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Especialista explica como HIV causou a pandemia de aids


Pela Agência FAPESP em 13 de agosto de 2015

Fapesp

A FAPESP e a Fundação de Pesquisa Alemã (DFG) realizam em 17 de agosto, às 15h, na sede da FAPESP, a palestra “Por que o HIV-1 foi capaz de causar a pandemia de aids?”, pelo professor Frank Kirchhoff, diretor do Instituto de Virologia Molecular da Universidade de Ulm, na Alemanha, e ganhador do Prêmio Leibniz em 2009.

O virologista Kirchhoff é um dos principais pesquisadores no mundo sobre a aids. Nos últimos 20 anos ele contribuiu para a melhoria da compreensão sobre o desenvolvimento da doença e sobre a evolução do HIV. Sua pesquisa tem se concentrado em proteínas responsáveis pela patogenicidade do vírus em seres humanos, apontando novos caminhos para prevenir a transmissão da doença.

Em sua palestra, o pesquisador irá descrever a origem e a evolução do HIV-1 grupo M, responsável pela maior parte dos casos de aids, e discutir propriedades específicas desse vírus que contribuem para a sua alta virulência e expressiva propagação.

Concedido desde 1986 pelo Programa Gottfried Wilhelm Leibniz, da DFG, o Prêmio Leibniz é o mais importante da Alemanha na área científica, reconhecendo importantes descobertas de cientistas e pesquisadores no país. A palestra faz parte da Leibniz Lectures (Palestras Leibniz), uma iniciativa da DFG para estimular o diálogo entre os premiados e a comunidade científica internacional.

O pesquisador irá descrever a origem e a evolução do HIV-1 grupo M e discutir propriedades específicas desse vírus que contribuem para a sua alta virulência e expressiva propagação (foto: DFG)

O pesquisador irá descrever a origem e a evolução do HIV-1 grupo M e discutir propriedades específicas desse vírus que contribuem para a sua alta virulência e expressiva propagação (foto: DFG)

Frank Kirchhoff estudou biologia na Universidade de Göttingen, na Alemanha, e obteve o doutorado no Centro Alemão de Primatas com uma tese sobre o novo vírus HIV-2 clone. Como pós-doutorando na Harvard Medical School, em Boston, Estados Unidos, ele tratou pela primeira vez da proteína Nef, do HIV, que favorece a replicação do vírus –, na qual focou seu trabalho quando retornou em 1994 à Alemanha. No país ele trabalhou como assistente, professor associado e professor na Universidade Erlangen-Nürnberg, antes de ser chamado para trabalhar na Universidade de Ulm, em 2001, onde assumiu o cargo de diretor do Instituto de Virologia Molecular, em 2009.

Clique aqui e inscreva-se para a palestra.
A conferência será proferida em inglês.
Data: 17 de agosto de 2015
Horário: 14h30
Local: FAPESP
Rua Pio XI, 1500 – Alto da Lapa
São Paulo – SP

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Este post foi publicado em: Notícias

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Jovem paulistano nascido em 1984, que descobriu ser portador do HIV em outubro de 2010. É colaborador do HuffPost Brasil e autor do blog Diário de um Jovem Soropositivo.

42 comentários

  1. Cauã+ diz

    Esse tipo de evento deveria ser transmitido ao vivo para a grande massa da população, no intuito de disseminar informação, e consequentemente diminuir o estigma que carregamos por ser portadores do Hiv, que para a população leiga somos referidos como AIDS.
    :/

  2. DD+ diz

    14/08/2015 07h50 – Atualizado em 14/08/2015 07h50

    Remédios contra HIV e hepatite C serão produzidos por fundação na BA
    Acordo de transferência tecnológica envolve empresa norte-americana.
    Bahiafarma terá exclusividade na distribuição dos medicamentos no país.

    Um acordo de transferência tecnológica assinado entre o governo do estado e o laboratório norte-americano Gilead Sciences deve complementar a produção pública da Fundação Baiana de Pesquisa Científica e Desenvolvimento Tecnológico, Fornecimento e Distribuição de Medicamentos (Bahiafarma), possibilitando a fabricação de medicamentos como antirretrovirais e de combate à hepatite C e Aids.
    Conforme o governo do estado, o acordo prevê que a Bahiafarma tenha a exclusividade na distribuição dos medicamentos para todo o país, assim como a comercialização e futura transferência de tecnologia a outros mercados internacionais.
    Por meio de nota, o governador Rui Costa disse que a parceria irá ampliar a oferta de remédios, possibilitando custo reduzido no Sistema único de Saúde (SUS). Atualmente, cerca de 734 mil pessoas são portadoras do vírus HIV no Brasil . Do total, 589 mil diagnosticadas e 404 mil utilizando o tratamento antirretroviral. O acordo foi assinado na última quarta-feira (12).

