Passado, presente e futuro do HIV


A aids pode ser curada?

Cientistas cada vez mais perto de vencer o assassino.

Por em 22 de dezembro de 2014
A pesquisa atual tem como alvo a capacidade do HIV de ficar dormente nas células T de memória. Ilustração por Harry Campbell.

Era uma manhã de inverno, em 1981, e minha esposa acabara de voltar para casa, depois de seu turno no centro médico da Universidade da Califórnia em Los Angeles (UCLA), quando me contou de um novo e desconcertante caso. Queenie era um garoto de programa de 18 anos de idade, com cabelos tingidos de acaju. Ele chegou ao pronto-socorro com febre alta e tosse, sintomas de uma pneumonia comum, para a qual foi tratado com antibióticos. Mas os médicos identificaram um micróbio em seus pulmões, chamado Pneumocystis carinii. Este micróbio é conhecido por causar uma rara infecção por fungos, vista em crianças sob severa desnutrição ou em adultos que passam por transplantes de órgãos e quimioterapia.

Diversos especialistas do hospital foram designados para compreender a razão de sua infecção. Queenie tinha uma contagem de plaquetas criticamente baixa, a qual o deixou susceptível à hemorragia e eu fui chamado para examiná-lo. Ele estava deitado de lado e respirava com dificuldade. Seus lençóis estavam encharcados de suor. Uma infecção de herpes tinha feito tantas bolhas sobre sua pele que os cirurgiões tiveram que cortar segmentos necrosados de suas coxas. Seus pulmões começaram a falhar e ele foi colocado num respirador. Pouco depois, Queenie faleceu, por insuficiência respiratória.

Ele era um dos muitos casos desta mesma e rara pneumonia que vinham sendo vistos por todo os Estados Unidos. Michael Gottlieb, imunologista da UCLA, estudou o sangue de alguns destes pacientes e fez uma importante observação: todos eles tinham perdido quase todas suas células T auxiliadoras, as quais protegem contra infecções e cânceres. Em junho de 1981, os Centros de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) publicaram os casos de Gottlieb no Relatório Semanal sobre Morbidez e Mortalidade e, em julho, o Dr. Alvin Friedman-Kien, da Universidade de Nova York, reportou que 26 homens homossexuais em Nova York e na Califórnia tinham recebido diagnóstico de sarcoma da Kaposi, um câncer dos linfonodos e vasos sanguíneos. Estes casos também eram estranhos: o sarcoma de Kaposi afetava tipicamente homens idosos do leste europeu, de ancestrais judeus e mediterrâneos.

Todos os meus pacientes tinham um problema em comum, o qual o CDC, naquele ano, chamou de síndrome da imunodeficiência adquirida, ou AIDS. Os cientistas ainda não sabiam o que a causava.

Acabei cuidando dos pacientes com sarcoma de Kaposi. Eu era o mais jovem da equipe e não tinha qualquer expertise sobre o tumor. Entretanto, nenhum dos professores seniores queria este trabalho. Meu primeiro paciente, um bombeiro de meia-idade apelidado de Bud, era um homossexual que não “saíra do armário” e vivia em Los Angeles. Pouco antes de chegar ao hospital, ele encontrara tumores em suas pernas que mais pareciam cerejas maduras. Depois, também apareceram em seu tronco, em seu rosto e em sua boca. Apesar das fortes doses de quimioterapia, tratamento padrão para o sarcoma de Kaposi avançado, seus tumores cresciam, deixando-o desfigurado antes de matá-lo, em menos de um ano. Em 1982, homens com linfomas altamente agressivos começaram a chegar ao hospital. Eles também não respondiam à quimioterapia. Os pacientes morriam por uma variedade de doenças que venciam seus sistemas imunes devastados. Todos os meus pacientes tinham um problema em comum, o qual o CDC, naquele ano, chamou de síndrome da imunodeficiência adquirida, ou AIDS. Os cientistas ainda não sabiam o que a causava.

No ano seguinte, dois times de cientistas — um liderado por Luc Montagnier e Françoise Barré-Sinoussi, do Instituto Pasteur, em Paris, e outro liderado por Robert Gallo, do Instituto Nacional do Câncer, em Maryland — publicaram artigos na revista Science que descreviam um novo retrovírus nos nódulos linfáticos e nas células do sangue dos pacientes com aids. Este retrovírus tinha um jeito pernicioso de se reproduzir: inserindo permanentemente cópias de DNA do seu genoma dentro do núcleo da célula de seu hospedeiro, sequestrando o maquinário da célula para seu próprio propósito. Quando o retrovírus sofre mutação, o que frequentemente acontece, sua prole é mais difícil de ser afugentada pelo corpo ou por vacinas. Era amplamente aceito que doenças causadas por retrovírus fossem incuráveis. Em maio de 1986, depois de muita disputa sobre os créditos da descoberta (os franceses finalmente levaram o Nobel em 2008), um comitê internacional de cientistas concordou no nome HIV, ou vírus da imunodeficiência humana. Ao final daquele ano, cerca de 25 mil dos quase 29 mil casos de aids entre americanos haviam morrido.

O HIV foi transformado numa condição tratável, uma das grandes vitórias da medicina moderna.

Desde então, o HIV foi transformado numa condição tratável, uma das grandes vitórias da medicina moderna. Em 1987, a Food and Drug Administration (FDA) aprovou o AZT, uma droga desenvolvida para tratar câncer e que acabou nunca indo para o mercado, para uso em pacientes com HIV. No começo, seu preço era exorbitantemente alto e era prescrito em altas toses, as quais se provaram tóxicas e geraram protestos na comunidade gay. Ainda assim, o AZT mostrou-se capaz de adentrar no DNA do vírus assim que este se formava e por isso continuou a ser usado, mas em doses menores. Hoje os cientistas já desenvolveram mais de 30 remédios antirretrovirais que impedem o HIV de se reproduzir nas células T auxiliadoras.

A ideia de combinar os medicamentos num “coquetel” veio em meados dos anos 90, espelhando como os oncologistas tratavam o câncer. Células cancerígenas, assim como partículas de HIV, podem mutar rápido o suficiente para escapar de medicamentos que têm um único alvo. O regime de tratamento — TARV, de terapia altamente eficaz com antirretrovirais — foi colocado em estudos clínicos por cientistas proeminentes, como David Ho, do Instituto Aaron Diamond, em Nova York. Eu prescrevi o coquetel para um de meus pacientes, David Sanford, e menos de um mês depois de iniciá-lo sua febre cessou, suas infecções desapareceram, sua energia voltou e ele começou a ganhar peso. O HIV em sua corrente sanguínea despencou para um nível indetectável, e ali ficou. Mais tarde, em um artigo vencedor do Pulitzer, Sanford escreveu: “É mais provável que eu morra atropelado por um caminhão do que de aids” — uma máxima que hoje é válida para a maioria das pessoas que vivem com HIV nos Estados Unidos. Nos últimos cinco anos, dentre as dezenas de pacientes com HIV que eu trato, nenhum deles morreu da doença.

Ainda há obstáculos enormes. 35 milhões de pessoas no mundo estão vivendo com o vírus. Na África subsaariana, onde são reportados a maioria dos novos casos, 63% das pessoas elegíveis ao tratamento não o recebem; e aqueles que recebem frequentemente não o recebem por completo. Nos Estados Unidos, um ano de TARV custa milhares de dólares por paciente e os efeitos colaterais a longo prazo podem ser debilitantes.

Hoje, os cientistas têm falado cada vez mais sobre a cura. Sabemos sobre o HIV tanto o quanto sabemos sobre alguns cânceres: seus genes foram sequenciados, seu método de infiltrar nas células do hospedeiro foi decifrado e suas proteínas foram mapeadas tridimensionalmente. Uma importante descoberta foi alcançada em 1997: o vírus consegue permanecer dormente em células de vida longa, intocável pelos medicamentos atuais. Se conseguirmos de maneira segura e financeiramente acessível eliminar este reservatório viral, nós finalmente conseguiremos derrotar o HIV.

Ward 86, o primeiro ambulatório de aids americano, foi aberto no San Francisco General Hospital em 1º de janeiro de 1983. Recentemente, fui até lá para encontrar Steven Deeks, um expert em ativação imune crônica e inflamação decorrente do HIV. Deeks, um professor da Escola de Medicina da Universidade da Califórnia em São Francisco (UCSF), também é coordenador de estudo SCOPE, que acompanha um grupo de 2 mil homens e mulheres HIV positivos, nos quais ele mede os efeitos de longo prazo de viver com o vírus. A cada ano, amostras de sangue são enviadas para laboratórios de todo o mundo. A missão de Deeks é catalogar os danos que o HIV faz nos tecidos e testar novas drogas que podem ajudar.

“Os medicamentos antirretrovirais são projetados para bloquear a replicação viral do HIV e fazem isso muito bem”

Sua ala ocupa o sexto andar de um prédio art déco que fica na parte norte do campus da UCSF. Encontrei Deeks em seu escritório, vestindo uma camisa de flanela e tênis New Balance. Ele explicou suas preocupações sobre o coquetel. “Os medicamentos antirretrovirais são projetados para bloquear a replicação viral do HIV e fazem isso muito bem”, ele disse. Mas não permitem que muitos pacientes se recuperem por completo. O sistema imune se recupera o suficiente para prevenir a aids, mas, uma vez que o vírus persiste, o sistema imune precisa manter uma resposta discreta porém constante. Isso cria inflamações crônicas, as quais danificam os tecidos.

A inflamação é exacerbada pelos efeitos colaterais dos medicamentos. Os primeiros tratamentos causavam anemia, danos nos nervos e lipodistrofia — o emagrecimento dos membros e da face e depósitos de gordura em volta da barriga. A lipodistrofia ainda é um problema sério. Deeks observou que muitos pacientes do estudo SCOPE têm altos níveis de colesterol e triglicérides, o que pode levar a danos nos órgãos. Uma consequência séria são as doença cardíacas, as quais parecem ser causadas pela inflamação das paredes das artérias. Deeks também viu em seus pacientes cânceres no pulmão, no fígado e na pele. Num eco dos primeiros dias da epidemia, ele notou que muitos pacientes de meia-idade desenvolvem doenças associadas com a velhice: doenças nos ossos e nos rins e possíveis efeitos neurocognitivos. Uma melhor definição para aids, segundo Deeks, seria “doença da inflamação adquirida”.

Ele me apresentou para um de seus pacientes, a quem vou chamar de Gordon. Um homem alto, cordial e com óculos sem aro levantou-se para apertar a minha mão e eu percebi sua barriga protuberante. Ele é HIV positivo há quase 40 anos e se disse sortudo por estar vivo: “Meu parceiro de dez anos, que tinha a mesma cepa de HIV, que comia a mesma comida, visitava os mesmos médicos e tomou os mesmos remédios do começo da epidemia, morreu em junho de 1990, quase 25 anos atrás.”

Ele me disse: “Não estou mais preocupado com o vírus. Estou mais preocupado com meu organismo e com o envelhecimento precoce.” Em 1999, aos cinquenta anos de idade, ele descobriu que os depósitos de gordura tinham constrito significativamente a circulação sanguínea de uma importante artéria que alimenta o ventrículo esquerdo de seu coração. Ele começou a experimentar dores incapacitantes ao andar, pois o suprimento de sangue para seu tecido ósseo tinha diminuído — uma condição chamada de necrose avascular. Em 2002, fez sua primeira cirurgia para colocar uma prótese no quadril e, em 2010, fez a segunda. Seus músculos diminuíram e manter-se sentado pode ser desconfortável; para isso ele usa cuecas acolchoadas com espuma. A cada dois anos, recebe injeções de ácido poliláctico no rosto, o qual substitui a perda de conexão dos tecidos.

