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A palavra final do HPTN 052


Por Keith Alcorn em 21 de julho de 2015 para o Aidsmap

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O fim do acompanhamento do estudo HPTN 052 sobre tratamento como prevenção não mostra qualquer evidência de transmissão do HIV a partir de pessoas com carga viral indetectável a seus parceiros, quatro anos depois da divulgação dos primeiros resultados do estudo, os quais demonstraram que o tratamento antirretroviral iniciado cedo reduz o risco de transmissão do HIV em 96%. Esses resultados foram apresentados pelo professor Myron Cohen na 8ª Conferência Internacional da Aids Society sobre Patogênese do HIV, Tratamento e Prevenção (IAS 2015) em Vancouver, Canadá, nesta segunda-feira.

Myron Cohen na IAS 2015. Foto ©Steve Forrest/Workers' Photos/IAS

Myron Cohen na IAS 2015. Foto ©Steve Forrest/Workers’ Photos/IAS

Descrevendo estes resultados como “a palavra final” do HPTN 052, o professor Cohen, da Universidade da Carolina do Norte em Chapel Hill, apresentou a análise final do estudo, o qual, em 2011, demonstrou que o tratamento antirretroviral iniciado cedo reduzia muito o risco de transmissão to HIV entre casais sorodiscordantes. A análise comparou as taxas de transmissão entre dois grupos do estudo: o grupo com tratamento deferido, no qual as pessoas diagnosticadas com HIV começaram o tratamento quando a contagem de CD4 atingiu 240 células/mm3 ou quando desenvolveram uma doença definidora da aids antes disso; e um grupo que começou o tratamento de imediato, no qual as pessoas com contagem de CD4 entre 350 a 550 células/mm3 começaram imediatamente o tratamento. A análise preliminar mostrou uma redução de 96% no risco de transmissão do HIV.

A análise final se baseou em 1.762 casais, dos quais 1.171 (66%) mantiveram acompanhamento (603 de 886 no grupo de tratamento imediato e 568 de 877 do grupo de tratamento deferido). O estudo acumulou 9.822 pessoas-ano de acompanhamento com participantes soropositivos.

Aconteceram um total de 28 infecções comprovadas geneticamente ao parceiro soropositivo inscrito no estudo até o momento da divulgação da análise preliminar, em 2011. Uma destas infecções se deu no grupo de tratamento imediato e 27 no grupo de tratamento deferido. Esse resultado representa uma redução de 96% no risco de transmissão.

O professor Cohen disse que essa análise representa uma estimativa conservadora da eficácia, uma vez que as infecções que ocorreram depois que o tratamento foi iniciado se deram quando a carga viral ainda não estava indetectável.

Depois da análise preliminar e da oferta de terapia antirretroviral a todos os participantes no grupo de tratamento deferido, ocorreram um total de nove transmissões comprovadas geneticamente: duas no grupo de tratamento imediato e sete no grupo deferido. Isso representou uma redução de 72% no risco de transmissão, mas globalmente o risco associado ao tratamento precoce foi reduzido em 93%. O professor Cohen disse que essa análise representa uma estimativa conservadora da eficácia, uma vez que as infecções que ocorreram depois que o tratamento foi iniciado se deram quando a carga viral ainda não estava indetectável.

Momento das infecções mostra uma janela de risco nas primeiras semanas após iniciado o tratamento

No geral, oito infecções ocorreram depois que o parceiro soropositivo havia iniciado tratamento: quatro logo depois de iniciado o tratamento e quatro após falha virológica do tratamento. Susan Eshleman da Johns Hopkins University apresentou os resultados de uma análise detalhada destas transmissões, usando testes de sangue e análises genéticas para identificar quando elas ocorreram.

A análise usou técnicas de análise genética para determinar quanto o vírus no parceiro infectado havia evoluído, comparado ao vírus do parceiro que foi a origem da infecção, além de teste de antígenos, anticorpos e carga viral, para estimar quando a transmissão ocorreu. Em todos estes quatro casos, estima-se que a transmissão ocorreu antes que a supressão viral tenha sido alcançada no parceiro originalmente soropositivo. O tempo entre a infecção e o diagnóstico variou de 35 a 84 dias depois do parceiro originalmente soropositivo ter começado o tratamento, o que reforça a importância de aconselhamento sobre o risco de transmissão durante os primeiros meses de tratamento.

Um outro painel apresentado por Jessica Fogel mostrou que probabilidade cumulativa da supressão viral no parceiro originalmente soropositivo era 46,4% depois do primeiro mês, 78,5% depois de três meses e 89,4% depois de seis meses. Mais tempo para a supressão viral foram associados a uma carga viral inicial mais alta. A análise da supressão viral também levou em conta as falhas de tratamento que ocorreram no estudo. 93 pessoas no grupo de tratamento imediato e nove pessoas no grupo de tratamento deferido experimentaram falha de tratamento.

