma antes. O experimento, feito em abril, usou uma forma deficiente do vírus que causa a Aids para reprogramar geneticamente o sistema imunológico de Emma para matar as células cancerosas.

    Jeff Swensen/The New York Times

    http://noticias.uol.com.br/saude/ultimas-noticias/bbc/2015/11/06/tratamento-inedito-reverte-leucemia-incuravel-de-bebe.htm

    • Paulo Roberto diz

      POW, vou parar de tomar remédios contra gases, rsrsrsrs…

    • D_Pr diz

      Grande MB!!!

      Também meu amigo, qualquer hora colocamos o papo em dia!

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