A longevidade de Gordon e as dezenas de medicamentos que ele tomou para ficar vivo exemplificam a experiência de milhões de pacientes infectados com aids. Seu tratamento custa quase 100 mil dólares por ano. Embora seja coberto por asseguradoras e pelo Estado da Califórnia, ele chama a isso de “preço do resgate: seu dinheiro ou sua vida.” Para Deeks, a pergunta é: “Será que o mundo pode encontrar recursos para criar um sistema que ofereça, diariamente, medicamentos antirretrovirais para 35 milhões de pessoas, muitas das quais em regiões muito pobres?” Ele duvida. E é por isso que está concentrado em encontrar a cura. “Nossa filosofia é que, para alcançar a cura do HIV, precisamos descobrir onde e por que o vírus persiste”, disse.

Poderiam os medicamentos certos e na combinação certa derrotar o vírus de vez?

Em 1997, em meio à euforia decorrente da TARV, as pessoas começaram a pensar seriamente sobre a cura. Mais cedo ou mais tarde, todas as células infectadas morrem por conta própria. Poderiam os medicamentos certos e na combinação certa derrotar o vírus de vez? Naquele ano, David Ho publicou um artigo na revista Nature, no qual ele previa matematicamente que um paciente sob regime de TARV poderia vencer o vírus detectável em 28 à 37 semanas. Nesta mesma edição da revista havia um artigo de opinião bastante diferente, escrito por Robert Siliciano, hoje pesquisador na Johns Hopkins School of Medicine. Usando um teste incomum e extremamente sensível, Siliciano localizou o HIV num tipo de célula T auxiliadora que provê memória para nossos sistemas imunes e que pode viver por décadas. Células T de memória são de importância ímpar: elas reconhecem os antígenos nas infecções e orquestram respostas rápidas. Mas o vírus provou ser ainda mais esperto. Ele permanece dormente nas cadeias de DNA do hospedeiro, intocado pelo coquetel de medicamentos, e, se este for interrompido, ele pula de volta à vida, degradando então o sistema imunológico.

Aos 62 anos de idade, esguio e discreto, Siliciano é muito conceituado na pequena comunidade de pesquisadores de HIV. Ele conheceu sua esposa e colaboradora, Janet, nos anos 70, quando ela ainda era estudante de graduação na Johns Hopkins, onde estudava as proteínas que as células T soltam quando se deparam com micróbios. Hoje com 59 anos de idade, cabelos ruivos cacheados e um sotaque de New Jersey, Janet se juntou ao laboratório de Bob quando seu artigo foi publicado na Nature. Ela disse que a ideia do artigo foi dele, mas Bob disse que foi Janet quem desenvolveu a ideia ao longo de sete anos, acompanhando os níveis de vírus dormente em pacientes tratados consistentemente com TARV. Os dados que ela coletou confirmaram a tese: o vírus pode sobreviver por tempo quase indeterminado. “Nós calculamos que demoraria 70 anos de TARV contínua para que todas as células T de memória morressem”, ela disse.

Siliciano me contou sobre a primeira vez em que viu um vírus latente emergir de uma célula T de memória de um paciente com HIV e em TARV. O paciente achava que estava curado. “Ele havia sido biopsiado em todos os lugares imagináveis e ninguém conseguia encontrar qualquer vírus”, disse Siliciano. Os pesquisadores colheram vinte tubos de sangue do paciente, isolaram as células T e separaram-nas em vários compartimentos. O espécime foi então misturado com células de pacientes não infectados. Se as células T saudáveis fossem infectadas, o vírus se reproduziria e seria expelido. A detecção do vírus seria sinalizada pela mudança da cor do tubo de ensaio para azul. Siliciano se lembra de estar sentado em sua mesa, conversando com um visitante, quando um estudante entrou em sua sala, num pulo: “Os tubos estão ficando azuis!” Ele disse que “foi um momento muito estranho, porque era a confirmação de uma hipótese — o que é empolgante — mas também era um desastre. Todo mundo chegou à mesma conclusão: as células persistiram infectadas apesar da terapia antirretroviral.”

O laboratório de Siliciano ocupa o oitavo andar do Miller Research Building, na Johns Hopkins School of Medicine. O time de 26 pesquisadores — entre técnicos, estudantes, colegas e professores — trabalha num espaço amplo e arejado, numa instalação de Nível 3 de Biossegurança, na ala norte do edifício. Lá, eles manipulam espécimes de seus pacientes HIV positivos e de muitos outros. Num ambiente com pressão do ar negativa, os pesquisadores colhem amostras de sangue de uma incubadora e as colocam numa capela de fluxo laminar, a qual cria uma corrente de ar. Nada sai do edifício sem ser duplamente ensacado e esterilizado.

Grande parte da pesquisa atual sobre aids parte da descoberta fundamental dos Silicianos, a respeito dos reservatórios de HIV. O mesmo acontece com o trabalho deles hoje em dia. Usando químicos potentes, os Silicianos foram capazes de atrair o HIV para fora de seu esconderijo nas células T de memória, avaliar o alcance do vírus dentro do corpo e começar a mapear onde mais ele poderia estar escondido.

Alguns anos atrás, começaram a prestar atenção aos “blips”, pequenos e repentinos aumentos na carga viral que podem acontecer de vez em quando no sangue de pacientes em TARV. Os médicos estavam preocupados que os blips pudessem ser partículas de vírus que se tornaram resistentes à TARV e assim escaparam das células. Os Silicianos pensavam diferente: as partículas virais teriam sido soltas por células infectadas de maneira latente e que agora foram ativadas. Eles analisaram o sangue de pacientes com blips a cada dois ou três dias ao longo de três ou quatro meses. Sua hipótese mostrou-se correta: o vírus não tinha se tornado resistente aos medicamentos, apenas estava dormente nos reservatórios das células T de memória. Ele poderia ser liberado do reservatório de maneira intermitente, mesmo quando o paciente tomava remédios antirretrovirais.

Embora os cientistas tenham sido castigados pela descoberta de que o regime de medicamentos sozinho não seria capaz de levar à cura, eles recentemente descobriram três casos fora do comum que os encorajaram a continuar tentando. O primeiro caso foi Timothy Ray Brown.

A cura de Brown foi espetacular, mas difícil de ser reproduzida. Seu médico teve de destruir todas as suas células do sangue duas vezes, com radiação e quimioterapia, e reconstruir seu sistema imune.

Brown é conhecido como o Paciente de Berlim, uma vez que foi nesta cidade que ele se tornou a única pessoa a ser curada do HIV. Em 2006, mais de uma década depois que descobriu ser HIV positivo, ele recebeu um diagnóstico, não relacionado com o vírus, de leucemia mielóide aguda, um câncer de medula óssea. Depois do tratamento inicial, sua leucemia voltou. Brown precisava de um transplante de medula óssea. Seu hematologista, Gero Huetter, teve a criativa ideia de usar um doador com uma mutação genética que desliga a proteína CCR5, uma porta de entrada do HIV nas células T auxiliadoras. Em 7 de fevereiro de 2007, Brown recebeu o transplante. Um ano depois, ele repetiu o procedimento. Em 2009, as biópsias de seu cérebro, nódulos linfáticos e intestino mostraram que o vírus não tinha voltado e que sua contagem de células T estava de volta ao normal.

A cura de Brown foi espetacular, mas difícil de ser reproduzida. Seu médico teve de destruir todas as suas células do sangue duas vezes, com radiação e quimioterapia, e reconstruir seu sistema imune duas vezes, com células de medula óssea transplantadas. Foi muito perigoso e dispendioso. Os pesquisadores se perguntaram se poderiam produzir uma versão simplificada deste procedimento. Em 2013, médicos do Brigham and Women’s Hospital, em Boston, reportaram o resultado de um estudo no qual dois pacientes HIV positivos sob TARV receberam transplantes de medula óssea para tratar seus linfomas. Seus doadores, diferentemente do doador de Brown, não tinham a mutação do CCR5 e a quimioterapia a que foram submetidos foi menos intensa. A TARV foi interrompida alguns anos depois dos transplantes e o vírus permaneceu indetectável por meses, para então ressurgir.

Em julho último, vieram os resultados de um terceiro caso. Em 2010, uma menina conhecida como a Bebê do Mississippi nasceu de uma mãe HIV positiva que não tomou antirretrovirais. A bebê tinha o vírus no sangue. 30 horas após o parto, a recém-nascida foi colocada sob terapia antirretroviral. Em algumas semanas, sua carga viral caiu para abaixo do limite de detecção. A bebê tinha 18 meses de idade quando o tratamento foi então interrompido, contra recomendação médica. Por dois anos, o sangue da menina não apresentou qualquer sinal do vírus e os pesquisadores especularam que o tratamento precoce com TARV poderia ter prevenido o HIV de formar um reservatório dormente. No entanto, 27 meses depois da interrupção dos medicamentos, a criança testou positivo para o vírus. Embora os pesquisadores tenham ficado impressionados que a intervenção precoce tenha banido temporariamente o HIV, ela não foi curada.

Em agosto, Janet e Robert Siliciano escreveram sobre os pacientes de Boston e a Bebê do Mississippi na revista Science, afirmando que os casos confirmavam que os pesquisadores estão no caminho certo no combate à infecção latente. O Paciente de Berlim era um exemplo ainda mais complexo. Karl Salzwedel, chefe de patogênese e pesquisa básica na Divisão de Aids do Instituto Nacional de Alergia e Doenças Infecciosas, me contou que, até o caso de Timothy Brown, “não estava claro como é que nós iríamos nos livrar dos últimos pedaços de vírus que permanecem nos reservatórios.” O caso de Brown trouxe “uma prova de conceito: é possível erradicar o HIV latente do corpo, ainda que seja a partir de um método arriscado e tóxico. Ainda assim, é uma prova de conceito.”

A nova peça central no esforço americano de curar o HIV está no Martin Delaney Collaboratories. Financiado pelos Natiotal Institutes of Health (NIH) em 2011, esses laboratórios colaborativos foram formulados para ligar laboratórios clínicos, centros de pesquisa e empresas farmacêuticas. O apoio federal é de 70 milhões de dólares pelos primeiros cinco anos, sob a premissa de cooperação e comunicação aberta entre todas as partes. Salzwedel me contou que o NIH financiou três pedidos e que “cada um deles estava abordando uma estratégia de erradicar o HIV de maneira diferente”, melhorando o sistema imune dos pacientes, manipulando geneticamente o gene CCR5 e destruindo os reservatórios. Estas representam diferentes respostas à tese de Siliciano e das lições aprendidas com Timothy Brown.

Mike McCune, chefe da Divisão de Medicina Experimental da UCSF, pesquisa meios através dos quais o HIV pode ser erradicado do corpo pelo próprio sistema imune. Ele foi atraído por uma observação feita nos primeiros dias da epidemia: bebês nascidos de mães com HIV eram infectados no útero apenas em 5 a 10% das vezes, mesmo embora eles sejam expostos ao vírus ao longo da gestação. Mais recentemente, McCune e seus colegas observaram que o sistema imune fetal, em desenvolvimento, não reage contra as células da mãe, as quais podem facilmente atravessar a placenta e alcançar os tecidos fetais. Ao invés disso, o feto produz células T especializadas que suprimem respostas inflamatórias contra a mãe e podem também prevenir respostas inflamatórias contra o HIV, bloqueando assim o avanço rápido do vírus no útero e poupando a criança.

“Há um yin e yang no sistema imune.”

