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Estrogênio pode bloquear reativação do HIV


Por Liz Highleyman para o Aidsmap em 8 de setembro de 2015

Aidsmap

Receptores de estrogênio sobre as células podem desempenhar um papel na latência e na reativação do HIV. Drogas que alvejam estes receptores podem potencialmente ser usadas tanto para promover a reativação de genes virais integrados como também mantê-los em silêncio, de acordo com a pesquisa apresentada na 8ª Conferência Internacional de Aids em Patogênese, Tratamento e Prevenção do HIV (IAS 2015) e no simpósio Rumo à Cura do HIV, que precedeu a conferência, em julho, em Vancouver.

O HIV integra o seu material genético (conhecido como provírus) em células T CD4 e outras células hospedeiras humanas, onde pode permanecer dormente por décadas. Este “reservatório” de células infectadas de forma latente em repouso torna o HIV muito difícil de curar: enquanto a terapia antirretroviral pode manter o vírus sob controle a longo prazo, mesmo uma pequena quantidade restante de células infectadas pode reacender a replicação viral se o tratamento for interrompido.

Os pesquisadores têm explorado uma ampla variedade de estratégias para curar o HIV, algo que a maioria dos especialistas agora acredita que virá a ser mais como uma remissão a longo prazo, ao invés vez da erradicação completa do vírus. Algumas dessas abordagens envolvem, antes de mais nada, prevenir o HIV de estabelecer sua latência ou de manter sua latência de forma permanente, enquanto outras envolvem a inversão da latência ou a reativação as células dos reservatórios, a fim de expulsar o vírus e torná-lo suscetível ao sistema imune ou às drogas antirretrovirais.

Jonathan Karn, da Case Western Reserve University School of Medicine, apresentou os resultados de um estudo de laboratório que explorou os efeitos do estrogênio e de agonistas do receptor de estrogênio (ativadores) e antagonistas (inibidores) em provírus de HIV em vários tipos de células.

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Jonathan Karn na IAS 2015. Foto de Marcus Rose/IAS 2015.

A pesquisa foi motivada pelo rastreio de uma biblioteca de sequências de ganchos de RNA — moléculas de RNA artificiais que podem ser utilizadas para desligar ou silenciar a expressão de um gene — procurando aqueles que parecem desempenhar um papel na manutenção da latência em promover a transcrição do HIV.

Um dos mais promissores era o receptor de estrogênio ESR-1, o que levou os pesquisadores a avaliar como os antagonistas de ESR-1, tais como o tamoxifeno e o dietilestilbestrol, afetam a latência e os reservatórios de HIV, em um estudo de laboratório.

Eles descobriram que os antagonistas de ESR-1, tais como Tamoxifeno e Fulvestrant, dois medicamentos contra o câncer de mama, discretamente reforçavam a reativação do provírus quando usado por si mesmos. Estes agentes também sensibilizavam células infectadas de forma latente para responder a doses mais baixas de ativadores de provírus conhecidos, incluindo o Vorinostat, um inibidor de HDAC. Gossipol, um composto de plantas de algodão modulador de SRC-3 e que bloqueia o ESR-1 também induziu expressão de provírus latente.

Quando células T em repouso obtidas de pessoas soropositivas em tratamento antirretroviral supressivo foram tratadas apenas com Tamoxifeno ou Fulvestrant, houve um aumento modesto na expressão do HIV. Adicionar Vorinostat sinergicamente a estes antagonistas de ESR-1  aumentou a reativação proviral.

Em contraste, os agonistas de ESR-1, tal como Dietilestilbestrol, inibiram a reativação de provírus de HIV em células latentes. Expor as células T de repouso a concentrações normais fisiológicas de estradiol — uma forma natural de estrogênio — inibiu a reativação de provírus em mulheres, mas não em homens.

“O estradiol em níveis de pico do ciclo menstrual é um potente inibidor da reativação viral.”

“Antagonistas de ESR são medicamentos bem estabelecidos e podem ser considerados como componentes de estudos clínicos com o objetivo de induzir a reativação proviral”, concluíram os pesquisadores. “O estradiol em níveis de pico do ciclo menstrual é um potente inibidor da reativação viral, sugerindo diferenças importantes entre homens e mulheres na replicação viral e nos tamanhos dos reservatórios”, disseram eles. “O projeto de regimes para a reativação proviral precisa levar em conta o estrogênio, e talvez outros hormônios, como fatores de confusão que afetam sua potência.”

