Mês: agosto 2014

.hiv

O domínio .hiv é uma fita vermelha digital: ajuda a levantar fundos para apoiar projetos relacionados ao HIV e promove a conscientização sobre a causa. E tem um toque especial: o programa único de micro-doação .hiv. Para cada visita em seu site .hiv, será doada uma pequena quantia de dinheiro para projetos relacionados ao HIV. Assim, navegar em websites .hiv torna-se uma maneira fácil e divertida de fazer o bem. Um nome de domínio .hiv faz parte de um portfólio mais amplo. Você é livre para usá-lo como quiser, mas recomendamos simplesmente redirecionar à sua página inicial padrão. Com este princípio básico, o nome de domínio .hiv fornece uma segunda porta de entrada para o conteúdo web que habitualmente seus usuários acessam, mas melhora a experiência de navegação através da micro-doação.

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Ajuda do Peito

Em evento de caridade da luta contra a aids, atrizes pornô japonesas vão deixar seus seios serem apertados por um dia Por Vasudevan Sridharan em 25 de agosto de 2014 para IBTimes Pelo menos 10 atrizes pornô japonesas devem participar por um dia de um evento de conscientização da aids, em que deixarão que seus seios sejam apertados. O evento será transmitido ao vivo por canal de televisão adulto. O evento anual de caridade, traduzido como “Ajuda do Peito”, acontece todos os anos há 11 anos. Quem quiser apertar os seios das atrizes deve doar para uma organização de caridade que luta contra a aids. As atrizes, no entanto, pediram que os espremedores de seios sejam gentis. “Eu estou muito ansiosa para que várias pessoas acariciem meus seios. Mas ficaria muito feliz se apartarem com delicadeza”, disse Rina Serina, uma das atrizes que se voluntariou para participar do evento, ao jornal Tokyo Sports, de acordo com a AFP. Outras atrizes também estão entusiasmadas com o evento. “É para caridade! Aparte, doe dinheiro e vamos ser …

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Positivo e indetectável: o que isso quer dizer?

Sou soropositivo, faço tratamento e estou indetectável. Então, sai do meu pé! Por Dave. R. para o PositiveLite.com em 22 de agosto de 2014 Dave R. pergunta: “Você não faria sexo comigo porque eu tenho HIV? Eu ofereço menos risco do que você, meu amigo. Vá em frente, tente provar que estou errado!” Estou oficialmente cansado de ser tratado como um pária (que no dicionário é definido como: “um termo de censura e abuso: uma pessoa inútil ou desprezível; um miserável, um vira-lata.”)! De onde vem isso? Sou soropositivo, estou em tratamento e o vírus é indetectável no meu corpo. Ainda assim, sou visto como impuro, indigno de toque e pouco atraente. Por que isso? Porque é que o mundo, em geral, e, sim, os meus companheiros homossexuais, sempre empáticos, acham isso? Você sabe me explicar? Apesar das últimas pesquisas e do fato de praticamente não haver casos conhecidos de uma pessoa como eu, com carga viral indetectável, infectar outra pessoa, por que eu não entro para o grupo de pessoas consideradas como parceiros sexuais seguros? …

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Por um regime melhor

Estudo conclui que a maioria dos pacientes poderia mudar para um regime antirretroviral mais bem tolerável Por Barbara Jungwirth, do TheBodyPRO.com, em 22 de julho de 2014 Uma análise de 120 australianos que fazem uso de quatro antirretrovirais mais antigos — apelidados de medicamentos RATE por incluir Ritonavir (parte do Kaletra), Abacavir, Tenofovir e Efavirenz — concluiu que a grande maioria poderia mudar para novas medicações que são mais bem toleradas. O estudo, publicado na PLOS ONE, observou o histórico de tratamento e o perfil de resistência a medicamentos dos participantes, bem como testes de tropismo para o Maraviroc, sempre que possível (feito em 38% das pessoas estudadas). Os medicamentos RATE são prescritos para a maioria dos pacientes em terapia antirretroviral. Os efeitos colaterais que podem ser evitados com outros coquetéis incluem interações medicamentosas, reações alérgicas, menor eficácia quando a carga viral é alta, maior risco de doença cardiovascular, redução da densidade óssea, disfunção renal, distúrbios neuropsiquiátricos e aumento dos níveis de lipídios. Novos regimes de medicamentos considerados pelos pesquisadores foram Rilpivirina, Etravirina, Atazanavir, Raltegravir …

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Quer fazer estágio na UNAIDS?

