Esqueça tudo o que você sabe sobre HIV

Brasil Post

Meu pseudônimo, Jovem Soropositivo, acaba de fazer aniversário, em 18 de outubro. Escolhi essa data porque me pareceu lógico que ela devesse coincidir com a de meu diagnóstico, que se deu em 18 de outubro de 2010, mas levasse o ano verdadeiro do meu nascimento, 1984. Novo aniversário, mesma idade. Assim, acabo de fazer 30 anos de idade e, de acordo com a lei, deixo de ser jovem. Também deixo de ser um jovem na vida de soropositivo, pois já são quatro anos desde o diagnóstico! Não sou mais um jovem soropositivo, nem um soropositivo jovem.

Mas mais importante do que jovem ou não-jovem é o soropositivo. Por alguma razão, é o que chama mais atenção no meu pseudônimo. A verdade, porém, é que não me identifico mais com esse nome também. Não, não estou curado. Infelizmente. Continuo com HIV, mas o que vejo é que essa designação não serve mais de nada. Não me sinto diferente por ter HIV. Sei que não transmito o HIV, pois, quase involuntariamente, tomo os cuidados mais que necessários para não ser um transmissor. Não me incomodo mais em fazer os exames trimestrais. Sequer me lembro do vírus, mesmo na hora de tomar os antirretrovirais de cada dia. É tudo automático, simples e sem efeitos colaterais. Por isso, também, não me reconheço como uma “pessoa vivendo com HIV/aids”, ou PVHA, termo outorgado pelos ativistas para fazer lembrar que estamos vivendo, e o mais apropriado a ser usado em publicações, pelo governo e pela imprensa, a fim de que não nos ofendam ao se referir a nós.

Mas eu não sou ativista. E posso dizer que acho essa conversa sobre termos corretos uma grande balela. Preto ou negro, caucasiano ou branco, puta, prostituta ou profissional do sexo, gay ou homossexual, soropositivo, portador de HIV ou PVHA, não muda nada. São, sim, um grande engodo da era do politicamente correto, que tenta mascarar o estigma e o preconceito velados em diversas áreas por detrás de títulos que são nada além de mais bonitos. Nomes devem ser usados para fazer distinções úteis e nenhum desses acima é hoje eficiente nessa matéria.

Em algum momento no passado, PVHA foi útil. Fez lembrar às pessoas que quem tem HIV não está mais morrendo, tal como ocorria no início da epidemia, quando todos acabavam descriminados como “aidéticos”, pois inevitavelmente terminavam desenvolvendo a aids. Entretanto, há algumas décadas este não é mais o caso. Estamos, todos nós que nos cuidamos com antirretrovirais, vivendo muito bem, obrigado, e de forma saudável, já há algum tempo.

Hoje, quatro anos depois do meu diagnóstico, percebo que a trajetória de quem recebe o diagnóstico positivo para o HIV não é mais uma trajetória de superação do vírus — este, já está controlado. Ao invés disso, quem recebe agora o diagnóstico positivo para o HIV, encara uma trajetória de superação de um medo, o qual sequer precisaria existir mais. Esse medo não está diretamente ligado ao que o vírus é capaz de fazer, biologicamente, mas à representação imaginária que ele ganhou.

O HIV nos é apresentado com uma aura terrível, cruel e negativa. Um fardo a ser carregado pelo resto da vida. Um vírus de culpa e vergonha, por ter falhado, por ter feito sexo, pouco ou muito, vaginal ou anal, sem camisinha. Pior, quando nós, soropositivos, tomamos consciência da nossa transmissibilidade, percebemos que este é um vírus que tem o poder de trazer rejeição social ao seu portador. Também aprendemos que a camisinha previne totalmente o HIV, mas não por isso é capaz de evitar a discriminação.

Com isso tudo, quem é diagnosticado positivo para o HIV tem medo de ter diante de si uma inescapável vida de suplício. Medo de ser visto como diferente. Indo mais além, medo de que se esqueçam que são humanos. De onde vem tamanho peso?

Desde o século XIV, quando um navio se aproxima da costa trazendo pessoas com alguma doença que apresenta risco de transmissão, hastea-se uma bandeira amarela, que sinaliza o risco de contágio à bordo. É declarada a quarentena. Esse nome não tem origem na sua caixa postal de e-mail, onde ficam guardadas as mensagens spam, mas de quaranta giorni, que em italiano quer dizer 40 dias; embora hoje refira-se também ao isolamento imposto a portadores de algumas doenças transmissíveis durante qualquer que seja o período de transmissibilidade desta.

É o que vem sendo feito no caso do ebola. Enquanto você lê esse texto, pelo menos um bairro inteiro está sob quarentena na Libéria, assegurada pelo exército daquele país, que tem autorização para matar a tiros quem violar o perímetro demarcado por portões, barricadas e fios de arame enfarpado. Ali dentro, a comida e a higiene são escassas e os corpos dos defuntos, altamente transmissores do vírus, são empilhados lado a lado. Separar os doentes, mesmo que em condições desumanas, parece ser o mais humano a se fazer. Tal e qual Ensaio sobre a Cegueira.

Essa mesma prática se deu no século XVII, com os infectados pela peste na Europa, e no século passado, com os portadores de hanseníase, isolados por anos e anos em leprosários. Em Vigiar e Punir, Michel Foucault lembra que quem estava lá dentro era “excluído, separado e estigmatizado. Jogado, juntamente com seus irmãos sofredores, numa massa indiferenciada”. O Dr. Esper Kallás, meu médico, explica que “no caso do ebola, isolar uma região inteira parece não funcionar. Ao contrário, pode piorar a situação, pois as pessoas começam a deixar o local ‘ilegalmente’, tornando o controle da epidemia ainda mais difícil.”

Mesmo que a quarentena coletiva não seja eficaz, nem útil e até contraprodutiva em alguns casos, ela tem um apelo imaginário muito forte. Traz a sensação de poder e controle sobre a doença — e sobre o doente — e também um sentimento de segurança para a população, completamente ignorante a respeito de controle epidemiológico e riscos de transmissão. Libéria, Guiné e Serra Leoa são os únicos países do mundo que atualmente sofrem com a epidemia de ebola e, por isso, viajantes oriundos destes três pequenos países do oeste africano já estão sujeitos à restrição de entrada nos Estados Unidos e em alguns países latino-americanos. No Brasil, onde não foi imposta a restrição de viajantes, a Anvisa mantém estado de alerta em portos e aeroportos.

Ainda que a epidemia de ebola esteja geograficamente delimitada e sejam bem conhecidas as formas de contágio deste vírus, o medo, mesmo infundado, prevalece: qualquer um que viaje para qualquer país da África ou que se pareça fisicamente com um africano pode sofrer discriminação, como tem acontecido nos Estados Unidos e no Brasil. Apesar dos enormes avanços na prevenção, controle e tratamento, o mesmo ainda se dá com o HIV, infinitamente mais estudado e conhecido do que o ebola. Desde meados dos anos 80, vários países ainda mantém leis segregatórias contra soropositivos, impedindo nossa entrada para turismo e residência.

É como se houvesse uma imposição velada de quarentena. É verdade, o isolamento de portadores de HIV nunca foi de fato imposto, mas também nunca foi de fato revogado. Nós, soropositivos, experimentamos algo mais sutil e constante. Inclui alguma semelhança com o requisito básico para a aceitação social do isolamento: as primeiras campanhas de prevenção ao HIV cumpriam a função de transferir o medo da doença para o medo dos portadores do vírus, retratados em peças publicitárias como animais peçonhentos. Não-humanos, mas bichos.

Talvez, essas assustadoras campanhas tenham mesmo tido um profundo impacto no imaginário coletivo, e até hoje nele permanecem, mais fortes do que a camisinha. Ou, quem sabe, o imaginário coletivo é que seja naturalmente predisposto a transferir o medo da doença para o doente, de forma automática. Medo que o mundo vire como o seriado Walking Dead. Seja como for, o que o mundo esquece é de olhar para o lado de quem está sob quarentena. Se o fizesse, talvez se sentisse mais seguro.

Um dos principais anseios experimentados por quem recebe o diagnóstico positivo para o HIV é o medo de transmitir. É o maior de todos os medos. Faz com que muitos soropositivos voluntariamente se isolem, proclamando suas próprias quarentenas, abandonando seus parceiros de sorologia discordante, soronegativos. Faz com que muitos redefinam sua identidade como eternos solteiros e solteiras. E faz com que passem a acompanhar de perto as notícias a respeito da pesquisa da cura, como se esta fosse a única salvação para seu isolamento.

Em algum momento, também pensei que ia ser assim comigo. Também tive medo da minha transmissibilidade e, por isso, não entendia porque meu médico insistia no contrário.

“— Você é um parceiro sexual seguro”, dizia ele.

Ainda assim, essa ideia me parecia mirabolante. Como é que eu poderia ser seguro o suficiente para não ter que hastear nem uma bandeirinha de quarentena? Algum risco, pensei, deve haver! E existe, precisamente quantificado: quem toma antirretrovirais e mantém carga viral, que é a quantidade de vírus no sangue, reduzida a níveis indetectáveis, tem o risco de transmissão reduzido em pelo menos 96%. Esta estimativa foi obtida em dois diferentes estudos, HPTN 052 e Partner, conduzidos em diversos países e endossada por consensos médicos americano, britânico, canadense e, mais recentemente, sueco.

Esses consensos traduzem essa estimativa matemática de risco de transmissão a partir de um soropositivo em tratamento e com carga viral indetectável como “negligenciável”, “mínimo” e “muito baixo”, de acordo com o tipo de sexo, oral, vaginal ou anal, e, no caso do consenso sueco, como “bastante reduzido” para o compartilhamento de seringas durante o uso de drogas injetáveis. Com camisinha e carga viral indetectável, os americanos afirmam que a redução no risco de transmissão é de 99,2%. Parece bastante! Mas será que isso é suficiente para poder me sentir totalmente seguro a respeito da minha transmissibilidade? Para responder à essa pergunta, me pareceu coerente fazer a comparação mais natural de todas; aquela que eu faria, se ainda fosse soronegativo:

“— Um parceiro sexual que faz o teste de HIV e tem resultado negativo é mais seguro do que eu”, disse eu ao Dr. Esper. “É o que dizem esses estudos, HPTN 052 e Partner.”

Nesse momento, o doutor fez que não com a cabeça.

“— Não, Jovem”, disse ele. “Acho que você entendeu errado a mensagem desses estudos. Você é mais seguro do que isso”, corrigiu o doutor. “Vou tentar explicar melhor. Em primeiro lugar, em ciência não existe nada 100% seguro. Em segundo, a margem de redução na transmissibilidade que observamos em pessoas como você, que têm HIV e cuidam da saúde, tomando antirretrovirais e mantendo a carga viral indetectável, é muito alta. Mais alta do que outros métodos de prevenção já observados. Por isso, sabemos que pessoas como você não transmitem o HIV, mesmo em caso de falha no uso da camisinha.”

“— Ainda assim, doutor, soronegativos não tem HIV…”

“— É verdade. Entretanto, eles correm um risco que você não corre mais: o de se tornar uma ‘pessoa de sorologia desconhecida’, um sorointerrogativo, que é um parceiro sexual potencialmente portador do HIV sem saber e, nesse caso, altamente transmissor do vírus. Sempre que um soronegativo fizer sexo desprotegido e, em seguida, não realizar o teste de HIV respeitando o período da janela imunológica, ele é um sorointerrogativo.

Você, por outro lado, é um indivíduo que sabe da sua sorologia positiva e que cuida da saúde, tomando antirretrovirais consistentemente. Por isso, mesmo em caso de falha no uso da camisinha, você está protegido de ser contaminado novamente pelo HIV, pois os mesmos remédios que você toma para controlar o vírus também funcionam como prevenção, e de transmitir o vírus, pois tem sua carga viral indetectável.