O professor Cohen lembrou que embora os resultados tenham sido explicados para todos os participantes do estudo no momento da divulgação dos resultados, em 2011, quanto foi oferecido tratamento antirretroviral a todos os participantes do estudo, 16% dos participantes do grupo de tratamento deferido recusaram tratamento no primeiro ano, 7% recusaram tratamento no segundo ano e 2% recusaram tratamento até o final do estudo. O professor Cohen afirmou que os participantes geralmente explicavam sua relutância em iniciar o tratamento se referindo à suas contagens de CD4, as quais eles não enxergavam como alarmantes — uma cultura de limites de CD4 que precisa ser modificada entre pacientes e médicos, sugeriu o professor.

A análise genética mostrou que 37% das infecções que ocorreram no estudo não estavam ligadas ao parceiro soropositivo inscrito no estudo; em outras palavras, a fonte da infecção veio de alguém que não o parceiro estável inscrito no HPTN 052. Em ambientes com alta prevalência de HIV, isso reforça o fato de que, se o relacionamento estável não é exclusivo, é preciso uma combinação de estratégias de prevenção na comunidade para reduzir o risco de transmissão.

“O tratamento antirretroviral é um meio durável na prevenção do HIV entre casais heterossexuais.”

“O tratamento antirretroviral é um meio durável na prevenção do HIV entre casais heterossexuais”, disse o professor Cohen na conferência de imprensa. “Não vemos qualquer razão para não ser efetivo entre homens que fazem sexo com homens.” Ele também sugeriu que as pessoas acompanhem os futuros desdobramentos do estudo Partner, que também não reportou qualquer transmissão entre homens cujo parceiro soropositivo tinha carga viral indetectável, na análise preliminar divulgada em 2014.


Referências:
Cohen M et al. Final results of the HPTN 052 randomized controlled trial: antiretroviral therapy prevents HIV transmission. 8th International AIDS Society Conference on HIV Pathogenesis, Treatment and Prevention, Vancouver, abstract MOAC0101LB, 2015.
Eshleman S et al. Treatment as prevention: characterization of partner infections in the HIV Prevention Trials Network 052 trial. 8th International AIDS Society Conference on HIV Pathogenesis, Treatment and Prevention, Vancouver, abstract MOAC0106LB, 2015.
Fogel J et al. Identification of factors associated with viral suppression and treatment failure when antiretroviral therapy is used for HIV prevention: results from the HIV prevention trials network (HPTN) 052 trial. 8th International AIDS Society Conference on HIV Pathogenesis, Treatment and Prevention, Vancouver, abstract MOPEC417, 2015.
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62 comentários

    • cris diz

      Comeceo tratamento com dolutegravir faz dois meses. Estava com carga viral em 70.000 copias e cd4 de 470…… 20 dias depois tinha carga viral indetetavel e cd4 subiu para 600. Tomo o dolutegeavir + kivexa, ou seja doia comprimidos antes de deitar. Aqui em Portugal temos ja o dolitegravir e foi agora aprovado o triumeq ou seja o kivexa com dolutegravir e irei passar a tomar apenas um comprimido por dia :). Efeito secundarios? Enjoo leve durante 3 semanas, agora dois meses depoos sinto me totalmente bem 😉

      • Ricardo - Guarulhos diz

        D_Pr se puder me esclarece estas dúvidas: 1) Eu tomo o 3X1 e minha CV está indetectável, com CD4 acima dos 700…no caso de eu querer participar desta consulta publica terei que parar com minha medicação e começar a tomar o Dolutegravir ? E o que seria “falha virológica do tratamento”? Abração.

        • D_Pr diz

          Não Ricardo! Como estávamos conversando com alguns amigos, não se mexe em time que está ganhando.

          É apenas para saber sobre a incorporação dele no SUS.

  1. Matheus diz

    Nossa gente é uma chuva de notícias boas sobre a evolução do tratamento do HIV…logo ele vai se render 🙂

  2. Rafael diz

    Pois é, esse ano tivemos muita notícias boas! Acho que até 2020 teremos a tão esperada notícia! Tem email matheus?

    • Luquinha diz

      Não vou participar de enquete coisíssima nenhuma , só porquê falou que tenho erros de português.
      Quero ver quando eu postar assim ; saiu a gura da aids , ai você nem vai ver erros né (professor)

      • D_Pr diz

        O que está acometendo meu nobre amigo Luquinha? Guando sair, festejar-se-a e tudo será esquecido!

      • Paraense + diz

        Kkkk! Grande Luquinha. Estou vivendo de tanto rir !. Vinganca e um prato que se come frio, não e mesmo ?.

  3. Caua+ diz

    Pesquisas comprovando cada vez mais, q somos parceiros seguros estando indectaveis!!!

  4. Luquinha diz

    Vocês estão gostando das notícias é ?

             Vocês ainda não viram nada !
    
