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Michel Sidibé sobre a aids no Brasil

Michel Sidibé, diretor executivo da Unaids, manda uma mensagem para a comemoração dos 30 anos da resposta brasileira à aids.

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Jovem paulistano nascido em 1984, que descobriu ser portador do HIV em outubro de 2010. É colaborador do HuffPost Brasil e autor do blog Diário de um Jovem Soropositivo.

43 comentários

  1. Viajarei diz

    Galera, alguém ja teve problema ao levar os remédios em viagem internacional?
    Eles revistam a bagagem de mão quando os remédios passam no raio-x? Perguntam o que é na frente de todos? Voces levaram receita medica? Trocaram o frasco ou vai no original (q ta escrito q eh pra HIV…)?
    Valeu!!

    • Tati diz

      Viajarei… Tb tenho essa dúvida, gostaria muito de saber pois quero viajar esse ano e tenho receio.. Aproveitando que estou meio sumidinha, vim deixar uma bjoka para todos, estou lendo sempre os comentários, adorando qdo postam resultados de exames melhorando, c.v e cd4, sempre na torcida por nós… 🙂

    • Não tem problema nenhum viajar com a medicação na bolsa de mão. Por segurança é bom ter a declaração médica e a receita. Alguns países restringem a entrada, matéria já publicada neste blog, tomara que não seja seu caso. Já levei três vezes para meu filho que mora no exterior e nunca me perguntaram nada. Levei as embalagens originais. Tudo é muito tranquilo.Não se preocupe, leve doses extras .Converse com seu médico sobre o fuso horário, certificando-se de tomar a medicação no horário certo. Faça uma boa viagem e aproveite bastante! Se quiser pode me escrever filhosorop@globomail,com.
      Beijo de mãe!

    • Viajarei, o ideal é que você mantenha os medicamentos nos frascos originais e sempre com uma receita junto!

    • Hope diz

      Viajamos em dezembro e não houve qualquer problema… conversamos com a infecto e ela apenas recomendou manter os medicamentos nas embalagens originais e levar a receita… não houve revista nem perguntas.
      Todavia, ela reportou um caso de um paciente que levou em outros frascos e teve dificuldades e acabou tendo que deixar os medicamentos. Sinceramente, creio que isso seja a exceção pois sempre viajo com remédios, há anos, pílulas para dormir e ansiolíticos e nunca ninguém me perguntou nada!
      Caso perguntem, peça para falar com o responsável e solicite privacidade. Creio que isso não vá acontecer.

    • Viajarei,

      Ninguém nunca abriu a bagagem na minha frente ou perguntou nada. Se perguntarem, mostre uma receita em inglês. Em geral, eu viajo com os remédios na bagagem de mão. Despachei só uma vez, indo para os EUA. Sei que revistaram essa bagagem, mas não tive nenhum problema.

      Lembre-se de checar se o teu destino, e a tua escala, tem alguma restrição contra soropositivos: http://hivrestrictions.org

  2. Jovem+ diz

    Acabar com a epidemia significa erradicar a transmissão do vírus. 90-90-90 parece ser uma meta promissora.
    Pra 90% saberem que têm o vírus, é preciso encorajar as pessoas a se testarem e, pelo que ando vendo, as notícias e programas de televisão não encorajam as pessoas, apenas alertam, colocando medo nestas, dizendo que AIDS mata e que os remédios surtem efeitos colaterais a longo prazo. Então tem que pensar em novas estratégias.
    90% recebendo ARV significa investir em medicamentos que facilitem a adesão, sejam menos tóxicos e modernos.
    90% da CV suprimida tá ligado à adesão ao tratamento (consultas médicas, acesso aos ARVS, estímulos, qualidade de vida fisica e mental, etc).
    Será que conseguiremos?

    • Tomara que não. Eles querem todos em TARV para acabarem com as transmissões e assim acabar com a epidemia sem precisar de uma cura. O ebola saiu do controle rapidinho eles deram um jeito. Se isso ocorrer, pronto. Eles colocam o pé nas costas e relaxam. ” não precisamos mais da cura. Estão todos indetectáveis e não transmissores.”