Nesse sentido, considerando o risco que os soronegativos têm, de se tornar sorointerrogativos, é, sim, mais seguro manter um relacionamento estável com uma pessoa como você, que vive com HIV, ciente da sua condição, diagnosticado e que se cuida, tomando os antirretrovirais, fazendo exames trimestrais e mantendo carga viral indetectável, do que com uma pessoa soronegativa, que eventualmente pode ‘pular a cerca’ sem camisinha e contrair HIV.

É importante salientar esse risco em soronegativos porque, nestes estudos que você mencionou, infecções ocorreram, sim. Em nenhuma delas a origem da transmissão veio do parceiro soropositivo que estava indetectável: todas se deram em situações em que o parceiro soronegativo teve uma relação desprotegida fora do relacionamento estável, provavelmente com alguém que este presumia ser ‘seguro’.”

“— O que esses estudos descobriram é impressionante!”

“— De novo, não é bem assim, Jovem. Ninguém descobriu nada. Quando saiu o resultado do HPTN 052, falei com o médico que coordenou o estudo, a fim de parabenizá-lo por sua fascinante descoberta. Afinal, este é um dos trabalhos na área de HIV mais citados e comentados desde sua publicação. Ele imediatamente me corrigiu e disse: ‘Esper, nós não descobrimos nada. Apenas confirmamos o que já era observado desde o início da epidemia'”.

Depois de uma breve pausa para que eu assimilasse o conteúdo, o doutor continuou:

“— Jovem, não existe, na história da epidemia, um único caso registrado de transmissão do HIV a partir de quem foi diagnosticado, faz tratamento e tem carga viral indetectável. Simplesmente isso não foi documentado na literatura médica até hoje. Ou seja: o controle da carga viral no sangue também controla a carga viral nas secreções genitais.”

“— Eu não apresento risco algum de transmitir HIV?”

“— Não. Só teria se parasse de tomar seus remédios.”

“— Então, doutor”, prossegui, depois de refletir por um instante. “O maior problema do HIV é um problema de imagem?”

O doutor assentiu com a cabeça.

“— Sim. A imagem que o HIV carrega é muito negativa, grave, pesada. E é isso o que mantém vivos o preconceito e a discriminação.”

Saí de seu consultório me sentindo feliz, mais leve. Certo de que não havia razão para manter hasteada em mim qualquer bandeira de quarentena. Mas foi nesse mesmo instante que uma voz ecoou na minha cabeça. Se era o advogado do diabo ou inconsciente coletivo, eu não sei. O fato é que, cada vez mais alta, ela questionava tudo o que eu acabara de aprender. “E se os estudos que concluíram tudo isso estiverem errados?”, dizia. “E se o doutor estiver errado?”

Diante disso, isto é, diante da constatada alforria do risco de transmissão ainda questionar irracionalmente tudo o que acabara de aprender, percebi que eu mesmo sofria com o imaginário temeroso do HIV. Concluí, triste, que ter HIV é viver enfrentando essa imagem negativa, mesmo que total e comprovadamente insubstanciada. Uma batalha constante, sempre que quem tem HIV contar para o outro, o que quase sempre quer dizer ter de convencê-lo de que não somos repugnantes, que não somos um monstro.

Apesar disso, o desejo de contar e ser compreendido prevalece. Queremos muito mudar a ideia das pessoas a respeito do HIV! Queremos poder falar sobre o vírus sem, com isso, causar medo, espanto e pânico. Sem assustar as pessoas e fazer com que nos olhem com dó ou desprezo. Queremos poder contar que temos HIV numa conversa normal, na mesa de um bar ou no café do trabalho, assim como um diabético conta que tem diabetes. O fim da quarentena de quem tem HIV e toma antirretrovirais já é cientificamente possível e, agora, é hora de ser socialmente aceito. Mesmo sabendo que não representamos perigo, é preciso que os outros reconheçam isso também. Mas alcançar essa mudança toda, certamente, é um obstáculo difícil!

Talvez, exatamente por conta dessa dificuldade, acompanhar de perto as notícias da pesquisa da cura seja tão importante para muitas das pessoas que vivem com HIV. É a única saída no horizonte. É como se o fim do vírus fosse mais provável do que o fim do estigma. Para estes, o verdadeiro dia da alforria será o dia cura, quando deixaremos para trás de vez o asqueroso vírus. Aliás, nem basta que seja qualquer cura: a cura “funcional”, em que o vírus continua no organismo, mas em quantidade tão pequena que é incapaz de se multiplicar e de ser infeccioso, não é suficiente. Embora a cura funcional do HIV já tenha sido alcançada em estudos com alguns pacientes, e, inclusive, referida como já sendo o nosso caso atual, o caso de todos os que tomam antirretrovirais consistentemente, ela não extirpa o responsável pelo imaginário aterrorizante. Portanto, não serve! É preciso que a cura seja “esterilizante”, quando cada pedacinho do micróbio é expurgado de cada uma das células, tal como obtido com o “Paciente de Berlim”, Timothy Ray Brown. Apesar de mais difícil para a ciência, e por mais que outros patógenos, como citomegalovírus, toxoplasmose e tantos outros, sigam na contramão dessa premissa, o sonho continua sendo esse: não ter mais nenhum sinal do vírus no organismo.

Os menos radicais, como eu, embora não deixem de desejar a cura também, estão satisfeitos com menos. Primeiro, com novas e inteligentes campanhas de prevenção do HIV e controle da epidemia, como a Help Stop the Virus, da Gilead Sciences.

Em segundo, mas não menos importante, com amplo reconhecimento e divulgação da análise dos resultados de estudos como HPTN 052 e Partner, ou mesmo outros estudos similares, onde, até agora, já foram analisados mais de 6 mil casais sorodiscordantes e a amostragem de transmissão a partir dos parceiros em tratamento e indetectáveis foi, literalmente, zero. Mas será que é possível explicar tudo isso à toda uma população?

Fazer alguém entender tudo isso parece algo distante demais. Me parece tal como afirmar que algumas das complexas teorias de Albert Einstein são hoje fatos comprovados: falar que o tempo é relativo, convenhamos, é quase compreendido como entretenimento! No fundo, quase ninguém vê a aplicação prática em suas vidas. Na mesma medida, o conhecimento leigo ainda está anos-luz atrás do que os médicos mais bem informados sabem sobre transmissibilidade do HIV. De tão distante, a própria campanha Help Stop the Virus prefere começar a explicar do zero e anuncia: “esqueça tudo o que você sabe sobre HIV”.

Então, comecemos do zero. E busquemos por algo mais simples. Quem sabe, algo capaz de resumir todo esse conhecimento num único termo, tal como PVHA fez no passado. No fim, a solução dos ativistas parece ser a melhor mesmo! Entretanto, será que é possível encontrar um termo capaz de contemplar a substanciada sensação de segurança que as pessoas já podem sentir diante de quem tem HIV e se cuida com antirretrovirais, na mesma medida – senão maior – do que a segurança que sentem com seus parceiros e parceiras de sorologia sabidamente negativa? Será que podemos difundir algo que os jornais, governos, blogs e, principalmente, as pessoas passem a usar, de maneira ampla e corriqueira, como o termo mais correto quando se referirem ao nosso caso: pessoas diagnosticadas com HIV e que cuidam da saúde? Será que é possível contar que tenho HIV e, ao mesmo tempo, não despertar medo e fazer entender que não represento um risco porque sou alguém que cuida da saúde e faz tratamento antirretroviral?

Pesquisando, descobri que não estou sozinho nessa busca. Pelo menos três campanhas já tentaram fazer isso. Uma delas, liderada pela organização canadense Aids Vancouver, chegou lá.

Nela, ao invés de procurar algo novo e revolucionário, usou um termo simples, comum e já conhecido por muita gente: indetectável, a nova face do HIV, a terceira condição sorológica. A condição de quem não transmite o vírus, porque cuida da própria saúde, tomando corretamente seus antirretrovirais. A condição de quem pode ser tratado por outros médicos a partir das mesmas premissas de um soronegativo, em quase todos os aspectos. A condição de quem tem expectativa de vida igual a de soronegativos. A meta de qualquer um que for diagnosticado positivo para o HIV. A condição de quem não precisa ser visto como perigoso. A condição de quem não precisa lembrar do vírus no seu dia-a-dia, pois sabe que este é apenas um vírus, e nada mais.

“— É bom esquecer o HIV?”, perguntou o Dr. Esper, em nossa última consulta.

“— É ótimo!”

O doutor, que me escutava enquanto prescrevia a receita de meus próximos exames, interrompeu o que fazia. Parou, olhou para mim por um instante, e disse:

“— Nos faz sentir humanos novamente. Não faz?”

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Bárbara
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Bárbara

Cara, este teu texto é fantástico. Obrigada por tê-lo escrito 🙂

Denis
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Denis

Cara, fiquei muito emocionado com seu depoimento! Obrigado por compartilhar essa vivência!

Rafa
Visitante
Rafa

Boa Tarde! Galera, Descobri a pouco mais de um ano e meio que possuo o Vírus HIV, e a aproximadamente há 1 ano estou tomando as medicações: Tenofonir, Lamivudiva e Efavirens todos os dias religiosamente, no começo senti muito os efeitos colaterais, como náuseas e enjoos, fora isto nada mais. Passado um certo tempo os efeitos colaterais nem sinto mais, somente vez ou outra, quanto aos comentários de depressão graças a Deus nunca tive e espero nunca ter, pois sei que é algo muito ruim. Bem o que posso dizer é que hoje não sou melhor nem pior do que… Ler mais »

Zero
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Zero

Rafa, espero um dia sentir esse confiança que hoje você tem!

Júnior
Visitante
Júnior

Bela atitude em ajudar a desmistificar e minimizar o preconceito ao portador de HIV. O vírus traz consigo uma “carga” relacionada a promiscuidade de vergonha, e é isso que mais nos prejudica, pois podemos ser (e somos!) plenamente saudáveis fisicamente.

Convivo com o diagnóstico há 1 ano, tenho 21 anos de idade (Eu sou um jovem soropositivo e soropositivo jovem!) e gostaria de colaborar com o projeto para, quem sabe um dia não muito distante, conseguir tirar esse fardo psicológico que me acompanha e que não se deve somente a mim, mas à sociedade que insiste em crucificar-nos.

Grato! 😀

Thomás
Visitante
Thomás

Completei 1 ano que descobri que era portador do vírus HIV e consequentemente iniciei meu tratamento. Confesso que quando descobri, o chão pareceu abrir, tinha medo de andar descalço, medo de gripe, ou qualquer coisa que pudesse de uma certa forma contribuir e prejudicar minha imunidade. Com o diagnóstico positivo, no mesmo dia contei ao meu parceiro, parceiro que completei 1ano e 1 mês de relacionamento. Tinha medo de beijar ele e transmitir o vírus. Meu infectologista é muito seco, fala pouco, porém muito bom. Tomo todos os dias por volta das 23:00 tonofovir, efavirenz e Lamivudina. No meu último… Ler mais »

Luiz Otávio Elstner
Visitante
Luiz Otávio Elstner

Bom, Jovem Indetectavel, eu tenho que te agradecer e mto! Vc não faz ideia do quanto seu texto me ajudou. Nesse momento eu sou um possivel “soro positivo”, fui detectado com o virus no meu utlimo exame e estou aguardando a janela pra fazer meu proximo e confirmar o diagnostico. Sem mesmo saber eu já havia começado a minha quarentena pessoal… Portanto, acredito que vc saiba o quanto me ajudou seu texto, nos faz sim nos sentir humanos novamente. Muito obrigado!

Baste
Visitante
Baste

Texto incrivel! Adorei poder ter essas informções, será compartilhado agora!

Mari
Visitante
Mari

Seu texto é informativo e muito bem escrito. Realmente tenho outra opinião sobre o assunto agora. Um abraço!