Estes resultados podem ajudar a explicar algumas diferenças já observadas relacionadas ao gênero, como no estudo francês publicado na edição de 24 de agosto da revista Aids, que mostrou que os níveis de DNA de HIV intracelulares — uma medida do reservatório viral — são significativamente mais baixos em mulheres, comparados aos homens em tratamento antirretroviral supressivo de longo prazo.

Um estudo patrocinado pela amfAR está observando as diferenças específicas de gênero nos tamanhos dos reservatório de HIV, a reativação viral e inflamação residual entre homens e mulheres com supressão viral completa sob antirretroviral, que irá informar a inclusão das mulheres nos estudos de estratégias de cura e erradicação do HIV.


Referêncais:
Karn J et al. Estrogen blocks HIV re-emergence from latency and points to gender-specific differences in HIV reservoirs. 8th International AIDS Society Conference on HIV Pathogenesis, Treatment, and Prevention (IAS 2015), Vancouver, abstract TUAA0205LB, 2015.
Cuzin L et al. Levels of intracellular HIV-DNA in patients with suppressive antiretroviral therapy. AIDS 29:1665-1671, August 24, 2015.
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42 comentários

    • dandanmais diz

      vc precisa baixar o app KIK e fazer uma conta! tem pra Android e iOS! é quase a mesma coisa de criar uma conta num Instagram, por exemplo! Pedem seu e-mail, um nome de usuário, etc. Daí você usa conectado à internet. Não necessita de número de telefone, o serviço é todo online!

    • caradobemsampa2 diz

      oi Joy
      baixa o app, se cadastra. depois manda p gente seu username.
      acho que tem tres grupos.
      o meu username é caradobemsampa2

  1. Paciente e Otimista diz

    Fiquei meio confuso, alguém poderia traduzir o que está escrito neste artigo????

  2. Jobs diz

    Boa tarde! Pessoal pelo o que entendi, o hormônio estrógeno que é feminino predominantemente e com menos concentração nos homens, ao se ligar ao seu receptor de membrana faz com que os vírus que estão adormecidos e latentes, que são a “pedra no sapato” do soropositivo, sejam expulsos das células, fiquem na corrente sanguínea e com isso a sua destruição é facilitada, seja pelos próprios linfócitos funcionais, ou a sua replicação impedida pelo uso dos antirretrovirais. Essa ação de “expulsão” do vírus do meio intracelular é apresentada também com a utilização do medicamento “anticancer” (citostatico) chamado Tamoxifeno que se liga a receptores semelhantes aos do estrógeno. São esses fatos que explicam o porquê das mulheres soropositivas em períodos menstruais demonstrarem níveis de carga viral alterados no sangue, durante a menstruação o nível sanguíneo de estrógeno é alto. Essa foi a minha interpretação, desculpas se falhei, ou entendi algo errado. Abraços

    • FG-PR diz

      Acredito que seja ao contrário, o estrogênio impede que o vírus saia do estado latente. Até pelo título do artigo. E que isso teria implicações no tratamento de mulheres no pico mensal da taxa hormonal.

    • D_Pr diz

      Caramba Luquinha, tá antenado em tudo!

      Há mais de uma década, cientistas descobriram que um vírus chamado GBVC tem a misteriosa capacidade de reduzir a progressão da aids em indivíduos com HIV. Agora, um grupo de cientistas, com participação brasileira, desenvolveu um modelo em macacos que permitirá estudar a infecção pelo GBVC e desvendar qual é a estratégia do vírus para impedir o desenvolvimento da aids. O estudo foi publicado na quarta-feira na revista Science Translational Medicine.

      Em 2009, uma equipe liderada por Esper Kallás, professor da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP), descobriu que há uma sinergia na interação entre os vírus GBVC e HIV. “É algo inusitado. O GBVC reduz a inflamação causada pela infecção do HIV. Ele funciona como uma espécie de vírus protetor”, disse Kallás à reportagem.

      No estudo atual, feito pelo grupo de Kallás em parceria com cientistas da Universidade de Wisconsin (EUA), os pesquisadores conseguiram desenvolver pela primeira vez um modelo que simula, em macacos, a infecção pelo GBVC.

      “Com o novo modelo, vamos poder estudar a infecção em experimentos e entender exatamente o processo de proteção usado pelo GBVC. Depois vamos investigar se esse processo pode resultar em novas terapias para a aids”.

      Além da proteção contra a aids, o GBVC tem outras características incomuns: ao contrário de outros vírus, ele não causa doenças, nem é eliminado do corpo do hospedeiro. Embora ele seja bastante comum – ocorre em até 8% da população mundial em geral e em até 25% das pessoas com HIV – pela falta de um modelo que permita estudar sua infecção em animais, ainda não se sabe como ele faz para impedir a progressão da aids.