      • Jovem+ diz

        Pois é Alexandre.
        Sempre pensei nessa estratégia também. Erradicar a epidemia e dar uma parada na busca pela cura. De qualquer forma, manter todos em tratamento custa muito caro também, e precisam garantir medicamentos menos tóxicos, que proporcionem melhor adesão.

      • anaill diz

        Minha preocupação é justamente essa. Erradicar o vírus, frear epidemia e não haver cura, nunca!
        Se ainda, tivesse uma forma das pessoas não nos discriminarmos por causa da sorologia, até aceitaria, mas mesmo fazendo uso da medicação, tendo um CD4 acima de 500, possuindo CV indetectável, somos estigmatizados.
        Só não consigo conviver com esse “bendito” estigma.
        Espero que no futuro, as pessoas não nos menosprezem e nos vejam como portadores de uma doença crônica, não como portadores de uma doença letal.

        • Até os controladores de elite eles querem colocar em TARV, dizendo que eles são mais propensos a doenças cardíacas que os positivos em tratamento. Isso é balela. Estudo Visconti, outra balela. Haja vista o bebê de Missipi. Mais Visconti que ele não existe. Colocaram ele em TARV 30 horas após o nascimento. O estudo Visconti é para mascarar os controladores.
          Acredito que muitos buscam a cura, mas acredito que mais do que os muitos não a querem.

          • Sérgio diz

            Alexandre , quanto ao Estudo Visconti tenho a mesma visão que vc.

            • D_Pr diz

              Em resumo o Estudo Visconti uma farsa? O que existe apenas são os controladores de elite?

              • Sérgio diz

                Olá D_Pr , eu não estou afirmando e nem posso afirmar isso. Apenas sou cético em relação a esse estudo. Abraços.

      • Eu até vejo uma lógica no seu raciocínio. Mas eu não acho que a gente precisa ter medo. Pra essa coisa de 90-90-90 dar certo, o tratamento teria que chegar a quase todo mundo. E até onde eu sei, só há um lugar no mundo onde isso é possível: o Brasil. O tratamento aqui é gratuito e o governo já anunciou que pretende estender o tratamento para todos os positivos. Tudo bem que não é o tratamento mais moderno, mas funciona bem.

        No resto do mundo isso não rola. Nos EUA tem que ter muita grana pra se tratar ou então um plano de saúde bom, então ainda tem muita gente que, mesmo sabendo que tem hiv, não entraria nos 90. A Africa é uma calamidade. Talvez a Europa se saia melhor, mas acho que são poucos os países que oferecem também o tratamento gratuito. Pra todo mundo, acho que menos ainda.

        Duvido que essa realidade mude. O custos são muito altos! É bem mais barato o governo dos EUA investir uma grana pra tentar achar a cura do que oferecer o tratamento pra população. 1 bilhão de doletas/ano pra tentar achar a cura contra 100 bilhões de doletas/ano pra colocar todo mundo no TARV. Até parece… Sem contar que nos EUA os planos de saúde dariam graças aos céus por uma cura, já que boa parte do custo do tratamento é pago por eles.

        E a gente também tem que lembrar que quando o Brasil começou com essa de tratamento gratuito eram 16 mil pacientes. Hoje são 700 mil. Fico pensando no ministro da saúde amaldiçoando o cara que lá atrás chegou e disse: “Po, vamos tratar todo mundo. Só 16 mil pessoas a gente dá conta…”. Mesmo aqui no Brasil, se soubessem que a coisa ia crescer tanto, duvido que teriam embarcado nessa de tratamento gratuito.

        Enfim, eu acredito que a cura é do interesse de muita gente. Não por uma questão humanitária, mas sim por uma questão de grana!