Alfredo
Visitante
Alfredo

Texto muito bom. Sei desses fatos há 5 anos. Tendo HIV desde 1997, sei bem o que é esperar pela compreensão alheia e só ter como resposta ou o preconceito ou a pena. É complicado, mas a realidade é que as pessoas que nos tratam normalmente ainda é minoria. Muitos dizem que aceitam o HIV-positivo, mas na hora em que descobrem que um familiar ou amigo tem, não compartilham mais o ambiente, não comem na casa da pessoa, não tomam cerveja da mesma lata, etc. Parece, infelizmente, que é mais bonito falar que aceita do que realmente aceitar. A observação… Ler mais »

Ju
Visitante
Ju

Controlável ou não, HIV não é legal nem bonitinho, lendo esse texto e alguns comentários, fiquei um pouco assustada ao perceber que querem passar o sentimento que se vc contrair o HIV, vc não precisa se preocupar pois não é o fim do mundo, vamos acorda né galera, é sim o fim do mundo que vc conhecia para o inicio de um mundo desconhecido e cheio de limitações sim, pois como o Dr mesmo disse, a ciência não é 100%, e não podemos se confiar mesmo que a margem de erro seja 1%. Como minha mãe diz, doença não tem… Ler mais »

Rafael
Visitante
Rafael

Na verdade, a apologia está na interpretação medíocre de quem lê. A intenção, pelo que vejo nos comentários e no texto, é diminuir essa dor com a informação.

Tudo que vem além disso, fica pela pobre interpretação de algumas pessoas.

Secret Guy
Visitante
Secret Guy

Querem desqualificar o texto do JS que possui argumentação e dados técnicos com esse seu texto de senso comum barato é não ter o minímo de capacidade cognitiva!!

Secret Guy
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Secret Guy

Querer*

Leonardo
Visitante
Leonardo

Guria, acho que você nao entendeu bem a ideia do texto. Ninguén esta dizendo pra parar a proteção! A idéia do texto é acabar com um estigma infundado e que finalmente provamos em estudo! Não cabe mais hoje em dia qualquer tipo de “Quarentena social” aos portadores do HIV em tratamento. As chances de se contrair o virus transando com você, quem não sabe se é portadora ou não do vírus é maior do que com o autor do texto que tem o vírus e o mantén em nivel indetectável no sangue. Fantastico!

Thaís
Visitante
Thaís

De certeza esse texto não é apologia à contaminação com o vírus. E este texto não tem como público alvo os soropositivos, somente. Eu não sou portadora do vírus e leio o blog com bastante frequencia e não precisei de muito para perceber que esse texto tem como público alvo o ser humano e visa acrescentar conhecimento àqueles que estão dispostos a mudar conceitos e EVOLUÍREM.

Alex
Visitante
Alex

Ju,

O texto do JS além de muito bem escrito, argumentado e racional, também é uma boa lufada de ar e motivação. A tua resposta, além de ser pouco simpática aos soropostivos, é cheia de chavão e lugar comum. Ou seja, tu estás argumentando que um texto com dados científicos é menos confiável do que um lugar comum de que doença não tem cara.

O principal medo de quem tem HIV não é de ter o vírus. É de ter ao lado pessoas como você. Eu dispenso.

JS, belíssimo texto e bastante motivador. Muito obrigado.

ALEX

Rafael
Visitante
Rafael

Que pena Ju, que faltou um pouco mais de qualificação no seu discurso, a fim de se mostrar minimamente inteligente e respeitosa quanto ao texto do nosso amigo, que, ao contrário da sua colocação,nos brinda com educação e fatos e não com achismos!

JCS
Visitante
JCS

O texto não mente. Não senti que pretendeu insinuar que o hiv seja inócuo ou algo do tipo. Mas para quem já viu gente morrendo de aids na década de 90 o bicho agora até tá mais bonitinho hein. A vida do soropositivo tem sim alguns poréns, mas quem não tem? Hoje em dia todo mundo tem alguma merdinha… uma rinite, uma artrose, diabetes, hipertensão, depressão, gastrite. E tá todo mundo aí tocando. O fato é que uma vez contraído o hiv, não adianta lamentar. Minimize-o psicologica e fisiologicamente. Esqueça o hiv, cura, preconceito. Só não esqueça o acompanhamento e… Ler mais »

O
Visitante
O

Me sinto confuso. Fui infectado por uma pessoa que se cuida e tem carga indetectável.
Fui inconsequente sim e nunca contei com sorte de não ser infectado. Só não entendi a parte que o dr. diz que:
“— Jovem, não existe, na história da epidemia, um único caso registrado de transmissão do HIV a partir de quem foi diagnosticado, faz tratamento e tem carga viral indetectável. Simplesmente isso não foi documentado na literatura médica até hoje. Ou seja: o controle da carga viral no sangue também controla a carga viral nas secreções genitais.”

jeffi
Visitante
jeffi

Ótimo texto !!!

Urias de oliveira
Visitante
Urias de oliveira

Obrigado pelo texto. Sou soropositivo a 2 anos tomo religiosamente os anti retrovirais. Nunca tive reações e apesar de tomar todos os cuidados até poucos dias morria de medo de infectar meu parceiro.Obrigado por me aliviar e me fazer mais conciente. Vida longa a todos!

FG-PR
Visitante
FG-PR

Boa noite. Descobri a 4 meses que sou soropositivo e tomo Atazanavir, Ritonavir e Biovir a 3 meses, nos 3 primeiro meses senti algumas náuseas e tive um problema gástrico e pra ajudar só pude tomar Ranitidina (diminuidor de acidez estomacal) 1 vez por dia devido ao uso do Atazanavir, porém depois de 21 dias tomando Ranitidina estou melhor e começo a me sentir bem. De todos o anseios que senti o pior foi passar 2 meses esperando a janela imunológica da minha esposa, mas pela graça de Deus ela não foi contaminada, e no dia que ela fez o… Ler mais »

Secret Guy
Visitante
Secret Guy

Com preservativo vocês estarão seguros…

faça como a Marta diz: Relaxa e Goza!

Felipe Rec
Visitante
Felipe Rec

lindo a atitude da sua esposa cara, eu estou recente tbm, e as pessoas q sabem só são as virtuais, orientação do psicologo, não precisa contar a familia, e aos amigos, e acabamos carregando o fardo sozinho, se tiver vontade de ir a um psiclogo pelo menos pra uma conversa só, vale a pena. As pessoas aqui soro a mais tempo dizem q o pior é a doença mental mesmo, que se vc nao cuidar pode dar depressão, mas a informação ajuda, e ainda bem q sua esposa está ao seu lado. Força , boa sorte!!

Hope
Visitante
Hope

FG,
Estamos em situação parecida, pois meu marido foi diagnosticado há quase dois meses e estamos aguardando para repetir o meu exame. O meu primeiro deu negativo com janela de 34 dias. O definitivo será em janeiro!
Fico feliz por continuarem juntos pois também vamos continuar, apesar de ele se sentir mal às vezes e dizer que queria que seguisse minha vida sem ele.
Só que sem ele minha vida não existe, há 7 anos!
Alegria e saúde para você!

Rafael
Visitante
Rafael

E eu só posso desejar felicidades e muito amor, pois somente isso, une, da melhor forma o carinho e a amizade que existem entre vocês dois! Sucesso e saúde, Hope!

Erlei
Visitante
Erlei

Me identifiquei com vc. Pois descobri que tenho HIV há 6 meses. Minha cargal viral é mais de 1 milhão e o CD4 é 110. que é considerado grave. Pois ja tenho a doença, já passei da fase do virus. Emagreci 30 kg. Tive pneumocitose 2 vezes. E olho no google é vejo que estou na finaleira, pois ja estou na fase avançada. Há mais de 20 anos sou casado e tenho uma familia. Minha esposa tambem aceitou, fez os exames e deu negativo. Graças a Deus. Mas depois disso não tivemos relaçoes. Pois ainda me sinto debilitado, quase sempre… Ler mais »

CARA +
Visitante
CARA +

Erlei vc já está em tratamento? que combinação você está tomando? o que sabemos é que além dos arv´s, seu infectologista irá tratar, ou remediar para que você não tenha problemas com as chamadas “doenças oportunistas”. Eu mesmo estava com uma carga viral em mais de um milhão (assim como vc) e cd4 abaixo do seu e nunca tive uma gripe se quer. Além do arv tomo outras duas medicações apenas por precaução, que já devem ser retiradas agora na próxima consulta em dezembro! Assim que comecei a tarv, em menos de uma semana, já me sentia muito melhor do… Ler mais »

Hope
Visitante
Hope

Erlei, Você vai ficar bem. Meu marido também descobriu com um CV alta e CD4 mais baixa que a sua… nem sei como ele nunca teve pneumonia.
Já está se sentido super bem e assim como você toma Dapsona por enquanto, mas já já vai parar!
Alegria e saúde para você!

Kim
Visitante
Kim

Você, tal qual o seu artigo, está de parabéns..!! Dismistificou várias questões que eu tinha.. Até onde sei sou soronegativo, mas procuro não botar minha ignorância a frente das minhas boas maneiras, portanto, não trato um soropositivo com pena ou com medo, mas sempre com educação.. Seu texto conseguiu abrir ainda mais minha mente e ampliar meus horizontes..!!! Obrigado..!!!!

Cida
Visitante

Esse Deus tá mais pra Exu Caveira e sem dente! hahaha

Deus
Visitante

Esse texto é um grito de desespero pra ser aceito como parceiro sexual, desculpa colega, mas com aids não se brinca, tu não devia ter brincado e agora ngm mais vai brincar contigo :** beigos

Secret Guy
Visitante
Secret Guy

putz cara.. que comentário mais otário!

Quem precisa dizer que é soropostivo pra ser um parceiro sexual?!?!

Quem não vai mais brincar com quem? Desde que descobri meu diagnóstico tenho me cuidado muito mais e só atraído mais pessoas ainda!!

Perdeu, playboy!!! kkkk

Rapaz+
Visitante
Rapaz+

Deus, Você deveria ler mais e se inteirar mais sobre o assunto. O texto trata apenas de expor o quanto o preconceito ainda é forte, tanto de soronegativos como para nós mesmos, soropositivos. Infelizmente boa parte de nós já nos reprimimos por ouvir e ler pensamentos como os seus. Vivemos cada um sua reclusão particular. Será preciso isso numa época em que há tanto esclarecimento? São pensamentos arcaicos achar que um vírus que hoje pode ser controlado é motivo para nos afastar de quem gostamos e amamos. A desinformação e a ignorância é o pior inimigo de todos nós, positivos… Ler mais »

Rita JC
Visitante
Rita JC

Que eu saiba Deus sabe de todas as coisas, mas esse ai SABE DE NADA INOCENTE … Ha ha ha ha tô brincando muuuooooooooooito ha ha ha…
Na boa que bicho é você na arca de Noé?

MarcosFortal
Visitante

Turma, o silêncio é a melhor respostas para pessoas prepotentes que se acham Deuses! Mediocridade a gente encontra em todo lugar…. Provavelmente, até no Olimpo.

Rafael
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Rafael

Opa! Tu não devias é brincar com a ignorância, meu caro! Abraços.

Deyvid
Visitante
Deyvid

Excelente texto! Parabéns!

Kauê
Visitante
Kauê

Err…deu preguiça de ler.