      • daniel diz

        luquinha!sabe ja tomo os antiretrovirais desde o mes 10 do ano passado, comecei tomando 3 comprimidos diferentes, agoraa tomo esse 3em 1 ai.nao mais falei com ninguem, sobre o assunto e nunca mais comentei com alguem aki sobre cura sobre, tratamento, sobre nada mesmo, fico na duvida, vou ao medico, ele so me da a receita, e vou embora, ando num dilema q so eu sei, minha familia nem sabe d nada, como e dificil estar sozinho, vc nem imagina,sera q vamos ter alguma coisa boa pela frente?tenho minhas duvidas, acho q vamos morrer e a cura nao vai sair , tomara q nos tenhamos ao menos esse medicamento q tomamos agora disponivel pelo sus, se tiver boas noticias me avise por favor, meu email e fredh_2007@yahoo.com.br abraços,

        • Luquinha diz

          Daniel bom dia,fique bem te aconselho não falar pois o preconceito e muiti grande , procure um profissional e converse caso seja o caso , esta chegando boas notícias, Setembro também sera um mes muito bom e 2016 melhor ainda e vamos torcer que as novas drogas venha como veio o tratamento da hepatite c , nao tenho muito tempo mais te digo o mais importante e que esteje bem , siga o tratamento certinho e se puder tome todos os dias 1 yakult, pois vai te fazer bem .

          Beijos pra ti .

          • Luquinha diz

            Daniel voltei rs confie vai dar tudo certo ,tem pessoas que venceram um furacão, nós apenas ventos ,nada que não possamos suportar, agora podemos dizer e uma questão de tempo ,conte comigo (quando eu digo tempo não e que eu sei de datas , mais posso dizer que o pior ja passou e melhor estar por vir)você e de onde?

            • fred dah diz

              luquinha . sou do parana .sabe ,ja uso os medicamentos desde o mes 10 do ano passado,começei cos 3 comprimidos diferentes, hoj so tomo o 3×1, nao sinto  nada de diferente, nenhum efeito colateral, absolutamente nada, parece q nao tomo nada, e dificil acreditar q estou nessa condiçao de ser soropositivo,fui em outro medico alias uma medica. na hora da consulta nao tive coragem de dizer q sou soropositivo, enfim, ela vai saber, pois mandou eu fazer todos os exames de saude, desde triglicerideos, acido urico, epatite, e inclusive de hiv, tenho certeza q vai aparecer la reagente , oq eu devo fazer, nao contei a ela q ja faço o tratamendo para hiv,to perdido, nao vejo uma soluçao imediata, e ainda ela pediu urgencia no resultado dos exames,vou amanha cedo ao laboratorio fazer a coleta de sangue, hoj e dia 22, to muito apreencivo, angustiado, com medo, parece ate uma novela, que as coisas vao evoluindo para um resultado cada vez pior, rezo muito , acredito em DEUS pois senao ja teria dado um fim a tudo, ninguem sabe q sou soropositivo, so meu medico, e quem fez o primeiro exame, e a atendente do dr, to muito sozinho, e as vezes sinto q estou ficando ate depressivo, querendo nao ver ninguem nao saber de ninguem, e de nada, vou ao trabalho, mas nao converso com ninguem, so dou patadas em todos q se aproximam de mim, faço so o meu trabalho e nao vejo a hora de ir embora. tem dias q nem embora eu quero ir,nao sei oq faço. meus olhos enchem de lagrimas quando me pego pensando nisso, desculpe o desabafo, so deus mesmo, q sabe , tenho fe, tomara q nao demore muito, q tudo de certo para todo mundo, abraços, se quiser mandar email meu e, fredh_2007@yahoo.com.br. abraços , daniel

              • OrdepTheOne diz

                Oi Fred, creio que muitos ou todos nós aqui sabemos bem da sensação que você deve estar passando. Esse mês completou dois anos que dei inicio ao tratamento e ao olhar para trás vejo o quanto mudei com relação ao que sinto sobre o assunto. Claro que tenho meus altos e baixos mas hoje estou muito mais seguro de que posso ter (e tenho) uma vida super normal. Confesso que sou bem mais saudável hoje do que antes.
                Essa sua angústia é compreensível e posso até dizer que é normal. Já pensou em procurar alguém com quem pudesse desabafar, conversar e expor essas aflições? Tudo passou a voltar ao eixo quando eu encontrei pessoa certa com quem conversar e essa pessoa tem me ajudado muito nesse sentido. Não acumule tanta angústia, isso nos faz mal.
                Como você mesmo falou, tem seguido o tratamento e não tem tido reações. Tudo já está dando certo e continue sempre se cuidando e só tem a melhorar.
                você mesmo disse que crê em Deus, então tenho certeza que sabe que Ele jamais te deixa só. Fique bem. Acalme seu coração. Como o Luquinha falou, vai dar tudo certo. Abraços!

                • daniel diz

                  OrdeptheOne.vc nem sabe o quanto fiquei mais tranquilo, quando vc falou q nao e so eu que fico angustiado, pensei q so eu q tenho problemas em me aceitar, no fundo eu mesmo estou me discriminando da sociedade.sabe eu ate tento mudar, mas e dificil. me afastei de muita gente estou parece q vivendo dentro de uma bolha, tomara que eu mude mas enquanto isso ainda nao sei oq fazer, mas muito obrigado mesmo pela força pelo apoio.quensabe um dia eu possa viver mais tranquilo como vivia antes, pois nem amigos eu tenho mais, me desliguei d todos,pois eu mesmo senti q estou sendo agressivo com eles sempre digo q estou trabalhando, q ando sem tempo pra sair, q quensabe outro dia,e assim vai, vou tentar levar a vida normal de antes, mas ate me acostumar denovo, …… nao vai ser facil, meu prolema so e q nao consigo esquecer nem um so minuto na vida q errei, q me descuidei, q tudo aconteceu por descuido meu,alias eu me culpo muito por isso, DEUS q nos ajude, , bom q vejo q aki eu posso contar oq sinto, e bom saber q tem sempre alguem q le meus desabafos e me dao bons conselhos, so tenho q agradecer, por isso entro aki e vejo oq o pessoal ta dizendo, como estao vivendo, obrigado mesmo, sei q nao estou sozinho nessa luta, abraços fred