McCune trabalhou por muitos anos com Steven Deeks e o estudo SCOPE. Quando conversei com ele em São Francisco, ele disse: “Há um yin e yang no sistema imune. Estamos tentando recapitular o balanço orquestrado encontrado no feto.” McCune agora está trabalhando em intervenções que podem vir a prevenir a inflamação contra o HIV em adultos, numa tentativa de imitar parcialmente o equilíbrio encontrado no útero. Ele também está desenvolvendo métodos que podem vir a permitir que o sistema imune reconheça melhor e destrua o vírus, assim que este se manifestar. Estes estudos estão sendo conduzidos em primatas, não humanos, e podem chegar a testes em humanos entre um a dois anos.

Em Seattle, um grupo liderado por Hans-Peter Kiem e Keith Jerome está adotando uma abordagem mais futurista. Usando uma enzima chamada Dedo de Zinco, eles estão alterando geneticamente o sangue e as células da medula óssea a fim de desativar o CCR5, a porta de entrada do HIV nas células T. Os pesquisadores vão modificar as células fora do corpo e, assim, quando forem devolvidas, parte das células da corrente sanguínea serão resistentes à infecção pelo HIV. Com o tempo, eles esperam, estas células vão se propagar e o paciente vai aos poucos construir um sistema imune que é resistente ao vírus. Estes pacientes podem ainda ter um pequeno reservatório de HIV, mas seus corpos serão capazes de regular a infecção.

O maior laboratório colaborativo, com mais de 20 membros, é liderado por David Margolis, da Universidade da Carolina do Norte. Margolis, um expert em doenças infecciosas, tem como alvo os reservatórios. Sua estratégia, a qual passou a ser conhecida como “chutar e matar”, é de reativar os vírus dormentes, desmascarando as células que os carregam para que possam ser destruídas. Em 2012, ele publicou os resultados de um estudo clínico com a droga Vorinostat, a qual foi originalmente desenvolvida para tratar cânceres nas células T, agora testada no tratamento de choque contra o HIV. Em outubro último, a ideia de “chutar e matar” estava sendo amplamente discutida quando o time de colaboradores se reuniram no NIH, ao lado de centenas de outros pesquisadores, diversos acadêmicos e leigos interessados. Margolis e sua equipe falaram de novos meios de expulsar o vírus para fora da dormência.

A fase de matança é mais desafiadora, uma vez que as células que receberam o “chute” trazem poucos antígenos contra o HIV, que são as bandeiras tóxicas hasteadas por partículas patogênicas antes do ataque. Uma das abordagens da estratégia de matança vem de um tipo pouco comum de HIV positivo, que pode carregar o vírus por décadas sem ser incomodado por ele. Chamados “controladores de elite”, possuem células T citotóxicas, ou células NK, de natural killer, que atacam as células produtoras de vírus. O objetivo é tornar todos os pacientes HIV positivos em controladores de elite através de “vacinação terapêutica”, a qual poderia permitir que os pacientes produzissem suas próprias células T citotóxicas.

Os cientistas também estão tentando desligar uma molécula chamada PD-1, a qual o corpo usa para restringir o sistema imune. Desativar a PD-1 tem funcionado em estudos clínicos em pacientes com melanoma e câncer de pulmão. Um paciente parece ter sido curado de hepatite C com uma única injeção de um bloqueador de PD-1 produzido pela Bristol-Myers Squibb.

Grupos fora destes laboratórios colaborativos e que também estão testando meios de alcançar a cura da aids compartilham seus resultados com as equipes do NIH. Em paralelo com o grupo de Seattle, Carl June, diretor de pesquisa translacional do Centro de Câncer de Abramson, na Universidade da Pensilvânia, e seus colegas têm usado engenharia genética para fechar a porta do CCR5. Na edição de março último do New England Journal of Medicine, eles reportaram sobre seu estudo clínico mais recente, o qual mostrou que células T modificadas podem sobreviver por anos em pessoas com HIV. Um trabalho similar em desligar o CCR5 está sendo feito pela Calimmune, uma empresa sediada na Califórnia devotada à busca da cura da aids. (Um de seus fundadores é David Baltimore, que recebeu o prêmio Nobel pela descoberta transcriptase reversa, uma enzima crucial na reprodução retroviral.) Grupos na Dinamarca e na Espanha também tiveram progresso e, em 2012, pesquisadores na França analisaram o estudo Visconti, o qual pôs a intervenção precoce recebida pela Bebê do Mississippi num estudo formal. Um pequeno grupo de 14 pacientes HIV positivos foi logo tratado, semanas após a infecção, e então a TARV foi interrompida. Eles permaneceram livres do vírus por vários anos.

Quando eu ainda era jovem, nos anos 50, a leucemia infantil era quase sempre fatal. Hoje, é curável em 9 de 10 casos.

A luta contra a aids está seguindo uma trajetória similar à luta contra vários cânceres. Quando eu ainda era jovem, nos anos 50, a leucemia infantil era quase sempre fatal. Finalmente, foram desenvolvidos medicamentos capazes de levar o câncer à remissão, em meses ou anos. Mas o câncer sempre voltava. Nos anos 70, cientistas descobriram que células leucêmicas permaneciam dormentes no sistema nervoso central e, com isso, desenvolveram tratamentos direcionados, capazes de eliminar estas células. Hoje, a leucemia infantil é curável em 9 de 10 casos.

Em julho último, na 20ª Conferência Internacional de Aids, em Melbourne, na Austrália, Sharon Lewin, um expert em doenças infecciosas da Universidade Monash, disse: “Neste momento, nós provavelmente estamos diante de alcançar remissão a longo prazo.” Muitos especialistas concordam que a remissão é factível e que, em algum momento, nós seremos capazes de desmamar nossos pacientes da atual terapia vitalícia.

Até mesmo os cientistas mais céticos a respeito da aids acreditam que a remissão é o próximo passo, que precede a cura. Robert Siliciano me disse que “O primeiro objetivo é reduzir o reservatório. E isso não apenas pelo indivíduo mas em prol da saúde pública.” Quando uma pessoa puder ficar fora da TARV, os recursos de seu tratamento poderão ser alocados para pacientes que ainda precisam de tratamento.

David Margolis acredita que sua estratégia de “chutar e matar” vai funcionar, embora possa levar 10 a 20 anos. Os Silicianos concordam que é preciso pesquisar mais. “Chutar e matar”, segundo eles, vai precisar de mais do que uma única droga, como o Vorinostat. O regime ideal não pode ser identificado até que fique claro qual o tamanho dos reservatórios de vírus latente. E os Silicianos ainda não desenvolveram um método de medição preciso para isso. Até agora, o único jeito de determinar se uma cura foi alcançada tem sido acompanhar pacientes que estão fora do tratamento por anos. “Quanto mais aprendemos, mais perguntas temos”, disse Janet.

Ainda assim, as perguntas que têm sido respondidas têm surpreendido os cientistas. Na UCLA, durante os primeiros e brutais anos da epidemia, eu nunca teria imaginado que, no futuro, os pacientes chegariam aos seus 80 anos de idade. Uma doença fatal foi domada e hoje é uma doença crônica. O próximo passo é encontrar a cura. Os cientistas são inatamente cautelosos, pois, ao longo dos anos, aprenderam com a aids que é preciso ter humildade. A ciência atua em torno de um núcleo de incertezas, no qual se encontram contratempos, mas também a esperança.

Jerome Groopman, escritor da equipe desde 1998, escreve principalmente sobre medicina e biologia.


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Bruno
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Bruno

Que texto ótimo, eu tinha curiosidade de ler um panorama atual das pesquisas sobre a cura, embora não me empolgue muito com tal tema é tranquilizante saber que existe esperança.

MarcosFortal
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Realmente, animador saber que cientistas acreditam nesta possibilidade que muitos esperam com ansiedade (sou um deles). Enquanto não aparece a cura, resta manter (ou pelo menos tentar) o equilíbrio emocional e seguir as recomendações médicas à risca. Depois de um 2014 desesperador (sim,este foi meu sentimento durante meses) por causa do diagnóstico, hoje tenho certeza que tudo vai ficar bem apesar de alguns medos persistirem. A minha incredulidade em relação ao tratamento eficaz caiu por terra no meu último exame. Iniciei as “vitaminas” há três meses aproximadamente, sempre pontualmente às onze horas da noite. Não importa o local! E para… Ler mais »

CARA +
Visitante
CARA +

Amigão do peito! Nosso Marcão Fortão, ops Fortal

tão feliz por vc meu caro. Muito feliz pela msg que deixou no meu skype, tive um dia bem mais feliz ontem. Para minha surpresa, vc voltou das férias com todas essas novidades excelentes e animadoras.

que saudades de tc contigo, meu amigo de fé, meu irmão camarada….

MarcosFortal
Visitante

Saudades de conversar com você também! Ontem verifiquei para ver se tinha me respondido e nada…HUMPF 🙂

Hope
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Hope

Rapaz, que boa notícia! Estamos esperando os resultados do meu marido para semana que vem… Espero que também possa dar boas notícias.
Quanto ao 3×1 aqui no Ceará, pegamos ontem a medicação para 60 dias e ninguém disse nada… Será??

MarcosFortal
Visitante

Hoje, fique confiante que vai dar certo sim os exames do seu marido. Tô namoricada. Queria entrar em contato com você por email. Precisando de uma ajudinha em relação a infectologista. Se puder, me escreve pelo email pmota78@hotmail.com
Bjs

MarcosFortal
Visitante

Namoricada = na torcida. Maldito corretor ! Kkkkk. Hoje, em relação ao 3×1, foi a informação que passaram para o amigo que pega meus remedios. To com dedos cruzados para que seja verdade 🙂

MarcosFortal
Visitante

Hoje = hope! Kkkkk

Vida
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Marcos, você e esse seu corretor ortográfico..kkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
Lembra daquela nossa conversa no zapzap sobre auto-estima? Por conta do seu corretor ortográfico eu quase chorei de tristeza…tudo por conta de uma palavrinha…..
minha auto estima aquele dia foi reduzida a pó..kkkkkkkkkkkkkkkkk

Beijos

D_Pr
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D_Pr

Parabéns Marcos!!!

Continue assim, com CD4 pra dar e vender e CV indetectável!

Kaliul
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Kaliul

Marcosfortal,

Semana passada quando fui pegar os remedios, o farmaceutico me disse que está previsto para chegar no Ceará no dia 20/01. A orientação que lhe foi repassada é a preferência por novos casos, mas ele não sabe quando de fato vai chegar na unidade e como será feita a escolha da distribuição. Eu sei que já chegou o 2×1.

MarcosFortal
Visitante

Kaliul, Tenho conhecidos virtuais que quando foram pegar os medicamentos receberam o 3×1. Não aqui no Ceará, mas em outros estados. Porém, eram pessoas que já estavam em tratamento com os comprimidos separados. Em um fórum, obtive a informação (não sei se procede) que a dose única seria entregue também para que iniciou há menos de um ano o tratamento, como forma de garantir a adesão.

Paranaense do Rio de Janeiro
Visitante
Paranaense do Rio de Janeiro

Sabe que “ouvir” isso de você é estimulante. Minha infectologista é muito pé no chão. Eu tenho levado o tratamento muito a sério. Mas só vou fazer a nova contagem em fevereiro ou março. Estou numa curiosidade louca. Sério mesmo. Feliz por você. Feliz por todos nós. Aqui no Rio ainda não temos esse comprimido único. Mas estou tão acostumado em tomar meus quatro comprimidinhos todos os dias, que já nem reclamo mais. Feliz 2015. Feliz Ano NOSSO!!!