        • Nos EUA, se ficar comprovado que sua situação financeira não lhe permite tratar, eles disponibilizam o TARV gratuitamente, assim como em diversos outros países de primeiro mundo. Eu sou mais ter que pagar e ter acesso aos ARV mais modernos do que ser obrigado a aderir a um plano de governo que te dá acesso gratuito a eles, porém não serem os tops. Claro que acho que o governo tinha que continuar com esse plano, mas dê a opção de vc poder comprar também nas farmácias, qualquer ARV. Imagina vc ligando pra uma farmácia e pedindo para entregarem na sua casa? Pra quem tem condições não seria melhor do que ir buscar nos centros? Mais discreto, vc poderia escolher, juntamente com o seu infecto, as melhores combinações e ainda receberia no conforto e na segurança da sua casa. Os centros ficariam responsáveis por entregar aos mais necessitados financeiramente. Acho uma boa proposta. Quer o Dolutegravir? Paga por ele! Não quer pagar nada? Vai aos centros e pegue os disponibilizados pelo SUS!

          • Alexandre, a realidade que vc falou sobre os EUA acontece em alguns estados. Lá, diferente daqui, cada estado tem autonomia nesse tipo de questão. Com relação aos medicamentos mais modernos, aqui você tem o direito de comprar, se puder. No Brasil é possível importar medicamento, SEM INCIDÊNCIA DE IMPOSTOS, desde que fique provado que o remédio é pra consumo pessoal e não para fins comerciais. Basta a sua infecto te prescrever e o medicamento ser homologado aqui no Brasil. Quem é rico no Brasil faz isso. To assumindo que vc é rico, mas não tá sabendo disso. Corre lá rapaz, importa, paga o preço e seja feliz!

            O motivo de não ter TARV nas farmácias aqui é justamente porque o governo já oferece o tratamento gratuito. Que dono de farmácia seria louco de colocar a venda remédios tão caros (e que, só por isso, teriam pouca saída) sendo que o governo oferece tratamento de graça? Não tem como concorrer. Mesmo que as farmácias oferecessem só os mais modernos, o preço seria tão caro que o público seria muito seleto. Do ponto de vista econômico não vale a pena.

              • Agora que a minha ficha caiu. Rico eu? Obrigado pelo seu “achismo”. Como diz o ditado: quem me dera eu ser bonito que nem minha mãe acha que sou, quem dera

                • Ser bom de cama igual eu acho que eu sou, quem me dera ter comido a metade das mulheres que a minha mulher acha que eu comi e quem me dera ter a metade do dinheiro que meus amigos acham que eu tenho! Valeu dandande!

        • Fênix diz

          Ta equivocado. No começo da epidemia foi o maior drama, falavam que pelo menos 1 milhão de pessoas estariam infectadas em poucos anos, houve alarde até de que teríamos uma crise de hiv como ocorre na África subsaariana onde há regioes coma te 27 por cento de infectados. Eu sou desconfiado com essas teorias de conspiração, lbrlos que tudo o que falamos aqui nesse blog não Eh válido para países onde até hoje a população tem expectativa de vida em torno de trinta anos e crianças morrem de causas simples como desnutrição e diarreia. Quem lê esse blog deve se considerar sortudo de ser ao menos classe c de um país que ainda se preocupa com o bem estar das pessoas, mas é claro, lembrem-se que direitos devem ser reconquistados todos os dias sensos serão perdidos, sejamos gratos mas não comformados. E não façamos muitos dramas pois se deve duvidar de tudo que é bom ou ruim de mais.

  3. Felipe Rec diz

    meu medo, o de muitos aqui, quando se fala em erradicar a epidemia, ok, mas e a cura? quanto está sendo investido? que países estão na frente? declaração animadora, só pra os negativos essa aí do Michel.

    • Jovem+ diz

      Felipe Rec,

      Aqui mesmo no blog ja vimos inúmeras pesquisas para tentar descobrir uma cura, então não da pra gente dizer que estão paradoa.
      Algumas no começo, outras mais avançadas. Tem que torcer pra que alguém acerte o alvo.

  4. Digo diz

    Ainda que não sejamos agraciados pela cura, temos de sonhar com o fim da epidemia, para que as novas gerações não sofram o que a nossa sofreu.