              • paraense+ diz

                Fred não se desespere,todos nós passamos por isso, eu mesmo pensei em me matar mas busquei ajuda com psicólogo,hoje isso nem passa pela minha cabeça.comecei meu tratamento em janeiro desse ano. Melhorei muito depois que troquei a medicação que continha efavirenz que era o que me deixava ansioso deprimido e com insonia.repito, busque ajuda psicologica… logo,logo vc nem vai lembrar que tem hiv, e outra coisa procure informar toda vez que vc for a algum médico ,pois vai que ele te passe algum remédio que não possa ser tomado com arv ?. pense nisso!.

                • daniel diz

                  tenho q admitir q vcs todos estao certos, mas sabe aki ao menos consigo alar pra alguem oq sinto, desculpem , abraço,daniel fred

              • Gael diz

                Olá fred! Também sou do Paraná. Tomei a liberdade de te escrever pra trocarmos uma ideia. Se puder dá uma olhada lá no teu email. 😉 Abraços

          • daniel diz

            obrigado pela dica amigo, vou fazer, nao custa tentar, bom ter amigos q se preocupam com a gente e passam as dicas q usam para si mesmos, desde ja obrigado, e fique com DEUS,daniel

  5. E aí combatentes…. Tudo certinho???
    Não sei se essa vai ser uma boa notícia a curto prazo, mas hoje fui receber meu 3×1 e notei o seguinte: a nova remessa que o SUS comprou não foi produzida pela Gilead Sciences. O novo fabricante de quem o Brasil está comprando o 3×1 é a Hetero Labs Limited. O que isso quer dizer? A meu ver, isso significa que as patentes são quebradas com maior rapidez e só restará às grandes fabricantes de fármacos contra o VIH, desenvolverem um remédio inovador que junto ao lucro, traga benefícios inéditos e definitivos para os infectados pelo Vírus da Imunodeficiência Humana, tendo como resultado uma palavra formada por 4 letras: C.U.R.A……

    • daniel diz

      bio, sabe, cada vez q lembro q sou soropositivo por minha imprudencia e ainda mais de outras pessoas q nao se cuidaram, me sinto angustiado, sera mesmo q um dia podemos pensar em cura mesmo,?abraços.

      • Algum dia não Daniel, já estamos pensando. E não só pensando como nos aproximando dela a cada ano. E creio que até 2020 ela será uma realidade palpável pra todo nós! Abraços e não desanime combatente!!!…

    • Aspire diz

      Eu senti uma grande diferença entre o efeito desta nova remessa com relação a anterior. Não sei se isso é bom ou ruim, mas me parece que desde o primeiro dia que comecei a usar este novo “genérico” os efeitos colaterais acabaram. Isso pode ser um avanço mas também pode ser um alerta para um medicamento feito com substancias de qualidade inferior. Eu estou utilizando este medicamento mas com bastante receio de que o governo possa estar adquirindo um medicamento que não faz o efeito esperado.

  6. Gente, eu estou apaixonada pela página e por vocês!
    Preciso conversar com vocês.. tenho muitas dúvidas!
    Tem algum grupo no whats ou algum outro lugar?
    Beijos!

  7. Dere diz

    Boa noite galera. …. indetectável e feliz…. mas acabei pegando sífilis ah um mês…. comecei o tratamento semana passada estou com medo….. alguém ja fez o tratamento… pode me dar uma ajuda….? Falar alguma coisa…… experiência. …. Boa noite…!

    • Paulof diz

      Sifilis quando logo diagnosticada e tratada nao oferece perigo algum! E a cura eh rapida! Mas nao vacila mais para nao correr risco de se reinfectar.

      • Dere diz

        Muito obrigado Paulof…. estava com medo do cd4 baixar e interferir no tratamento…. muito obrigado mesmo! Tenha uma boa noite!

  8. Guerreiro Azul diz

    Dolutegravir, você é minha esperança de um tratamento descomplicado.
    Venha me salvar…

  9. 27RJ diz

    Pessoal, desculpem bater aqui pra um assunto que pra tantos já não faz mais parte (graças a Deus) das preocupações. Meu médico recomentou a troca do meu esquema para o 3×1… Decidimos trocar durante as minhas férias (agora) e tive a “brilhante” idéia de pesquisar sobre o Efavirenz (única troca no esquema)… E eis o que surge: “Alterações neuropsiquiátricas –
    Alguns medicamentos antirretrovirais, especialmente o Efavirenz, podem desencadear agitação, alucinações, amnésia (perda da memória, temporária ou não), ansiedade, confusão mental, convulsões, depressão, dificuldade de concentração, irritabilidade, insônia, pesadelos e sonhos vívidos. Essas alterações neuropsiquiátricas são mais comuns entre os pacientes que ingerem álcool e os usuários de drogas. Portanto, é importante o soropositivo avisar ao médico se faz uso dessas substâncias. Antes da indicação dos coquetéis antiaids, será necessária a avaliação de um profissional de saúde mental.”