    Fonte:
    http://g1.globo.com/bahia/noticia/2015/08/remedios-contra-hiv-e-hepatite-c-serao-produzidos-por-fundacao-na-ba.html

  3. HIV e AIDS cura: Poderia Gene-Editing ser o caminho para curar o HIV e SIDA

    Por Steff Lyn Smetham

    Em 14 de agosto de 2015

    Um novo caminho para derrotar o HIV e a AIDS foi encontrado e está tomando as coisas em um nível genético.

    Um novo método foi desenvolvido pela Sangamo de Richmond BioScience Inc, onde eles usam algum tipo de tesouras moleculares que são enzimas chamadas ‘dedo de zinco nucleases’ para editar a proteína que o vírus HIV usa para se replicar. O julgamento foi feito por City of Hope Center.

    Esta não é a primeira tentativa no gene de edição de tecnologia quando se trata de HIV como back em julho de 2013, em Calimmune, eles fizeram o primeiro gene de edição a um paciente usando um método de edição de gene diferente, mas o que torna este um grande negócio é o fato de poder conduzir a uma cura do HIV, em vez de apenas o tratamento crônico.

    Mesmo que o estudo esta apenas na fase 1 (que é o primeiro processo de 3 estágios para ensaios em humanos no FDA), a aprovação da FDA para o gene de edição é definitivamente um passo a frente de acordo com Paul Knoepfler (Pesquisador celular na Universidade de Califórnia).

    Paul Knoepfler acrescentou: “cura” é uma palavra grande, mas há esperança. O primeiro passo é avaliar a segurança, mas a aprovação IND é o grande passo positivo. Em seguida, determinar a eficácia.”

    O julgamento envolverá investigadores da Sangamo e Keck School of Medicine da University of Southern California.

    Os investigadores acreditam que o HIV usa a proteína CCR5, a fim de infectar outras células saudáveis, editando-o; eles são incapacitados de ter potencial para espalhar ainda mais para o corpo do paciente, nas extremidades a prole das células editados serão resistentes ao vírus. Para ser breve, quando as células são re-editadas introduzidos no corpo, eles vão criar algum tipo de imunização contra o HIV.

    http://www.crossmap.com/news/hiv-and-aids-cure-news-and-updates-could-gene-editing-be-the-way-to-cure-hiv-and-aids-20390

  4. Pesquisador brasileiro Ricardo Diaz lidera nova pesquisa em busca da cura da aids
    Fonte: http://agenciaaids.com.br/home/noticias/noticia_detalhe/23818#.Vc-CE0o4-rU

    A cura da aids está mais próxima, acredita o pesquisador e infectologista Ricardo Diaz, da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo). Atualmente, ele lidera um estudo no Brasil, que visa eliminar o HIV das células. Uma das grandes novidades desta pesquisa, segundo Ricardo Diaz, é intensificar o tratamento antirretroviral já usado pelo paciente com mais duas drogas, o dolutegravir e o maraviroque. O infectologista está certo de que a combinação de estratégias contra o HIV é o caminho mais seguro a ser trilhado, segundo nos conta na entrevista a seguir:

    Agência de Notícias da Aids: Como estão as pesquisas que o senhor coordena em torno da cura da aids?
    Ricardo Diaz: A pesquisa da qual participo é exclusiva da Escola Paulista de Medicina da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). É um estudo com patrocínio do CNPq (Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico), da Fapesp e do laboratório ViiV Healthcare.
    Como é essa pesquisa e em que estágio ela está?
    Na nossa pesquisa vamos fazer intensificação de antirretroviral. Ou seja, vamos dar mais remédios. Faremos a intensificação com mais duas drogas, o dolutegravir e o maraviroque. Essa é a primeira vez que o dolutegravir é usado para intensificar o tratamento, visando a cura. O que me deixa bastante orgulhoso é que outros pesquisadores de diferentes partes do mundo também estão solicitando esse medicamento para estudo de cura. No entanto, a permissão para usar a droga é só do Brasil, justamente porque eles acharam que era o estudo com mais qualidade.
    Quais são os obstáculos para a cura da aids?
    Existem três. O primeiro é que o tratamento antirretroviral atual ainda é fraco, ele não consegue suprimir todo o vírus que está se multiplicando no corpo de uma pessoa. Se a pessoa que tem carga viral indetectável usar um método mais sensível de carga viral para uma cópia, e não 40 como é normalmente usado, 80% dessas pessoas terão carga viral detectável. Conheço muitos estudos de cura que tentaram fazer intensificação do tratamento, ou seja, dar mais remédios. Não funcionou, principalmente porque foi uma tentativa isolada, não combinada.
    Quais são as outras barreiras da cura?
    A segunda barreira é o fato de que o vírus entra em latência e fica meio encasulado. Ou seja, na hora em que ele entra no corpo ele desliga a célula e não se multiplica, mas quando paramos com o remédio ele volta a se multiplicar. Então, estamos usando dois medicamentos para tirar o vírus da latência, porque, se ele acordar, o remédio do coquetel antirretroviral funciona. No nosso estudo, vamos usar dois medicamentos que nunca foram usados em humanos para esse fim. Um deles é a vitamina nicotinamida, que tem esse papel de tirar o vírus da latência. O outro é um sal de ouro, que é usado para crise de artrite reumatoide. A droga foi testada em macacos e mostrou que funciona. A terceira barreira para não curar as pessoas é que o vírus fica escondido em santuários. São lugares onde o remédio não chega direito, mas o vírus está lá. Estou falando de cérebro, testículos, ovário, algumas partes do intestino. Para vencer isso, estamos fazendo uma vacina de célula dendrítica. Esta consiste em tirar o sangue da pessoa, recuperar o vírus dela e fazer a vacina. Na hora que a gente injeta as células na pessoa, estas são capazes de ensinar as outras a irem neste santuário e matarem o vírus escondido lá.
    O senhor afirmou que hoje o tratamento é fraco. Podemos considerar o dolutegravir e o maraviroque como drogas fortes contra a aids?
    De fato, o tratamento é fraco. Com esse estudo, nossa ideia é associar mais remédios. Então, naquele tratamento que a pessoa está fazendo, ela vai tomar mais dois antirretrovirais – esse é o conceito da intensificação. E como o dolutegravir é o remédio mais forte que existe até o momento, a gente acha que ele vai ser ideal para a intensificação. O maraviroque também é bom porque, além de funcionar como antirretroviral, diminui a inflamação das pessoas. Ele tem também tem o papel de acordar as células latentes. Acreditamos que essa será uma associação muito promissora.
    Quantas pessoas participam deste estudo no Brasil?
    Serão recrutados trinta pacientes. Este é um estudo piloto, considerado prova de conceito. Todos os estudos para cura são assim: pega-se uma quantidade pequena de pacientes e tenta-se determinar se o estudo se aproxima, no caso, da diminuição da quantidade de vírus no corpo e da inflamação. Neste momento, estamos recrutando um grupo no qual acreditamos que a cura vai ser mais fácil. São pessoas que foram tratadas relativamente cedo e nunca tiveram o CD4 menor do que 305. Assim, sabemos que a quantidade de células latentes que o paciente tem é menor e isso facilita a eliminação das mesmas. O paciente também precisa estar com a carga viral indetectável por pelo menos dois anos. Eles serão divididos em vários braços do estudo e, no decorrer das pesquisas, vamos entender direito o que está funcionando, o que está melhor. Assim, poderemos escolher as melhores estratégias e até remanejar um voluntário de um braço da pesquisa para o outro.
    Qual é a relação entre o tratamento precoce do HIV e a cura da aids?
    Como eu falei, o vírus vai entrando em latência e essa é uma barreira grande para a cura. Uma quantidade de células simplesmente se desliga e o vírus fica lá quietinho. Essas células latentes vão aumentando de forma progressiva. Depois de um ano de infecção, a pessoa tem mais células latentes do que tinha no momento que ela se infectou. Depois de dois anos, ela tem mais ainda, então, quanto mais o tempo passa sem tratamento, mais as células aumentam. As pessoas que tratam mais precocemente estão mais próximas da cura porque têm uma barreira menor a ser vencida.

    O senhor já disse que o HIV não infecta nenhuma célula definitiva do corpo humano, como os neurônios. Pode explicar isso?
    O HIV, para entrar nas células, precisa de alguns receptores, como CD4, CCR5, CXCR4… O que descobrimos é que no corpo há células que são produzidas, morrendo e sendo substituídas. Outras são definitivas e são justamente as que não têm esses receptores. Descobrimos que o HIV não infecta estas células definitivas. Então, isso é uma evidência de que podemos curar as pessoas. Se a gente eliminar todas as células infectadas pelo HIV, a gente cura, como já aconteceu. Foi o caso do paciente de Berlim.
    O vorinostat, medicamento usado no tratamento de câncer, pode ajudar a ativar as células escondidas?
    Estamos usando um medicamento que não é o vorinostat, mas é da classe dele. É uma classe conhecida como inibidor das deacetilase, que faz com que o vírus acorde. Existe um outro melhor ainda que está sendo testado, o panobinostat. Durante o estudo in vitro, a gente descobriu que a vitamina nicotinamida, que é também um inibidor de deacetilase istônica, é muito mais potente para tirar a latência do HIV.
    Essa é a principal novidade desse estudo sobre cura?
    Têm várias novidades. É o único estudo no mundo que vai fazer a intensificação com dolutregravir. O único que está usando dois medicamentos para a intensificação. A terceira novidade é que estamos usando ácido valpróico. E é a primeira vez, também, que usamos sal de ouro em seres humanos e vacina de células dendrítica em estudo de cura.
    O que podemos esperar primeiro, a cura da aids ou uma vacina preventiva?
    Acho que estamos mais longe da vacina preventiva. Primeiro, vem a cura da aids. Todos os estudos de vacina têm sistematicamente falhado. Mas há cientistas que acreditam na vacina.

  5. D Pr, olha o que o Luquinha falou
    O cara é foda, to falando, logo logo, ja era esse intruso, valeu Luquinha, continue nos informando e pesquisando, mais e mais, te ajudaremos tambem.