IndetectableSoon
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IndetectableSoon

E é por preguiça de ter informações que pessoas como vc contraem o vírus da AIDS, passam o vírus pra outras pessoas e nem sabem ou, quando sabem, já contaminou uma enorme quantidade de pessoas. Parabéns pela sua preguiça…

alguem
Visitante
alguem

Js sempre deleta meus comentarios, sera q eh pq nao clico em avisar por email?? Fiquei triste agora rsrs pq sempre espero que alguem comente algo sobre o que escrevo.😢

Victor
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Victor

Simplesmente meu namorado passou a me aceitar, e até a me querer mais, depois de ler esse texto. Somos sorodiscordantes e contei para ele recentemente. Pessoas como você são verdadeiros anjos. Obrigado e espero de coração que todo esse bem que você faz volte em dobro à você.

me de um conselho
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me de um conselho

Olá tenho 20 anos e recebi o diagnóstico em fevereiro de 2014, vou resumir minha história lidando com o HIV pois quero focar em um problema. Comecei a tomar os remédios(kaletra/4 comp, lamivudina/2 comp, fumarato de tenofovir desoproxila/1 comp- por dia) 7 dias após o diagnostico, antes mesmo do resultado do primeiro exame de carga viral(120.000). Enfrentei bastante efeitos colaterais, que foram piores no início, então por recomendação da infecto adicionei de 2 a 4 comprimidos de omeprazol por dia. A quantidade de comprimidos e principalmente os efeitos colaterais me incomodavam muito. Os últimos exames de que fiz no final… Ler mais »

Rapaz+
Visitante
Rapaz+

Oi guri, Bom, mesmo com a mudança de Estado, não desanime, procure em Sampa o SAE mais próximo e retome seu tratamento. Eu descobri ser soro+ em 29 de abril ai em SP e comecei meu tratamento no SAE Ipiranga, posteriormente mudei para uma cidade do interior de SP e continuo firme e forte, indetectável já! Graças a Deus! Sobre sua combinação eu ouvi dos meus dois infectos, tanto de SP como da minha atual cidade, que o KALETRA é mais agressivo e por isso eles me indicaram a combinação padrão, que muitos tem usado e não tem tido quase… Ler mais »

ROGERIO
Visitante
ROGERIO

Bom dia, fui diagnosticado com HIV em 1994 onde na época só existia o AZT, minha carga viral já estava em 230.000 cópias, inicializei o tratamento com aquele comprimidos gigantescos de cor marrom escuro, os efeitos colaterais eram tão intensos que tiraram minha vida social, não conseguia sair de casa nem para trabalhar, mas o tratamento evoluiu assim mesmo ao ponto de diminuir potencialmente a carga viral, patologicamente eu estava muito bem, mas socialmente ruim, e o desejo de retomar a vida era enorme, foi então que tomei uma triste e terrível decisão, abandonei o tratamento. Foram 6 anos sem… Ler mais »

Vivi
Visitante
Vivi

Olá, eu queria deixar registrado o quanto eu gostei do texto. Como muitos, sou leiga no assunto e esse texto me ajudou um pouco a entender o que os soropositivos sentem. Você conseguiu me transmitir esse sentimento. Não tenho HIV, mas tenho uma doença neurológica e sei o quanto a ignorância dos outros, nos afetam. Por mais que médicos nos digam que podemos ter uma vida normal, sabemos que na prática, infelizmente, não é bem assim…

André
Visitante
André

Ótimo relato, entendo perfeitamente o que está passando. Contrai o vírus com um parceiro quando tinha 24 anos, mas só descobri um ano depois quando estava em.um relacionamento sério com outro parceiro porém na época dos exames estava em janela imunológica. Na época a única coisa que conseguia pensar era no medo de ter “destruído” a vida de alguém que amava. Com outros exames o resultado de carga indetectável apareceu desde o início e se manteve assim após os medicamentos num grupo de estudo que fui escolhido e melhorou meu CD4 também. Tive muita sorte de não ter transmitido nada,… Ler mais »

Erlei
Visitante
Erlei

Jovem soropositivo. O que vc me diz no meu caso. Descobri ha 6 meses, mas já tenho a doença meu CD4 deu 110 e minha carga viral mais de 1 milhão. Estou tomando os retrovirais e tambem o Dapsona. Me sinto indisposto. Estive olhando o meu caso já é avançado. Tive 2 pneumocitose e olhei no google vi que já estou na finaleira. O que vc me diz ???

Secret Guy
Visitante
Secret Guy

Erlei!!

Você estava na finaleira, sim! Agora é se cuidar e melhorar gradativamente!! Claro, que tem que tomar cuidados mas há casos de pessoas com o número de cd4 menor que o seu que estão aí ótimas hoje em dia depois de anos. Aqui mesmo no site você encontra histórias assim!!

Foco e cuidado agora! Daqui a pouco vc está zerado!

André
Visitante
André

Tomando os remédios e com precauções a saúde você consegue recuperar seu CD4 sim, quando comecei a tomar medicação meu CD4 era em torno de 600 hoje está em 1.200 e carga nula. Recomendo buscar uma mudanças de hábitos também evite drogas, álcool, cigarro, todas as coisas que já sabemos que não são boas a saúde para dar uma forcinha com os remédios. depois que sair dessa fase se não houver descuido é muito difícil voltar a taxas assim.

amigaaflita
Visitante
amigaaflita

Bom dia Erlei, Meu querido, não se desespere. Concordo plenamente: vc estava na finaleira, mas eis que agora vc já começou a acertar os ponteiros. Sou soronegativa, mas tenho um amigo que descobriu há mais de um mês recebeu o diagnóstico com cd4 de 48!!! E estava com HPV e Sífilis. Entrei em desespero pq sabia do que se tratava. Mas a infecto além de iniciar o tratamento com os anti-retrovirais, tb passou uma serie de remédios para “proteger” o organismo dele das infecções oportunistas. E estamos ae, ele já apresentou sinais de melhora, estava muito magro, debilitado, indisposto, sem… Ler mais »

Tinshi
Visitante
Tinshi

Confesso que minha visão sobre o assunto mudou completamente após a leitura do texto e torço muito pelo avanço dessas campanhas, mas ainda me resta uma questão: será que a população está pronta pra lidar com uma informação desta sem se descuidar?

Marcel
Visitante
Marcel

Há um ano atrás comecei a namorar um cara, e depois de algumas semanas juntos ele começou a ficar arredio comigo, e me evitar. Quando o pus contra a parede, ele confessou que tinha HIV e que tinha decidido se afastar de mim, porque sabia que eu faria isso quando soubesse, então ele tinha decidido fazer primeiro. A primeira reação, foi revolta, por ter sido enganado, e também fiquei um pouco temeroso, não posso negar. Depois de pesquisar um pouco mais sobre pessoas soronegativas que namoram soropositivos, percebi que é bem possível sim, desde que tomando as devidas precauções. Hoje,… Ler mais »

Mary
Visitante
Mary

Melhor texto que eu já li sobre o tema até hoje!

amigaaflita
Visitante
amigaaflita

Oi gente, Sempre convivi com soropositivos, desde 1999. Eu sou soronegativa, porém estou aflita por meu amigo que recebeu o diagnóstico há um mês. Já se consultou com o infecto, o resultado do exame da carga viral ainda não saiu, mas o cd4 está em 48!!! Ele pouco sabia sobre a doença e eu tenho bastante conhecimento por sempre conviver.Eu fiquei muito aflita com esse resultado, sem contar que ainda está em tratamento pós operatório de HPV e ainda deu positivo para Sífilis. Foi assim tudo de uma vez.. Começou a tomar o efavirenz e mais 02 anti retrovirais, além… Ler mais »

CARA +
Visitante
CARA +

Oi amiga aflita realmente você tem motivos para ficar aflita, mas veja bem… lendo os relatos aqui e conversando com minha infecto, percebi que cada organismo se comporta de forma diferente com relação ao CD4. Eu quando descobri ser soropositivo (setembro/2014), estava com CD4 em 89 e nunca senti nada de diferente, nenhuma debilidade em função disso, nenhuma “gripezinha” nos últimos 3 anos. Sentia um leve cansaço que poderia ser facilmente associado ao stress do dia-a-dia. Ao passo que outras pessoas, assim que tiveram uma pequena alteração no CD4 em função do vírus já apresentaram uma ou outra enfermidade. Claro,… Ler mais »

amigaaflita
Visitante
amigaaflita

Cara + não tenho nem palavras pra agradecer esse texto que li emocionada e posso dizer em letras garrafais. OBRIGADA.
Eu tenho certeza das suas palavras comigo..em breve quero postar aqui noticias q ele está bem, CD4 lá em cima e indetectável como tantos relatos que vi aqui. Vamos vencer tudo isso e não esquecerei sua ajuda e as palavras d incentivo que li. Vcs aqui são todos vencedores e eu e ele nós também seremos.
Muito obrigada mais uma vez

CARA +
Visitante
CARA +

Valeu amiga aflita…
com toda a certeza do mundo, logo vai entrar aqui para nos dizer que ele está super bem e que seu indicie de cd4 aumentou e que não precisa se utilizar de outras medicações além da tarv.

tenha fé!

Rick
Visitante
Rick

olá Cara+, vc ainda está por aqui?

É que tem um ano mais ou menos que me descobri soro+….e na época aprendi muito com vc!!!
Grande abraço!

leon618
Visitante
marcelojambeiro75
Visitante

Parabéns pelo excelente texto. Não sou soropositivo mas também me emocionei com o seu texto. Temos todos, soropositivos ou não, que desmistificar a doença. Não preciso ser soropositivo para lutar pela desmistificação da doença e combater a discriminação e preconceito. Assim como não preciso ser negro para combater o racismo, etc. Este texto deveria ter mais espaço na mídia. Você deveria ter bastante espaço pra falar desse assunto com frequência. Abs!

Ejs
Visitante
Ejs

Em uma breve síntese de tudo ja dito “escrito” aqui e em outros lugares aonde são expostas matérias sobre o virus e suas formas de transmissibilidade e suas atenuantes, vemos que o preconceito ainda é o pior virus, que se dissemina como pandemia e atinge todos os povos e classes sociais, o preconceito é sem duvida a maior barreira a ser enfrentada por todos tanto pelos soropositivos quanto para os não, os r dois requer um grau de aceitação e consciencia, uma vez que é de conhecimento da grande massa que um soropositivo não morre por que o virus o… Ler mais »

Paulo Henrique
Visitante
Paulo Henrique

A humanidade precisa de uma lavagem cerebral sobre tudo e qualquer tipo de preconceito. Não podemos mais seguir a diante com isso. A final de contas nós estamos quase no século XXII, o mundo precisa se estabilizar e se qualificar com os tempos modernos. Então estudem, se qualifiquem, ame o próximo como se você, repassem para suas famílias, filhos, filhos dos seus filhos o certo e o correto há se pensar. Nosso planeta precisa de pessoas sábias, que em um momento de aflição saiba lidar com isso, sem que de alguma forma prejudique ao próximo.

Julio
Visitante
Julio

Descobri o HIV em minha vida em 2012, fiquei com muito medo no início mas recebi o apoio de toda minha família que foi fundamental para meu tratamento e recuperação! Fiquei na beira da morte, estava muito avançado o virus em meu organismo mas tomei todos os cuidados, fiquei internado durante 2 semanas, porém me recuperei 100%, sou feliz tenho meu parceiro soronegativo ele sabe e me aceita da maneira que eu sou, fazemos nossos exames diariamente! Ele me dá muito força. Hoje tenho uma vida saudavel, feliz e sou Campeão de Fisioculturismo em minha cidade, o vírus deixou de… Ler mais »

dodo
Visitante
dodo

Queria tirar uma duvida da minha sogra.eu sou soro positivo ,e minha namorada.fizemos sexo com camisinha feminina.e a minha sogra tem medo q ela pegue?.

Dodo
Visitante
Dodo

Olá! Gostaria de tirar uma dúvida de minha sogra faço sexo com minha namorada com camisinha feminina, sou soropositivo e faço o tratamento, neste caso minha namorada corre algum risco de contaminação? Desde já agradeço.

IndetectableSoon
Visitante
IndetectableSoon

Você toma os medicamentos corretamente? Pelo que lí e consta na matéria, se vc segue à risca com os medicamentos e através dos exames consta como indetectável, você não corre riscos de contaminá-la, porém, se ainda não constar, o risco é considerado o mesmo de uma relação sem camisinha, uma vez que, pelos estudos que fiz, a camisinha feminina é apenas um método contraceptivo. O mais seguro é você usar a camisinha masculina e fazer os exames periódicamente além de tomar os medicamentos de forma “sagrada” até que conste em seus exames como indetectável. Abraços.