    Alguém que usa o Efavirenz já teve, alucinações, convulsões, perda da memória temporária ou NÃO?

    To literalemente “cagando de medo” aqui… desculpem o desabafo…

    • HopeAlways diz

      Tomo e particularmente nao sinto ABSOLUTAMENTE NADA, assim como muitos que tambem conheço. Um bula é feita de possibilidades, não significa que obrigatoriamente vc apresentara os efeitos, a nao ser que vc acredite e somatize. Vai com fé que tudo da certo. Não sentiras nada. Abs

    • pe.hist diz

      Olá 27RJ, tomo o efavirenz ha 2 anos (desde que iniciei o tratamento) e nunca tive nenhuma ação adversa. Embora exista uma lista de possíveis reações, pelo que tenho percebido, ela é mais uma precaução de alertar do que pode, dependendo do paciente, acontecer.

    • Thiago diz

      Nem leio mais bulas. Acho que o as vezes saber das possibilidades pode ser pior. Tomo o 3×1 há 5 semanas, sem nenhum efeito colateral.

    • Gael diz

      Bula de remédio é sempre um negócio assustador, 27RJ. Mas eu estou no 4º mês do meu tarv com o 3×1, e até o momento só tive tonturas durante a noite (quando levantava para ir ao banheiro) nos primeiros dias, e a sensação de estar um pouco dopado nas primeiras horas da manhã quando acordava… Mas, como disse, os dois efeitos deixaram de se manifestar depois dos primeiros dias. 😉

    • 27RJ, eu resolvi minha sonolência matinal e leve perda de memória evitando comer gordura, não comendo uma hora depois ou uma hora antes de tomar a medicação. Meu medico me autorizou a tomar o 3×1 mais cedo, hoje dps de oito meses de tratamento eu tomo logo depois que saio do trabalho (18:00, 19:00).

      É muito raro eu sentir efeitos colaterais. Um dia eu jantei batata frita e no outro dia eu tava zonzo até perto do meio-dia. Bons hábitos, como todos deveriam ter, me ajuda a tocar a TARV.

  10. HopeAlways diz

    Não é a toa que vemos tantos casais sorodiscordantes formando lindas familias, viva a tecnologia, viva os avanços e viva acima de tudo !! 😀

  11. Secret Guy diz

    Pessoal!!

    O caso do Dolutegravir é MUITO SÈRIO!!

    Pelo jeito vocês não viram que o CONATEC recomendou A NÃO INCORPORAÇÃO DO REMÉDIO AO SUS.

    “Considerando a falta de evidência disponível do dolutegravir em relação à segurança
    de longo prazo e ao seu uso em crianças menores de 12 anos, além da escolha equivocada do
    estudo de custo-efetividade e da maior experiência de uso em vida real com o raltegravir, a
    CONITEC deliberou por unanimidade recomendar a não incorporação dolutegravir sódico para
    a Infecção pelo HIV (vírus de imunodeficiência humana). A matéria será disponibilizada em
    Consulta Pública.”

    A Consulta está aberta mas a deliberação deles é NEGATIVA! Isso tem que ser revertido! Senão ficaremos sem o Dolutegravir por anos até que seja comprovado sua eficácia a longo prazo!

    Segue o link: http://conitec.gov.br/images/Consultas/Relatorios/2015/Relatorio_Dolutegravir_CP.pdf

  12. Lusitano diz

    Cada dia é uma notícia nova, e boa!
    Amigos, vamos nos cuidar e viver!
    🙂

  13. Traduzir D Pr Valeu

    Alvos proliferam na investigação cura de HIV
    Muitas abordagens descritas no simpósio deste ano

    A Rumo a uma cura de HIV de dois dias simpósio tornou-se um dispositivo elétrico antes das conferências da Sociedade Internacional de AIDS e este contou com um leque mais variado de abordagens experimentais do que nunca na busca de formas de eliminar a infecção pelo HIV do corpo.

    Dr Daniel Kuritzkes da Harvard Medical School, em seu discurso de abertura, disse aos delegados que, em certa medida a proliferação de diferentes abordagens foi devido ao início decepções no campo cura. Nós ainda só tem uma pessoa, Timothy Ray Brown, que foi curado de HIV e outros seis pacientes com câncer em quem o mesmo terapia de transplante de células-tronco haviam sido julgados todos tinham morrido – um lembrete de que um procedimento tão exigentes como da medula óssea transplante não vai ser uma abordagem que pode ser usada em geral.

    A principal abordagem que curar os pesquisadores ainda estão trabalhando é o chamado “Choque e Kill ‘estratégia. Isto usa estimulantes do sistema imunológico para induzir as células nas quais o HIV se esconde dormente – as chamadas células de reservatório – para sair do esconderijo. A esperança é que, em seguida, sua ativação será em si mesmo levar à sua morte por exaustão imune natural; se não, o objectivo consiste em orientá-las com drogas que matam células dirigidas. Sem eliminar este reservatório, uma pequena minoria de células capazes de cuspir novo HIV permanecerá no corpo; experimentos demonstraram que o HIV pode reaparecer mesmo quando não detectável com os testes de carga viral mais sensíveis, como no caso do ‘Mississippi Baby’.