MarcosFortal
Visitante

Paranaense, entendo perfeitamente esta curiosidade louca. Fiquei numa ansiedade sem noção para saber os resultados depois de iniciar a medicação. Quando a gente vê números que apontam um relativo “tá tudo bem com você”, é tranquilizador. Claro, não cem por cento, né? Porque tranquilizador mesmo era se não tivéssemos isso. Mas, como diria minha avó: agora é tarde, Inês é morta (e nem foi de hiv, aposto!).

vctsantos
Visitante

Tive um ano desesperador também, recebi meu diagnostico em junho e desde ai não tive paz. Porém assim como vc meus exames estão indo bem e me deixou feliz para começar 2015.
Fico feliz por ler uma matéria dessa e claro que não vou negar cria esperança.

Gostaria de conversar mais com o pessoal do blog trocar experiências se alguém se interessar, entra em contato.
Abraço a todos !

MarcosFortal
Visitante

vctsantos, O meu confirmatório saiu também em junho do ano passado, mas antes disso foi quase um mês de desespero. Em parte, por ser um completo desinformado em relação ao vírus. Alguns meses se passaram e, hoje, me sinto um pouco mais confortável com a situação. Li uma coisa que Vida postou certa vez que sempre lembro: “Assim como toda felicidade, nenhum sofrimento é eterno”. Sabe, um dia acordei e me senti cansado em manter os mesmos sentimentos negativos. Até coloquei como prioridade na minha lista de desejos para 2015, manter o pensamento positivo em 100% do tempo. E vou… Ler mais »

casalpositivo2
Visitante
casalpositivo2

oi marcos boa noite ! gostaríamos muito de trocar ideias com vc e com quem mais estiver afim ! favor enviar email para casalpositivo2@hotmail.com blz?

Jonas
Visitante
Jonas

Oi, gostaria de poder com vc (vcs) trocar informaçoes. Todos devem falar uma mesma lingua. Meu wats (88) 9307-3252

vctsantos
Visitante

Demorei para ler seu comentário, mas depois de um tempo também aceitei e hoje em dia consigo viver de forma muito melhor. Adorei a frase, vou passar a utilizá-la sempre.

Bruno
Visitante
Bruno

Também soube que o 3 em 1 chega esse mês aqui em Pernambuco, ansioso desde já.

Aegon
Visitante

Minha primeira dose da Tarv foi hj, dps de 8 anos em assintomático. Fui quinta passada , dia 8/01, no Hgf e lá eles já estavam dando o 3×1. to com meu 2×1 aqui pq preferi fazer uso de outro esquema. Ah, a nova formulação do ritonavir nao vai pra geladeira.
Notícias boas para 2015.

Chrome - João Pessoa
Visitante
Chrome - João Pessoa

Vc tá tomando o esquema Tenofovir, Lamivudina, Ritonavir e Atazanavir? E nesse esquema vc já pegou o Tenofovir e Lamivudina em uma pílula só? Uso esse esquema e na última vez q peguei (começo de dezembro) o Ritonavir já veio termoestável tb e o farmacêutico disse que em janeiro o 2 em 1 já estaria disponível. Vou pegar agora no fim do mês e tô ansioso pra diminuir a quantidade das pílulas de 5 para 3. Escolhesse este esquema pq?

AMIGOSPOSITIVOS
Visitante
AMIGOSPOSITIVOS

Chrome blz rapaz, tbm sou de JPA, me add ai AMIGOSPOSITOVOS@OUTLOOK.COM

Rapaz já recebi o 2 em 1 muito bom, espero que eles faço 1 comprimido só, me add blz! Faço consulta com Dr. Francisco Bernadino e vc?

Aegon
Visitante
Aegon

Primeiro pq meu marido toma esse também e caso ocorra acidente nas relações sexuais a chance de reinfecção (se é que ela de verdade existe) são menores.

Segundo pq já pesquisei bastante na internet e com médicos e eles me falaram que esse esquema era o melhor para o meu caso em específico, pq tenho problemas com insônia e o Efavirenz é meio chato em relação ao sono.

cavalcante feitosa
Visitante
cavalcante feitosa

parabens pra vc w muitos anos de vida….

Vida
Visitante

MarcosFortal, meu amoreeee

Creio que essa situação (HIV) eu tenha realmente superado….Só preciso superar outras coisinhas.. Mas um dia a burra aqui supera..rs
Parabéns pelos excelentes resultados!!

Beijosss procê!

Vivendo positivo
Visitante
Vivendo positivo

Descobri no dia 13/01, e vcs tem sim sido minha alegria, me add no skype: Vivendo positivo.
Quero saber mais sobre o vírus e remédios.

casalpositivo2
Visitante
casalpositivo2

descobrimos precisamente no dia 23.01.2015 e até agora estamos em pÂnico assim como vc esta tb!. tmeos picos de choros de pensamentos otimistas e de pensamento pessimistas. vimos videos no youtbe a respeitod e tudo, mas ainda tmeos muitas duvidas o bom disso tudo é que nume xame de rotina descobri estar infectado e meu parceiro tb! tudo desabou!. compramos uma casa e estamos reformando tudo! e depois desse resultado as coisas perderam o sentido. temos 2 opções: parar a vida e morrer todos os dias ou seguir a vida, reagir dar prosseguimento aos nosso objetivos,. É dificil mas tem… Ler mais »

casalpositivo2
Visitante
casalpositivo2

o bom que eu quis dizer é que descobrimos antes de uma infecção oportunista aparecer.

binhomais
Visitante

Casalpositivo2, quando descobri em junho passado estava desenrolando os papéis do meu primeiro imóvel próprio, e tudo continuou como deveria ser. Chorem sim, precisam passar por esta etapa, mas podem acreditar que vocês não vão morrer a cada dia, exatamente o contrário, viverão cada dia. É o único jeito que existe. Não se culpem demais, logo estarão indetectáveis e mais pra frente vem a cura.

Abraços

Enquanto há vida, há esperança.
Visitante
Enquanto há vida, há esperança.

Descobri a 1 mes que eu e minha esposa temos o virus, no começo realmente é muito dificil de aceitar mas isso que você disse sobre 2 opções eu aplico em minha vida todo dia e faço o maximo para minha esposa pensar do mesmo modo por que a tristesa e a depressão podem derrubar muito mais rapido a gente.
Sou novo no blog mas sempre dou uma olhada nos artigos e comentarios.
Abraçoss

Pequena +
Visitante
Pequena +

Enquanto há vida, há esperança

Seu nick diz tudo 😉
Sei que no início é bem complicado, todos já passamos por isso.
Essa tempestade vai passar <3
Tenha fé, mantenha foco e força.
Qualquer coisa estamos aqui, é só chamar.
abaixinha74@gmail.com
Um forte abraço Pequena +

vida
Visitante
vida

obrigado pequena+ é sempre bom podemos conversar com pessoas que passaram e passam pelo mesmo problema, mas sempre fé e força para viver sempre,,,
abraços!!

Jonas
Visitante
Jonas

Lindo depoimento! Fiquei emocionado, mas nao é o fim de tudo. Tente ver pelo lado bom, é uma opçao que da pra controlar. Nao parem de planejar ou ate mesmo de viver. Gostaria de estabelecer contato. Quero poder trocar informaçoes e estabelecer amizade. Nesse momento temos que juntar forças positivas. Pois quando um fraquejar o os outros ajudam a levantar. Meu watsaap (88) 9307-3252

CARA +
Visitante
CARA +

Bruno, eu diria um panorama geral, desde o início da epidemia até agora. O que me “conforta” em ler um texto como esse é que, mesmo que não seja encontrada a tão sonhada cura – sonhada cura no sentido de deixarmos de ser soropositivos e passarmos ao status soronegativos, um melhor tratamento, cada vez mais eficiente e com menos efeitos colaterais a longo prazo, está sempre surgindo!

Sempre peço a Deus que ilumine a mente e mãos desses profissionais em busca da cura e de um tratamento cada vez melhor. Obrigado meu Deus, por ter sido atendido!

Felipe Rec
Visitante
Felipe Rec

Olha, não sei vcs, mas não li nada animador com relação a cura definitiva. “os efeitos colaterais podem ser debilitantes”
“quanto mais descobrimos, mais perguntas temos”
Ou seja, serão mais de 20 anos como diz a matéria para que o chutar e matar dê certo, fico triste, estarrecido, deprimido, em saber que tenho 32 anos, e a cura não virá para nossa geração, como disse um colega, desculpem, mas foi o que entendi do texto, que estão no caminho, mas sem saber se este caminho é o certo, ou terão q voltar a estaca zero a qualquer momento.

casalpositivo2
Visitante
casalpositivo2

felipe pelo que li daqui pra 2020 ja se tem uam resposta pra um começo de um tratamento eficaz para matar esse vírus, procure um video no youtube do dr. luiz pianowski famarceutico brasileiro!

lucianA
Visitante

Leio me animo e choro.

binhomais
Visitante

lucianA, esta matéria é quase um choque. Mas são muitas frentes de pesquisas. Me chamem de iludido, mas para mim a cura já existe e de diversas formas, entretanto cada um de nós precisará de um tratamento personalizado com o que existe HOJE. O que estão buscando, ainda, é ter certeza de que aquilo que eles podem oferecer de cura, não possa ser perigoso (ex.: terapia genética poderia mudar nossa imunidade de algum modo ruim ou trazer algum outro efeito no corpo?), qual a segurança nas doses da terapia a utilizar (será que algum medicamento, para ser eficaz, não precisa… Ler mais »

lucianA
Visitante

É bom ter com quem fezabafar, valeu.

casalpositivo2
Visitante
casalpositivo2

choramos quase todos os dias, recarregamos as baterias e vamos viver matando um leão por dia e sorrindo porque a vida é assim……seja quem esteja doente ou não! forças luciana…casalpositivo2@hotmail.com me mande um email!

Enquanto há vida, há esperança
Visitante
Enquanto há vida, há esperança

Nada como um dia após o outro, na vida há sempre tombos, mas o melhor é sempre dar a volta por cima, bola para frente sempre!!!!!
Sou novo no blog e descobri a apenas 1 mês mas sempre tento me animar e viver como se tudo estivesse normal, só não esquecendo das minha vitaminas….rs
abraços!!!!

Cadu
Visitante
Cadu

Não tendo que tomar remédios pra mim já seria uma cura rs

Marina
Visitante

Cada vez mais triste e sem esperança. O tempo passa e a solidao aumenta.

Pequena +
Visitante
Pequena +

Marina

Fique assim não 🙁
Jamais perca as esperanças.
E a solidão…Todos nós temos altos e baixos.
Essa semana mesmo estava na fase de baixo astral, me sentindo só, triste, desanimada.
Mas já passou, pedi socorro…rs… Ao pessoal da Liga da Justiça do Blog e eles me resgataram…rs…
Brigadu Carioca Positivo, Cris Gaúcha e Sérgio <3
Quando for assim chama alguém aqui do blog, desabafe, converse, chore, dê boas risadas.
Sempre vai ter alguém disposto a te ajudar,pode ter certeza disso 😉
Força,fé e foco sempre 🙂
Bjus da Pequena +

Marina
Visitante

Pequena +…
Obrigada pela força 🙌

Carioca_positivo
Visitante
Carioca_positivo

Que nada Pequena+ amor, compaixão nem se agradece… e faz mais bem que da amor e é grato do que a quem recebe, conta sempre comigo! 😉 tmj…

Galia
Visitante
Galia

Peque +
Acompanho este blog deste dia que fiquei informada sobre soropositividade. Não tenho um mês nesta condição. Estou muito para baixo e pensamentos feios me atormentam. Não consigo dormir e comer. Nada …gostaria de conversar com Pequena+ pois acho que tem muita positividade. Por favor escreva para mim galiajonasse@hotmail.com

melissa
Visitante
melissa

garota se apega a Deus , toma seus remédios , ame-se acima de tudo, e vai da tudo certo, se quiser alguém para conversar porque também senti a falta de alguém que tivesse passando pelo mesmo que eu, bom meu email é deboracristina,silva@gmail.com.
abraço e boa sorte.