Mariana
Visitante
Mariana

Obrigada por esse texto!! Sério mesmo, obrigada =)

Paulo
Visitante
Paulo

Lindo texto !! Obrigado !

Daniel Allegro
Visitante
Daniel Allegro

Bárbaro o texto. Bárbara a forma como vc escreve e nobre o alento que você proporciona, levando informações claras às pessoas, o que é no fundo a maior dificuldade que estas enfrentam hoje em dia.

Matheus
Visitante
Matheus

Ja tive relação de risco faz muitos anos e nunca tive coragem de fazer os exames. Ate que em 2014 decidi por fazer e graças a Deus sou um soronegativo. No período de espera do primeiro exame que fiz foi muito tenso, eu ja achava que tinha o HIV e foi justamente nesse período que descobri esse blog. Li todos os post e me tornei um leitor. Fiquei uns meses sem entrar aqui devido a correria do dia a dia e hoje no dia mundial de combate a AIDS retornei aqui para compensar o meu atraso. Belíssimo texto e saiba… Ler mais »

jane
Visitante
jane

Ola amigos fez4 anos que descubri que sou soro positivo fui infectada pelo meu marido comecei a tomar os remédios parei desanimei faz dois meses que retornei pensando muito nos meus filhos por eles sim quero viver ter uma vida normal assim espero bjos obrigada

CARA +
Visitante
CARA +

OI Jane
o que te fez, depois de 4 anos, te sentires desmotivada para prosseguir com o tratamento? O que te fez não te utilizares da única forma, que ainda conhecemos, de vc poder ver a edução e crescimento de seus filhos?

Estamos aqui para se ajudar, para aprender um com a situação do outro, para nos tornarmos mais fortes!

andre
Visitante

fui diagnosticado há dois anos e faço uso da medicação regularmente. tinha um namorado e resolvi contar pra ele. no início ele se sensibilizou bastante e foi a uma dessas unidades onde se faz os exames para saber da sorologia. eu o acompanhei e disse a atendente que eramos um casal sorodiscordante. até então tudo bem. depois disso ele foi apanhar o resultado sozinho e a pessoa que o atendeu plantou uma enorme semente de medo no rapaz, dizendo inclusive que ele não podia fazer sexo oral em mim, e foi o que ele fez. fiquei muito decepcionado com esta… Ler mais »

CARA +
Visitante
CARA +

André entendo bem o que vc está falando, pois senti o mesmo (em menor grau) agora, semana passada quando fui marcar meu exame de CD4 e carga viral. O centro de atendimento fecha as 17h. Cheguei lá, faltando 7min para as 17h e já estavam naquela “folga” típica de toda a repartição pública ou privada, próximo ao horário de encerrar o expediente. A atendente saiu do “bolinho” que estavam vendo fotos e tal, rindo alto, melhor gargalhando, para me atender, quando apresentei a requisição pedindo para marcar o exame, ela logo tratou de falar aos demais e vi ela torcendo… Ler mais »

Biel
Visitante
Biel

Lindo texto. Descobrir que sou positivo em 2013, em janeiro, fiquei muito assustado, minha carga estava alta já e já sentia reações, como aftas e incontinência. Meu médico super. gente boa disse que deveria começar imediatamente, mas, com medo eu adiei o tratamento, eu falava pra mim mesmo que só em julho iria começar, mas final de março tive um crise e perdi peso muito rápido. então comecei em maio a tomar os remédios. Foi a melhor coisa ter começado logo, em duas semanas já me sentia bem de novo e disposto, hoje com mais de 1 ano tomando, Outubro… Ler mais »

soro interrogativo
Visitante
soro interrogativo

Ola falera…Tenho um namorado s+ tive quase um ano de relação sem camisinha dai ele me contou e perdi meu chão…com 15 dias fiz o exame e deu negativo…agora estou muito preocupado em fazer o 2* exame….ele já fazia o tratamento a 2 anos c os ontiretrovirais…sera que corro o risco de ter contraido…nesses últimos dias só choro de depressão e preocupação…alguem poderia me ajudar???bjos…rezem por mim!

Pedro
Visitante

Se ele estava em tratamento durante as relações, diminui bastante a chance de você ter se infectado. E, desculpa a intromissão, mas, poxa, ele poderia ter dito e te protegido antes, já que sabia ser positivo. No mais, fique tranquila, o primeiro exame negativo já é um indicativo de que está tudo certo contigo. Mesmo assim, não deixe de repeti-lo.

Beijo, se cuida.

soro interrogativo
Visitante
soro interrogativo

Sim pois depois de quase uma fazendo sexo desprotegido já era para ter dado positivo….e como deu negativo indica que o virus esta indetectável no sangue dele….pedoeicele continuo com ele….porém só sexo c camisinha!

Anne Caroline Rocha
Visitante
Anne Caroline Rocha

Olá boa tarde, nunca fiz nenhum exame, mas namoro tem 3 anos, meu namorado fez uma cirurgia e antes teve de fazer o risco cirúrgico, e sua saúde tá perfeita. Tenho alguma chance de ter adquirido HIV antes de conhece-lo e nunca ter transmitido? Seu texto me deixou forte e confiante de fazer sim o exame, e tirar de vez essa dúvida de todos aqueles que fizeram sexo desprotegido. Muito obrigada!

Jovem catarinense
Visitante
Jovem catarinense

achei o texto perfeito. Sou soropositivo e descobri há 4 anos. Graças a Deus ainda não preciso usar medicamento porque minha carga viral é baixíssimo e meu cd4 esta bem alto. Sei que uma hora terei que começar a tomar. Enquanto isso tento me cuidar o máximo pra adiar cada vez mais. Alimento-me saudavelmente, faço exercícios físicos e tento estar bem comigoO mesmo. Faço meus exames de 6 em 6 meses e estou com minha saúde perfeita. Só uma pessoa sabe que tenho. É bem complicado passar isso para as pessoas. Preconceito infelizmente existe.

Sandey Oliveira
Visitante

Oi Soro Interrogativo e Companheiros …

Não acredito que seu namorado fez isso. Espero que seu teste seja novamente negativo ta? Você vai ver.

E a todos que deixaram seus comentários, parabéns por viverem!!! Por acreditarem em uma vida tão bonita e contínua. Continuem assim, vivendo!!! Pq são como todos nos!!! Não sou soro positivo, mas quero deixar meu carinho a todos vocês !!!! Se cuidem sempre !!!! Sempre mesmo!!! Sejam felizes sempre!!!!! Pq só vi pessoas maravilhos aqui pelos comentários desse texto maravilhoso que Lemos.
Sejam vocês!!! Assim, do jeito que são!

…isso que importa.

Um forte abraço no coração de vocês!!!!

^^

Zaozao
Visitante

Fantastico, sou soropositivo por 7 anos e pela primeira vez recebi e assimilei tanta coisa junta em uma so materia…muito obrigado

livefast
Visitante
livefast

Descobri meu status há pouco mais de um ano, outubro de 2013. Desde então começou a luta, mas não contra essa doença. Sou saudável, desde então nem uma gripe ou inflamação eu contrai, não iniciei ainda os tratamentos com antiretrovirais, pois quando fui diagnosticado tinha a taxa viral muito baixa e o cd4 acima de 800, então a infecto preferiu esperar um pouco, a ultima vez que fiz os exames acusou 120mil copias do virus mas 1090 de cd4, devo iniciar o tratamento em janeiro, também quero chegar ao “indectavel”. Minha vida continuou exatamente a mesma, nenhum amigo tem ciência… Ler mais »

Rick
Visitante
Rick

Cara +, eu sou seu fã!!! Sempre vejo seus comentários dando força e apoio a todos aqui no blog! Eu descobri minha sorologia no fim de maio desse ano com CV de 105.625 copias e CD4 estava em 131. Comecei com os antirretrovirais dia 26 de junho, AZT (Zidovudina), 3TC (Lamivudina) e Efavirenz! Confesso que não foi fácil…tive muito enjôos…alucinações, perdi um pouco de peso e tive tbm depressão mais agora isso passou Graças a Deus. Estou com alguns problemas de estômago mais já estou tomando as medicações indicadas pelo médico acredito q vai dar tudo certo! Minha CV está… Ler mais »

CARA +
Visitante
CARA +

valeu Rick uma das coisas que sempre digo aqui no blog é que, além de fazer o tratamento direitinho o que a gente tem que cuidar e gerenciar, são nossos pensamentos. Li um texto que diz algo como: cuide de seus pensamentos, pois eles se transformam em ações… e é o que procuro fazer. Como sei que o vírus está controlado com o uso dos arvs, cuido do meu pensamento, pois ele tem o poder de me transformar no que eu quiser e como diz o samba: “…é melhor ser alegre que ser triste, alegria é a melhor coisa que… Ler mais »

amigaaflita
Visitante
amigaaflita

Eu TB sou fã desse “Cara +”

CARA +
Visitante
CARA +

opa, valeu…
estava em férias, inclusive offline de tudo… hehehe
vou me atualizar de tudo por aqui…
feliz 2015!

leti
Visitante
leti

Sou familiar de soropositivo recém diagnosticado. Sinto-me muito melhor e mais preparada para ajudar uma pessoa muito amada a superar as incertezas e temores de viver com HIV.
Obrigada.

bel
Visitante
bel

Obrigada jovem por esclarecer minhas duvidas. .toda população deveria saber destas informações. Pra acabar com todo preconceito. Mais uma vez obrigada. Continue este trabalho lindo. ..e Boa sorte na sua caminhada. Bjo

Jota Érri
Visitante
Jota Érri

Fui casado por 3 anos com um soropositivo. Como grande parte dos casais, a relação foi tomando confiança e passamos a nos relacionar sem camisinha. Ele tinha o vírus e não me contou. Acabei descobrindo e isso não foi nada legal. Busquei informações sobre soropositivos com carga viral zerada, orientação, e obtive este esclarecimento. De fato, eu não fui contaminado pelo vírus. Eu sou mais uma prova viva da veracidade do que foi escrito aqui. Hoje não estamos mais juntos. Eu me relacionaria NORMALMENTE com outra pessoa portadora do vírus que se cuidasse.
Parabéns pela iniciativa e pelas belas palavras.

Veridiana Berenguer
Visitante
Veridiana Berenguer

Queria tanto agradecer ao autor do texto. Agradecer por ter me tirado a ignorância que eu tinha com relação a esse assunto. Um amigo meu compartilhou no face e eu li. Tmb compartilhem, todos deveriam ler. Não tenho o vírus e me senti a pessoa mais estúpida lendo o texto. Autor, me manda um email, vamos conversar, adoraria uma boa conversa contigo. Obrigada, de coração, por me tirar da ignorância com relação a tal assunto. Abraços.

Jacson P. santos
Visitante
Jacson P. santos

Gostei muito do texto, muito esclarecedor. É uma das várias possibilidades para quebrar o preconceitos que ronda as pessoas portadoras do vírus. Pois, acredito que só através da informação será possível desvelar a real situação dos soropositivos que cuidam da saúde e não oferecem, por isso, risco à sociedade. Para que isso aconteça, é importantíssimo que mídia e governos assumam um papel de mediadores. Muito bom!!

Jovem+
Visitante
Jovem+

Cara+

Me tira uma dúvida. Com esse 3×1 você toma apenas 1 comprimido/dia?

CARA +
Visitante
CARA +

Exato Jovem+. É a mesma combinação do lami, teno e efa (combinação de entrada), só que em um único comprimido e que você toma a noite, um pouco antes de deitar.