      Segundo Kallás, a descoberta do GBVC está associada a pesquisas sobre os vírus causadores da hepatite. Nas décadas de 80 e 90, muitos cientistas estudaram as causas das hepatites que não são provocadas pelos vírus A e B.

      “No fim da década de 80 foi descrito o vírus da hepatite C. A partir daí, foram descobertos os vírus da hepatite Delta e hepatite E. Mais tarde, descobriram o que se pensava inicialmente ser o vírus da hepatite G. Mas este último vírus, muito frequente, não estava ligado à hepatite: era o GBVC”, explicou Kallas.

      Quando os cientistas ainda estavam estudando se o novo vírus tinha relação com a hepatite, examinaram registros sobre pacientes com aids para descobrir se ele interferia na progressão da doença.

      Inesperado

      “Foi no início da década de 2000 que alguns estudos mostraram algo totalmente inesperado: a presença do GBVC não acelerava a progressão da aids – ao contrário, diminuía seu ritmo. Foi surpreendente descobrir um vírus que poderia ter um efeito benéfico de proteção do hospedeiro de outro vírus”, disse o pesquisador.

      A partir daí, tiveram início diversos estudos para descobrir como o GBVC protegia portadores de HIV. Diversas hipóteses foram levantadas, como uma competição entre os dois vírus, ou uma capacidade de bloqueio da infecção por HIV. Até que o grupo da USP conseguiu determinar pela primeira vez que o GBVC reduz a inflamação no organismo do hospedeiro. “É como se ele tivesse um efeito anti-inflamatório específico para as células mais inflamadas pela infecção do HIV. Publicamos um artigo em 2009 revelando esse mecanismo”, declarou.

      Mais tarde, um grupo de cientistas da Califórnia, nos Estados Unidos, estudando dados de pessoas que tinham aids antes do desenvolvimento dos coquetéis, tiveram uma redução de 50% na infecção pelo HIV quando recebiam doações de sangue de pessoas infectadas com o GBVC.

      Depois dessas descobertas, Kallás começou a trabalhar com um colega da Universidade de Wisconsin, David O’Connor, que liderava um projeto de pesquisa em busca de vírus emergentes em Uganda, na África.

      Dispondo de técnicas de biologia molecular bastante sofisticadas O’Connor coletou amostras de macacos selvagens em busca de novos vírus.

      “Em seus ensaios de prospecção de novos vírus, ele descobriu que o vírus SIV – equivalente ao HIV em macacos – era relativamente frequente. E encontrou também com grande frequência os GBVC. Foi a partir daí que pensamos em estudar a concomitância desses dois vírus em macacos”, explicou Kallas.

      Quando O’Connor analisou os dados dos macacos que tinham GBVC, descobriu que todos estavam infectados por SIV. “Parecia que os dois vírus agiam juntos. Começamos então a trabalhar em um modelo de macacos para responder como o GBVC é capaz de proteger o hospedeiro.

      Os cientistas montaram então um modelo para infectar macacos em laboratório com o GBVC, algo que ainda não havia sido feito. “Além de descrever como a infecção aguda acontece, esse modelo sedimenta o que precisamos saber para fazer estudos experimentais para a infecção de SIV e GBVC nos macacos. Com isso esperamos entender com precisão os processos de proteção”, disse.

      Com um financiamento obtido junto ao governo dos Estados Unidos, os cientistas prosseguirão agora os estudos. O grupo de Wisconsin fará as observações em animais, enquanto o grupo de São Paulo reproduzirá os estudos nas amostras de sangue de pessoas que vivem com HIV, sabendo que uma em cada quatro delas estão infectadas também com o GBVC.

      “Unindo os dados experimentais e clínicos, esperamos responder várias perguntas. Onde esses vírus se distribuem no organismo das pessoas? Se a infecção por GBVC vier antes ou depois da infecção por HIV o efeito é diferente? Será que esse efeito pode resultar em uma terapia que envolva injetar o GBVC em pacientes para reduzir a progressão da aids?.”