  6. Matheus diz

    Promissor esse estudo do pesquisador Ricardo Diaz…obrigado Luquinha,D Pr,EGC por sempre nos informar com essas novidades,abç a todos…

  7. Luquinha diz

    EGC estava em São Paulo quando li a matéria, vim no avião pensando , gente vai ser muito bom estar livre deste intruso , como o jovem positivo posta aqui façam exercício fisico ,tomem yakult (mais e 1 por dia) os nossos sonhos não vão acabar , quero ser pai , mais tomei uma decisão vou adotar 2 crianças e vou fazer de tudo para adotar com hiv , não sei se há algo que impeça, pois tenho um contrato com juristas mais infelizmente não posso tocar no assunto , mais quem sabe os grandes profissionais da comunicaçao postem algo .
    Vou fazer uma segunda minha segunda coleçao de grau desta vez será letras rs coleçao ta rsrsrs quem me dera ter tempo
    Quem me viu e quem me ver, criei ate um e-mail para contato luquinhacarioca40@gmail.com

    Seremos a geração da cura e isso me deixa feliz , lembro que postei que a cura estava proxima e fui criticado mais quero e novidade ,se nem este virus intruso me derrubou não vai ser insignificantes opiniões que vai me afetar.
    Mais vamos falar de coisas boas , da cura muito boas notícias viram , estou acompanhando tudo e sei que o Brasil vai se dar bem nessa rsrs .

    Se preparem para a festa ,quero todos aqui no Rio de Janeiro

    Temos que ter um nome na bancada do Congresso Nacional , Prazer Alexandre , Da Matta , J ovem positivo

    ainda não sabemos, só sei que temos pessoas competentes.

    Saiba que notícias viram , setembro será um bom mes e Dezembro melhor ainda rsrsrs

    Boa noite!

    • paraense+ diz

      Luqinha , não esqueça da Beatriz Pacheco !. Grande ativista da causa e, exemplo de superação, na qual muito me espelho !.

    • way diz

      Nossa, essa notícias me deram um alívio muito grande, muito Obrigado!!

  8. desbravador diz

    Por incrível que pareça, o IMPA(Instituto de Matemática Pura e Aplicada), é desconhecido por grossa maioria dos brasileiros, inclusive muitos cariocas, os quais residem na cidade sede do instituto. Este centro é o maior instituto de pesquisas em matemática do Brasil e, sim, um dos maiores do mundo. Constrangedor as pessoas desconhecerem sua existência, na verdade.Recentemente uma aluna brilhante desta instituição defendeu sua tese de doutorado cujo tema de estudo foi justamente o HIV, sua replicação e, inclusive, a influência do tratamento. Deem uma olhadinha no pdf abaixo( a tese da moça). Evidentemente não espero que ninguém entenda(rsrsrsrsrsrrs). Afinal, trata-se de matemática hardcore. Mas olhem o sumário e se surpreendam com a sigla “HIV” dominando todo o espaço de um trabalho de ponta em matemática. Dá pra ter também uma idéia de como o problema já atrai os olhares dos vários campos de conhecimento, bem como dá a dimensão da complexidade dele.Eis o pdf:

    http://www.impa.br/opencms/pt/ensino/downloads/teses_de_doutorado/teses_2015/Nara_Bobko.pdf

  9. GB diz

    Pessoal, não sei se é o post ideal mas eu preciso saber de vocês, como positivos. Ao começarem o tratamento, vocês notaram mudanças na aparência física? Estou com muito medo de ficar com aquela aparência seca, olhos fundos. Isso está me tirando o sono! Me contem o que vocês notaram após o início do tratamento na mudança física de vocês. Eu fico grato desde já por toda a atenção, tenho que começar o meu tratamento mas por causa desse medo, eu ainda não tive coragem.

    • Digo diz

      GB, logo no início perdi uns quatro quilos e teve gente notou.
      Porém, nada que demonstre um aspecto de gente doente.
      Eu dizia apenas que havia parado com a cerveja – o que era verdade.
      Em alguns meses, meu peso voltou à normalidade – e até tô melhorzinho que antes, pois agora tô malhando…
      Então, não se preocupe com isso.

    • DD+ diz

      Meu querido…No meu caso eu tava perdendo peso antes de iniciar o tratamento e tbm logo dps do diagnostico, apos 6 meses em tratamento meu peso voltou ao normal e ate meu cabelo parou de cair. abs

  10. Tonzinho diz

    Pessoal me ajudem por favor. Descobri minha sorologia dia 30/07/2015 e nos exames deu 700 de cd4 mas incríveis 415.000 de carga viral. Minha infecção é muito recente. A minha preocupação é que o médico disse que não vai iniciar o tratamento pois estou na fase aguda e boa quantidade de cd4. Me passou exames pra acompanhar a carga viral em outubro. Ta certo isso gente? Eu achei que iria começar logo o tratamento, to com medo de piorar e sinto que quanto mais tempo eu demoro pra começar é pior.

    • MB+ diz

      Tonzinho.