Alex
Visitante
Alex

Mariana, Tens um problema sériíssimo de saúde – e esse problema não se chama HIV. Tu precisa de um terapeuta URGENTEMENTE. O que está te afligindo não é o trauma da notícia ou o emrabalhamento de ideias que temos quando nos descobrimos soropositivos. Nosso vírus é relativamente fácil de tratar. Tomamos os remédios e seguimos com nossa vida. Me parece que o teu problema é justamente isto: seguir com tua vida do jeito que ela está. Tens que ver esse teu relacionamento aí, tem que resolver o teu lado emocional, tens que talvez tratar de uma depressão. Vá buscar ajuda… Ler mais »

Marina
Visitante

Alex
Espero que voce esteja bem! Realmente tem visto os meus comentários p perceber o meu problema “seguir com a vida do jeito que está” pois p mim ainda nao é fácil e ja lá vão 6 anos mas enfim… Nada melhorou pelo contrario. Nao quero de forma alguma desmotivar aqui alguem espero que tenhamos todos a mesma força p vencer e acreditar num futuro bem melhor.

Um abraço Alex

Sousa
Visitante
Sousa

Super concordo alex.
Manda contato seu!

raul
Visitante
raul

Algum de vocês já sentiu vontade de abandonar o tratamento? Ultimamente ando pensando nisso demais… Ainda não tive coragem de contar pra ninguém e as vezes dá vontade de se deixar levar.

Secret Guy
Visitante
Secret Guy

Por que, Raul?

raul
Visitante
raul

As vezes fico pensando na reação da minha família quando souber (se souberem um dia), eles não são tão legais com isso, já dei uma sondada. Não queria ser um peso pra eles… sei lá. Além de que meu cd4 não está aumentando apesar de estar indetectável e minha infecto cogitou a hipótese de internar por causa de um exame reagente pra citomegalovírus, não estou preparado pra isso, nem teria como justificar uma internação. Enfim…

CARA +
Visitante
CARA +

Poxa Raul acredito que grande parte do pessoal que faz parte desse blog, vive a mesma situação que você. Ninguém sabe!!! Muito pelo contrário, ser um peso para a família, vc se tornará se não fazer uso da medicação. Citomegalovírus, praticamente todo mundo tem e não tem nada haver com ter ou não hiv. Agora imagina vc numa cama de hospital totalmente debilitado por não ter defesas no seu organismo e ai sim, todo mundo sabendo do seu quadro clínico? Acho que é bem pior né? Bora lá, tomar sua medicação direitinho, que logo, logo estará relatando que está tudo… Ler mais »

raul
Visitante
raul

Eu imagino que existam doenças piores, meu maior problema é com estigma do hiv, principalmente pelo que ouço das pessoas próximas. Mas é bola pra frente e tentar me manter saudável!

casalpositivo2
Visitante
casalpositivo2

Raul, acabeide descobrir ser soropositivo, nao falei e nem vou falar pra meus pais pois isso é uma coisa minha, ainda nem fiz a consulta no infectologista, ainda esotu muito chocado com toda essa noticia, agora vou cuidar do corpo e da mente! tudo mudou em minah vida ate o jeito de cortejar a antureza a vida, tudo tem um significado diferente ate meu tom de voz ficou mais calmo, nos netido de que a vida tme que ser vivida, e aproveitada! choro todos os dias com meu companheiro choramos que nem duas crianças quando perdem os pais, enxugamos as… Ler mais »

Paulo
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Paulo

Raul sobre essa doença cuja a ciência ou cientistas, que são a favor da existencia do tal virus HIV que até hoje nunca foi fotografado(isso que já existe tecnologia para tal). por isso combinado com a fome financeira da industria farmaceutica em continuar a disseminar ao mundo de que essa tal doença,(AIDS) não tem cura no momento, ora, vamos aceitar isso até quando? Isso é uma invenção dos iluminattis em se perpetuar no poder e continuar a mandar no Mundo. Essa doença nada mais é do que um stresse oxidativo do próprio corpo humano, que destroi as defesas do organismo,… Ler mais »

D_Pr
Visitante
D_Pr

Lúcio, você voltou?

D_Pr
Visitante
D_Pr

Raul, qual a contagem CD4? Assista muita comédia meu amigo, rir cura as enfermidades da alma!!! E faz o CD4 subir, parece brincadeira, mas é verdade! Eu tive uma reação contrária a sua, minha família ficou sabendo assim que eu soube! Meu pai foi junto comigo no infectologista na primeira consulta e quando estou meio aborrecido ele diz: “ahh, tá com medo do que…esse problema é controlável, lembra o que médico falou, é mais fácil que tratar uma diabetes hoje, por exemplo… (jamais desmerecendo o poder destrutivo do HIV, caso não nos cuidemos e os diabéticos por favor entendam que… Ler mais »

raul
Visitante
raul

Meu cd4 estava em 17 há 8 meses e agora está em 170. Ainda estou sondando as pessoas pra quem eu poderia contar sem causar grandes problemas, até agora só um dos meus irmãos que é também um grande amigo, mas ainda não tive coragem. Vou tentar seguir sua dica e parar de pensar nisso.

cavalcante feitosa
Visitante
cavalcante feitosa

Pelo amor de Deus Faz isso não rapaz!!! Existe doença pior que AIDS vc sabia?

margô
Visitante
margô

Já tive essa vontade, Raul, e… me estrepei. Demorou uns meses, mas a CV voltou. Tive que tocar medicamentos e e tive efeitos colaterais muito ruins. Isso levou a uma nova troca e agora deu certo de novo, porém são possibilidades de medicação que vão sendo descartadas e, consequentemente, possibilidades a menos para um futuro…..
se está dando certo, não pare. Não tem ideia do que é deparar-se com uma CV diferente de indetectável novamente depois de anos…..
Hoje, tomo meus remédios em nome daqueles que queriam tanto viver e não tiveram essa possibilidade nos anos anteriores aos TARVs. Abraços.

Paranaense do Rio de Janeiro
Visitante
Paranaense do Rio de Janeiro

Eu não vejo a hora de me tornar indetectável. Mas isso não quer dizer que vou parar com o tratamento. O que eu não entendo é: os remédios que tomo agora podem se tornar inficazes em alguns anos? Não, né? Porque eles são ótimos pra mim. Eu tive apenas uma ou outra vez a sensação de estar no Titanic… Morro de rir hoje. Foi horrível eu sei, mas faz parte. Minha infecto me avisou disso. Fora isso, me sinto um privilegiado por viver como vivo e só me lembrar da minha condição quando tomo os remédios. Mas me lembro e… Ler mais »

raul
Visitante
raul

Eu nunca tive coragem de parar com os remédio, principalmente por que estou indetectável e sem nenhum problema grave de saúde. Realmente não quero adoecer, mas as vezes bate esses pensamentos negativos.

vanessa
Visitante
vanessa

Oi JS,
Lembro que em algum dos seus posts não sei qual vc disse que pensava escrever um livro, minha dúvida é o segundo armário é um livro seu?? É um livro recente pelo que vi e na capa tb tá diário de um jovem soropositivo, por isso minha dúvida..
Beijos

Jota
Membro
Jota

Mariana,
Tome uma atitude, pelo que expôs, seu problema não é hiv mas seu relacionamento como o colega acima falou.
Procure um psiquiatra ou psicólogo, arrume suas coisas, e procure alguém que possa momentaneamente te amparar.
Busque tratamento, pois com ele o vírus é tirado de circulação.
Pense nisso.

Marina
Visitante

Obrigada Junior

Jovem+
Visitante
Jovem+

Galera, começo hoje a TARV, confesso que estou morrendo de medo!

Muito mais medo do Efavirenz, socorro! 🙁
Alguém tem alguma dica?

MarcosFortal
Visitante

Também morria de medo do efavirenz. Só senti umas tonteiras nos primeiros dias quando acordava a noite. Nada assustador! A única coisa que fiz foi baixar umas musicas que acho a cara da “viagem” e escutar até voltar a dormir. Na minha set list 2014 tem:
Summer – Calvin Harris
A sky full of stars (não sei de quem é)
Am i wrong – Nico e Vinz (esta tu pode escutar várias e várias vezes)
Rude – Magic! (Tem uma batida que eu acho a vibe do efa)
Chandelier – Sia
Maps – Moroon 5

Indico! Rsrsrsrsrs

CARA +
Visitante
CARA +

esse Marcão

até setlist para o efavirenz ele criou!!!!!

Hope
Visitante
Hope

Curti, MarcosFortal! Vou baixar mesmo sem Efavirenz!
Jovem+, meu marido não sentiu nada… só sonhos com patos de neon na cama… mas apenas uma vez. Hoje, a única coisa que ele tem são algumas manchas avermelhadas de vez em quando no peito e braços… nem sei se é por conta dos remédios ou alergia a alguma coisa. Aparecem e desaparecem…
Vai com fé!

Aegon
Visitante

Hope, essas manchas vermelhas são elevadas? Como se fossem picadas de inseto só que mais extensas?

Meu marido tem isso é n sei se é alergia a algum bicho ou se são os remédios. A infecto disse q as vezes é a formulação dos comprimidos, não o princípio ativo, mas o veículo.

MarcosFortal
Visitante

Esta manchinhas vermelhas também apareciam em mim com uma certa frequência nos primeiros dois meses. Pareciam picadas de inseto, um pouco elevadas. As vezes, uma ou outra ainda aparecem…. Minha infecto disse que não me preocupasse com isso.

Hope
Visitante
Hope

São exatamente assim… às vezes acho que ele foi atacado por um enxame de muriçocas… mas, como moramos no 14o andar, pouco provável.
Eu tenho muito isso, mas sou alérgica desde criança. Qualquer picadinha fico parecida com um integrante da família Dinossauro…
Pelos comentários, vejo que muitos têm… na segunda vamos na infecto e perguntamos!
Obrigadinha pelas respostas.

Novato Preocupado
Visitante
Novato Preocupado

Começamos juntos, meu caro! Tive apenas uma chapação que durou uma 12 horas. E você?

Jovem+
Visitante
Jovem+

Novato Preocupado

Ja estou no terceiro dia da TARV, e tive apenas sonhos vívidos, pesadelos no primeiro dia.
Essa noite eu já tive um sono com uma qualidade melhor, menos pesadelos e tontura muito fraca!
Tá tranquilo por enquanto. Só se acostumar com o rigor de tomar a medicação religiosamente.

cavalcante feitosa
Visitante
cavalcante feitosa

Talvez vc sinta uma tonturinhas nos primeiros dias mas nada que seja DE MORTE. Boa sorte amigo!!!

Davi Leão
Visitante

GENTE, tenho uma dúvida sobre a medicação. Seguinte: faz 8 meses que iniciei a TARV e nunca me descuidei sobre os horários e a forma de tomar (escolhi tomar os três juntos(Lamiv. Efiv. Tenof) sempre as 22h). Porém, hj terminei mais uma caixinha dos três. Mas faltou dois comprimidos de Lamivudina. Pode ser que eu tenha esquecido(mas acho dificil). A pergunta é, preciso me preocupar pq não tomei esses dois últimos? Ou será que fui sorteado com um bonus extra? Rs Devo avisar ao infecto? Descarto esses últimos? Me ajudem, por favor. Não vejo a hora de começar com a… Ler mais »

MarcosFortal
Visitante

Eu sempre pego meus remédios uns cinco dias antes de quando peguei pela última vez. Desta forma, vou criando uma margem de segurança para nunca faltar. Tenho tratamento garantido para um mês extra. Minha dica é não deixar para pegar só quando acabar.