  3. Fal DPr e Luquinha, quando estiver curado disso onde vai ser a festa, arrisca um prazo para juntar dinheiro e comprar o wisk

  4. Fala DPr e Luquinha, quando estiver curado disso onde vai ser a festa, arrisca um prazo para juntar dinheiro e comprar o wisk

  5. luquinha diz

    Já não basta o pecado da cerveja ne ! Podemos fazer em Ferradura Búzios , a alguns meses atrás eu já sabia que Setembro seria um mês de noticias boas , mais que o bom mesmo será Dezembro , vamos fazer a camiseta hiv esse corpo já não te pertence mais rsrs falando de prazo é delicado pois sempre sou censurado mais os imunologistas e infectos já sabe que o hiv esta derrotado , e mais as coisas estão melhor que esperávamos , pois pesquisas que travam replicação e também inflamação já e um grande avanço , embora as injeções estejam avançando , algo me diz rsrs que vem uma grande noticia sobre passar o cerol neles ,um ajuste na pesquisa esta por vir rsrs

  6. Triste + diz

    Luquinha
    Vc deixou meu sábado mais animado.
    Obrigado por estas notícias boas, tenho certeza que tudo que vc escreveu vai se concretizar.
    Que Deus abençoe muito vc por manter sempre a par dessas novidades. E que Deus abençoe a todos nós que estamos torcendo e aguardando ansiosamente uma revolução contra esse vírus.
    Abraços a todos!!!!

  7. Gil diz

    Preocupado… nessas brincadeiras de pai-filhos, no quarto, minha filha de 9 anos passou as unhas no meu tornozelo e arranhou. Coisa superficial, mas depois de um minuto, sangrou.
    Ela não teve contato com o sangue, mas a pele deve ter ficado debaixo da unha
    Olhei e ela não tem ferimentos nos dedos, mas fez um risco na minha pele.
    Será que há risco de contágio? Eu sou paranoico com isso, mas mais ainda com filhos…
    JOVEM SOROPOSITIVO e demais membros e amigos, poderiam me ajudar, será que é caso de fazer a TERAPIA PÓS EXPOSIÇÃO?

  8. Fica tranquilo Gil, impossível e ainda se vc esta em tratamento, desencuca, essa preocupação passa por todos nós pais, eu dava selinho nos meu filhos, nunca mais fiz isso, mais coisas da nossa cabeça, sensação de proteção que temos a nossos filhos, quando os meus ficam gripados ja me sinto culpado, é foda, mais fique certo que nos tratando prevenimos os outros com certeza, vida que segue felizes com a familia.

    Valeu Luquinha, Fé

  9. Gil diz

    Concordo, Jovem. Hoje eu vou a um hospital de referência, para tirar a dúvida. É o mais indicado. Embora eu veja que mesmo que pingasse sangue positivo na pele de alguém, se não tiver ferimentos, não contamina…
    E no caso dela, só arranhou, foi a unha que me feriu , não tinha ferimento nos dedinhos dela, nem ficou sangue, nada… mesmo sendo otimista, vou desencucar ou colocamos a pequena em profilaxia, se o médico assim achar. Melhor prevenir… Obrigado, gente!

  10. Ricardo diz

    Pessoal, boa tarde. Tenho uma duvida que esqueci de tirar com o médico e o farmacêutico:
    Eu comecei a tomar a medicação esse mês. Pro próximo mês, tenho que voltar ao médico pra pegar outra receita ou é só ir na farmácia com a que ele me deu inicialmente ?

  11. Ser+H diz

    Ricardo só chegar na farmácia e retirar o medicamento. Aliás vc está no cadastro nacional do Ministério da Saúde. Se acaso vc se ausentar da cidade e estiver em outro estado e acabar o remédio, vc deve ir a um CTA mais próximo que lá tb vai poder retirar a medicação. Convém manter contigo o telefone do teu farmacêutico para numa eventualidade ele poder te indicar o CTA mais próximo que vc estiver em caso de viagem. Imagine vc com o remédio na mochila e alguém te assaltar e levar tudo. Tenha um plano B.

    • Ricardo diz

      Muito obrigado !! Caramba, isso de assalto eu pensei esses dias, porque levo o remédio na mochila, já que na hora que tenho que tomar estou na faculdade. Caso algo aconteça é só ir no CTA então ?

  12. Ser+H diz

    Sim Ricardo. No sistema nacional está o seu nome e o antirretroviral que vc toma.

  13. Gil diz

    Fui… a médica disse que, sem uma “porta de entrada” para o maledetto (HIV), não há como se infectar. Alívio…

    • Pedro diz

      Gil
      Era uma dúvida minha, pois aconteceu tb c migo. Valeu pelo retorno.