      É extremamente portante o início do tratamento com os arvs mesmo no seu caso pois já é comprovado que pessoas que iniciam o tratamento precoce tem maiores chances de controle viral bem como uma inflamação menos comprometedora .
      Sugiro que você inicie seu tratamento o mais breve possível pois já consta no novo protocolo que pessoas independente de cv ou níveis de CD 4 podem e devem fazer o uso dos arvs.

    • zed diz

      Tonzinho, pelo que eu já li, quanto antes vc começa com o tratamento menos vírus vão para os reservatórios onde os remédios não os alcançam. Dá uma lida na postagem do EGC do dia 15/08 aqui acima, sobre um estudo que vão recrutar pessoas que começaram o tratamento cedo e teriam menos vírus “escondido” o que facilitariam uma possível cura. abs.

  11. rapaz diz

    Bom dia! Acho importante relatar aqui uma experiência muito boa pela qual estou passando..
    Ha 1 ano em tratamento e Indetectável, contei ao meu namorado (sorodiscordante) nessa última sexta sobre minha sorologia, ele me apoiou em todos os sentidos, disse que me adora e o resultado foi uma noite de amor incrível!

    Então galera, não ha por que ter tanto receio assim! Meu namorado tem apenas 22 anos e me deu um show de maturidade e prova de amor! Eu com 27 anos não esperava tamanha aceitação e carinho! Sei que tem pessoas que infelizmente não aceitariam assim, mas tenhamos fé!

    Um abraço a todos!

  12. Triste + diz

    Olá pessoal, boa noite.
    É a primeira vez q escrevo no blog depois te ensaiar muito e ter coragem para isso.
    Preciso muito do apoio de vcs. Descobri ser soro + no dia 13 de abril de 2015, desse dia em diante minha vida acabou. Não tenho mais vontade de trabalhar, estou numa depressão tão profunda q não há médico e nem remédio que consiga me ajudar. Me sinto um condenado e não consigo enxergar uma luz no fim do túnel para que eu possa ter alegria de viver novamente. Cada dia que se passa fico mais debilitado em todos os sentidos. Hj passei mal e fiz um hemograma na qual deu como resultado Anisocitose +. Não consegui compreender direito, apesar q é algo relacionado com anemia. Não sei mais o que fazer, pois qualquer problema que aparece, logo de imediato já vem em minha mente que o HIV está acabando comigo e não tenho muitas expectativas boas pra minha vida.
    Me desculpem pelo desabafo, mais preciso muito houvir um conselho de vcs.
    Grato. Abraços a todos.

    • Thiago diz

      Acredito que todos passamos por algo semelhante quando descobrimos. Me descobri em meados de maio/junho, inclusive após alguns resultados negativos, e sem praticas inseguras, no entanto consegui me manter melhor do que já imaginado para situação semelhante. Comece a tomar a medicação há uns 2 meses, somente recomendo: nao leia a bula…rsrs. Nao tive absolutamente nenhum efeito colateral, o unico constrangimento é ir ao posto de saude buscar remedio. No inicio, um simples nariz congestionado eu ja pensava estar com pneumonia, sentia grande medo, náo propriamente de morrer, mas de ficar doente. Hoje estou bem mais tranquilo, procurando levar a vida o mais normal possivel. Inclusive tenho me sentido mais forte, e por incrivel que parece menos sujeito a doencas. Tem um comentário incrivel neste blog que infelizmente náo saberei o link, mas que em resumo sugere que o hiv é hoje mais simples que uma diabetes, onde vc precisa se injetar todos os dias….Claro que talvez seja um pouco romantica essa visao…mas pra que pensarmos de forma tao negativa. É 1 comprimido por dia, tente encarar com a simplicidade disso.

      • Triste + diz

        Já faz três meses q tomo o 3×1 e suponho que nada de reação aconteceu. Ainda tenho muitas barreiras para ir na infectologista, pois não consigo aceitar essa nova realidade e nem a medicação consigo buscar. Tem uma pessoa conhecida que sabe da minha sorologia e ela quem pega pra mim. No mês de setembro tenho que fazer outro exame de carga viral e cd4 pra ver se o medicamento está sendo eficaz. Logo quando descobri a sorologia meu exame tinha dado cd4 = 1050 e carga viral = 39000 cópias. Vivo agora num mundo de pesadelos e medos. Parece q estou desistindo de sonhar e concretizar meus sonhos, pois o medo e a falta de esperança é maior do que eu.

        • wolf diz

          Cara, é uma barra muito pesada mesmo de levar. Imagino que seja pior no início. Entendo muito bem do que está passando, pois tenho apenas 1 mês a mais de diagnóstico do que você. Deixo o meu e-mail para que possamos nos falar de maneira aberta sobre isso, pois vivo altos e baixos, com crises bem fortes como a situação que você relatou. howling_wolf@hotmail.com
          Às vezes é muito complicado de não se deixar abater diante desta situação. Eu, assim como você, também nunca me expus ao risco de maneira consciente. Nunca transei sem camisinha durante toda a vida e cá estou. Me apego às pessoas que mais amo nos momentos de fraqueza: namorado, família, amigos e ainda assim é muito difícil em muitos dias.
          Não desanime e sinta-se à vontade para fazer contato por e-mail caso precise. Tenho um grande amigo aqui que me já me amparou em dois momentos muito críticos e sinto que devo seguir os passos dele e também estender a minha mão. Ajudar também nos faz bem.
          Um forte abraço e fique bem.