Davi Leão
Visitante

Não faltou. Sobrou! Rs

Alisson
Visitante
Alisson

Jovem + …eu tb fiquei morrendo de medo quando trocaram meu esquema para o atual que tem Efavirenz…fiquei super ansioso…pensando nos efeitos colaterais, resultado: senti apenas uma leve tontura quando acordei no outro dia…e só!!! Tente ficar calmo, vai dar tudo certo!!!

Força !!!

Jovem+
Visitante
Jovem+

Obrigado pela força Alisson!

Olem
Visitante
Olem

Jovem +

Eu inicio a minha medicação amanhã! Eu desejo que tudo dê certo para vc assim como desejo que tudo dê certo para mim também… confesso que diante de tantos relatos heróicos por aqui eu já diminui o medo da medicação em 50%.

Jovem+
Visitante
Jovem+

Olem, boa sorte pra gente! 🙂

Olem
Visitante
Olem

Marcos Fortal…

Que notícia maravilhosa.

Desejo que tudo seja mais leve daqui pra frente.

Mudei de skype. Me adiciona no olem.fortal

Forte abraço!

MarcosFortal
Visitante

Vou te add sim 🙂 Vai ser bem mais leve…espero! Kkkk

Alex
Visitante
Alex

Amigos, A revista “AIDS Research and Human Retroviruses” lançou, em seu primeiro número deste ano, uma edição especial sobre as Pesquisas da Cura do HIV – reflexo de um rápido crescimento no número de pesquisas neste campo nos últimos anos. Podemos ter acesso a todos os artigos escritos porque eles abriram a edição aos interessados. Não precisa ser assinante para ler. Infelizmente só está disponível em ingrêis. Aqui: http://online.liebertpub.com/toc/aid/31/1 Destaque para os artigos que falam sobre as vacinas terapêuticas sendo desenvolvidas, os estudos com os monocloidais, um compilado do encontro mundial ocorrido no ano passado na Austrália e um depoimento… Ler mais »

MarcosFortal
Visitante

O meu copo está metade cheio de Absolut e a outra metade com suco de laranja!

Bruno
Visitante
Bruno

Marcos, uma dúvida, tu continua ingerindo álcool mesmo tomando a medicação? Não prejudica o tratamento? Pergunto pq parei de beber assim que fui diagnosticado, recomendação da infecto, mas sinto falta de um chop no fim de semana.

MarcosFortal
Visitante

Olha, a minha infecto disse para eu não beber no primeiro mês por causa do efavirenz. Depois, era vida normal. Foi justamente o que fiz. Mas depois, continuei com minhas saídas normais. Geralmente, uma vez no fds. E nesta saidinha, bebo como antes minha cervejinha gelada ou umas doses de Absolut. Claro, nunca bebi durante a semana, só quando saiu mesmo para barzinhos com amigos. Tomo medicamento as onze da noite. Quando dá a hora, vou ao banheiro, coloco os quatro comprimidos (efa, teno e lam) debaixo da língua, volto para a mesa e engulo com o que estiver bebendo.… Ler mais »

Hope
Visitante
Hope

Que continue assim! Até você secá-lo, claro! :-)!

Luca
Visitante
Luca

Em abril completo um ano de TARV. Tô ótimo, indetectável. Minha preopaçao imediata é com relaçao ao 3 em 1. Tomo a combinaçao tenofovirlamivudinaefavirebz. Quero tomar só um comprimido, é mais simples. Moro no Paraná, alguem sabe qdo chega? As vezes bate a deprê, me sinto atingido pelo preconceito social. Imagino como será a reaçao de um futuro parceiro ao contar que sou positivo. Me sinto inseguro, como se nao tivesse mais capacidade para perseguir meus objetivos. Mas sei que é tudo besteira, creio no avanço da medicina, do tratamento, em uma cura próxima. Fico imaginando minha reaçao ao ler… Ler mais »

MarcosFortal
Visitante

Luca, sugiro que leia o livro Ansiedade do Augusto Cury. Assim como eu e mais de noventa por cento da população mundial, você deve sofrer de SPA! Ah! E antes que fale, o livro não é auto ajuda é ciência aplicada. Rsrsrsr

Luca
Visitante
Luca

Já li. Tenho transtorno de ansiedade, já tive crises de pânico. uhauahuahauh

CARA +
Visitante
CARA +

Luca ontem fui buscar minha medicação e perguntei se havia alguma orientação quanto ao 3×1 para outros estados do Brasil. O que a farmaceutica me disse é que está previsto agora para fevereiro, porém começará “aos poucos” a ser distribuída e me deu o exemplo aqui do RS. Nem todos fazem uso do 3×1, geralmente a “preferencia” é para os novos diagnosticados e na sequencia (aos poucos) aos demais que fazem uso da mesma combinação do 3×1. Que chegue logo né? Quanto ao futuro, dia mais abençoado esse de que a cura chegou!!! Não vejo a hora de marcarmos a… Ler mais »

Vicente+
Visitante
Vicente+

Eii Luca, sou do interior do Rio de Janeiro e pra questão do 3×1 meu infecto disse em dois anos chega aqui, será que moro tão no interior assim?
Mediante a tantos comentários que já li sobre alguns estados já terem o 3×1 fiquei confuso.
Essa sua preocupação em se relacionar não é única, também me pego pensando nisso diariamente. Bate insegurança de contar e a pessoa não aceitar e acabar repassando a história, bate medo do preconceito.
Mas, se o parceiro for cabeça aberta vai entender e nos apoiar.
Pense Positivo!

D_Pr
Visitante
D_Pr

Oi, sou do Paraná tbm, em ctba está previsto para abril…

É de qual cidade?

Jovem+
Visitante
Jovem+

Pessoal, ontem foi meu primeiro dia de TARV

Pensa numa noite diferente.
Vários sonhos muito vívidos, um mal-estar geral que eu não saberia explicar se é enjoo, dor de estômago ou outra coisa.
Acordei super bem, com um leve, bem leve tonturinha.

Rumo ao segundo dia!
Que dê tudo certo. Rumo ao INDETECTÁVEL!

CARA +
Visitante
CARA +

Jovem+

já parou para pensar que essa noite diferente, provavelmente, tenha sido causada, nem tanto pela tarv em si, mas pela expectativa e ansiedade que você gerou em relação a ela?

Se foi assim já no primeiro dia, te prepara que agora, só vai lembrar mesmo na hora de tomar seus remédios. No mais, rumo ao indetectável e vida que segue!

Jovem+
Visitante
Jovem+

É vida que segue, Cara +

Planos, sonhos, metas, tudo continua!
Estou ressignificando essa minha nova identidade. Vai dar tudo certo pra todos!

CARA +
Visitante
CARA +

Isso ai Jovem+

conselho de amigo: não cria o monstro, assim não vai ter que conviver com ele.

É tudo muito tranquilo, basta a gente ficar tranquilo e fazer tudo certinho!

Vicente+
Visitante
Vicente+

Jovem+,
Tive exatamente isso que você relatou. Estou há uma semana tomando a medicação e desde então procuro manter uma alimentação tranquila (no meu ponto de vista … rsrs), nessa primeira semana cortei o álcool e tento dormir não muito tarde. Nos primeiros dias o Efavirenz me deixava grogue meia hora após tomar. Agora já estou acostumado. Depois de ler tantos relatos estou ansioso pro exame e ter certeza que a adesão aos medicamentos está sendo eficaz.

E vamos todos juntos RUMO ao INDETECTAVEL!

Jovem+
Visitante
Jovem+

Isso aí Vicente+ , vamos chegar lá!

Rubik Poz
Visitante
Rubik Poz

Comecei ontem na combinação tenofovir+lamivudina+efavirenz também, tive uma tontura que não me atrapalhou a andar de forma alguma, só que ela durou umas 12 hs. Tomei por volta das 23:30 hs. Gostaria de corresponder comigo por e-mail para trocarmos experiência? Meu e-mail é rubikpoz@outlook.com Abração!

Aegon
Visitante

Jovem+ hj foi meu primeiro dia de tarv e de blog do JS tb rss.

To até surpreso que Meu esquema é bem diferente da maioria daqui, é ritonavir/atazanavir/lamivudina/tenofovir. Tomei 23h e agr são 3h e Não senti nada, a não ser ansiedade kkk

Estou que nem você, ressignificando uma nova identidade. Depois que eu casei engordei 15 quilos e vou perder tudo esse ano, pq se por acaso tiver efeito colateral a longo prazo não foi por descaso com a minha saúde.

rumo ao indetectável 😀

sendopositivo
Visitante

Artigo muito interessante, e bem factual. Eu sei que não se tem uma previsão de quando vai vir a cura, mas o meu instinto diz que não falta muito.
E eu também quero deixar um Feliz Ano Novo para todos. Eu comecei 2015 indetectável! Estou bem feliz. E agora, vida normal e bola pra frente!
Abraço a todos.

MB+
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MB+

Gente. ..

Acabei de receber um email do ministerio da saude onde se confirmou o cronograma para distribuição do 3 em 1 para todo território nacional ate meados deste ano.
Parece que estão queimando os estoques dos medicamentos efa..teno e lami pois é nitida a distribuição destes pois antes davam para um mes …hoje estão distribuindo para dois , tres meses de uma só vez.

Mesmo fora do Brasil estou acompanhando.

Geni Positiva
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Geni Positiva

MB+ estava sentindo a falta de seus comentários!!!!!! Feliz 2015!!!!!!

Luca
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Luca

MB+, onde vc se cadastrou pra receber essas noticias? Abraço

MB+
Visitante
MB+

Luca.

No site do proprio SUS.

Olem
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Olem

Pessoal… Algumas coisas: Hoje fui ao CTA para pegar a medicação que iniciarei hoje. Ao passar pelo consultório da enfermagem pedi para ver se a minha CV havia chegado, até então eu só sabia do meu cd4 que está em 560. daí que a enfermeira me mostrou a CV que está em 4,567. Olhando os outros exames ela me mostrou tb o VDRL que está 1/16, isso é estranho e me amedrontou porque eu havia tratado esse mesmo número em junho do ano passado, em novembro refiz e deu 1/8… agora voltou ao início 1/16. estou assustado. alguém tem algo… Ler mais »

D_Pr
Visitante
D_Pr

Olem, para verificar a existência/ocorrência de Neurossífilis é preciso fazer um exame do liquor cefalorraquidiano (LCR). O valor considerado positivo se eu não me engano é 1/32. Os melhores entendidos me corrijam se falei besteira…

Alessandro
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Alessandro

Bom eu tbm estou na luta contra a sífilis além do HIV… quando fiz meu exame inicial que deu hiv positivo meu vdrl estava em 1/64 e tirei liquor da coluna que é o liquido que leva ao cérebro e deu limpo, é só isso ele da limpo ou com presença da sífilis, fiquei internado 23 dias nos quais tomei penicilina cristalina por 8 dias ai suspenderam n sei por que motivo, acharam que n fosse o meu caso etc, fiquei por 6 dias andando pelo hospital sem medicação alguma, ai retomaram meu tratamento e fiquei la mais 7 dias…… Ler mais »

Demarco
Visitante
Demarco

Olá! Fico feliz em ver que há bastante gente do Paraná comentando aqui, quem sabe alguém possa me ajudar. Fui diagnosticado ontem, mas não houve choque algum, pois com os sintomas já tinha certeza que estava passando pela infecção aguda e já houve tempo de chorar bastante, sofrer um monte antecipadamente, e pensar “bola pra frente”!
Enfim, quero a dica de vocês para um ótimo infecto em Curitiba, pela Unimed ou pela rede pública… alguém?

filhosorop
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Por favor me escreva ou me passe seu telefone que te passo o contato de um ótimo infecto em Curitiba pela Unimed.Extremamente atencioso.
filhosorop@globomail.com
Tudo vai dar certo!