A UNAIDS prorrogou as inscrições de estágio até 22 de agosto de 2014. São quatro vagas para alunos dos cursos de Relações Internacionais, Comunicação, Jornalismo, Administração, Publicidade e Propaganda, Marketing, Ciências Sociais, Ciências Políticas ou Antropologia para apoiar as ações do escritório em Brasília, DF. A UNAIDS irá selecionar três estagiários para a área técnica e um para a administrativa. Saiba como se candidatar clicando aqui.

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Carga viral no sêmen e o risco de transmissão do HIV

Há algum tempo eu traduzi aqui uma entrevista de James Wilton, editor do PositiveLite.com, com Bob Leahy, da CATIE, sobre o que o estudo PARTNER nos diz sobre o risco de transmissão do HIV. Nessa entrevista, Bob dizia que: Nós sabemos que as pessoas que estão com carga viral indetectável no sangue podem algumas vezes ter níveis detectáveis (embora reduzidos) de vírus em outros fluídos corporais, incluindo sêmen, líquidos vaginal e retal. Entretanto, as implicações deste fenômeno na transmissão do HIV não estão ainda tão claras. Enquanto alguns estudos mostram que discordância de carga viral entre sangue e outros fluídos corpóreos é comum, outros sugerem que é incomum. Infelizmente, o estudo PARTNER não monitorou a carga viral nos fluídos genitais e retais, então não sabemos quão comum era o fenômeno entre os participantes do PARTNER. Embora numa amostragem muito reduzida, o estudo abaixo contribui com a resposta de Bob, pois analisou a presença do HIV no sêmen de soropositivos em tratamento antirretroviral. Relação entre transmissão, micróbios, ambiente imunológico no sêmen e a carga viral do …

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Remédio pode reduzir a lipodistrofia

Tesamorelin pode ajudar pacientes com HIV a perder gordura MELBOURNE, Austrália — Pacientes infectados pelo HIV tratados com hormônio liberador de hormônio do crescimento alcançaram reduções modestas na gordura abdominal e no fígado, de acordo com cientistas. Num estudo preliminar que envolveu 54 pacientes, o tratamento com Tesamorelin (Egrifta), reduziu o tecido adiposo visceral em 34cm², comparado a uma redução de 8cm² alcançada em pacientes que tomaram placebo (P=0.005), de acordo com o Dr. Steven Grinspoon, da Harvard Medical School e Massachusetts General Hospital em Boston, e seus colegas, durante a Conferência Internacional de Aids. Os resultados também foram publicados simultaneamente no Journal of the American Medical Association. Eles descobriram que a variação média de lipídios para porcentagem de água — um marcador de gordura no fígado — foi reduzida em 2% em pacientes tratados com Tesamorelin, com um aumento de 0,9% entre os pacientes tratados com placebo (P=0.003). “A habilidade do Tesamorelin de reduzir a gordura no fígado em conjunção com a redução na gordura abdominal pode ser clinicamente importante para pacientes com infecção …

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Relatos da vida com HIV

Soropositivos contam como é viver com HIV hoje no Brasil; veja relatos Por Mariana Lenharo do G1, em São Paulo Relatório da Unaids apontou que novos casos cresceram no Brasil. Tendência mundial é de queda: de 2005 a 2013, casos diminuíram 27,5% A tendência de aumento das novas infecções por HIV no Brasil veio à tona recentemente com a divulgação de um relatório da Unaids, programa da Nações Unidas sobre a doença. O levantamento constatou que, globalmente, o número anual de novos casos caiu 27,5% entre 2005 e 2013, enquanto para o Brasil foi apontado um crescimento de 11,8%. Dados consolidados pelo Ministério da Saúde, por sua vez, indicam aumento de 9% entre 2002 e 2012. Segundo especialistas ouvidos pelo G1, a diferença do país em relação à tendência mundial, que tem as infecções em queda, pode ter várias explicações. Uma delas é o fato de o Brasil estar em uma fase diferente da epidemia em comparação a outras regiões, além da carência de novas estratégias de prevenção. [Continue lendo.]

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