        • Luquinha diz

          Triste nao tenho muito tempo , procure entrar domingo dia 23 abraços

      • Bruno diz

        Thiago, duas coisas me chamaram a atenção no seu relato: 1) De que vc teve alguns exames negativos antes do positivo. Não entendi muito bem….vc fez vários num mesmo período de tempo e só o último deu positivo? 2) Vc relata que não tinha práticas inseguras. Desconfia como foi contaminado? Agradeceria se pudesse me responder. Grande abraço!

        • Thiago diz

          Em março fiz dois exames, sendo um teste rapido e o outro normal, ambos negativos. Ja relatei em outro momento, inclusive tendo algumas respostas ironicas, que a unica possibilidade seria pelo sexo oral, onde acabou ocorrendo ejaculacao….

          • Bruno diz

            Thiago, acompanho o blog há algum tempo e vários já relataram que foram contaminados pela prática do sexo oral. Acho que a lenda de que sexo oral tem pouquíssima chance de contágio, está caindo por terra. Grato pela resposta.

          • BYA diz

            Oi Thiago tudo bem? Vou lhe fazer uma pergunta responda se quiser tudo bem… Pq vc fez exames um atras do outro sendo q vc não tinha nenhuma situação de risco?? Ou vc tinha costume de fazer mês sim mês não? Como foi esse do negativo pra descoberta.

  13. Triste + diz

    Vc tem razão Thiago. Preciso de alguma forma tentar me desprender dessas situações q qualquer espirro q eu der significa q estou totalmente doente. Infelizmente minha cabeça está dessa forma, ando totalmente apavorado e inseguro com tudo. Mais creio q vai passar e tudo vai ser resolvido.

    • Thiago diz

      Meu primeiro cd4 deu 298 e minha CV 100 mil….Isso me deixou ainda mais preocupado, visto que, em tese, estaria me descobrindo logo apos a fase aguda…Meu cd4 hoje ja esta em 415, menos de 2 meses de tratamento, nao sei ainda minha atual cv, isso me deu mais animo tb. Seu cd4 está excelente. Fique tranquilo…e mantenha a medicacao.

  14. MB+ diz

    Triste +

    Que tal iniciarmos essa conversa trocando esse Nick? Sei que seria difícil ser um feliz + mas triste não deve ser.
    Outra sou uma pessoa que vive com esse bostinha há mais de nove anos e sabe o que mudou na minha vida…nada …sim nada …tirando o fato de tomar um comprimido por dia e ter que ir ao médico 3 vezes por ano o resto nada mudou.
    Vivo…sonho…namoro…Vou pras baladas …brinco …vivo a vida…pois mesmo com o hiv ela a vida não me deixou…e não será esse merdinha que fara que eu a deixe.
    Olha sei que é difícil …sei que é duro …triste até. ..mas pare pense…olhe ao seu redor veja o mundo…veja você …o que mudou?
    Nada né?
    Então vamos botar a bola da vida para rolar …vamos começar o jogo do viver…e tenho certeza que essa sua partida já está ganha …e olha de goleada …pois você é um vencedor e o vírus esse carinha é um perdedor nato .

  15. Triste + diz

    Obrigado pela força MB+. Tinha certeza q iria encontrar aqui muitos amigos pra dar suporte e me ” colocar pra cima”. Não vou esconder de vc e nem de vcs, está sendo muito difícil conviver com esse diagnóstico. Eu mesmo me sinto com complexo de inferioridade. Me acho diferente de todos e quase nem consigo ficar perto dos meus amigos, pois mesmo eles não sabendo, me sinto totalmente envergonhado. Na minha cabeça sempre fica se passando ” que não sou mais igual a eles”. Mais tenho certeza q esse sentimento vai passar, que essa mania que estou de achar que estou muito doente ( nem se for por causa de um espirro) , enfim, tenho esperanças que de tudo certo. Muito obrigado pelo carinho e atenção. Um grande abraço.

  16. Triste + diz

    Wolf
    Já mandei um email pra vc.
    Muito obrigado por tudo. Só tenho q agradecer muito a todos vcs que estão me dando essa força.

  17. Tonzinho diz

    Bom dia pessoal, eu marquei uma consulta com um novo infectologista do meu convênio pro dia 31/08 e vamos ver se ele me passa ou não o tratamento desta vez, to querendo me tratar logo pra não subir minha Cv ou então piorar o vírus latente. Sou recente e tenho esperança de ficar indetectavel, eu me surpreendi com meu estado psicológico e emocional no dia seguinte à descoberta, estou tranquilo e só penso em me cuidar etc, além do mais, a vida é pra se viver, e eu me sinto bem, isso que importa, o que aconteceu já foi, agora é bola pra frente e conviver com isso. Meu apoio ao Triste +… Abraço pessoal.