  5. TheKing diz

    É… cada dia que passa, percebo que ser positivo acarreta ter muitos medos do futuro.
    Acho que parar a epidemia é tão importante quanto achar a cura. Ambos devem andar juntos. As vezes fico pensando… se hj o Brasil não dispõe de medicamentos modernos, é pq seus custos seriam altos (e infelizmente nossos políticos preferem desviar o “dinheiro” pra outros fins). Se a epidemia não for freada, pode chegar a um nível que o país não terá dinheiro nem pra pagar os medicamentos que temos hj.
    Claro que essa realidade é meio absurda, mas só de pensar nela, é possível ver como é importante pro mundo frear o HIV, sendo em novas infecções, ou em tratar quem já está infectado.
    Com cinco meses de tratamento e já sinto meus rins falharem aos poucos, tenho receio do meu futuro, principalmente por ninguém da minha família saber da minha situação atual. Mas não quero pensar só em mim, quero pensar na Aids como um todo, onde precisam-se de pesquisas para novos medicamentos que consigam nos tratar, sem nos machucar; de pesquisas que encontrem a cura, que consiga eliminar todo e qualquer vírus presente no corpo de um infectado; e também de estudos que foquem em evitar novas contaminações. Só assim conseguiremos tirar o HIV, não só das nossas vidas como soropositivos, mas também livrando o mundo desse mal que já levou tantos heróis de guerra como nós.

  6. CARA + diz

    Poxa…

    lendo alguns comentários aqui, fico meio “pra baixo”. Não quero passar a idéia de conformismo, se sou mais favorecido, ou menos, se acredito em conspiração, ou não, se sou adepto/militante de um partido ou outro… enfim, política, classe social, conspiração…. é o que menos importa aqui!!!

    A verdade é que me pergunto: e se eu não tivesse acesso a medicação que temos hoje, disponível no Brasil, o que efetivamente seria de mim? de nós? Quanto tempo de vida, com qualidade de vida teria, antes que se estabelecesse um quadro agravante de AIDS e uma oportunista se instalasse? Se não existisse medicação distribuído de forma gratuita, tendo todo o acompanhamento via SUS (e tenho plano particular de saúde), como seria? Quanto teria que efetivamente desembolsar para ter acesso? Como seria? Onde comprar, como comprar, de que forma importar? Como seria o meu acesso a isso tudo?

    Como disse, no início do post, não quero passar a idéia de conformismo e de que está bom como está, mas também não quero bancar o arrogante e literalmente “cuspir no prato que como”, como se o país não estivesse fazendo nada.

    Poxa, desde que se teve as primeiras notícias sobre casos de HIV, temos que concordar que o tratamento deu uma boa guinada, uma boa evolução e para muito melhor diga-se de passagem. Só nesses últimos anos (5 para cá), quanta notícia de possíveis curas surgiram? de tratamentos melhores, surgiram? O próprio 3×1 já tem um protocolo de chegar a todos os estados brasileiros, o que facilita e muito na administração. Pode ser uma junção de 3 outros medicamentos antigos, tudo bem, mas enfim, está surtindo efeito? Ao meu ver, está e não encarar isso como uma “conquista”, mesmo que pequena frente aos avanços que vemos mundo afora, seria um “desaforo” de minha parte.

    Tudo bem, o Brasil não anda em passos largos como gostaríamos que andasse no que tange o tratamento, mas também, não reconhecer que alguma coisa está sendo feita é brincadeira!

    Enquanto isso, “na sala de justiça”, faço a minha parte. Procuro ficar bem, saudável, acompanhamento periódico com meu médico, exames em dia, relatar tudo o que sinto a ele, tê-lo como aliado, sendo e buscando fonte de informação junto a ele para que o dia que a tão sonhada cura chegar, eu esteja bem!

    Mesmo que, por ventura a cura não venha a acontecer, com toda a certeza um tratamento melhor a cada ano que passa, com menos efeitos colaterais será sempre bem vindo e tem sido a nossa realidade, desde então. Da forma como a coisa funciona, não tenho dúvidas, que no longo prazo, tenhamos acesso a eles também, mesmo que em passos de formiga!

    O negócio é controlar a ansiedade!