Gabriel Cristian
Visitante
Gabriel Cristian

Meu nome é Gabriel Cristian, tenho 18 anos e descobri que sou soropositivo em 10 de Agosto de 2014 (mês do meu aniversário). Quando fui diagnósticado, fui ignorante comigo mesmo e vi a vida, na hora, como se fosse uma fumaça, preto e branco, sem cores. Mas percebi, q não há nenhum problema em ser soropositivo, se tomarmos os anti retrovirais. A notícia para mim, ainda está recente, como se fosse ontem que obtive o resultado, mas estou me acostumando e feliz com as possibilidades que nós, soropositivos temos!

Álex
Visitante

Lindo texto. Siga com esse trabalho lindo! Meu carinho e respeito <3

Karla Carolina
Visitante

Simplesmente um texto excepcional, que pode fazer muitas pessoas igual a mim “leigos” ou até mesmo os próprios ignorantes, a abrir um pouco mais a cabeça sobre este assunto..
Parabéns ai p esse cara…

sarah
Visitante
sarah

Texto ótimo!
Já tinha noção de que o preconceito contra soropositvos é cultural e não questão de saúde, mas não acompanho o assunto e por isso nem sabia dessas coisas todas. Adorei o conteúdo, adorei como o texto é escrito. Não tem como ler um texto desse e continuar com discurso discriminatório! Vou acompanhar o blog 😉

Bruno
Visitante

Alguém cria um Grupo no whassap com pessoas q possam compartilhar e relatar suas histórias! Pessoas q possam ajudar umas às outras, e passar confiança para aqueles q estão igual eu! “Desenformado”. Meu número do WHASSAP (88)92117665 ESPERO CONTATO NO WHASSAP para criação do mesmo. Quero ajuda e ajudar quem precisa futuramente.

Rê
Visitante

Olá, Descobri ser soropositivo há aproximadamente duas semanas, desde então procuro por relatos de pessoas que já passaram pelo mesmo que eu, confesso, tem sido muito difícil essa fase de aceitação. Em seus textos encontrei um balão de oxigênio em meio toda as dúvidas, medos e angústias e tenho certeza que esse é um refugio ou local que consegui encontrar um pouquinho de paz e entendimento sobre todas essas coisas novas que vem surgindo. Seu trabalho é um espelho da vivência de muitos de nós, admiro sua coerência e gentileza ao abortar o tema, mais que um blog ao meu… Ler mais »

casalpositivo
Visitante
casalpositivo

Rê me amnde um email pra gente conervsar blz? casalpositivo2@hotmail.com

Danielle
Visitante
Danielle

Obrigada por me informar. Não havia pensado em tudo isso… excelente seu texto. ^^

Analista
Visitante
Analista

Não sou soropositivo, mas nunca tive preconceito. Sempre dei preferência em conhecer alguém soropositivo, pois achava que era a forma mais facil de me cuidar. Pois sabendo que meu parceiro é soro positivo, sempre tive a conciência que tenho que usar camisinha.
Porem agora lendo o seu texo, tenho mais convicção disso.
Adorei se texto e aprender mais sobre o assunto com vc.
Só uma coisa, onde posso encontrar estes estudos?

ana elizabete
Visitante
ana elizabete

Parabens meu querido pelo belo relato esclarecedor e de ajudar tantas pessoas soropositivo que achava que era um morto vivo.

Eduardo
Visitante
Eduardo

Comecei a ler bem descrente, pois o meu contato com soropositivos – não tão conscientes quanto vc – só fez aumentar em mim o preconceito em relação ao vírus. Um deles preocupava-se apenas consigo mesmo, se tratava, escondia a todo custo o diagnóstico, mas pregava que os seus parceiros sexuais é que deveriam se proteger, pois “cada um cuida de si”. O outro ao meu ver é um criminoso, descobriu que era soropositivo, não fez o tratamento e assumiu, por certo tempo, a missão de transmitir o vírus para o máximo de pessoas possível. Eu entendo (principalmente depois de ter… Ler mais »

Paulo
Visitante
Paulo

Sou soronegativo, sempre tive um medo completamente desproporcional em relação ao HIV, e ao iniciar minha vida sexual, esse medo se tornou um trauma, capaz até mesmo de me abster de ter uma vida sexual. Hoje em dia faço terapia, tenho esse medo controlado, e ler um texto como esse me permite a alegar que o restinho de paradigma que eu havia construído a respeito deste vírus, neste momento caiu por terra.

Recém diagnosticado
Visitante
Recém diagnosticado

Recebi o diagnóstico há quatro meses e com três meses de tratamento já estou indetectável, porém estou exatamente como você disse, querendo me isolar, com medo de transmitir, ainda mais depois de descobrir que no passado transmiti para alguém que amo por ter sido um sorointerrogativo. Medo esse que bate de frente com a vontade de voltar a vida normal, me envolver com parceiros sem ter que revelar meu status, pois o medo da discriminação é tão grande quanto o medo da transmissão. Obrigado pelo texto, pelos links que o validam e por me lembrar que é bom se esquecer… Ler mais »

Miguel
Visitante
Miguel

Fui diagnosticado como soropositivo há pouco mais de 24h. Tenho um parceiro e, como mantínhamos relações sem o uso de preservativo, ele agora é um soro interrogativo, mesmo os testes terem indicado negativo. Ele e eu estamos muito assustados. Estamos sofrendo de forma avassaladora, mas estamos encontrando forças para vencermos os nossos próprios pré-conceitos. Estou conformado sobre a minha condição, mas me preocupo com ele. Um sentimento de culpa me invade: por enquanto em relação a mim mesmo, mas tenho a impressão que a culpa maior é se ele for +. Estou exausto, pois não durmo bem há 2 dias.… Ler mais »

Tomaz
Visitante
Tomaz

Ola Miguel, Sou de SP, descobri a minha sorologia em 2013, fiquei muito abalado, tenho problemas no coração, o vírus atacou meu olho direito, tenho uma companheiro, temos relações sem proteção, ele não quer usar e sempre me diz que eu não passo o vírus, pois sou indetectável, agora entendo o que ele quer dizer, e também entendo que ele teve relações com pessoas de mesma condição, mais nunca me disse, na ocasião me disse que eu tinha o vírus porque merecia e ia morrer por ser burro, sendo que ele deveria ter me dito, NEGO eu tive relação com… Ler mais »

LHC
Visitante

Adorei o texto, me tirou muitas dúvidas , Sou soropositivo a menos de 1 mês, nem comecei meu tratamento ainda, tenho medo de emagrecer mais, pois, ja perdi 5 quilos. Por isto te pergunto, quando começar fazer o tratamento, corro o risco de emagrecer mais?. Gostei muito quando vc fala do preconceito e da divulgação como outra doença qualquer. Gostaria de fazer parte desta divulgação em busca de esclarecimento p a sociedade. Eu acho que este assunto deveria fazer parte de novelas e filmes, mostrando o lado positivo da aceitação das famílias e da sociedade como é com o câncer… Ler mais »

Silvio junior
Visitante
Silvio junior

Queria começar parabenizando o texto q é incrível é muito elucidativo!Sou médico e sou soronegativo e até ler o texto pouco sabia sobre o tema e com isso sobrava preconceito e medo!A partir de agora sei falar mais sobre o tema por conhecer a real verdade!Um povo instruído é um povo sem preconceito!Amar se cuidando,não causa risco nenhum a pessoa amada!!

Sozinho
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Sozinho

Há seis dias descobri a condição. Tenho sofrido muito. Choro bastante e o texto foi uma luz para me ajudar. Esses seis dias têm sido muito complicados. Parece que todos os sintomas vieram de uma só vez. Sei que é o meu psicológico, mas qualquer espirro, coceira ou indisposição eu acho que é o vírus. Não moro com os meus pais, mas quando os visito fico com sentimento de culpa e logo vou embora. Estou à espera da primeira consulta, que deve acontecer daqui a 10 dias. Mas queria o quanto antes começar com o medicamento. Acho que nunca vou… Ler mais »

CARA +
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CARA +

Sozinho tenha certeza que vc não está sozinho. Muitos dos depoimentos aqui, sobre como se contaminaram, são como o seu e o meu. Tenha certeza que tudo isso que está sentindo agora é “somatização”, nada mais do que isso. Assim que começar o tratamento vai se sentir melhor, pois ele serve como um aliado para fazer com que o vírus pare de “fazer festa” dentro da gente, ou seja, você vai estar no comando. Essa fase inicial é difícil. Para falar a verdade, a mais dura, a mais cruel pois nosso psicológico age sozinho, ganha vida própria e tende a… Ler mais »

Carvalho +
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Carvalho +

Sozinho, como disse o Cara+ e reafirmando, você não está “sozinho”! Tenha muita calma. Leia bastante; é norma nessa fase querermos saber de tudo; mas vá com calma. E bem importante, é fazer as atividades de lazer que você gosta. Por exemplo, na primeira noite da confirmação, eu fiquei com febre emocional, calafrios, etc e não dormi por algumas noites, depois tudo se acalma. “No andar da carruagem, as melancias se acomodam!” Não se culpe. Procure alguns textos aqui que falam de culpa. Enfrente essa realidade sorrindo! Nos dias após o diagnóstico, eu pensava: o que mais gosto na sexta-feira?… Ler mais »

sampapoa
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sampapoa

fique tranquilo, amigo sozinho! não é nenhum bicho de sete cabeças. claro, o bom é evitar contrair HIV. entretanto lhe digo uma coisa: O QUE MAIS FAZ SOFRER NESSE INÍCIO É A “LAVAGEM CEREBRAL APOCALÍPTICA” QUE RECEBEMOS A VIDA INTEIRA SOBRE A DOENÇA. desestabiliza a mente, fomos educados com os dizeres “HIV mata!” e não é da noite para o dia que essa instrução (já antiquada e obsoleta) vira pó… ter HIV hoje em dia é como ter uma doença crônica como quase todo mundo tem: pressão alta, asma, diabetes etc. 😉 você terá de se cuidar (como todo mundo… Ler mais »

Sozinho
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Sozinho

Obrigado CARA + e Carvalho +. Tenham certeza que as palavras de vcs foram reconfortantes. Especialmente após uma noite de sono cheia de pesadelos por causa da nova condição. Sim, farei o que vocês sugeriram. Não culpo a pessoa que me passou a doença, porque acho que ela não sabia. Culpo a mim mesmo por ser adulto, ser informado e mesmo assim não ter usado preservativo. Hoje estou tentando ver a vida de forma diferente. Acho que ao acordar e ler a mensagem de vcs, me senti mais forte para enfrentar o problema. Que Deus os abençoem e dê muitos… Ler mais »

Confiante
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Confiante

O texto é como um bálsamo para aqueles, como eu, recém descoberto HIV-positivo. E, mais confortante ainda são os depoimentos cheios de palavras doces de todos que já passaram pela mesma situação.

Se formos mais além, podemos até agradecer a Deus por ter nos dado a oportunidade de viver mais!! A vida nos deu mais uma chance! Quantos milhares de outras pessoas morrem diariamente causados por: uma bala perdida, um assalto, um atropelamento, ou mesmo um ataque fulminante, para estas a vida não lhes deu outra chance.

Sozinho
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Sozinho

Obrigado Sampapoa. Essas palavras realmente são bastantes reconfortantes para quem estava se achando no fundo do poço.

L S Avlis
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L S Avlis

Parabéns pela iniciativa !
Só uma curiosidade: quem se trata com os retrovirais não pode beber ?