  18. Triste + diz

    Tonzinho
    Obrigado pela força.
    Com certeza tudo vai dar certo para nós todos. Tenho certeza que você vai começar seu tratamento e plena convicção que ( ele) vai te fazer bem.
    Olha estou totalmente fragilizado com toda essa situação, mais o que eu poder ajudar…conte comigo.
    Um grande abraço e fique bem.

  19. Luizão02 diz

    Vou fazer o teste, na segunda, em um CTA de outra cidade… É muito provável que dê positivo, haja vista que minha esposa teve herpes zoster e minha língua está completamente branca. Mesmo assim, abalado emocionalmente, com a ansiedade e neurose não me permitindo trabalhar, tenho esperança e fé de poder trazer o mínimo de felicidade para o meu lar. Minha esposa é meu Anjo, que já me concedeu o perdão, antes mesmo do diagnóstico. Os meus país, fazem questão de estarem conosco, nesse momento. Sendo assim, por que não lutar e ser feliz? Mas, evidentemente, é muito difícil este momento. Portanto, serei ousado e contarei com o apoio dessa galera aqui. Abraços!

  20. Triste + diz

    Luizão 02
    Amigo como vc não tem nada definitivo, vamos pedir e torcer para que nada aconteça com vc e com a sua família. Se infelizmente ( acontecer) de ser um exame positivo, vc pode ter certeza que vai encontrar pessoas muito boa aqui, que sempre tem uma palavra de apoio para te fortalecer.
    Abraços e que Deus lhe proteja.

  21. GompMais diz

    Tudo bem galera?!