    Uma vez que o ‘choque e matar “estratégia ganhou ampla aceitação, houve decepções: os agentes experimentais usadas para reverter chamado” latência “certamente estimulou a produção de vírus pelas células – mas sem resultar em qualquer redução no tamanho do viral reservatório. Isto parece ser devido a droga escolhida – inibidores de HDAC como panobinostat ou Romidepsin – ter outros efeitos imunológicos, imprevistas, incluindo actividade supressora nas próprias células CD8 que podem ser central para a parte “matar” do processo.

    No entanto, Kuritzkes disse, para o momento “inversão de latência é uma condição necessária, se não suficiente para reduzir o reservatório de células infectadas com HIV”.

    Contou aidsmap.com: “A maior parte das intervenções que são susceptíveis de eliminar células infectadas requerem que o vírus é visível para o sistema imunológico. A idéia alternativa, a de suprimir permanentemente produção viral pelas células do reservatório “(como no estudo publicado na semana passada de um inibidor de tat)” no momento parece envolver tomar uma pílula supressor de latência todos os dias em vez de terapia anti-retroviral. Isso não é realmente uma cura. ”

    Controladores de pós-tratamento

    Outra pesquisa cura envolveu a investigar as respostas imunes, tanto em controladores de elite espontâneas de HIV – que mantêm baixa carga viral e contagem de CD4 alta formar o início de sua infecção – e os chamados “controladores de pós-tratamento”, como membros da coorte VISCONTI, que começam a terapia de HIV geralmente mais cedo, mas depois gerir longos períodos sem tratamento. Estes casos são fascinantes para os investigadores como eles imitam a “cura funcional” de HIV que é um dos objetivos da pesquisa cura. A cura simpósio ouviu falar sobre um outro caso – ver relatório separado – desta vez de uma jovem mulher agora com 18 anos, que tem mantido uma carga viral indetectável fora de terapia há 12 anos.

    Por definição, no entanto, a maioria das pessoas com HIV não pode se tornar controladores pós-tratamento como, em geral, os controladores são pessoas que iniciam o tratamento muito cedo, e mesmo assim provavelmente têm de desenvolver uma resposta imunológica muito específicas para o HIV – uma, possivelmente mais fácil de induzir com uma vacina preventiva do que com os tratamentos de pós-infecção.

    Latência impedindo

    Por estas razões, enquanto houve apresentações de Romidepsin e de outras drogas destinadas a inverter a latência como ingenol, um parente do prostratin latência-reversor, houve mais emoção neste simpósio sobre drogas que teve como objetivo evitar que as células nunca se tornar inativo e entrar latência.

    Isto envolveria a inibição da actividade de promotores de latência, tais como a proteína celular de DP-1, que ‘desligado’ células T activadas, o que as torna invisível para o sistema imunológico. PD-1 não é o único promotor de latência, e Colleen McGary de Emory University propôs a utilização de fármacos que bloqueiam tanto DP-1 e um outro promotor latência chamado de CTLA-4 (CD152), para evitar a latência, uma vez que as células que expressam ambos os receptores são para mais eficiente a incorporação de DNA do HIV do que aqueles que Espress um ou nenhum dos dois. Um bloqueador de CTLA-4, ipilimumabe, já é usada para o melanoma. No entanto DP-1 em particular, é um elemento comum do sistema imunitário e as drogas que bloqueiam a sua actividade provaram ser bastante tóxico quando usado em investigação do cancro.

    Outro alvo celular é uma proteína celular chamado SAMHDI que já é alvo de uma dasatinib droga anti-leucemia chamada existente. Jose Alaci do Instituto de Salud Carlos III da Espanha disse que o simpósio SAMDHI reduz a divisão celular e em células T reduz sua capacidade de produzir novos vírus; no entanto, normalmente só funciona para uma curta parte do ciclo imune e, em seguida, é fosforilado, o que significa que se torna inerte. Dasatinib pára esta fosforilação e mantém a actividade de SAMHDI, o que significa que impede a transcrição viral acontecendo no interior da célula, o que significa que ele poderia actuar como um inibidor da transcriptase reversa, mas que actuou sobre a resposta celular para o HIV.

    Matar – escolhendo fora de células infectadas com anticorpos …

    Bem como prevenir células entrando latência, também precisamos de melhores formas para o sistema imunológico para reconhecer e matar as células reservatórios infectados pelo HIV que são forçados a sair do esconderijo. Apenas uma pequena minoria de células reservatório nunca acordar e começar a produzir todo, vírus competente para replicação nos chamados “eventos de reativação ‘: um cartaz na cura simpósio de pesquisadores da Universidade de Nova Gales do Sul estima que há em uma média ‘evento de reativação’ no reservatório de células infectadas pelo HIV a cada 5-8 dias, porém sob terapia anti-retroviral eficaz estes nunca se tornam eventos de infecções de pleno direito que resultam em viremia detectável. Cada evento de reativação é, literalmente, começou por uma célula: os pesquisadores disseram aidsmap que o tempo médio de uma célula reservatório indivíduo permaneceria quieto antes de ter uma chance de 50% de reativar foi cerca de 17.000 anos.