Jovem+
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Jovem+

Galera, queria saber de pessoas que moram com a família, tem o vírus e não contou aos pais/irmãos/etc.
Passo por essa situação, e resolvi quw enquanto eu puder irei guardar isso apenas para mim. Acredito que eles não merecem essa notícia, apesar de as vezes me bater uma vontade de contar, tenho medo da reação. Medo de mandarem embora, do choque, do preconceito, mesmo que velado, medo do desconhecido.
Alguém passa por isso? Como é viver assim? Como fazem com as medicaçôes?

Rubik Poz
Visitante
Rubik Poz

Eu passo. Iniciei meu tratamento 13.1.15. Sinto solidão, tomo os remédios no meu quarto escondido, mas conto com o apoio de amigos pra desabafar. Qualquer coisa to no rubikpoz@outlook.com. Abração!

raul
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raul

Eu não contei pra ninguém, nem família, nem amigos, só meus médicos sabem. Para tomar as medicações eu geralmente tomo no meu quarto ou no banheiro e tiro os rótulos dos frascos pra não correr o risco. Minha mãe as vezes pergunta, mas logo ela esquece, meu maior problema são os exames de sangue que são de dois em dois meses, deixa ela meio desconfiada as vezes.

Alessandro
Visitante
Alessandro

Bom eu n sei a condição sexual de vcs, talvez por esse motivo vcs já n queiram compartilhar com a família de vcs, bom eu sou heterossexual e falei sim para minha mãe, e dois irmãos que tenho, só meu pai que eu n disse pq n tenho uma relação tão boa com ele, e ele faz uso de bebidas alcoólicas e e fala demais… já até cogitei a falar para algumas pessoas próximas, mas preferi depois manter apenas essas pessoas mesmo a saber, e fiz bem, família é família e eles estão comigo nessa é claro que na hora… Ler mais »

Bruno
Visitante
Bruno

Jovem+, fui diagnosticado em julho do ano passado e comecei o tratamento em setembro, passado o impacto da notícia hoje eu posso dizer que tá tudo bem. No dia que eu recebi o diagnóstico eu contei para dois amigos, depois contei para o meu psicólogo e para outra amiga, eles são a minha rede de apoio, é com eles que eu divido as angustias e as alegrias relacionadas a minha sorologia. Preferi não contar nada aqui em casa pra não deixar meus pais, que já são idosos, preocupados. Quando comecei a tomar a medicação foi difícil por causa dos efeitos… Ler mais »

Jovem+
Visitante
Jovem+

Bruno, eu deixo os meus dentro da sapateira do meu quarto, porque sei que lá ng mexe! A noite eu separo os 4cps( que logo será apenas 1) e guardo os frascos novamente. Vamos tocando a vida né?

TheKing
Visitante
TheKing

Jovem+ Comecei meu tratamento em setembro de 2014. É um peso enorme carregar isso sozinho, mas acho q vai de cada um. Os medicamentos é fácil, só retirar os rótulos e colocar num lugar de difícil acesso (coloco os meus na mochila da faculdade). Percebi q quanto menos pessoas souberem, melhor pra mim, por isso, além do grupo do CTA, apenas uma amiga sabe, e vou levando… Existem vários perfis de pessoas q tem hiv. Na minha cidade tem reuniões mensais pra debater temas entre os soropositivos, e percebi q tem pessoas com anos convivendo com a doença e ainda… Ler mais »

Aegon
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Jovem+ e os demais rss Eu contrai hiv com 17 anos de idade, dai vcs imaginam o caos que foi a minha vida. Tive que amadurecer na marra, pq até hj meus pais não sabem. Acho que pesa mais por conta disso, pq se pararmos pra pensar hiv se resume a tomar um remédio e se cuidar. Não é um bicho de 7 cabeças. O que pesa mais é o preconceito. Eu jamais falarei pra minha família, talvez pro meu irmão, um dia… Estou há 8 anos muito bem, apesar das neuras hehehe. Alguns amigos sabem e falo abertamente sobre… Ler mais »

Jovem+
Visitante
Jovem+

Aegon, 8 ano? Você é um guerreiro! Continue bem!

Hope
Visitante
Hope

Nosso caso é delicado pois temos dois filhos pre-adolescentes. Um dele já teve aulas sobre HIV na escola. Não somos tão cuidadosos e deixamos os remédios nas gavetas da mesa de cabeceira.
Sei que os adolescentes hoje têm muito acesso a informação, então não duvido nada que um dia tenhamos que esclarecer para eles o por que de tanto remédio. Acho que meu marido entraria em pânico…
Alguns com os pais, nós já com os filhos… seria bom não precisar esconder nada….mas, infelizmente, hoje ainda é a melhor pedida.
Abraços a todos!

Jovem+
Visitante
Jovem+

Hope, tenho certeza que seus filhos vão entender.
Quando estiverem mais crescidos, saberão lidar com a situação.

FG-PR
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FG-PR

Hope minha filha tem 10 anos e uma coisa que sempre pensei foi como eu irei contar pra ela, mas já decidi que o dia que ela me questionar sobre meus remédios irei sentar com ela e ser bem claro sobre o que tenho pois a única pessoa com que posso compartilhar minha situação é minha esposa e não quero viver me esgueirando pelos cantos da casa para tomar meus remédios, não seria justo esconder isso de meus filhos e também não seria justo comigo viver como uma pessoa que está cometendo um crime e tem que ficar se escondendo.… Ler mais »

Jovem+
Visitante
Jovem+

FG-PR,

Sua filha vai entender quando chegar o momento que ela questionará os medicamentos. Força aí!

Hope
Visitante
Hope

Penso da mesma forma! tenho uma menino de 12 e uma menina de 9… apenas pondero que a decisão não é só minha, já que meu marido tem o vírus e eu não…

Rubik Poz
Visitante
Rubik Poz

Jovem Soropositivo e demais companheiros(as), vocês fazem uso ou conhecem algum app para Android que ajude no controle do horário de tomar a medicação, possa servir de diário pra efeitos colaterais, etc? Alguma rede social na qual se possa trocar experiências também? Grato!

Bruno
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Bruno

Rubik Poz, eu uso o Medisafe, ele oferece lembretes dos horários dos medicamentos e lembretes para ir buscar a medicação, é bastante útil.

Jovem+
Visitante
Jovem+

http://prazeralexandre.blogspot.com.br/2015/01/medicamento-3-em-1-para-tratamento-do.html?m=1

Boa notícia! ARV 3×1 em todo o território nacional. Gente, 1 cp/dia é um avanço tão grande! Grande mesmo! Pensa que antigamente eram inumeros cps/dia, efeitos horríveis. Tomamos menos medicamentos que um diabético, hipertenso, por exemplo.
Estou tão feliz com o 3×1. 🙂
Espero que aqui em Campinas tbm venha logo!

Deep six
Visitante

Olá, boa tarde. Gostaria de saber se alguns de vocês sabem me informar sobre o ingresso de sorospositivos na carreira militar ( marinha ). Pois lendo alguns artigos no google não soube ter uma resposta definitiva. Hoje me alistei e tá no papel como um fos exames o de HIV – Elisa, caso dei positivo eu serei eliminado ?
Desde já muitíssimo obrigado.

CARA +
Visitante
CARA +

cara
no dia 12/12/2014 foi publicado pelo autor, aqui nesse blog uma orientação do Ministério do Trabalho e emprego, cujo título é: Empregador não pode exigir teste de hiv. Tente localizar aqui.

Tentei fazer o link, mas não sei se vai dar certo: http://jovemsoropositivo.com/2014/12/12/empregador-nao-pode-exigir/

já no caso de polícia militar, é sempre uma incógnita, uma vez que os caras se acham “deus”.

De uma lida, vê se te esclarece alguma coisa!

Deep six
Visitante

Obrigado cara+ (:

Jovem+
Visitante
Jovem+

Deep six, a lei sancionada ano passado ficou clara que não deve exigir exame anti-HIV dos futuros trabalhadores.
E na lei também fala das forças armadas.
Então, estranho ainda pedirem exame de HIV. Acho que você pode recusar. Só poderia com o seu consentimento!
Alguém sabe se to certo ou errado?

Deep six
Visitante

Pois é jovem+, eu acho que não sou soro+, mas tive um contato de risco e 28 dias após eu fui a um CTA e o resultado deu não reagente. E a enfermeira me pediu para que repetisse o exame novamente agora dia 22 jeneiro. Ando um pouco apreensivo rs, e tenho que me apresentar no quartel dia 15 de março.. Onde serão feitos os exames. Espero que dei tudo certo. Obrigado pela atenção!

Olem
Visitante
Olem

Alessandro…

Como é feito a retirada do Liquor? é doloroso o processo de coleta? Você tem skype?

Grato.

Alessandro
Visitante
Alessandro

Não doeu nada nas vezes que fiz, vc fica deitado em posição fetal a médica faz assepsia do local e vai sentir uma picadinha da anestesia apenas, assim que fizer efeito, introduz a agulha e fica ali por uns 15 minutos enquanto o liquido é drenado, da até para tirar um cochilo kkkkkk, mas n é bom pq pode se mover né, mas nas vezes que fiz quase que eu durmo !!! kkkkk relaxa que n dói nada e assim que passa anestesia tbm dói nada é bem tranquilo, só é recomendado depois da retirada vc beber muito liquido mas… Ler mais »

Olem
Visitante
Olem

Jovem + você tem skype? Pode me adicionar? olem.fortaleza.

AMIGOSPOSITIVOS
Visitante
AMIGOSPOSITIVOS

Jovem + me add no skype, amigospositivos@outlook.com blz, abraços! Quem quiser add fique a vontade blz!

sampapoa
Visitante
sampapoa

oi pessoal, navegando pela internet descobri essa matéria sobre veneno de abelhas destruir HIV. acho que vale a pena dar uma olhada: http://www.hypeness.com.br/2014/02/cientistas-descobrem-que-veneno-de-abelha-pode-ser-usado-para-destruir-virus-da-aids/

Cezar
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Cezar

Há um yin, yang no sistema imune. Que constatacao fantástica. Adorei.

Recente
Visitante
Recente

Ótima matéria!!! Neste contexto fui à base de dados da CAPES (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior), onde encontramos textos científicos frutos de pesquisas e só a partir de 2011 foram publicados mais de 9.000 textos a respeito de “Vacina para HIV”. Agora uma pergunta: por que não temos acesso a todas essas informações?

Abraço a todos

Fênix
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Fênix

São informacoes acadêmicas, ou seja só sao publicadas em sites específicos, normalmente acessado apenas por pessoas diretamente interessadas, não espere que isso saia na globo. Rs

Diogo
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Diogo

Pessoal, claro que a cura não é fácil. Mto menos rápida. Porém, nada, absolutamente NADA impede que uma descoberta revolucionária mude o rumo das coisas. Em ciência, o normal seria levar cerca de 5 a 20 anos de testes até que um problema de saúde humano possa ser bem controlado ou curado. Mas na história sempre existiram casos de uma descoberta que encurta este período para 2-5 anos. Tudo depende do que ainda não sabemos. Mas que podemos vir a saber de uma hora para outra.
Também exise esta hipótese. Não desanimem!