    No dia 31/07/2015, recebi a confirmação a partir do Western Blot que eu estava soropositivo. Nos 10 dias que se seguiram entre o resultado do 1º ELISA e o Western Blot, morri um pouco a cada dia, não conseguia comer, nem dormir. Perdi 4kg. Senti-me completamente desconstruído, com medo, raiva, decepção e impotência, pois não havia como fugir de toda aquela/essa situação; não era possível fugir de mim mesmo. Havia ido ao médico e pedido alguns exames de rotina e entre eles solicitei que fosse incluído o de HIV, e quando fui buscá-los, notei que o resultado deste último era o único que não estava entre os papeis. Questionei o funcionário do laboratório e ele me informou que havia ocorrido uma alteração e que a conclusão do exame era indeterminada, portanto seria feito outro exame ELISA com a mesma amostra, embora em um outro laboratório. Quando saí do laboratório, liguei para o meu namorado, com o qual me relaciono há 8 anos, e lhe contei sobre a provável descoberta. Foi o único momento em que ele chorou. Secado as lágrimas, disse-me que estaria comigo para o que desse e viesse. Pedi que ele imediatamente procurasse um médico para providenciar os pedidos dos próprios exames. Até hoje meu namorado continua inabalado e confiante quanto ao presente e ao futuro, ao não mudar ou interromper nenhum de seus planos. A partir daquele momento, desesperado e sem muita perspectiva, passei a buscar informações sobre este mal pela internet, sobre possíveis falsos positivos e suas causas. Eu havia tomado a vacina contra a gripe H1N1 e este era o único lapso de esperança que eu tinha de que o diagnostico não fosse confirmado. Houve a coleta de uma segunda amostra de sangue um dia após ter sido informado que o 2º ELISA resultou-se reagente.Dia 31/07, o funcionário do laboratório telefonou-me e disse que o Western Blot estava pronto. Perguntei a ele se a notícia era boa ou ruim, e ele com uma voz de consternação respondeu-me: “ruim”. Corri até o laboratório, conversei um pouco com o tal funcionário, e ele me disse que comunicaria o fato à Secretaria de Saúde da cidade e que posteriormente, o pessoal me ligaria. Informei a ele que não iria fazer o tratamento naquela cidade, cidade pequena, cerca de 100mil hab., lugar onde não tenho vínculo, a não ser profissional. Disse-lhe que o faria na cidade vizinha, a qual possui tratamento público, reconhecido como referência no estado e no país. Corri até o meu serviço, meio desorientado, falei a minha chefe que precisava viajar naquele instante, era por volta da 15hrs, porque precisava resolver um problema pessoal muito sério e muito grave. Ela me liberou imediatamente e apenas me perguntou se não era algo com a minha mãe. Peguei a estrada, cento e poucos km, no meu carro, fui direto para a casa de meu namorado, onde quando cheguei, abracei-o e chorei como em um desabafo. Não sou de chorar, sempre fui muito seco e sem dramas, mas ali, naquela hora não consegui controle. Os exames dele ficariam prontos no inicio da semana seguinte, no entanto, já havíamos marcado consulta no ambulatório. Minhas férias anuais do trabalho havia se iniciado. Ele recebeu seus resultados e infelizmente descobriu-se também soropositivo. Vi nos olhos dele a decepção. Tempos depois, no carro, só nós dois, ele me disse que era melhor assim, que agora seriamos nós dois, seriamos um só, um a cuidar do outro e que tudo daria certo. Chegamos ao Cta, onde fomos muito bem atendidos. Os testes foram confirmados, e ouve também a realização de outros exames rápidos. A enfermeira chefe deu-nos total atenção e apoio, ao conversar, esclarecer e nos contar algumas historias de otimismo, tudo isso por cerca de 1hr.
    Como entráramos de férias e já havíamos comprado passagens para o nordeste e a estadia já estava paga, a enfermeira disse-nos que poderíamos viajar tranquilamente e aproveitar o passeio. Antes da viagem fizemos a coleta de material para as contagens de Cd4 e Cv, dentre outros testes, os quais buscaríamos na volta. Eu e meu namorado acordamos de mantermos a nossa condição somente para nós dois, nada de familiares, amigos ou conhecidos. O preconceito e o estigma são mais letais que o Hiv e também não quero matar minha mãe que me ama tanto com uma notícia dessas, dado a sua idade e seu instinto superprotetor. Combinamos também de seguirmos o tratamento na rede particular, tanto consultas medicas, quanto exames, pois queremos privacidade nessa caminhada, a qual espero ser de muita qualidade de vida, respeito, coragem e amor. O médico que faremos o tratamento é um dos mesmos que atendem no ambulatório e foi indicado por um enfermeiro do cta e pela enfermeira chefe. No momento estou bem mais tranquilo quanto a minha recente condição. Li muito sobre a doença, tratamento e principalmente, relatos de pessoas, principalmente neste blog, gente de verdade, corajosas, racionais e esclarecidas, que demonstram suas angustias sem deixar que a vida seja vivida, sem que a vida deixe de ser como ela é, foi e sempre será; ácida, difícil, mas ao mesmo tempo inspiradora, fonte de esperança e repleta de momentos suaves e de satisfação.
    Em continuidade, na data de hoje, buscamos nossos exames e tivemos a primeira consulta com o médico-infecto. Os exames de meu namorado deram Cd4 1044 Cv 2000, e uma leve alteração das enzimas hepáticas. Nos meus constatou-se Cd4 997 Cv 19980, plaquetas 135(um pouco baixa) e vdrl 1/8. O médico disse que os exames estão excelentes. Eu já havia tratado de sífilis há 3 anos, tanto que nos exames de rotina que eu havia feito junto do 1º ELISA, há um mês, havia trazido o resultado 1/1, mas mesmo assim o médico disse que eu poderia ter me reinfectado e me pediu o exame de coleta de liquor. Ele disse que caso confirme-se o diagnóstico de sífilis não haverá maiores problemas em tratar e curá-la, e o que importa é fazer uma coisa de cada vez. No caso do meu namorado, ele disse para aguardar 1 mês para o retorno, após fazer novo exame hepático e suspender o anti-inflamatório que estava tomando.
    O médico disse que não devo me privar de nada, que minha vida será bem parecida com o que era antes, que só não será se eu não quiser ou se não seguir o tratamento, que posso viver mais de 80 anos, tenho 35 no momento. Disse que o pode incomodar é a assiduidade com os remédios, que não preciso deixar de fazer nada do que eu já fazia, pois caso deixasse, o tratamento não faria sentido. Disse que viveremos normalmente. Disse para não nos preocuparmos com os efeitos dos remédios, pois na hora certa, em conjunto conosco, analisará nossas rotinas e particularidades para propor o melhor esquema e que iniciaremos a medicação somente depois de resolvermos as questões relacionadas à sífilis e a situação hepática do meu namorado, além de ter nos dado a opção de iniciarmos ou não com o coquetel devido aos resultados dos nossos atuais exames. Ele disse para não compartilhamos nossa situação com ninguém, pois continuamos a ser normais.
    Ele disse que posso continuar a tomar meus suplementos alimentares, e fitoterápicos, são mais de 20 comprimidos por dia kkk, além do Whey, praticar meus esportes e trabalhar normalmente. Eu e meu namorado somos atletas e somos atléticos, pratico atividade física desde os 6 anos de idade e musculação faço há mais 13, corro e me alimento muito bem. Quando soube do resultado do exame abandonei o álcool e as noitadas, no entanto, o médico disse que não me tiraria nada. O que é prejudicial o é para todas as pessoas, soropositivas ou não. Hoje, agora, estou tranquilo e a tristeza não me acomete, embora tenha sentido incomodo quando o médico no laboratório ao colher meu liquor espinhal, perguntou-me, próximo a enfermeira, bem baixinho, se eu tinha Hiv. respondi que não. Ele é médico e sabe que esse procedimento é mais comum em soropositivos, haja vista a relação com a sífilis. Então não considerei apropriada a pergunta naquele momento e daquela forma, mas vamos deixar os ressentimentos p’ra lá, não tenho mais meu tempo p’ra isso… Ufaa é isso aí, vlw demais e desejo tudo de bom e muitas conquistas a todos!!! Um grande abraço!!! La vita è adesso!!!

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