  14. Resultados Positivos do Estudo REDUC Publicados na Revista PLoS Pathogens

    A Bionor Pharma, uma empresa de vacina de peptídeos avança em sua potencial primeira vacina terapêutica para a cura funcional para HIV,

    Publicada na atual edição da revista científica Plos Pathogens, o estudo que usa o medicamento anti-latência Romidepsin e que tem a frente o Dr Ole Søgaard Schmeltz, do Hospital Universitário Aarhus, Dinamarca, obteve resultados positivos. A parte A da fase Ib / IIa do ensaio clínico prova de conceito, realizado em 6 adultos infectados por HIV, todos com o vírus bem controlado devido a terapia anti-retroviral, fez uso de doses intravenosas (5 mg / m2) de inibidor HDAC Romidepsin (Istodax®), uma vez por semana durante 3 semanas. Romidepsin aumentou com segurança o nível de vírus medido na corrente sanguínea de tal modo que se tornou facilmente detectável por métodos de padrão comercial.

    Para Schmeltz “os resultados mostram que o tratamento com Romidepsin pode levar à liberação do HIV dos reservatórios latentes na corrente sanguínea de pacientes infectados pelo HIV em tratamento anti-retroviral. Este importante passo representa um importante avanço no caminho rumo a uma estratégia de combinação que irá impactar significativamente o tamanho do reservatório latente “.

    David H. Solomon, presidente e CEO da Bionor, comentou que “a publicação dos resultados do estudo no periódico mostra a importância da abordagem da vacina terapêutica da Bionor para uma cura funcional do HIV e que a equipe está animada com os resultados provisórios da Parte B do estudo com VaCC-4x, e que a combinação com Romidepsin torna-se intrigante e, ainda, que os resultados de primeira linha do estudo devem ser alcançados no final deste ano.

    Fonte http://www.bionorpharma.com/en/Media/News/2015/Financial/Results+of+the+REDUC+study+Part+A+p ublished+in+the+journal+PLoS+Pathogen s.b7C_wlzS5w.ips

  15. Amigo diz

    Olá Jovem, boa noite!

    poderia me ajudar, e que estou tomando 3×1 a três meses e desde então não uso drogas, não tomo bebidas alcoólicas, faço atividades físicas e desde então estou com pouquíssima ereção, fico com medo de tomar o azulzinho com medo de prejudicar o fígado e a farmacêutica proibiu que eu tomasse qualquer substâncias natural como : ginsem entre outras, alguém pode me ajudar?

     

    • dandanmais diz

      Olha, cara, a questão da ereção é muito comum pós-diagnóstico, quando o nervosismo toma conta e isso reflete até na nossa libido! Não existe nada que indique que o uso do TARV influencie em disfunção erétil, queda de libido, etc. Relaxa, isso vai passar. Já sobre esse lance do fígado, procure seu infecto e exponha esse tipo de dúvida, tenho certeza que ele saberá como lhe informar sobre efeitos colaterais, cada organismo é um organismo. Só em não fumar, beber com moderação e praticarmos exercícios físicos regularmente, já estamos contribuindo DEMAIS pro nosso corpo reagir bem à medicação, ao tratamento, enfim, à longevidade. Um abraço e boa sorte!

        • Amigo diz

          Quero salientar também que com três meses de uso do TARV, minha carga viral caiu de 127.000.00 para 300.00 e C4 aumentou de 220 para 500, portanto só alegria!

  16. dandanmais diz

    “Existe muita vida após o HIV, e ninguém vai morrer se se tratar corretamente” (João Geraldo Netto)

    Pra quem descobriu recentemente sua sorologia positiva, segue um vídeo muito bacana de um portador que convive com o vírus há 12 anos (agora são 13, pois o vídeo é do ano passado):

    Espero que gostem, se confortem e compartilhem! E lembrem-se: o pior do HIV é o PRECONCEITO!

  17. MK diz

    Sou soro+ desde 2011 sempre com cd4> 500, porém ultimo em 364, inicio 3×1 hj. Preocupado c síndrome reativação imune p cwv e pela pylory q descobri q tenho em endoscopia mas médico geral disse q não seria necessário tratar antes da tarv, porém isso aconteceu no intervalo das minhas consultas c minha infecto e ela não sabe, será que o médico geral tem razão? Que sem gastrite ou úlceras não se trata a pylory, nem p começar tarv? Posso iniciar tranquilo? Tomara que supere os tais efeitos descritos, tontura, alergias, e consiga engolir a pílula que achei enorme (sofro muito p conseguir engolir bem menores). Muito bom blog acompanho a mt tempo mas só hj resolvi escrever. Parabéns a todos por disseminar info importante sobre essa condição.

  18. Sangon diz

    Se não conseguir inteiro deve dar p cortar,tem uns cortadores Q vendem na farmácia,mas nunca usei,de repente só não pode esfarelar ou perder alguma raspinha…

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