Anna Ivanova
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Anna Ivanova

Oi gente…a Eu sempre vejo as postagens aqui, nunca comentei… Essa página me confortou bastante em um momento de desespero…vou contar pra vcs.. Eu sou garota de programa, e NUNCA na minha profissão fui descuidada…O que me preocupava era a minha vida pessoal mesmo. Nunca fui descuidada na minha pessoal, mas sabem como é, você sai com um cara, vc pede que ele use camisinha, ele até usa, mas dá uma choradinha aqui, outra choradinha ali, faz uma pressão e vc acaba cedendo….Passei por isso algumas vezes….fiquei MUITO arrependida, porque as pessoas que eu saía não tinham a MINIMA preocupação… Ler mais »

Anna Ivanova
Visitante
Anna Ivanova

Desculpe-me a agressividade do comentário, mas eu estou bem revoltada e não tenho com quem dividir esse sentimento…Achei o pessoal aqui da página bem acolhedor, por isso resolvi contar meu caso..

Fênix
Visitante
Fênix

Se cuide, mas não fique com neura. E faça um favor a si mesma e cuide de outros assuntos, lembre-se disso só quando for tomar os remédios, mesmo na hipótese de ele estar infectado suas chances seriam de quatro para dez mil, ou até menos considerando que só teve contato com o líquido pre seminal e não com o semem propriamente dito, como vc Ta tomando a pep eh mais facil vc morrer levando um choque no seu pc do que pegar hiv.

Plick+
Visitante
Plick+

Oii gente , ja estou no meu segundo dia de medicação , o único efeito colateral leves tonturas , mas minha preocupação sao com alguns caroços que apareceu na nuca e virilha , vcs sabem me dizer se com a medicação eles para de aparecer ? Estou com muito medo . Acho que uns dos motivos pode ser minha cv 61.300 esta relativamente alta e estou com cd4 680 .

margô
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margô

Bem vindo, calouro! Não fique com medo. Provavelmente não seja nada, mas sei que na nossa situação, qualquer pipoca que apareça no corpo já nos deixa em estado de alerta…. tipo gato que gruda no teto? E, o que quer que seja, nós enfrentamos e damos conta, afinal, tem outra maneira?!! Não se preocupe antes da hora, tome seus remedinhos e vai ver que estará indetectável rapidinho….

Milord
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Milord

Oi como estão, pessoal? não sei nem por onde começar… fora o detalhe insólito de que o diagnóstico saiu em 1°/dez e confirmado mês depois na véspera de meu aniversário, até que to lidando bem com a situação, na medida do possível casado 2 vezes em 10 anos, e solteiro nos últimos 2, várias namoradas o fato é que sempre tive medo e me cuidei, e solteiro então, descuidei mas o que me assustou mesmo foi a estimativa do médico, de que, se não foi um azar recente, já tenha entre 5 à 10 anos, de quando era então casado!… Ler mais »

CARA +
Visitante
CARA +

e ai Milord bom, no seu caso, não tem muito o que inventar. O jeito é encarar os fatos e fazer acontecer. Não tem outra forma. Se ela é a mulher de sua vida, conte a ela, até porque vcs dividem toda a intimidade juntos. Complicado não contar. Procure se informar. Saber como anda sua saúde, seu CD4 e carga viral, até para ter uma certa “certeza” de quanto tempo já convive com o vírus sem saber (sorointerrogativo que a gente chama aqui) e sobre o tratamento. Em tratamento (tarv), assim que sua carga viral chegar ao indetectável (geralmente em… Ler mais »

casalpositivo2
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casalpositivo2

muito massa esse blog!!!!

casalpositivo2
Visitante
casalpositivo2

hj foi nossa primeira consulta com a infectologista, mutias duvidas um poucod e choro!…. ela nos acalmou e repsondeu quase todas as perguntas , mas pediu uma bateria de testes pra nortear nosso tratamento, uma verdadeira mãezona. Voltamos um pouco mais calmo, enfim vamos que vamos saude hj e sempre!!!!

moça +
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moça +

Gente tenho acompanha o blogue a algum tempo e fui diagnosticada com hiv a 1 ano quase morri de desgosto … já estou bem e indetectavel … E já me acostumei com a idéia o problema é que ando meio carente rsrsrs desde o diagnóstico não sai com mais ninguém 😥😥

Guerreira
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Guerreira

Olá, bom dia a todos !
Fui diagnosticada a 2 dias e somente uma pessoa sabe disso: meu melhor amigo !
Eu tenho mta coisa a desabafar e gostaria das palavras de vcs ! Li os comentários e me senti confortada, msm não sendodirecionado a mim….
Pra mim será difícil acompanhar o blog, pois só acesso a internet pelo celular… mas gostaria de sugerir um grupo no whatsapp pra podermos nos comunicar diariamente…
Aliás, caso alguém possa me ouvir, pois preciso mto desabafar e mtas dúvidas a esclarecer, por favor, me responda !
Ainda estou confusa, me culpando e perco o sono com isso…

MB+
Visitante
MB+

Guerreira.

Meu email caso queira meu contato. ..mbpositivo@outlook.com

casalpositivo2
Visitante
casalpositivo2

querida guerreira me mande um email pra trocarmos palavras td bem? abraços e espero anciosos teu email

casalpositivo
Visitante
casalpositivo

oi guerreira !!!! 95 99168 0657

casalpositivo2
Visitante
casalpositivo2

Começamos o tratamento e no sétimo dia meu companheiro apresentou reação alérgica ao remedio, fomos a infecto passou um antialergico mas ate agora nada de recuar, estou muito triste e as vezes choro num momento de desespero escondido dele, pois ele esta todo empolado e com coceira e ardência, sem eu poder fazer nada!. Acordo na noite pra passar pomada o tmepo todo. são 5;53 da manha e estamos inquietos com essa situação toda mas fazer oque?!……

margô
Visitante
margô

Procurem ficar calmos, ser condenado a tomar remédios para o resto da vida não é a melhor das expectativas, porém procuro pensar naqueles que nem essa opção tiveram.. imagino com que alegria talentos como Renato Russo, Cazuza e muitos que vcs podem elencar, não se submeteriam a isso. Como não se alegrariam ao optarem pela vida, ! mesmo sendo uma vida presa pelo fio da condição de tomarem remédio diariamente. Uma terapia ocupacional pode ajudar bastante neste início de tratamento para poder liberar um pouco a cabeça de tanto estresse.. Boa sorte e todo meu carinho a vocês..

casalpositivo2
Visitante
casalpositivo2

Obrigado Margô meu watss 95 99168 0657 me chama la ta?, esssa noite nao durmimos além de coçar ardeu muito e pomada pra ca pomada pra lá tentei nao me desesperar, mas chorei escondido dele!. O nosso medo é ele nao responder aos medicamentos e ter que para com os tarvs, mas estamos confiantes e vamos em frente, ele pensou que não iria reagir a alergia no snetido de procurar outros remdios!. O pior e que não sabemos onde isso vai parar, nessa hora nos seguramos a Deus pedimos muito!.abraços!

binhomais
Visitante
binhomais

Tem um gel pós sol de aloe vera, eu passava no corpo todo e diminuía bem a coceira. Da Johnson este gel.

casalpositivo2
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casalpositivo2

obrigado vou procurar obrigado!!!

pedro
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pedro

boas noites gostaria saber como me cuidar agora que sei que sou positivo. obrigado

D_Pr
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D_Pr

Bom dia Pedro!

Primeiro passo é um infectologista, quanto antes melhor! Ele irá solicitar alguns exames pra ver como está sua saúde no geral e outros específicos sobre o HIV!

Uma coisa pra você lembrar nesse primeiro momento e ter certeza: A VIDA CONTINUA, COM QUALIDADE E LONGEVIDADE!

Fique bem!

pedro
Visitante
pedro

Obrigado por sua resposta eu já tenho marcado exame para ver minha carga viral é para agora o dia 14 deste mês ,espero poder seguir firme nesta caminhada com bons conselhos que eu vi aqui todos colocam para todos ,Obrigado D-Pr e a todos !!

casalpositivo
Visitante
casalpositivo

oi Pedro meu skype casalpositivo2@hotmail.com ou 95 99168 0657 bora trocar umas informações !

pedro
Visitante
pedro

Boas noites a todos alguém tem mais noticias sobre o progresso do tratamento ?? ou comentários animadores !! ? eu em 4 dias mais farei meu exame para saber de minha carga viral será meu primeiro exame .Estou por enquanto tranquilo .Valeu a todos e abraços !!

casalpositivo
Visitante
casalpositivo

Vi na tv, um trtamento liderado por 2 brasileiros (um medico e uma medica) que reduziu em 99% o vírus no corpo e que agora estão pesquisando como aplicar esse tratamento e se podem associar a outros tarvs, tendo em vista que após pararem o tratamento a carga viral voltou o que era antes, mas concluíram a eficácia dessas drogas, isso foi animador!!!

B.
Visitante
B.

Foi em fevereiro q descobrimos, meu marido e eu, q ele está com o hiv. Ele vinha apresentando uma série de problemas de saúde e nenhum médico pedia qq exame, só prescrevia remédios. Achei q ele estava perdendo mt peso em pouco tempo e como sou tecnica de laboratório, colhi o sangue dele em casa e levei pra fazer o teste rápido no meu trabalho. Nem sei dizer o q senti na hora, só chorei. Até a minha amiga q estava comigo no plantão pegar o soro e repetir, pq eu estava mt nervosa. Iniciamos o tratamento na mesma semana,… Ler mais »

casalpositivo2
Visitante
casalpositivo2

B. Achoq ue todos nós já passamos por isso e ainda passamos!. O que tenho a te dizer é que tenha calma!……. me add no email casalpositivo2@hotmail.com bora conevrsar ta bom?!

Menino
Visitante
Menino

Vocês tem algum grupo de whats app?

casalpositivo
Visitante
casalpositivo

casalpositivo2@hotmail.com me mande emails pra gente conervsar blz?

Denis
Visitante
Denis

Bom dia a todos! Sou soronegativo,mas gostaria de lhes dizer q tudo vai da certo na vida de vcs,e q em breve existirá a cura,pois nossa medicina tem evoluído a cada dia e nos surpreendendo!!! Amigos gostaria de fazer novas amizades com pessoas soropositivas,sempre q precisarem de alguém pra conversar estou eu aqui! Sou de São Luis-MA meu whatsapp: 98400-2206 bjus…a todos.

legu
Visitante
legu

Ola pessoal boa noite. É muito animador ler comentarios que enchem a gente de esperança e saber que um dia pode haver uma cura pra essa terrível doença. Sou do rj tenho 29 anos e tem 1 ano que descobri a doença. Estava grávida fui fazer os exames de rotina e o hiv deu positivo. Meu mundo caiu na hora, pra mim não tinha sido um resultado de exame e sim um atestado de óbito. A gente nunca acha que essas coisas vão acontecer com a gente. Minha mãe estava do lado de fora do consultório e não tive coragem… Ler mais »

Novosoro+
Visitante
Novosoro+

Descobrir a minha soropositividade a dois dias. Desde então minha “visão de mundo” mudou radicalmente. Não para lado negativo, mas sim para a confiança e fé que a evolução na medicina irá levar-nos a cura em breve, mesmo que este breve seja daqui a 15 ou 20 anos. Não importa! sigo confiante e animado. Claro que receber os resultados médicos abalaram-me por completo, mas não será a tristeza e ou depressão quem contribuirão para a minha qualidade de vida. Mas sim a esperança de que tudo irá ficar bem. A todos digo que entrei na luta diária pela vida e… Ler mais »

Lendas Amazônicas
Visitante
Lendas Amazônicas

As vezes esqueço o que tenho, as vezes queria ser mais atento ao que vivo, tenho uma história e não dou importância. Vou buscar, vou agir, 2016 será o começo de tudo.

Rodrigo
Visitante
Rodrigo

cheguei ate aqui pq li uma reportagem da Superinteressante sobre uma possivel cura. sou soronegativo, mas desejo toda a sorte do mundo a voces, e que a cura venha em breve!
se alguem precisar conversar me chame por email
jucachaves2@yahoo.com.br