    Marcus Altfeld da Harvard Medical School fez uma apresentação interessante, onde ele descreveu as diferentes fases da reprodução do HIV que as células reservatório recém-estimuladas passar. Como dissemos, a ativação de pleno direito é bastante raro: as células realmente enviando partículas virais podem ser direcionados com a imunização passiva com anticorpos monoclonais, e John Mascola dos Institutos Nacionais de Saúde disse que os anticorpos que tratam o câncer de pele já tinha sido inventado que tem uma meia-vida no sangue de mais de seis meses.

    Isto não seria uma cura, é claro: para manter os níveis de anticorpos no sangue que requerem uma vacina terapêutica que estimula a produção de anticorpos neutralizantes e o problema com anticorpos para HIV é que eles têm sido sempre específico para apenas uma estirpe de VIH. Mascola disse que os anticorpos mais amplamente neutralizantes foram agora capaz de destruir 90% das cepas virais ou marcação de destruição das células que eles carregam. Enquanto permitindo que 10% das cepas de fuga não seria suficiente para uma cura, ele descreveu o desenvolvimento de anticorpos novos biespecíficas “, que poderia combinar dois, cada um com 90% da capacidade de neutralização, em uma molécula ou pode combinar um neutralizador viral com um anticorpo que atraiu as células CD8 para vir e atacar a célula infectada.

    … .com Células CD8 …

    Mais das células reservatório produzir proteínas ou comprimentos de ARN viral virais sem nunca montagem vírus completos. Eles, no entanto, iria exibir ‘epítopos’ ou pequenas amostras de proteínas virais em sua superfície que agem como sinais de perigo e atrair as células CD8 que destroem as células infectadas. Novamente, o problema com a resposta de células T CD8 para o HIV, como com resposta de anticorpos, é que o vírus pode mutar para escapar. Mas uma vacina terapêutica amplo espectro dado após um regime de terapia anti-retroviral altamente supressiva que tem impulsionado a carga viral para baixo, tanto quanto possível poderiam, espera-se, detectar células que se preparam para eventos de reativação de forma tão eficiente que eles seriam capturados antes HIV tem uma chance para escapar de sua vigilância imunológica. Sarah Fidler do Reino Unido pesquisa cura consórcio CHERUB descrito um ensaio de uma em que duas vacinas de indução de CD8 diferentes são dadas 24 e 32 semanas após o início da terapia com um dos quatro fármacos altamente supressiva. Outra vacina que poderia ser útil neste contexto é a vacina à base de CMV que causou um rebuliço no ano passado com sua aparente capacidade de trazer uma cura funcional ou até mesmo completa em macacos, e os ensaios de fase I do presente estão em curso em humanos.

    Outra forma de evitar a fuga virai de vigilância imunitária é para provocar uma reacção imune a essas partes do vírus que são fortemente ‘conservadas’ – áreas que o vírus não pode sofrer mutações sem enfraquecer si. Em VIH nestas áreas são geralmente mantido escondido bem longe do sistema imunitário. Quando o VIH liga à molécula de CD4 nas células, no entanto, a sua proteína gp160 que faz o trabalho de fixar a CD4 tem de mudar de forma a expor uma parte altamente conservada da proteína de fusão gp41 para um tempo muito curto. Os anticorpos amplamente neutralizantes têm “dentes” que podem chegar em e anexar a esta área conservada, e nos primeiros dias de AIDS, proteína CD4 solúvel foi utilizado experimentalmente em uma tentativa de forçar essa “mudança conformacional ‘em gp160. Mas Andres Finzi da Universidade McGill, descreveram uma nova pequena molécula CD4 análogo chamado JP-III-48, que, ao contrário de CD4 solúvel, pode ser uma pílula oral. Este seria “aberta jam ‘da molécula gp160 e expor as seções conservadas para que patrulham as células CD8, assim, diminuindo ainda mais o tamanho do reservatório.
    … E com células natural killer

    O desafio mais difícil é encontrar maneiras de direcionar a atenção do sistema imune para células logo no estágio inicial de um evento de reativação. Neste ponto, eles estão começando a transcrever DNA pró-viral integrado em pedaços de RNA que se picado (“splicing”). Estes RNAs emendados em seguida, servir como modelos para os componentes virais individuais. Pessoas com células que contêm grandes quantidades de RNA HIV unspliced são menos propensos a experimentar eventos de reativação do que as pessoas cujas células contêm DNA emendados. Como a proteína tat de HIV é absolutamente essencial para o processo que talas de DNA, o anúncio última semana de um inibidor de molécula pequena, tat foi particularmente interessante.