D_Pr
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D_Pr

Pode sim Silva!

luisa
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luisa

Faz 3 dias que descobri que tenho o vírus, não consigo parar de pensar, não durmo e nem como direito desdo dia q descobri.faz pouco mais de um ano q me separei e durante esse tempo me relacionei com outras pessoas, e à alguns meses eu e meu ex marido estavamos pensando em voltar e era tudo que eu queria.No segundo dia contei a ele, ele ficou horrorizado e ja foi me dizendo que não tem mais volta, isso me deixou muito mais abalada..será que vai ser assim, eu não vou mais poder ter um relacionamento sério com mais ninguém… Ler mais »

paulo sousa alencar
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paulo sousa alencar

Paulo,
Gostei muito desse blog, vai fazer 10 dias que descobrir ser soropositivo, tive uma faringite bacteriana e o medico mandou eu fazer o exame, deu positivo, tenho ganglios no pescoço e sinto desconforto atras dos joelhos, queria saber se depois que eu começar tomar a medicaçao esses desconforto passam, muito abalado agradeço

Vida Nova
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Vida Nova

Fui Diagnosticado soro+ em outubro de 2014,e mesmo estando com carga viral baixa eu tive a sorte de já começar o tratamento com a Tarv. Graças a Deus não tive nenhuma reação à terapia,somente uma fase de adaptação na qual senti algumas diferenças no meu dia dia. Confesso que quando paro e penso que sou soro+ uma aflição vem à tona… Pois, desde então não tive coragem de me relacionar com ninguém. Minha família não sabe. Somente alguns amigos mais íntimos. Hoje tenho plena consciência de que a prevenção é a melhor alternativa (não quero dizer que eu não usava… Ler mais »

Wagner
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Wagner

Hj pela manhã acabei de descobrir que estou, (ou seria mehor sou?), soropositivo. Fiz o periódico anual e ontem o médico comentou que eu estou com alguns glanglios no pescoço, axilas e virilha….Na hora gelei pois já sabia que isso poderia ser HIV, somado a uma febre estranha que tive no começo de janeiro. Hj pela manhã fiz o teste rápido e batata….ainda estou tentando assimilar, entender, mas a primeira imagem que me veio a cabeça foi de definhamento, morte e me animou um tiquinho mais ler esse texto…foi bom ler esse post….Acabei de marcar um infecto e vou tentar… Ler mais »

Vida nova
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Vida nova

Fica calmo. Hoje não se morre mais de Hiv. Se trata como se fosse uma doença crônica. Confia em Deus acima de qualquer coisa e viva a tua vida da melhor maneira possível. Forças amigo. Estamos junto nessa luta.

binhomais
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binhomais

Wagner, fico/ficamos solidário sobre isto. Vc vai ficar bem sim, não vai ficar só a capa do Batman nem daqui 10/20/30 anos (e antes teremos a cura).

Qdo vc tiver momentos de insegurança ou incerteza procure ler, ver e viver coisas boas, pois, todo mundo tem lá seus momentos de altos e baixos, mas ter um diagnóstico de HIV dá impressão, para alguns, que os baixos são mais baixos ainda, o que não é necessariamente uma verdade.

Boa saúde! Tamo junto!!!

CARA +
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CARA +

Binho

Capa do batman? essa eu nunca tinha ouvido falar. Aqui no sul se diz: a capa da gaita.

Abre o fóóóóllle gaiteeeerrroooo!!!!!

Wagner
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Wagner

Valeu pelo apoio galera! Tô arrasado, mas bem melhor hehe. Consegui marcar uma consulta com um infectologista bem bacana, passo com ele segunda, e hoje conversei com uma médica que trabalha no ambulatório do meu trabalho. Ela já pediu milhares de exames, inclusive um teste confirmatório, contagem de cd4, e tudo o que o infectologista possa pedir…

+Feliz
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+Feliz

Descobri ser soro positivo antes do carnaval deste ano, exatamente no dia 11/02/15. Foi uma surpresa, na realidade não foi tanto. E logo eu que já tinha namorado um soropositivo anteriormente, sem nenhum preconceito, porém quando eu descobri que estava positivo eu me abalei um pouco. O engraçado que depois de estar “nesta condição” (e já me tratando, deixo claro – Antevi o infecto, fui num clinico pedi todos os exames que o infecto poderia pedir, e já na primeira consulta iniciei o tratamento com o 3X1 – que aqui no RJ já começou a ser distribuído) comecei a me… Ler mais »

Marcel
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Marcel

MAravilhoso o texto… ja cometi um deslise de transar sem camisinha e me senti muito culpado depois… me cuido, tomo regularmente meus remédios tenho a carga viral indetectável e esse texto me tirou um grande peso da consciência! Mas atenção, isso não significa que so por que não transmitimos mais podemos sair por ai transando sem camisinha… não estamos imunes a outras doenças sexualmente transmissíveis como o HPV a Sifilis entre outras…

diogo
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diogo

Texto maravilhoso… diz exatamente o que senti quando diagnosticado positivo para HIV, diz exatamente o que sinto hoje. Parabéns!

luisasilva2
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Marcel
Alem disso lembrar q mesmo estando indetectavel podemos ficar com alguém q tenha o vírus e não saiba, assim tornando a pegar o vírus onde pode ocorrer mutações do vírus o deixando mais resistentes. ..e na duvida do outro então é bom sempre camisinha..
Bjus a todos…saúde a todos nós.

D_Pr
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D_Pr

Here in Brazil, the government and the press inform us that ART “retards” the appearance of opportunistic infections. It leads us to think that we will someday get sick due to HIV. Shouldn’t they use the word “stop” instead of “retard”? Answer As you point out, the word “retards” implies that you’re only delaying the inevitable. It would be more accurate to say that ART “prevents” the development of OIs, since they shouldn’t occur in people with undetectable viral loads on ART. Pergunta era se TODOS iriam desenvolver mais cedo ou mais tarde o quadro de AIDS caracterizado por infecções… Ler mais »

Cavalcante
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Cavalcante

Olá Jovem Soropositivo! Primeiramente gostaria de parabenizá-lo pelo excelente texto, super bem escrito e bastante esclarecedor. Como fui diagnosticado em janeiro desse ano ainda tenho muito o que aprender sobre a infecção com o HIV. Até tomar conhecimento do seu texto e dessas pesquisas publicadas, o que mais me martiriza é justamente o que você abordou em seu texto, a “quarentena social”. Me perguntava se nunca mais teria nenhuma relação sexual com alguém sem me sentir extremamente culpado. Mas diante de tudo isso ainda tenho um questionamento ético que me parece bem delicado e gostaria da opinião dos demais leitores.… Ler mais »

CARA +
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CARA +

Cavalcante na boa, abra o seu diagnóstico a quem vc realmente confia. A não ser que você vire um militante, um lutador pela causa, caso contrário, fique na sua que nada, efetivamente nada de muito significativo mudará na sua vida. se está conhecendo alguém, vá com calma. Entenda os reais motivos que te unem a essa pessoa e depois que perceber um certo grau de envolvimento, que podem levar dias, meses, abra o jogo. Utilize esse tempo, esse período para aprender sobre o que você tem, no que consiste o tratamento, o que ele te traz de benefícios para relações… Ler mais »

Gil
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Gil

Também fui diagnosticado em fevereiro deste ano. Foi um choque, chorei, me desesperei, muitas coisas terríveis me vieram à cabeça. Mas hj, pelas informaçoes q tenho obtido e por este maravilhoso texto, sinto-me bem melhor e, acima de tudo, VIVO… Hj começo meu tratamento (3×1)… Confesso q estou bem animado… É bom ler aqui as declarações de quem passou pelo mesmo q tenho passado… Tô feliz e seguro de que, me cuidando, posso ir longe e levar uma vida normal e duradoura…

Miguel
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Miguel

Gil, bom dia. Pelo seu relato fomos diagnosticados no mesmo mês (02/2015), mas você já está tomando a medicação. Somente amanhã saberei se terei que tomar ou não. Estou com medo: não pela medicação, mas o efeito de enjôo. Você teve enjôo?

Gil
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Gil

Miguel, segundo minha médica e a farmacêutica, de onde faço tratamento, todos os diagnosticados começam com medicação. Enjôo nem passou perto de mim. E todo e qualquer desconforto vai embora logo após os primeiros dias de tratamento. Nao precisa ter receio. É tranquilo. Espero tê-lo ajudado. Abraços e fique com Deus.

Gil
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Gil

Miguel,
Nao tive reação alguma, é super tranquilo. O máximo que tive foi uma leve sensação de cabeça pesada ao acordar que vai diminuindo nos primeiros minutos após levantar. A coisa é mais psicológica que tudo. Vá em frente sem medo. Estou no quinto dia de medicação e já me sentindo mais forte e menos sonolento. Encare sem receio. Tudo dá certo.

Miguel
Visitante
Miguel

Gil,
Obrigado pelo apoio. Gostaria de falar mais sobre a medicação. Se quiser, mande um e-mail para arcanjopositivo@gmail.com e conversamos mais. Grato e bom dia.

Gil
Visitante
Gil

Ok Miguel, cliquei errado aí no dedinho e nao sei como cancelar. Rs… Acho q consegui fazer sinal de “jóia” agora. Rs… Te mando mais informações por email com prazer… Tranqüilidade e fé em Deus acima de tudo. Blz?

Miguel
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Miguel

Gil, esperando contato, pq eu não converso com ninguém sobre esse assunto e sinto necessidade (a não ser o namorado). Por nos dois terem o diagnóstico no mesmo mês, acredito que tenhamos história para contar. Abraço.

Gil
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Gil

Miguel, te mandei mensagem no email que passou. Dê uma olhadinha lá. Abraços

Bia Silva
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Bia Silva

Caro amigo, embora ainda sofra com o pior preconceito que existe: o meu mesmo, fiquei grata e esperançosa quando encontrei seu blog…serei mais uma leitora e, por que não, colaboradora do seu trabalho…tem pouco tempo que me descobri portadora do vírus, ignorante, medrosa e bastante fraca, mas vivo um dia de cada vez, e sei que ainda tenho muito que aprender. Confesso que me tornei diferente, mas um diferente que me torna uma pessoa melhor: tenho mais paciência, simplifiquei a minha vida e valorizei o amor fraterno como nunca…estou reaprendendo tudo: respirar, comer, andar por aí… Acredito que nada é… Ler mais »

zanca
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zanca

boa tarde pessoal fui diagnosticado soro positivo esse mes 03/15 sou casado pai de dois filhos lindos eles e minha esposa nao sao reagentes graças a deus ,eu confesso tenho medo de morrer maas lendo esses depoimento sinceramente fiquei mais tranquilo tenho medico marcado sexta dia 27/03 e vou começar minha luta estou muito feliz por minha familia nao ser soropositivo mas tenho muitas duvidas ,medos nao quero me entregar sem luta mas tenho essas galdulas do pescoço tipo carroços eles reduzem tomando as medicaçoes e sempre tomando esses remedios certos a vida consegue mesmo ser prorrogadas por quantos anos… Ler mais »

+Feliz
Visitante
+Feliz

Zanca, não sei dizer por quantos anos podem ser prorrogados, porém conheço amigos que são positivos há mais de 10 anos, e vivem em perfeita saúde. Creio que não há data correta para a resposta, ou “tempo de vida suficiente”. Vivemos num mundo que tanto podemos morrer com o vírus quanto com outras coisas…. Temos 50% de viver e 50% de morrer, já nascemos com esse destino. Então, não foque-se no seu tempo de vida, e sim na qualidade que leva a vida. E não deixe-se abater, aliás você tem seus dois filhos lindos pra cuidar por muito tempo! Fique… Ler mais »

D_Pr
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D_Pr

Olá, boa tarde Zanca! Primeiro, estou completamente feliz por sua esposa ser não reagente, isso já é motivo pra desejar viver cada vez mais ao lado dela, visto que ela não te abandonou! Quanto aos seus filhos, só se sua esposa também fosse…do contrário o risco é apenas teórico! Bom, vamos aos fatos…seu médico irá solicitar alguns exames específicos sobre o HIV, são eles: Western Blot (exame confirmatório) PCR Quantitativo para VIH tipo1 (carga viral), CD4/CD8 e relação entre eles, esses são para ver como está sua imunidade (alguns dispensam essa relação, outros não). Co-infecções também serão solicitados, exames pra… Ler mais »