    • TheKing diz

      Acho extremamente válido seu comentário, realmente hoje nosso tratamento, msm não sendo de ponta, já melhorou bastante.
      Acho q a cura ainda vai demorar mto, pois outras doenças mais ‘simples’ causada por bactérias e vírus ainda não conseguiram uma cura efetiva. Mas já me animo mto com a busca de novos medicamentos, e no momento tenho mais esperança numa cura funcional com efeitos negativos mínimos no corpo.
      O problema é pensar q algumas pessoas, como eu, podem não se adaptar bem aos medicamentos (me refiro a danos hepáticos e nefrológicos) e que talvez num curto período apresente os temidos efeitos colaterais de longo prazo (talvez não tão longos assim). O pior é pensar que teríamos uma realidade diferente se tivéssemos acesso a medicamentos de ponta. Não vejo como conformismo seu comentário, realmente o tratamento que o Brasil dispõe é mto bom, o problema é vc afirmar isso quando começa a sentir q terá problemas num futuro próximo pq o nosso país não foi atrás de novas tecnologias já disponíveis. É como se vc tivesse uma ‘dor de cabeça’, soubesse onde está o remédio certo, mas não pode se medicar pq está numa prateleira ‘alta demais’. Tem mta gente hj no Brasil que precisa dos novos medicamentos, já passou da hora de investimentos mais significativos na saúde dos s+ do Brasil.

      • CARA + diz

        Concordo TheKing…

        como eu disse, não quero passar a idéia de conformismo em momento algum, até porque, se existem medicações melhores, com menos danos a saúde e tenho consciência que os terei que usar para a vida toda (pelo menos essa é a realidade até então), por que não usufruir disso? Se é melhor, que seja melhor para todos!

        porém o que entendo é que para toda e qualquer situação ser definida, parte-se de um ponto, de um momento, de uma situação. Acredito que as movimentações nesse sentido, sejam feitas através de pesquisas (ou deveriam ser), que se valem pela maioria. O que quero dizer com isso é: quantos são os casos de soro+ que não estão se adaptando ao que é oferecido no país, em comparação ao todo? Ou seja, bem ou mal, estão dando resultados. As pessoas estão vivendo com qualidade de vida e talvez essa seja a resposta para a demora em vermos avanços a passos largos no país.

        O que vejo que podemos fazer enquanto soro+, é, com conhecimento de causa, inteligência e bons argumentos, pressionarmos o governo (quem sabe numa próxima demanda para o Dia de Combate a AIDS), solicitarmos um melhor tratamento, com a certeza de menos danos no longo prazo, como a utilização do Dolutegravir, por exemplo.

        Agora, reclamar, sentando a lenha no governo, sem efetivamente fazer minha parte, não resolve de nada!

    • D_Pr diz

      É Cara +

      Concordo com suas palavras, vivemos bem, essa é realidade quando fazemos nosso tratamento oferecido hoje de maneira correta!

      O que me deixa PUTO da vida as vezes é um exemplo bem clássico e aconteceu esses dias!

      Gilead Sciences e o novo tenofovir TAF – Fumarato de tenofovir alafenamide na versão com menos toxicidade e o escambau a quatro (me desculpe a grosseria). Você começa a ler a matéria e fica maravilhado…aí no fim das contas eles tem essa tecnologia logo do inicio dos anos 2.000…e só lançaram agora que está próximo ao vencimento da patente do TDF…

      • CARA + diz

        pois é D_Pr

        situações como essa deixam qualquer um P da vida mesmo!!!! Infelizmente, vivemos num país que para tudo é preciso ter “interésses” em fazer acontecer!!!

        Pensando bem, não é nem país, é mundo. É meio natural mesmo de nós, seres humanos esse comportamento: – ahhhh está funcionando do jeito que está, então pra que mexer em time que está ganhando?

        Pensando em “planos de contingência”, por exemplo, eles só surgem (geralmente) quando um grande desastre, uma grande calamidade já tenha acontecido, até então fica-se no “não se mexe em time que está ganhando”, a não ser que haja alguns “interésses” para que seja revisto. E como nesses “interésses” giram milhões e estão surtindo efeitos, do jeito que estão, prá que mexer?

        Quem sabe um dia a gente aprende né?

        • D_Pr diz

          Quem sabe!!!