    No entanto, esta não é a única proteína do HIV que podem ser alvo para evitar que as células do reservatório ficando além desta fase. Células apenas começando a produzir RNA estrangeira são exibidos “proteínas de estresse” em sua superfície que, embora não claramente estrangeira e, portanto, atraindo uma resposta imune celular, que atraem a atenção do sistema imunológico inato – mas a força de resposta mais rápido evolutivamente mais velho, menos seletiva no sistema imunitário. Estas proteínas de stress se ligam a um receptor celular NKG2D chamada que é exibido pelas células assassinas naturais, as tropas de choque do sistema imune inato. HIV no entanto tem uma proteína chamada nef, um de cujos empregos é reprimir a expressão das proteínas de stress que atraem as células assassinas naturais. Um inibidor de nef pequena molécula ou uma vacina anti-nef pode bloquear a actividade de nef, aumentar a expressão de proteínas de stress celular, e gerar uma resposta imune inata capaz de atacar as células de reservatório numa fase muito precoce da sua actividade.

    Fazendo células olhar imune ao HIV

    Por fim, existe a possibilidade de utilizar a terapia genética para tentar repovoar o sistema imunitário com células que não possuem receptores necessários para a replicação do HIV, e em particular o receptor CCR5 utilizados por vírus mais transmitidos. Este foi, naturalmente, a base para a cura de Timothy Ray Brown: suas células de medula óssea nova veio de alguém que naturalmente não tinham CCR5. Abordagens usando próprias células CD4 do paciente que têm os seus genes de receptores removido e são então re-infundidas de novo no doente, sem tomar o passo drástica de exclusão de todo o seu sistema imunitário primeiro e estavam entre as primeiras experiências de cura conduzidos em humanos. Matt Afiado, um dos primeiros voluntários em tal julgamento, foi na oficina cura e descreveu os benefícios duradouros – poucos efeitos colaterais, e um aumento de CD4 demorado.

    Um dos problemas com a exclusão do receptor CCR5 em células imunitárias é que o HIV pode usar outro receptor, CXCR4 e, de facto CXCR4-using vírus apareceu em pelo menos uma das experiências falhadas que tentaram reproduzir a cura Timothy Ray Brown. Infelizmente, enquanto as pessoas sem CCR5 pode ficar em boa saúde, CXCR4 é uma parte muito mais essencial do sistema imunológico e bloqueadores CXCR4 usado como tratamentos de HIV falharam devido à toxicidade inaceitável. No entanto, uma equipe da Universidade da Pensilvânia conseguiram manipular células CD4 que carregam em suas superfícies um ‘peptídicas fundidas “, que é uma combinação colada junto de parte da proteína de fusão gp41 HIV ou com o CXCR4 humana ou receptores CCR5. As células que expressam este péptido fundido ‘olhar como se’ que falta o CCR5 ou CXCR4 para os receptores do sistema imune e são, por conseguinte, resistentes à infecção por VIH.

    Mantendo a cura de HIV como uma prioridade

    Esta é apenas uma pequena amostra de inúmeras estratégias de cura e drogas metas exploradas durante a cura workshop de dois dias. Há duas outras experiências terapêuticas de vacinas realizados em macacos, tanto a produção de alterações imunológicas promissoras. Havia muito investigações iniciais sobre o papel dos micróbios intestinais na indução da vulnerabilidade à infecção celular e latência. Havia vários outros alvos de medicamentos e vacinas promissoras descritos.

    O que não houve este ano foi qualquer um avanço significativo ou de investigação direção: investigação cura está na fase de seguir muitas pistas promissoras, mas carece de um forte sinal de que poderia indicar que, de uma variedade de estratégias, é o único a prosseguir. Em toda a probabilidade, como Marcus Altfeld lembrou o simpósio, levará uma combinação de abordagens. Matt da Sharp disse o simpósio que agora “não era o momento de apressar o julgamento em qualquer abordagem cura indivíduo”.

    Ele acrescentou que era essencial incluir a busca de uma cura em qualquer discussão de “acabar com a SIDA”. Ele estava preocupado, ele disse, que as recentes conversações sobre o acesso ao tratamento, o tratamento como prevenção e PrEP e metas tais como 90/90/90 não havia mencionado cura de HIV e ele não queria vê-lo deixar cair fora da agenda ou fora da lista das prioridades dos financiadores. Enquanto desenvolvimentos na redução da incidência do HIV visto em lugares tão diversos como San Francisco e Botswana eram bem-vindos, acrescentou, única cura, bem como o tratamento e prevenção do HIV seria realmente trazer um fim à epidemia.

    “Como podemos acabar com a AIDS, sem cura?”, Perguntou.

    http://www.aidsmap.com/Targets-proliferate-in-HIV-cure-research/page/2986230/

  14. Guerreiro Azul diz

    Quem quiser conversar pelo KIK, o meu é Guerreirodf77
    Vlw!

  15. pe.hist diz

    Oi pessoal! Queria parabenizar a todos os participantes do blog. Muito legal a troca de informação e experiência. Fico muito contente cada vez que recebo a notificação de novas postagens que sempre me deixam bem informados. Abç a todos.

  16. Cariocarj diz

    Participei da pesquisa e falei sobre o sucesso do medicamento em outros países.

  17. vivendopositivo diz

    Afinal em pessoas INDETECTÁVEIS, SEM falha do tratamento, foi descoberto ALGUM ÚNICO caso de transmissão entre casais sorodiscordantes? Li e reli, e isso não consta. Portanto cadê a palavra final – ou é um novo preliminar ? Pra mim uma palavra final seria “pessoas soropositivas em tratamento eficaz e carga viral indetectável , são X% intransmissíveis”

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