Gael
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Gael

Bom dia. Recebi meu resultado ontem à tarde e confesso que já tive noites melhores. Apesar de tudo consegui dormir um pouco (tenho sorte de ser muito dorminhoco hahaha), mas foi difícil. Adormecia, sonhava inevitavelmente com algo relacionado ao diagnóstico e quando acordava no meio da noite, coisa que aconteceu muitas vezes, imediatamente a preocupação, o medo, a perplexidade batiam de maneira muito aguda e eu tinha que recomeçar todo o processo de tentar pegar no sono. Nesse momento, tenho duas principais preocupações: acredito que a situação de contaminação aconteceu há 2,5 ou 3 anos, e foram alguns sintomas que… Ler mais »

Wagner - SP
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Wagner - SP

Opa Zanca boa tarde! Fui diagnóstico dois depois de você e após o baque inicial, achei que ia morrer desidratado de tanto chorar na terça e quarta retrasadas, fui pesquisar, fui pro RJ conversar com um amigo soro+ e descobri que é possível ter uma excelente qualidade de vida. Meu médico me tranquilizou bastante e estou aguardando o resultado dos exames para iniciar o tratamento. Saiu de férias começo de abril, por isso e orientação do meu médico só começo com medicação no retorno, dia 14. Tive a apoio de dois amigos nesse processo, uma inclusive me ajudou a encostar… Ler mais »

anne
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anne

Ola pessoal bom a uns 15 dias vivi o maior susto da minha vida A 5 meses atrás me relacionei com um rapaz e estava indo muito bem, quando do nada ele resolveu terminar comigo e sumir do mapa, mas não liguei muito ate uns 15 dias atrás quando senti alguns sintomas q se identificava bastante com os primeiros sintomas do HIV e foi quando me apavorei, juro pra vcs que me senti soropositiva pq tudo oq eu estava sentindo batia com os primeiros sintomas fora q meu psicológico ficou muito abalado e ai eu com medo, abatida, ja certa… Ler mais »

VA
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VA

Gostaria de saber se ainda hoje com a evolução dos ARV e esse novo status “indetectável”, ainda os soropositivos devam se preocupar com o risco de ter demência associada ao HIV. Hoje em dia, mesmo com o controle do CD4/ CD8 e da carga víral (indetectável), eu corro risco para a demência associada ao HIV?

Lu
Visitante
Lu

Pessoal, boa tarde!

Achei a matéria interessante e gostaria de compartilhar com todos vcs, se é que já não sabem.

http://globotv.globo.com/rede-globo/jornal-nacional/v/cientistas-brasileiros-reproduzem-anticorpo-capaz-de-neutralizar-hiv/4096330/

Forte abraço a todos.

Força, Foco e Fé.

Bruno
Visitante

Meu nome é Bruno! fui diagnosticado ontem portador do vírus HIV, agora estou com medo… Como vai ser minha vida quando começar tomar os coquetéis. Alguém me ajuda por favor!

Alexandre
Visitante
Alexandre

Bruno? B dia!!! Vc tem email?

Wagner - SP
Visitante
Wagner - SP

Bruno bom dia!
Provavelmente sua vida será…normal!!!!! Talvez alguns contratempos mas não aquele monstro que tínhamos na cabeça. Fui diagnosticado há 1 mês e quase morri, mas com informação e apoio médico percebi que não era um bicho de sete cabeças! Quando ao tratamento devo começar amanhã! Se quiser bater papo add skype… wagnerns1

Bruno
Visitante

Me chama no whassap 8892117665

Vida nova
Visitante
Vida nova

Vou te add lá.

Wander
Visitante

Bruno não sei tua idade..tenho 48 e descobri em 1998…Estou vivo e lindo(por minha conta) e saudável te garantindo que você poderá trilhar por um caminho bem mais doce e calmo que o meu…Em frente amigo

Pedro
Visitante
Pedro

bacana e ótimo comentário em geral para mim que sou soropositivo e pratico retenção seminal a anos e esto me desenvolve uma particularidade diferente fora do tratamento antiviral que nestes dias começarei fazer ,ainda aguardo meu primeiro teste de carga viral .E só focar no tratamento e a vida segue ate longevidade extrema .Engraçado pois tomar remédio e como mais uma rotina do dia a dia ,hoje e possible ficar firme e forte ficando fora dos níveis detetáveis .ABRAÇOS A TODOS

Eduardo
Visitante
Eduardo

Oi pessoal. Boa noite. Sou um leitor assíduo do blog Jovem Soropositivo. Diante da importância que este blog teve quando descobri a ser portador do vírus, decidi começar a escrever as minhas histórias também. Primeiro porque contar minha história é terapêutico e também porque espero que minha história possa nos aproximar e nos manter fortes na luta diária contra o HIV. Segue o link:

http://ohiveio.blogspot.com.br/

http://ohiveio.blogspot.com.br/

Gael
Visitante
Gael

Legal a iniciativa, Bruno. Espero que você a leve adiante por muito tempo. É bom pra quem escreve e muito bom também, acredite, pra quem lê. A escrita é uma forma incrível de convivência, mesmo que à distância. Abraço.

Gael
Visitante
Gael

Ops, quis dizer Eduardo! Desculpe. Misturei com o nome do comentário logo acima… ;p

Eduardo
Visitante
Eduardo

Oi Gael. Que bom que também concorda quanto ao poder da escrita. Amanhã quero fazer um post contando de como foi contar para a minha família. Estou com muitas ideias de itens a trabalhar por lá.

atitudes+
Visitante
atitudes+

Bom dia, fui diagnosticado com HIV em 1994 onde na época só existia o AZT, minha carga viral já estava em 230.000 cópias, inicializei o tratamento com aquele comprimidos gigantescos de cor marrom escuro, os efeitos colaterais eram tão intensos que tiraram minha vida social, não conseguia sair de casa nem para trabalhar, mas o tratamento evoluiu assim mesmo ao ponto de diminuir potencialmente a carga viral, patologicamente eu estava muito bem, mas socialmente ruim, e o desejo de retomar a vida era enorme, foi então que tomei uma triste e terrível decisão, abandonei o tratamento. Foram 6 anos sem… Ler mais »

Wander
Visitante

São dezoito anos de medicação…Algumas leves lipodistrofias e carga viral indetectável e de consciência muito tranquila…

Maranhao
Visitante
Maranhao

Atitude +
Muito bom ouvir isso…
Estava precisando de verdade…
Abraço!
Skype:corinthians.b.o.p@gmail.com

mag
Visitante
mag

Olá,descobri q sou soropositiva dia 23/09/2013,meu marido fixou doente,ficou um mês na uti,ai q foram descobrir q ele estava infectado.Pediram pra eu fazer o exame,fui e fiz deu positivo,sai com minha moto desesperada,Contei pra pessoas q achava q confiava,açguns guardam segredo outros nao,Contei pra meus pais q me dao toda forca.Quando passei pela medica e fiz o cd4 minha carga era 12,super baixa,e ainda descobri q eu q passei pro meu marido,e q posso ser soropositiva a pelo menos 8 anos,emagreci 20 kilos em 3 meses,tenho os remedios pra tomar,mas nao tomo,nao consigo,e assim sou seguindo,

RE
Visitante
RE

Colega não faça isso, tome os remédios conforme a orientação médica, eles só iram fazer bem a sua saúde, não espere que uma doença oportunista lhe pegue com a imunidade baixa e piore a situação !!! Fique bem e estamos todos no mesmo barco e vamos cuidar de nossa saúde !!!

amaro
Visitante
amaro

Como queria dar um abraço no autor deste artigo. Na verdade, depois de receber o diagnóstico, fico olhando para as pessoas e esperando que me deem um abraço apertado. Há 1 semana descobri que sou soropositivo. Ainda me sinto muito ruim e com muito medo. O medo não é do vírus ou da doença, mas sim da sociedade que passará a me ver como um animal peçonhento. Como aconteceu? Com meu ex namorado, em um remember, e com camisinha… Provavelmente estourou e ele não sabia de sua situação. Não tenho raiva e o mínimo que pude fazer foi dar um… Ler mais »

Wagner-SP
Visitante
Wagner-SP

Poxa Amaro sei bem o que vc está sentindo, receba o meu abraço!
Fui diagnosticado no dia 17/03/2015 e estou bem hj, já iniciei o tratamento inclusive, mas essa coisa do ANTES e DEPOIS que vc comenta é bem verdadeira!
Também sou de sp, se quiser papear me add no skype: wagnerns1.
Abraço!

amaro
Visitante
amaro

Oi Wagner… Obrigado pelo abraço. Seu diagnóstico é bem recente também… Eu não vejo a hora de começar a tomar a medicação. Hoje fui à minha primeira consulta. A médica é uma fofa, falou várias coisas legais… Foi quase uma consulta psicológica. Abandonei minha psicóloga hoje também. Fazia terapia há um ano e gostava, mas ela não é preparada para este assunto que agora está dominando minha vida. Na próxima semana vou a uma reunião de acolhimento a pessoas diagnosticadas recentemente. Por enquanto estou afastado das redes sociais e skype. Muitos amigos mandando mensagens, perguntando se estou bem após ter… Ler mais »

wolf
Membro
wolf

Me identifico com muito do que você disse aí. Apesar de tudo, da dificuldade de aceitar essa nova condição de vida, precisamos buscar forças nas pessoas que realmente nos amam e em Deus. Não sei se você acredita Nele ou não, mas tem me ajudado muito o fato de refletir toda a minha vida e buscar entender o porquê de tudo isso estar acontecendo comigo agora e desta maneira. Tenho pedido por compreensão e humildade para aceitar serenamente tudo isso. É muito difícil, eu sei. Mas precisamos, de alguma forma, encontrar maneiras de nos sentirmos mais fortes diante disso e… Ler mais »

amaro
Visitante
amaro

nossa… escrevi tanta coisa mas apertei backspace sem querer e perdi tudo.
em resumo: Deus está sempre comigo e este blog tem sido uma luz… Os comentários, as experiências das pessoas… Eu sempre odiei blogs, facebook, bate-papos.. Mas agora uma chave virou. E como é bom saber que há pessoas de bem que querem ajudar.
muito obrigado pela mensagem…
abraço

wolf
Membro
wolf

Este blog é mesmo uma luz em um momento tão denso e obscuro. Também nunca fui um grande fã de redes sociais e afins, mas não deixo de passar por aqui nem um dia sequer desde que descobri a minha sorologia.
Se cuida ae e bom final de semana.

Eduardo
Visitante
Eduardo

Oi Amaro.

Fiquei muito sensibilizado com seu texto e decepcionado com a reação do rapaz que você estava conhecendo. A pouca experiência que tenho com o hiv e todas as histórias que tenho escutado e que vivo com meu namorado é que é possível sim ter um relacionamento sorodiscordante. A reação do seu ficante com certeza foi algo que deixou marcas profundas em você mas acredite, é possível. Tem muitas pessoas dispostas a lidar com o novo, por mais que ele possa parecer assustador.

Não desista de encontrar pessoas assim. Vai te fazer muito bem.

Thiago Rodrigues
Visitante
Thiago Rodrigues

Ola! Boa noite a todos! Que deixar aq meus agradecimentos ao “Jovem Positivo”, pois foi aq que eu encontrei o conforto de quando descobrimos nossa sorologia, eu primeiramente no período da manha e a tarde meu namorado( em 23/10/2013). Aqui comecei minhas buscas por informações e alicerces para continuar a seguir em frente, pois sempre encontrei aqui pessoas relatando as suas superações e vontade de viver, com as informações que são difundidas. Hj participo de uma comunidade fechada no facebook de apoio e troca de experiências e a cada dia superamos os estigmas da sociedade com relação ao HIV. Um… Ler mais »

amaro
Visitante
amaro

Thiago, me interessei bastante pela comunidade no facebook. Como faço para entrar?
Abraço!

Eduardo
Visitante
Eduardo

Thiago,

também tenho interesse de entrar na comunidade. Pode me enviar? Segue meu e-mail: dudumagalhaes28@gmail.com