          Precisamos nos fazer ser lembrados, algo do tipo, “queremos a cura, funcional já é ótimo” em escala mundial! Pode acreditar, a ciência hoje dispõem de recursos suficientes para realizar tão árdua tarefa e em pouco tempo! Não sou conspirador, apenas defendo uma cura, em primeiro lugar para o câncer, depois outras enfermidades que levam a vida das pessoas em meses, e de igual importância para o nosso tão querido e não menos letal HIV! Hoje ele não mata fisicamente, sim emocionalmente, todos os dias um pouquinho, um retrovirus covarde e silencioso! Se não fizermos por nós, ninguém mais irá mexer uma agulha… Isso é exatamente o caso de outras doenças que não tem cura, elas não matam! Por que curar? No entanto, ninguém sofre pré-conceitos e pré-julgamentos por ser portador de Diabetes! Transformar o HIV em uma doença crônica como diabetes é um avanço notório, entretanto, assim como diabetes os remédios ainda hoje causam insuficiência renal, hepática, riscos cardiovasculares graves e a sequencia é o óbito!

          Esse senhor diz no último paragrafo do seu texto: “Obrigado e conto com o apoio de todos para conseguirmos melhorar a qualidade de vida das pessoas que vivem com HIV/aids.

          Atenciosamente,

          Renato Girade Corrêa
          Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais
          Secretaria de Vigilância em Saúde
          Ministério da Saúde
          + 55 61 3315-7739”

          Segue o link para o comunicado na íntegra: http://www.infectologia.org.br/noticias?id=903

          Se realmente eles querem melhorar nossa qualidade de vida, então Vamos cobrar dele! Do Ministro Arthur Chioro! O futuro a respeito do tratamento de HIV/AIDS já chegou em outras localidades do globo! Merecemos que chegue aqui! Onde está a expressividade das nossas ONG’s? Assistimos em silêncio a pesquisa do Dr. Edécio Cunha Neto perder a verba para o ciência sem fronteiras, não desmerecendo esse último, mas por que não terminar um trabalho tão importante e re-organizar a distribuição das verbas? Poderia ser uma solução mundial!

          Desculpem esse desabafo, hoje precisava!

  7. Thomas+ diz

    É de comentários assim como o seu Cara+ que precisamos ler e nos apegar!
    Me descobri soropositivo em agosto de 2014. O mês de agosto foram dias de lutas e pesadelos…
    Porém já iniciada a medicação (em setembro de 2014), já INDETECTÁVEL, agradeço a Deus pela vida diariamente.
    E por Deus colocar anjos em nossos caminhos. Agradeço pela sua vida JOVEM, por seus posts e por muitos comentários aqui que me fizeram enxugar as lágrimas, erguer a cabeça e seguir em frente!
    Força turma! Com FÉ iremos celebrar a vitória em breve!

    • sampapoa diz

      é incrível como faz uma diferença né? 🙂 também sou muito grato a todos vocês daqui do blog! 🙂 muito, muito, muito, mesmo! 🙂

    • CARA + diz

      Thomas+
      temos uma história de conhecimento do diagnóstico, praticamente igual. Tb me descobri soro+ em agosto e comecei a tarv em setembro. Como vc, agradeço sempre a Deus pela vida e principalmente, pela forma como eu a encaro.

      Tem aquele ditado que diz: Se a vida te dá um limão, faça dele uma limonada e é assim mesmo que penso. sempre procurando tirar o melhor de tudo! Pra tudo na vida, temos sempre 50% de dar certo e te digo meu caro, enquanto existirem esses 50% é neles que me agarro, sempre!

      Como diz Gilberto Gil: “…andar com fé eu vou que a fé não costuma faiá…”

  8. Thomas+ diz

    CARA+
    É isso aí! Simbora pegar os limões e fazer limonada! Nesse calor cai muito bem!
    Pois é! “Andar com FÉ…” Mal eu sabia que ia precisar tanto dela, e ano passado (antes de saber meu diagnóstico) tatuei essa palavra em uma parte do meu corpo.
    Você é de onde?

  9. Cara bh diz

    Galera, os medicamentos alteram o colesterol?? Estou assustado com meu exame.

    Uso ten/lam/efa

    Abracos

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